Rui Cardoso

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Identificação de Componente Letiva (I)

A aplicação para a identificação da componente letiva abriu hoje e termina dia 22 de julho,  o concurso para a mobilidade interna deverá começar dia 23 ou depois…
Os docentes devem começar a ser notificados, hoje, da falta de componente letiva.
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[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Nota-Informativa-–-Indicação-de-Componente-Letiva-2016-2017.pdf”]

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Regime jurídico dos concursos – Madeira

Publicado o novo Decreto Legislativo Regional que regula os concursos para seleção e recrutamento do pessoal docente da educação, dos ensinos básico e secundário e do pessoal docente especializado em educação e ensino especial da Região Autónoma da Madeira.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/r.pdf”]

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Mobilidade Estatutária Art.º 68 15/07/2016


Artigo n.º 68) alínea a).pdf

Estabelecimentos de educação ou de ensino públicos

Artigo n.º 68 alínea b).pdf

Educação extra-escolar

Artigo n.º 68 alínea d).pdf

Escolas europeias

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Mais um estudo ComRegras – Indisciplina na Família

Mais um trabalho elaborado por Alexandre Henriques na procura de respostas e mais perguntas…

Os dados recolhidos por inquérito online em maio último mostram que 24% dos encarregados de educação ajudam “sempre” os estudantes nas tarefas escolares, 31% ajudam “muitas vezes” e 40% ajudam “algumas vezes”. Note-se que o perfil destes encarregados de educação são pessoas com habilitações literárias superiores (79%).

O pico da ajuda aos estudantes situa-se no 1º Ciclo (100%), mantém-se entre os 96,9% e os 98,6% entre o pré-escolar e o 3º Ciclo e só baixa no Secundário (88%).

 

com regras

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Aplicação da Mobilidade por Doença suspensa… (Já Resolvido)

A aplicação está suspensa para procederem a algumas alterações. Não se sabe quando voltará a estar ativa. Esperemos que durante o dia de hoje volte…

 

ADENDA: Foi por pouco tempo que a aplicação esteve suspensa e já funciona normalmente.

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Mobilidade por Doença 2016/2017

Aberto o procedimento de mobilidade por doença da responsabilidade da Direção-Geral da Administração Escolar, a realizar numa só fase.

 

Despacho 9004-A/2016 de 13 de Julho

Mobilidade por Doença

Aviso de Abertura Mobilidade por Doença 2016/2017

 

Mobilidade por Doença 2016/2017 – Relatório Médico

Aplicação disponível até às 18.00h de Portugal Continental do dia 1 de agosto

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Mobilidade Estatutária Art.º 67 (13/07/2016)

Artigo n.º 67 n.º 2 alínea a).pdf

Serviços da administração central, regional ou local

Artigo n.º 67 n.º 2 alínea b).pdf

Estabelecimentos de ensino superior

Artigo n.º 67 n.º 2 alínea c).pdf

Educação ou ensino não estatal

Artigo n.º 67 n.º 2 alínea d).pdf

Federações desportivas

Artigo n.º 67 n.º 2 alínea e).pdf

Empresas dos sectores público, privado ou cooperativo

Artigo n.º 67 n.º 2 alínea f).pdf

Comissões e grupos de trabalho

 

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Opinião – Santana Castilho – Quando Deus é o mercado e a religião é o dinheiro

 

Teoricamente livres, usamos a nossa liberdade para permitirmos que nos condicionem. Tudo é mercadoria, educação inclusa. Preferimos estar sujeitos a mecanismos de controlo social a criar mecanismos de oposição ao sistema e de desenvolvimento de outro tipo de desejos: o desejo de visitar a vida, de cooperar com os outros.

Os sistemas de educação deixam as nossas crianças sem tempo para serem crianças. Porque lhes definimos rotinas e obrigações segundo um modelo de adestramento que ignora funções vitais de crescimento. O ritmo de vida das crianças é brutalmente acelerado segundo o figurino errado de vida que a sociedade utilitarista projecta para elas. Queremos que elas cresçam depressa. A pressa marca tudo e produz ansiedade em todos. Não lhes damos tempo para errar e aprender com os erros, quando o erro e a reflexão sobre ele é essencial para o desenvolvimento dos jovens. É a ditadura duma sociedade eminentemente competitiva e utilitária, mas pobre porque esqueceu a necessidade de formar os seus, também, pelas artes, pela estética e pela música.

