Category: Rui Cardoso

Reserva de recrutamento n.º 5

 

 

Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa – 5ª Reserva de Recrutamento 2018/2019.

Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 8 de outubro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 9 de outubro de 2018 (hora de Portugal continental).

Consulte a nota informativa.

 

SIGRHE – aceitação da colocação pelo candidato

 Nota informativa

Listas

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2 anos, 9 meses e 18 dias aprovados e Conselho de ministros…

 

 

Comunicado do Conselho de Ministros de 4 de outubro de 2018

1. O Conselho de Ministros aprovou hoje o decreto-lei que procede à definição do modelo de recuperação do tempo de serviço dos docentes de carreira dos estabelecimentos públicos de educação pré-escolar e dos ensinos básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017.
A solução encontrada – recuperação de 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019 – permite conciliar a contagem do tempo para efeitos de progressão entre 2011 e 2017 com a sustentabilidade orçamental.
Esta solução corporiza o disposto no artigo 19.º da Lei do Orçamento do Estado para 2018 que determina que “a expressão remuneratória do tempo de serviço nas carreiras, cargos ou categorias integradas em corpos especiais, em que a progressão e mudança de posição remuneratória dependam do decurso de determinado período de prestação de serviço legalmente estabelecido para o efeito, é considerada em processo negocial com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis”.

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Progressões às prestações…

Será que os 726 milhões para o Novo Banco também vão ser doados às prestações?

 

Governo quer pagar progressões de 2019 em quatro fases

Proposta enviada aos sindicatos prevê que o pagamento das progressões na carreira de 2019 seja feito em quatro momentos, prolongando-se até 2020. Modelo é semelhante ao que está a ser aplicado este ano.

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É o vale tudo. Até falar em rejuvenescimento da classe docente…

Para alguns, o discurso do “engonha” é uma arte que se tenta adquirir. Quando um membro da Assembleia da República fala e rejuvenescimento docente, espera-se que não pertença ao partido que acabou de negar incluir, nas ultimas negociações, uma clausula que o permitiria.

“Por isso, anunciamos desde já que o Grupo Parlamentar do Partido Socialista organizará proximamente uma audição sobre o envelhecimento do corpo docente”

“Identificar vias de resposta que, ao mesmo tempo, valorizem as qualificações dos professores que temos – e que são muitas – e permitam o rejuvenescimento da classe”

 

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Cartoon do dia – Professor integrado no regime geral – Paulo Serra

 

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FAQ´s sobre a aplicação da Portaria n.º 119/2018

Como todos sabemos as portarias e outros “decretos” são tão rebuscados que quase sempre é necessário uma explicação da explicação. Para que todos tenham acesso deixo-os aqui a FAQ’s sobre a Portaria n.º 119/2018 para que todos se possam certificar da sua situação em especifico.

(clica na imagem)

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“O direito à greve é um direito constitucional” – Tiago Brandão Rodrigues

Já sei o que anda o Tiago a ler antes de dormir…

 

Ministro da Educação diz que a greve dos professores é um direito constitucional

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Porque é que ainda não se recorreu aos tribunais?

 

Há um número crescente de professores a clamar para que os sindicatos recorram a tribunal, nesta luta pela reposição do tempo de serviço docente. Os sindicatos já demonstraram vontade de recorrer não só para as estâncias jurídicas nacionais, mas também internacionais.

Tais atos não se podem fazer a belo prazer, tudo tem “timing” certo. Para recorrer a tribunal, o “timing” ainda não é o certo.

Porquê? Porque, aquela lei que nunca ninguém cumpriu, a Lei do Orçamento de Estado, onde se pode ler aquilo que todos nós, que sabemos ler e interpretar,  interpretamos de forma inequívoca e outros interpretam de forma ambígua, ainda está em vigor e só cessa quando outro LOE entrar em vigor. Por outras palavras, só quando a Lei do Orçamento de Estado de 2019 entrar em vigor, é que se pode afirmar, com todas as letras, que a Lei 114/2017 não foi cumprida.

Só no dia 2 de janeiro de 2019, poderão os sindicatos, recorrer aos tribunais, sejam eles quais forem, e, segundo a vontade de alguns, à OIT. Até lá pode-se fazer o que está ao alcance de todos, PROTESTAR…

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Para estes haverá dinheiro…

 

Novo Banco admite precisar de mais 726 milhões do Fundo de Resolução em 2019

 

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Segundo dia com 80% de adesão

 

A adesão ao segundo dia de greve dos professores, que esta terça-feira está a afetar escolas do Alentejo e do Algarve, deverá atingir os 80%, de acordo com o secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE).

Greve dos professores deverá ter adesão de 80%

 

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Cartoon do dia – Na nossa aldeia… – Paulo Serra

 

 

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Opinião – Posso recusar a “bonificação” governamental? – Paulo Guinote

 

Posso recusar a “bonificação” governamental?

Prefiro não ter qualquer reposição do tempo de serviço do que aceitar uma hipócrita esmola dada por governantes em trânsito.

 

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“As greves não me perturbam nem me irritam”

 

Greve é a cessação coletiva e voluntária do trabalho realizado por trabalhadores com o propósito de obter direitos ou benefícios, como aumento de salário, melhoria de condições de trabalho ou direitos do trabalhador, ou para evitar a perda de benefícios. Por extensão, pode referir-se à cessação coletiva e voluntária de quaisquer atividades, remuneradas ou não, para protestar contra algo.

Parte-se do princípio que quando qualquer trabalhador opta por fazer greve, perdendo a remuneração, o faz por acreditar que está a ser injustiçado.

Parte-se do princípio que o trabalhador não se sente realizado com as condições que lhe oferecem para desempenhar as funções a que está obrigado. logo, faz greve.

Parte-se do princípio que uma greve traz transtornos a quem a faz e a quem se vê privado de serviços.

Parte-se do princípio que os representantes dos trabalhadores respeitem os seus direitos, tal como a entidade empregadora.

Parte-se do princípio que os representantes da democracia respeitem, entendam, solidarizem, se irritem quando uma ou mais classes entendam necessário fazer greve.

Parte-se do princípio que uma greve não é uma coisa normal, é um ato de desagrado, de que algo de grave se passa.

A greve é um sintoma de que a democracia, naquele ponto, não está a funcionar com o resto do sistema. Se num ponto. o sistema não funciona, todo o sistema fica afetado.

É uma falta de respeito para quem usa a greve como forma de protesto afirmar que: “As greves não me perturbam nem me irritam“. É um sintoma não muito raro, hoje em dia…

PS: os enfermeiros continuam em greve por uma carreira digna, não é pelas 35 horas semanais.

 

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A Greve dos Professores na RTP

 

 

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Adesão de 75% dos professores no 1º dia de greve

Segundo os números da FENPROF, a adesão à greve situa-se nos 75% em Lisboa, Setúbal e Santarém.

 

Greve dos professores com adesão de 75%

 

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50 dias em Greve…

 

Professores atingem os 50 dias com pré-avisos de greve neste ano

Considerando paralisações parciais ou totais, abrangendo um ou todos os sindicatos, mais de um quarto dos dias úteis do ano, até ao final da próxima semana, terão sido abrangidos por alguma greve.

 

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Hoje é dia de fazer Greve

 

 

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BE avança… Depois de ter recuado.

Agora dizem que sim… Depois logo se verá…

 

Bloco só aprova Orçamento se houver dinheiro para contar todo o tempo de serviço dos professores

A duas semanas de ser conhecida a primeira versão do próximo OE, Catarina Martins avisa, em entrevista ao “Diário de Notícias”, que não permitirá que o Governo não cumpra a contagem de todo o tempo de serviço dos docentes que esteve congelado ao longo de nove anos. Aumento de pensões e descida da conta da luz avançam

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Divulgação – Convite para presença e participação na Marcha pela Transformação da Educação em Portugal

 