Muitos dizem que temos a geração mais preparada de sempre. Mas será que temos? Ou será que temos, tão-só, uma geração com uma relação elevada entre o número dos seus elementos e os graus académicos que obtiveram? E preparada para quê? Para responder ao “mercado” ou para responder às pessoas? É que há uma diferença grande entre qualificar e certificar, preparar e diplomar.

(clicar na imagem) in Público

Santana Castilho

 

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Concurso externo extraordinário – Casa Pia

Decorre de 13 a 19 de julho o prazo de candidatura para o concurso de vinculação extraordinária na Casa Pia de Lisboa.

Concurso externo extraordinário para ocupação de 20 postos de trabalho do mapa de pessoal da Casa Pia de Lisboa, I. P. da carreira docente.

(clicar na imagem)

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Listas definitivas dos candidatos aos concursos de contratação de docentes para 2016/2017

Após homologação por parte da Direção da EPM-CELP, estão publicadas mais abaixo as listas definitivas de ordenação de candidatos admitidos e as listas definitivas de candidatos excluídos para os horários colocados a concurso dos seguintes grupos de recrutamento: 100, 110, 120, 300 (320), 330, 520, 620 e 910.

AVISO DE ABERTURA N.º 1/2016
GR 100 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 2/2016
GR 100 – H2
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 3/2016
GR 110 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 4/2016
GR 110 – H2
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 5/2016
GR 120 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 6/2016
GR 300 (320) – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 7/2016
GR 330 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 8/2016
GR 520 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 9/2016
GR 620 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

AVISO DE ABERTURA N.º 10/2016
GR 620 – H2
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos
AVISO DE ABERTURA N.º 11/2016
GR 910 – H1
Lista Definitiva de Ordenação de Candidatos Admitidos
Lista Definitiva de Candidatos Excluídos

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Listas provisórias dos candidatos ao concurso de recrutamento de docentes para 2016/2017 Moçambique

Após homologação pela Direção da EPM-CELP, estão publicadas mais abaixo as listas provisórias de candidatos admitidos e excluídos ao concurso de contratação de docentes para horários dos seguintes grupos de recrutamento: 100, 110, 120, 300, 330, 520 e 910.

O prazo de reclamação é de 72 horas após a publicação das listas. A reclamação deverá ser enviada para o mesmo endereço eletrónico que consta nos respetivos avisos de abertura dos concursos ([email protected] ).

Brevemente serão publicadas as restantes listas.

(clique na lista desejada)

AVISO DE ABERTURA N.º 1/2016
GR 100 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 2/2016
GR 100 – H2
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 3/2016
GR 110 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 4/2016
GR 110 – H2
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 5/2016
GR 120 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 6/2016
GR 300 (320) – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 7/2016
GR 330 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 8/2016
GR 520 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

AVISO DE ABERTURA N.º 11/2016
GR 910 – H1
Lista Provisória de Candidatos Admitidos
Lista de Candidatos Excluídos
(Data /hora de publicação: 07.07.2016 / 18H15)

Clicar na imagem

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Atrasos ameaçam deixar professores doentes longe de casa

O Arlindo já o tinha referido aqui e aqui. Mas agora é noticia de “primeira página” logo a seguir à passagem de Portugal à final.

Despacho. Ministério ainda não publicou diploma que permite a mobilidade por doença e aponta para dia 15 , quando muitos médicos que acompanham professores já estarão de férias

“João” (nome fictício )é professor de Biologia do Secundário e, desde o ano passado, está destacado numa escola de Lisboa por motivo de doença. “Tenho um problema de rins que tem vindo a agravar-se, a qualquer momento posso ter de fazer hemodiálise, tenho de fazer o controlo frequente da função renal e, por tudo isso, tenho de estar perto do hospital onde sou seguido”, explica ao DN. Este ano, o professor ainda não sabe se ficará na mesma escola, como deseja. Está à espera que o Ministério da Educação publique o despacho sobre os destacamentos por doença. “Costuma sair em maio”, lamenta.