Exmos. Srs.,

Somos cidadãos comuns – pais, alunos e profissionais de educação – que estão insatisfeitos com o ensino em Portugal e que pretendem contribuir para uma mudança de paradigma educativo.
Consideramos que o modelo de ensino tradicional, que ainda vigora maioritariamente nas nossas escolas, não vai ao encontro das necessidades das crianças/jovens e do seu desenvolvimento integral.
Ao longo dos anos surgem, no nosso sistema de ensino, inúmeras alterações que ainda não reflectem uma verdadeira mudança. São quase sempre ajustes ou remendos a um funcionamento que está, por si só desgastado, antiquado e obsoleto.
Assim:
– Defendemos ALTERAÇÕES NAS METAS CURRICULARES, para além da definição das aprendizagens essenciais. É preciso dar tempo e liberdade, aos professores e alunos, para que as matérias sejam trabalhadas de forma mais significativa e profunda. Aprender a fazer, a pensar, a articular conhecimentos em vez de aprender a decorar e a memorizar com o consequente fácil e rápido esquecimento.
– Defendemos AVALIAÇÕES QUALITATIVAS, que realmente reflictam o percurso diário dos alunos e que se baseiem em diferentes opções no modo de avaliar. Os alunos não devem ter de fazer a mesma tarefa no mesmo espaço de tempo e as avaliações não podem estar quase totalmente focadas em testes e em colocar o aluno numa percentagem, que em nada contribui para a sua própria evolução e superação, num percurso que é único e individual.
– Defendemos a VERDADEIRA INCLUSÃO. Equidade nas aprendizagens, onde se prevê o acesso ao conhecimento e a participação (reflectiva e crítica) de todos os alunos, providenciando-se oportunidades de aprendizagem efectivas e inclusivas para todos. Não se pode acreditar numa escola inclusiva se não se acreditar que todos os alunos podem aprender, independentemente das suas circunstâncias individuais.
– Defendemos a APRENDIZAGEM ACTIVA, com a implementação de modelos pedagógicos que não se baseiem fundamentalmente em aulas expositivas e que transformam os alunos em receptores passivos de informação.
– Defendemos ESPAÇOS EXTERIORES ESCOLARES que deixem de ser edifícios rodeados de cimento, estéreis, demasiado planos e arranjados, sem terra, árvores ou outros elementos naturais que não respeitam as necessidades motoras e simbólicas das nossas crianças, tão essenciais para a integração das aprendizagens mais formais.
– Defendemos a DISCIPLINA POSITIVA, com a formação de profissionais de educação, desde auxiliares, educadores e professores. Não acreditamos em castigos, gritos, ausências de recreios, mesas viradas para a parede e tabelas de bom ou mau comportamento. Acreditamos na autoridade do adulto, e não no autoritarismo, enquanto responsável pelo bem-estar dos alunos mas envolvendo-os na construção das regras do espaço escolar.
– Queremos colaborar para que a escola faça realmente parte da COMUNIDADE e que seja uma extensão das famílias. Que os pais que querem e têm disponibilidade para participar, possam ser envolvidos em actividades do quotidiano e que o acesso à mesma não lhes seja vedado. Cada vez mais é prática comum que jardins-de-infância e escolas com alunos do 1ºciclo não permitam a entrada dos pais, com crianças a serem entregues e recolhidas na recepção, como se de mercadoria se tratasse. Com regras claras e definidas, respeitando os limites e funcionamento das escolas, é possível que todos os intervenientes na educação das crianças façam parte de um todo que visa um interesse comum.
ORGANIZADORES:
MAPPE – Movimento Pais, Professores, Educadores e Alunos Unidos.
MPAI – Movimento Pais e Amigos para a Inclusão em Portugal.
Venham. Participem. Sejam activos na mudança, para lá da insatisfação. Tragam quadros de ardósia ou cartolinas pretas para escreverem frases alusivas às mudanças que defendemos. Partilhem em massa. Contagiem. Tragam os vossos filhos a participar num acto de cidadania. Acreditem.
Com os nossos cumprimentos,
MAPPE – Movimento Pais, Professores, Educadores e Alunos Unidos.
MPAI – Movimento Pais e Amigos para a Inclusão em Portugal.

 

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Comunicado do Governo sobre a negociação suplementar sobre a recuperação de tempo de serviço dos professores

 

Negociação suplementar sobre a recuperação de tempo de serviço dos professores

Na sequência do pedido das estruturas sindicais, realizou-se a reunião de negociação suplementar sobre a questão da recuperação de tempo de serviço dos professores.
Nesse contexto, o Governo deu a conhecer às organizações sindicais o projeto de Decreto-lei elaborado para o efeito que permite – aos docentes do ensino básico e secundário cuja contagem do tempo de serviço esteve congelada entre 2011 e 2017 – recuperar 2 anos, 9 meses e 18 dias, a repercutir no escalão para o qual progridam a partir de 1 de janeiro de 2019.
Apesar do pedido de negociação suplementar, verificou-se uma vez mais que as estruturas sindicais não apresentaram qualquer contraproposta suscetível de permitir alcançar um acordo, à semelhança do que sucedeu no decurso do processo negocial mantido ao longo dos últimos meses.
Contudo, mesmo sem o acordo das organizações sindicais – e sem que a recuperação do tempo fizesse parte do seu Programa, no qual apenas foi inscrito o compromisso de descongelamento das carreiras – o Governo não deixará de reconhecer, através do Decreto-lei que se propõe aprovar, a recuperação de tempo de serviço docente, tendo por referência uma visão integrada do sistema de emprego público, num paralelismo com a diversidade de carreiras e dos respetivos mecanismos de desenvolvimento remuneratório.
Recorde-se, neste âmbito, que nas carreiras gerais um módulo padrão de progressão corresponde a 10 pontos, que em regra são obtidos ao longo de 10 anos, enquanto na carreira docente o módulo padrão é de 4 anos. Assim, dado que os 7 anos de congelamento correspondem a 70% do módulo de uma carreira geral, 70% de 4 anos na carreira docente correspondem, de forma similar, a 2 anos, 9 meses e 18 dias.
Note-se ainda que o artigo 18.º da LOE 2018 operou o descongelamento de todas as carreiras, logo, também da carreira docente. Este foi um compromisso assumido e cumprido, permitindo já ao longo do ano de 2018 a progressão de cerca de 46.000 docentes.
O que agora está em causa, em cumprimento do artigo 19.º da LOE 2018 – que remetia a consideração do tempo para processo negocial, com vista a definir o prazo e o modo para a sua concretização, tendo em conta a sustentabilidade e compatibilização com os recursos disponíveis, e bem assim em harmonia com a Declaração de Compromisso assinada em 18 de novembro de 2017 – é, portanto, a mitigação dos efeitos do congelamento, em paridade com as restantes carreiras. Negociar foi o compromisso e, embora sem acordo, o Governo cumprirá, através de Decreto-Lei, a proposta apresentada em sede negocial.

 

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Declarações à saida da reunião entre os Sindicatos e o ME

 

 

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O balanço da reunião entre professores e Governo

Será que o Decreto Lei da recomposição da carreira docente vai trazer surpresas?

 

O balanço da reunião entre professores e Governo

A secretária de Estado da Educação fez esta sexta-feira um balanço sobre a reunião com os sindicatos dos professores. Apesar de garantir que não haverá acordo em relação ao tempo a recuperar, outros aspetos do decreto-lei sugeridos pelos professores ainda serão analisados pelo Governo.

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Uma Vergonha…

Fenprof diz que proposta do Governo é “injusta, ilegal e desrespeitadora”

A reunião suplementar entre o Ministério da Educação e os 11 sindicatos que representam os professores realizou-se esta sexta-feira. À saída, Mário Nogueira garantiu que não surgiu nenhuma conclusão do encontro. O secretário geral FENPROF classificou a reunião como “vergonhosa”.

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Cartoon do dia – A Liquidificadora – Paulo Serra

 

 

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Contraproposta da FPP/PRÓ-ORDEM sobre a recomposição da carreira

 

 

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A promoção das Ultrapassagens entre docentes… e outros que tal.

 

Vou ser ultrapassado pela direita, pela esquerda e não circulo na faixa do meio, simplesmente tive azar…

Azar o caraças! Estou no sitio errado à hora errada, eu e muitos como eu (isto já se está a tornar um hábito a que não me quero habituar). Eles sabem disso, mas estão-se nas tintas para mim e para todos os outros. (coitados dos Magistrados, não estavam a contar levar com a mesma solução)

À cabeça, que fique claro, os colegas que se encontram nas situações que vou relatar nada têm a ver com o que lhes vai acontecer, não os estou a atacar, nem quero que não beneficiem do pouco que lhes vão atribuir.