Em causa, explica, não está apenas a incerteza sobre o seu futuro mas o perigo real de ficar sem a justificação médica que lhe permite beneficiar desta condição: “Há o risco professores não conseguirem mobilidade por doença por terem os médicos a gozar férias”, explica. “Como eu somos milhares nessa situação.”

Tendo em conta os números do ano passado, são cerca de 4000 os professores nesta situação. E a avaliar pela resposta do Ministério da Educação ficarão nessa incerteza pelo menos durante mais alguns dias, até à próxima semana.

 

Clicar na imagem in Dn by Pedro Sousa tavares

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Contratação de professores Escola Portuguesa de Luanda

A Escola Portuguesa de Luanda informa que está a recrutar professores dos seguintes grupos/disciplinas para o ano letivo 2016-2017:

  • Grupo 110 (1.º ciclo do ensino básico)
  • Português (2.º ciclo)
  • Educação Visual e Tecnológica (2.º ciclo)
  • Educação Musical / Música
  • Francês (3.º ciclo)
  • Geografia (3.º ciclo)

Formulário de candidatura

(clicar na imagem)

EPL

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“1º Ciclo do Ensino Básico exige respeito!”

As condições de organização e funcionamento do 1º Ciclo do Ensino Básico agravaram-se nos últimos anos, com consequências para o exercício profissional da docência e para as aprendizagens dos alunos.

Aspetos mais significativos: a manutenção de um regime de docência que desrespeita o disposto na Lei de Bases do Sistema Educativo e de um horário semanal de 25 horas letivas; a não consideração dos intervalos na componente letiva, como acontece em todos os outros setores de educação e ensino; um inadequado regime de reduções letivas por antiguidade, que em muitos casos provoca uma sobrecarga de trabalho ainda maior nos docentes; a não consideração, para efeitos de aposentação, do elevado desgaste provocado pelo exercício da profissão…

Como se não bastasse, o Ministério da Educação decidiu agora aprovar, pela primeira vez, um calendário escolar mais prolongado do que o aplicável aos restantes ciclos do Ensino Básico, o que, além de mais uma intolerável discriminação, não tem qualquer fundamento pedagógico ou de outra natureza, parecendo tratar-se, apenas, de mais um castigo imposto a professores e alunos deste setor de ensino.

Face ao exposto, os professores abaixo-assinados exigem do Ministério da Educação:

1. A correção do calendário escolar para 2016/17, devendo a atividade letiva terminar a 16 de junho de 2017, tal como acontece nos restantes níveis do Ensino Básico;
2. A consideração dos intervalos na componente letiva dos docentes;
3. O início de negociações com vista a melhorar as condições de trabalho dos professores, incluindo aspetos como o regime e horário de trabalho e o regime de aposentação;
4. A abertura de um debate nacional sobre o futuro do 1.º Ciclo e a sua reorganização, de forma a que sejam atingidos os objetivos de que o sistema educativo necessita e que a Lei de Bases preconiza.

 Subscrição Online

FENPROF

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Opinião – Cecília Honório – É a escola pública, pois claro. Falta o resto

 

O envelhecimento “crescente e constante” do corpo docente e o desequilíbrio de género são evidências, recentemente abordadas em “Recomendação” do Conselho Nacional de Educação. [1] São estas professoras, a uma década ou menos da reforma, que tratam, na parte que lhes cabe, do futuro das crianças e jovens deste país, o que é muito.

Elas têm, hoje, mais horas de aulas do que quando começaram a trabalhar, foram gato-sapato de todas as experiências com o sistema de ensino, foram vítimas da normalização e do improviso, da burocratização e da desvalorização. Sabem-se muito longe deles e delas: durante muitos anos da sua vida não souberam o que era um computador e viveram as suas experiências escolares entre o Estado Novo e a jovem democracia (vá-se lá ver quais pesaram mais nas suas autorreferências). O que são ou deixam de ser, sem progressão, sem avaliação séria e com a escola cada vez mais anichada, na verdade, não interessa para nada. Há de tudo: as que resistem, as que insistem, as que desistem; as competentes e as incompetentes; as democratas e as autocratas. Às autocratas nada acontece, até porque o esvaziamento da democracia nas escolas, sendo transversal, as legitimou.