Vou ser ultrapassado pelos colegas que irão, não se sabe bem quando, ser reposicionados na carreira. Os colegas que entraram na carreira ente 2011 e 2018 merecem, tal como os outros forma, ser reposicionados e ver o seu tempo de serviço, não congelado, ser transformado em tempo de carreira. Mas vão-me ultrapassar, sem culpa deles, sem culpa minha, eles não têm culpa de entrar na carreira segundo as regras que se encontram em vigor e eu culpa não tenho de ter entrado com regras diferentes. O governo, esse sim, tem culpa por não ter assegurado que eu não seria ultrapassado, (já expliquei isto aqui)

Não bastando isto, agora, vou ser ultrapassado, momentaneamente (pode implicar períodos de mais de 3 anos in extremis), pelos colegas que irão beneficiar dos tais 2 anos, 9 meses e 18 dias já em 2019. Passo a explicar. Eu subi de escalão em 2018, ou vou subir (até 31 de dezembro), logo só beneficiarei desse tempo após a próxima subida de escalão. Para que melhor me faça perceber: em dezembro de 2018 subo ao 2º escalão, só beneficiarei do tal tempo de “bonificação” após a subida para o 3º escalão, que acontecerá em dezembro de 2022. Um colega que suba ao 2º escalão em janeiro de 2019 beneficiará de imediato dos 2 anos, 9 meses e 18 dias o que fará com que alcance o 3º escalão muito mais cedo que eu. Se isto não é uma ultrapassagem, não sei que lhe chame.

Os politiqueiros são peritos nestas engenharias e nós em deixar passar a água por de baixo da ponte… não abram a pestana.

(o uso da 1ª pessoa é apenas uma alegoria)

PS: a proposta de que tivemos conhecimento ontem, é uma vergonha. Não só para o governo, mas para o país. Dá a impressão de ter sido redigida em cima do joelho e sem considerar, sequer, todas as situações possíveis de prejudicar os docentes. Não tem em conta que há colegas que estiveram todos estes anos à espera de passar ao 10º escalão e que nunca irão beneficiar do tempo de serviço que querem atribuir a todos os outros. Onde está a equidade, a igualdade, a democracia…

Há que relembrar as palavras: “Palavra dada, palavra honrada.”

 

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As “sub-espécies” de professores em Portugal

 

Os professores parecem ser uma “espécie” à parte neste país. Não bastando isso, agora, criaram sub-espécies. Passemos a caracterizá-las:

  1. Professor da Região autónoma da Madeira. aquela sub-espécie que irá ver todo o seu tempo de serviço congelado produzir efeitos na sua carreira. Esse facto dar-lhe-á a possibilidade de ver feita justiça e de algum dia chegar ao topo da carreira.
  2. Professor da região autónoma dos Açores: subespécie essa que já tem no buxo 2 anos, 4 meses e 2 dias de tempo congelado (período entre 30/98/2005 3 31/12/2007) e irá beneficiar de mais 2 anos, 9 meses e 18 dias. Não é justo, tem que se dizer, mas possibilita a maior parte de conseguir, um dia, chegar ao topo da carreira.
  3. Professor do continente: subespécie que apenas tem direito a 2 anos, 9 meses e 18 dias. Facto que impossibilita uma grande maioria de, algum dia, sequer, sonhar em chegar ao topo da carreira.

ATENÇÃO: Os professores das Regiões autónomas são profissionais como qualquer um e nada têm a ver com estas injustiças. Há que saudar as suas conquistas.

 

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DOCENTES CONTRATADOS SÃO LESADOS NA CONTABILIZAÇÃO DOS DIAS DE TRABALHO PARA EFEITOS DE SEGURANÇA SOCIAL

 

 

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Cartoon do dia – “Num futuro próximo, professor@s num escalão ainda médio a receberem formação para progredirem…” – Paulo Serra

 

 

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PROJEÇÕES DAS PROGRESSÕES E APOSENTAÇÕES POR MÊS E ESCALÃO

O Governo enviou mais uns números para consulta sobre a reposição na carreira e futuras aposentações. Ficam aqui para consulta, é só clicar na imagem…

PROGRESSÕES 2018-2021 Desagregação por índice e mês de progressão

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Projeto de Decreto Lei de Recomposição da Carreira Docente (e dos Magistrados)

Eis que o Governo envia aos sindicatos um Projeto de D.L de Recomposição da Carreira Docente… (os Magistrados que se ponham a pau…)

 

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FNE no ME para reunião sobre recomposição da carreira

 

FNE no ME para reunião sobre recomposição da carreira

Uma delegação da Federação Nacional da Educação (FNE) vai estar presente na próxima sexta-feira, dia 28 de setembro, pelas 16h, no Ministério da Educação, na Av. Infante Santo, 2, em Lisboa, para uma reunião que acaba de ser marcada na sequência de pedido que a FNE formulou nesse sentido. Nessa reunião, será apreciado o projeto de legislação que o ME pretende impor para a recuperação de 2 anos 9 meses e 18 dias de todo o tempo de serviço que esteve congelado – 9 anos, 4 meses e 2 dias.

Nas reuniões até agora realizadas, a FNE sublinhou a necessidade de que estas negociações incidissem sobre o prazo e o modo de recuperação de todo o tempo de serviço congelado por 9 anos, 4 meses e 2 dias, nos termos do que a Lei de Orçamento de Estado determina e da declaração de compromisso assinada em 18 de novembro de 2017.

Assim, na perspetiva da FNE, as reuniões até agora ocorridas não se centraram sobre o objeto a que deveriam estar sujeitas.

Além do mais, a FNE considera que entre a reunião realizada em 11 de julho passado e esta última reunião, houve um muito claro recuo na perspetiva do Governo, uma vez que naquela reunião o Ministro da Educação afirmara que se podia dizer que havia aproximações entre as partes, o que, no nosso entendimento, significava que o Governo não retomaria a proposta apresentada no ciclo das reuniões “ad-hoc” em que apontara para a quantidade de tempo que nesta última reunião afinal acaba por retomar.

Nesta nova reunião, a FNE insistirá na responsabilidade que cabe ao Governo de dar execução ao que a Lei de Orçamento de Estado determina em termos da recuperação integral do tempo de serviço congelado.

Da parte da FNE haverá toda a disponibilidade para negociar o calendário e a forma a que deverá obedecer essa recuperação integral, admitindo a consideração de modalidades de recuperação desse tempo, nomeadamente em termos de consideração de parte desse tempo, por vontade de cada docente, para efeitos de aposentação.

 

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Sr.s Magistrados, juntem-se aos professores e protestem…

 

Tempo de serviço dos magistrados terá por referência solução para professores

A ministra da Justiça informou sindicato que a solução para a recuperação do tempo de serviço terá em conta a adoptada para os professores.

 

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O Número de alunos sobe de um lado e desce do outro…

Enquanto Na Educação Pré-escolar e no Ensino Básico o número de alunos desce, no Ensino Secundário e no Superior sobe… Mas, feitas as contas, o total de alunos no nosso país continua a sua curva decrescente.

 

Fonte: Perfil do Aluno 2016/2017

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Perfil do Docente 2016/2017

 

Somos mais, a tendência inverteu-se. É natural, os números da aposentação docente são residuais….

Somos mais velhos. O envelhecimento docente é notório. Com o crescente aumento da idade da aposentação a curva da idade dos docentes continua a subir. Imaginem se estes gráficos mostrassem o número de docentes com mais de 60 anos…

As docentes continuam a levar um avanço considerável face aos docentes homens. Nada de novo.

Estas e outras conclusões podem ser consultadas no Perfil do Docente 2016/2017 (clique na imagem)

 

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O envelhecimento docente em números e percentagens…

Todos os anos somos brindados com o estudo sobre o Perfil do Docente. É nele que podemos ver como a classe docente se encontra no nosso país, mas apenas como números. Esses números podem transmitir muitos dados que se poderiam transformar em ações, mas a vontade é pouca e o economicismo é muito mais importante que qualquer outra razão.

A classe está a envelhecer a olhos vistos.

 

Fonte: Perfil do Docente 2016/2017

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Aparecem relatos estranhos sobre as Reservas de Recrutamento

Temos recebido alguns relatos sobre as colocações em reserva de Recrutamento que nos parecem um pouco “estranhos”, mas pelo que tenho ouvido têm vindo a acontecer.

Fica um exemplo:

Agora gostaria de lhe colocar uma questão que é a seguinte : é possível haver erros na colocação nas reservas de recrutamento? É que eu acho que aconteceu comigo. Sou professora do grupo XXX com o numero de ordenação XX57 e n fiquei colocada na rr3. No entanto um colega com numero de ordenação XX62 ficou colocado num horário e escola para o qual concorri…
Se é possível este tipo de erros, quais os procedimentos a adotar?

Será que a formula da plataforma tem uma “virgula” fora do sitio, ou estão a tentar alcançar a cota dos Recursos Hierárquicos?