O envelhecimento é um bloqueio do sistema com efeitos mal avaliados sobre professores/as e alunos/as. Ele duplica os seus danos quando, à distância evidente e difícil entre gerações, se acrescenta o discurso radicalmente pessimista sobre os e as jovens. Quando o “poder da idade” se consagra em discurso tonitruante que faz de qualquer adolescente um estranho hostil  – “eles e elas não sabem”, “não querem saber”, “não são” isto e aquilo, “não chegarão a lado nenhum”. Isto faz sentido, 40 anos depois de Abril? O senhor Ministro da Educação invocará a escola republicana, olhando de frente para estes problemas.

 

(clicar na imagem) in Público by Cecília Honório

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Encontro 1º Ciclo

 

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Inscrições aqui

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Manifestação de interesse para o posto de docente de Língua e Cultura Portuguesas na Universidade de Poitiers

A Universidade de Poitiers aceita candidaturas para um docente de Língua e Cultura Portuguesas ao abrigo do protocolo de cooperação com o Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, de acordo com o aviso em anexo.

Aviso de Abertura

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/termos_refer_poitiers.pdf”]

 

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Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar

Orientações
Curriculares
para a Educação
Pré-Escolar

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/07/Orientacoes_Curriculares.pdf”]

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Novo modelo de concurso de docentes vai ser negociado…

Já o disse antes. Estou expectante em relação a estas negociações. O que virá substituir a BCE?

O modelo ideal, pelo menos para mim, seria a de uma única lista graduada, mas não sei…

Os sindicatos, os diretores e o Ministério da Educação poderão começar as negociações em outubro. O que virá aí desta vez? Será que a Norma Travão se “finará”? As reconduções, poderão ou não continuar? Nada se sabe e de boas intenções…

 

Alterações visam garantir “a estabilidade do trabalho nas escolas”, diz Ministério da Educação.

O Ministério da Educação fixou “previsivelmente para Outubro” o arranque das rondas negociais relativas ao novo diploma que regulamentará o concurso de professores. A data foi adiantada ao PÚBLICO, depois de conhecida a lista de colocações dos 100 professores que entraram agora para os quadros do Ministério da Educação, ao abrigo da chamada “norma travão”.

 

(clicar na imagem) in Público by

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20 de julho, Regime Especial de Aposentação discutido na AR…

… será desta?

Dia 20 de julho será discutida em plenário a petição sobre o Regime Especial de Aposentação de Educadores e Professores.

Os sindicatos, parecem estar em sintonia…

 

É justo e urge que seja criado regime especial de aposentação

Debate parlamentar sobre a petição em defesa da aposentação dos docentes aos 36 anos de serviço

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A Norma Travão continua a fazer as suas vitimas…

Este ministério ainda não acabou com esta injusta forma de vincular professores, assim como com as reconduções que irão fazer as suas vitimas daqui a uns tempos…

Entretanto as vitimas “amontoam-se” por esse país fora…

 

Docentes e sindicatos apontam injustiças da norma travão que exclui, por exemplo, docentes que tenham mudado de grupo de recrutamento. As 100 vagas nos quadros contemplaram só os que somam cinco contratos sucessivos, no mesmo grupo de recrutamento e com horário completo.

Sandra Jacob é professora contratada pelo Ministério da Educação desde 1996 e, descontados os três anos em que tentou uma profissão no estrangeiro, leccionou em escolas públicas ininterruptamente nos últimos 16 anos. Mas, porque mudou de grupo de recrutamento (primeiro foi professora de português, depois de francês e, nos últimos anos, de espanhol) não conseguiu integrar o grupo de 100 docentes que vão agora ser agora contratados para os quadros do Ministério da Educação (ME), ao abrigo da chamada “norma-travão”.

A lista de colocações foi publicada esta quinta-feira tendo os colocados até ao dia 7 de Julho para aceitar o lugar ou para entregar o recurso. E, como Sandra Jacob, foram várias centenas os professores que não disfarçam o amargo de boca por se verem preteridos na vinculação ao Estado por colegas com menos anos de serviço. “Há colegas com cinco anos de serviço a ultrapassarem colegas com dezasseis ou mais! O Ministério da Educação tem a obrigação de acautelar estas injustiças”, considera a docente.