 

 

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Procedimentos concursais de regularização no âmbito do PREVPAP – Assistentes Operacionais

 

Procedimentos concursais de regularização no âmbito do PREVPAP – Assistentes Operacionais

 

Nota informativa

 

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Comunicado – Grupo de Professores lesados nos descontos da Segurança Social

 

“Os representantes do Grupo de Professores Lesados nos Descontos para a SS deslocaram-se no passado dia 21 à Assembleia da República, a convite do PCP, para assistir ao Debate de Urgência.
Fomos rececionados na entrada da AR, Catarina Pinto Ângelo, assessora do PCP, a quem desde já agradecemos o convite, a atenção e profissionalismo. Durante o debate, apesar das intervenções de do BE e do PCP, o ME não respondeu às questões levantadas sobre o nosso problema dos descontos. Ainda assim, alguns deputados com quem tínhamos contactado previamente foram ter connosco e solicitaram a nosso presença para uma pequena reunião nos seus gabinetes.
Na bancada da assistência, a deputada do PCP Ana Mesquita veio falar connosco e mostrou-se totalmente sensível à nossa questão, referindo que o PCP vai continuar a recomendar ao Governo a alteração da lei para os 30 dias.
Começamos por ser recebidos no Gabinete do PSD, pela vice-presidente da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência, Margarida Mano, e pela sua assessora, onde expusemos o problema e apresentámos toda a documentação que temos reunido nos últimos meses. Tivemos a garantia de que iriam intervir, pois reconhecerem que de facto esta é uma situação injusta e inaceitável.
De seguida, fomos recebidos pelo PS, pela pessoa de Augusta  que por falta de tempo para falar melhor connosco, pois haveria votações no final da manhã, solicitou-nos uma audiência, de forma a perceber melhor o que se passa. Pela parte do PS, sentimos um afastamento em relação  ao nosso problema  e que apenas estão a tentar “descalçar a bota”.
Conseguimos ainda ser recebidos por Joana Mortágua, no gabinete do BE e explicámos de novo o problema dos mais de 5 mil lesados.
Infelizmente, não conseguimos reunir com a deputada do CDS, Ilda Novo, que tinha agendado uma pequena reunião para antes do debate, mas devido a um acidente em Lisboa, só conseguimos chegar à Assembleia da República às 10h, hora de início do Debate.
EM SÍNTESE: A maior parte dos deputados/partidos desconhecia o nosso problema, encontrando-se neste momento melhor informados depois da nossa visita. Mesmo depois de termos apresentado documentação do código do trabalho, o nosso contrato e parte do acórdão do TAF de Sintra, o PSD não reagiu bem ao facto de termos dito que não trabalhamos a tempo parcial, embora tenham demonstrando indignação pela anarquia na contabilização dos dias de descontos.
Acreditamos que o dia 21/09 foi um passo de gigante rumo à resolução do nosso problema, mas vamos continuar a elaborar documentação e a enviar aos deputados até dia 25 de setembro, dia da reunião da Comissão de Educação, onde o nosso problema vai ser debatido.
Não poderíamos ainda de deixar de agradecer a todos os membros do grupo do facebook “Professores lesados nos descontos da Segurança Social”, por todo o apoio que nos têm dado, em particular nesta nossa deslocação à Assembleia da República.
Grupo de “Professores lesados nos descontos da Segurança Social”, em luta pela contabilização de dias de trabalho justa!”

 

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I Encontro Internacional de Professores de Português, EIPP 2018

O I Encontro Internacional de Professores de Português, EIPP 2018, nos dias 12 e 13 de outubro de 2018, reúne em Viana do Castelo investigadores, especialistas, professores,  profissionais de Ciências da Educação e demais interessados nas temáticas da aprendizagem do Português nos diferentes níveis de ensino. Este evento, realizado pela Escola Superior de Educação de Viana do Castelo, atrai participantes nacionais e estrangeiros que pretendem debater e procurar  respostas nos desafios colocados atualmente ao ensino e aprendizagem da língua, nos domínios da leitura, literatura, escrita, gramática e avaliação.

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O Encontro inclui conferências, uma mesa redonda e workshops para o contacto com experiências inovadoras de aprendizagem. Participe!

O Encontro tem formação creditada (na modalidade ação de curta duração).

PROGRAMA – https://eippese.wixsite.com/2018
INSCRIÇÕES – https://eippese.wixsite.com/2018/inscricoes

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