(clicar na imagem) in Público by

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Abertura de concursos para contratação de docentes de vários grupos para 2016/2017 – Moçambique

Informa-se que estão abertos procedimentos concursais destinados à seleção de docentes com qualificação para lecionação nos horários disponíveis nos grupos de recrutamento 100 (Educação Pré-Escolar), 110 (1.º Ciclo), 120 (Inglês do 1.º Ciclo), 300 (Português), 330 (Inglês), 520 (Biologia e Geologia), 620 (Educação Física) e 910 (Educação Especial).

O prazo para a apresentação das candidaturas termina às 23:59:59 horas (hora de Moçambique) do próximo dia 6 de julho.

Leia a seguir todas as informações e procedimentos detalhados sobre os concursos bem como esta Nota Informativa.

AVISOS DE ABERTURA DOS CONCURSOS

Grupo de Recrutamento 100 – H1: Educação Pré-Escolar
Grupo de Recrutamento 100 – H2: Educação Pré-Escolar
Grupo de Recrutamento 110 – H1: 1.º Ciclo do Ensino Básico
Grupo de Recrutamento 110 – H2: 1.º Ciclo do Ensino Básico
Grupo de Recrutamento 120 – H1: Inglês do 1.º Ciclo do Ensino Básico

Grupo de Recrutamento 300 – H1: Português do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário (horário para seleção de candidato detentor de habilitação profissional nos grupos de recrutamento 300 e 320 para a lecionação das disciplinas de Português e Francês)
Grupo de Recrutamento 330 – H1: Inglês do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário

Grupo de Recrutamento 520 – H1: Biologia e Geologia do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário

Grupo de Recrutamento 620 – H1: Educação Física do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário
Grupo de Recrutamento 620 – H2: Educação Física do 3.º ciclo do ensino básico e do ensino secundário

Grupo de Recrutamento 910 – H1: Educação Especial

 

(clicar na imagem para aceder ao site)

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Dar corpo ao “Manifesto pela Escola Pública”

Os autores de 15 blogues na área da educação assinam um post coletivo com a intenção de “recentrar” o debate em torno de questões que consideram pertinentes em matéria de políticas educativas, à parte a polémica instalada.

Uniram ideias na “blogosfera” em defesa da escola pública. Sentiram esse dever, perante os ataques sucessivos por parte dos defensores da manutenção dos contratos de associação que o Ministério da Educação decidiu acabar, face à existência de vagas no ensino público para os alunos que até agora estudavam nos colégios subsidiados pelo Estado.

José Morgado, que escreve no blogue Atenta Inquietude, Paulo Prudêncio (Correntes), Nuno Domingues (Educar a Educação), António Duarte (Escola Portuguesa), Anabela Magalhães (Anabela Magalhães), Ricardo Montes (Professores Lusos), Luís Costa (Bravio), Duílio Coelho (Primeiro Ciclo) e o autor anónimo do Assistente Técnico, aceitaram o desafio do EDUCARE.PT para darem mais corpo ao manifesto que subscreveram.

Pedem autonomia “real” para as escolas, querem menos intromissão do poder político e que o Ministério da Educação acabe com a desconfiança, dizem, instalada ao longo de vários anos na “5 de Outubro” em relação aos professores. Pelo meio ficam à espera de reformas, que consideram essenciais: na revisão curricular realizada pelo anterior ministro Nuno Crato e nas “excessivas” metas de aprendizagem, na carreira docente e no modelo de gestão escolar.

 

(clicar na imagem para continuar a ler) in Educare

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Divulgação – Posição da Fenprof em relação ao 1º Ciclo

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/06/1CEB_ultima-hora.pdf”]

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“Aprovação automática” ou retenção? O que pode acontecer?

 

Já depois do final do ano letivo surge o “problema”, é ou não “permissível” a retenção?

O CNE desaconselha, o Ministério da Educação defende a interpretação livre da lei pelos agrupamentos, cabendo às escolas decidir no âmbito do carácter de excepcionalidade das retenções previsto na lei.

Segundo o ultimo estudo da OCDE, Portugal encontra-se entre os países em que os alunos mais são retidos, encontrando-se em 8º lugar.

Esta prática já se pode verificar em algumas escolas portuguesas, mas faltam os estudos para verificar os “números” e poder comparar. Lá fora, esta prática é corrente em muitos países. Há até países em que os alunos podem começar a frequentar o ano seguinte, antes do ano letivo terminar, desde que os objetivos para esse ano sejam alcançados pelo aluno.aprovado

Esta discussão irá prolongar-se pelo tempo, a não ser que, o Ministério tome uma posição mais firme.

O que é que pode acontecer? Pode acontecer, que haja escolas onde alunos com muitas negativas transitem para o ano seguinte, e que em outras escolas sejam retidos alunos com menos negativas.

Quais as consequências? As escolas onde a taxa de retenção seja mais elevada poderão perder alunos. As retenções em anos terminais de ciclo podem aumentar. As retenções em anos não terminais aproximar-se-ão dos 0%.

O que é dado a entender tanto pelo Ministério da Educação, como pelo CNE, é que em anos não terminais de ciclo se erradiquem as retenções, a não ser que seja por faltas.

Estamos perante uma mudança de práticas. Até agora, só os “entendidos” tiveram direito a “opinião”. E os professores? Aqueles que têm a decisão, ou não, sobre a aprovação e a retenção de um aluno. O que pensam eles? Qual a opinião dos profissionais que, todos os dias estão dentro de uma sala de aula e observam em primeira mão a evolução das aprendizagens dos seus alunos? Que dizem eles acerca deste assunto?

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Recrutamento de Professores para o Projeto “ESCOLA+ – fase II” S. Tomé e Príncipe

Recrutamento Escola + Fase II: Professores de Português, Francês e Matemática para São Tomé e Príncipe

O Instituto Marquês de Valle Flôr pretende contratar três professores do ensino secundário de Português, Francês e Matemática no quadro da assistência ao projeto Escola + Fase II, a decorrer em São Tomé e Príncipe.

Os termos de referência para cada um dos postos podem ser consultados aqui para o/a Professor/a de Português; aqui para o/a Professor/a de Francês; e aqui para o/a Professor/a de Matemática.

O período de receção de candidaturas decorre entre 28 de junho e 9 de julho de 2016.

As candidaturas deverão incluir Curriculum Vitae do candidato acompanhado de carta de motivação e devem ser enviadas para Joana Martins, [email protected].

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O que é que o FMI tem contra os professores?

Por que quer o FMI menos professores em Portugal?

O FMI apresenta esta quarta-feira um livro com algumas das suas principais sugestões dos últimos anos para colocar a economia portuguesa a crescer. No que diz respeito às contas públicas continua a recomendar um controlo dos gastos com salários dos funcionários públicos, em especial com professores.

 

(clicar na imagem com video) in Negócios

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Garantida a avaliação atribuída na última avaliação de desempenho – SPZN

Avaliação dos docentes em regime de contrato a termo resolutivo.

 

 

 

 

Os serviços jurídicos do Sindicato dos Professores da Zona Norte – SPZN foram informados através de parecer favorável da Direção de Serviços de Gestão e Recursos Humanos e Formação (DSGRHF), da DGAE, que os docentes em regime contrato a termo resolutivo, em situação de ausência ao serviço equiparada a prestação efetiva de trabalho que inviabilize a verificação do tempo mínimo param a avaliação do desempenho (180 dias), estabelecido pelo nº 6 do artigo 42º do ECD e pelo nº 5 do artigo 5º do Dec. Reg. nº26/2012, de 21/02, são avaliados pela menção que lhes tiver sido atribuída na última avaliação do desempenho, desde que não inferior a Bom.

 

(clicar na imagem)

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Regulamentos para Constituição, Funcionamento e avaliação de turmas PIEF e PCA

 

Encontram-se disponíveis na página da DGE os Regulamentos para a constituição, funcionamento e avaliação de turmas com Percursos Curriculares Alternativos e Programa Integrado de Educação e Formação para o ano letivo de 2016/2017:

Ficha de Sinalização do aluno

Ficha de Caracterização e Diagnóstico do aluno

Proposta de Intervenção Socioeducativa

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Calendários Escolares para trabalho das Provas de Aferição e Exames

Vários sites já construíram ferramentas que nos podem ser úteis no dia a dia. Ficam aqui alguns exemplos.

 

No Cantinho do 1º Ciclo

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Pode ver no site original aqui.

[gview file=”https://www.arlindovsky.net/wp-content/uploads/2016/06/Calendário-Escolar-2016-2017.xls”]

 

Calendário-das-provas-de-aferição-do-ensino-básico

Calendário-das-provas-finais-do-3.º-ciclo

Calendário-de-exames-finais-nacionais-do-ensino-secundário

 

 

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Parece que ninguém está satisfeito com o calendário 2016/2017…

… pode ser que façam alguma coisa quanto a isso.

 

Principal diferença para anos anteriores é a publicação mais cedo; de resto, não resolve principais problemas já antes identificados

Não se percebia a inquietação de alguns em relação a um alegado atraso na publicação do calendário escolar para 2016/2017. Os últimos cinco saíram sempre mais tarde, tendo mesmo, dois deles sido divulgados em julho e um (2011/12) em 4 de agosto. Porém, esta ligeira antecipação em relação a anos anteriores acaba por ser a principal novidade.

De facto, o calendário escolar para 2016/17 não traz novidades significativas para alunos, professores e escolas. Mantém o ano letivo organizado de acordo com o calendário festivo religioso, ainda que o mesmo não se compagine com os ritmos e tempos de aprendizagem dos alunos. Como tal, o primeiro período terá três meses, o segundo também, mas com pausa intermédia coincidente com o Carnaval, e o terceiro terá, em média, dois meses.

Relativamente ao calendário de atividades letivas, um problema que a FENPROF, há muito, denuncia e para o qual exige resolução é a discriminação da Educação Pré-Escolar, com um calendário de atividades letivas que, este ano se prolongará até 1 de julho e, no próximo, por não ser dia útil, ficará pela véspera. Relativamente ao Pré-Escolar, há uma contradição que a atual equipa ministerial continua sem conseguir (ou querer) resolver: por um lado, reconhece a existência de atividade pedagógica ao esclarece que há dias, nos períodos de interrupção, destinados a avaliação; por outro, ao prolongar o final das atividades letivas para além do que acontece nos restantes ciclo, demonstra que pretende dar resposta social com recursos pedagógicos, o que é absolutamente errado.

1º CEB

Novidade é o que acontecerá ao 1.º Ciclo do Ensino Básico que, pela primeira vez, terá atividades letivas mais prolongadas do que os restantes anos da escolaridade obrigatória em que não há exames. Se, em relação a 2015/16, os anos em que não há exames terão mais uma semana de aulas (encerramento em 9 que passará para 16 de junho), já no 1.º Ciclo esse aumento será de duas semanas sem que se vislumbre qualquer fundamentação para uma “novidade” da qual a FENPROF discorda. Num momento em que se reflete sobre a duração dos ciclos do Ensino Básico, esta distinção não tem qualquer sentido e será mais uma acha para uma fogueira que já arde intensamente.

Outros acertos são mera adaptação ao calendário civil ou religioso ou, então, medida para “pai” ver, como a possibilidade de serem desenvolvidas atividades formativas, em um ou dois dias do calendário letivo, até agora envolvendo os alunos, acrescentando-se desta vez “e os pais”. Um maior envolvimento dos pais nos processos formativos dos seus filhos exigiria algo mais que esta cosmética.

Sobre esta matéria, não foi desenvolvido o processo de auscultação dos interessados, como, aliás, refere o despacho. Como tal, não houve qualquer projeto anterior, nem pronunciamento prévio em sequência. Assim, junto do ME, a FENPROF irá intervir no sentido de serem introduzidas alterações ao despacho de forma a superar os principais problemas identificados.

O Secretariado Nacional da FENPROF
25/06/2016 

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Calendário Escolar do 1º Ciclo…

Esta estabilidade confunde-me. No ano letivo passado, encurtaram o calendário escolar, este ano “esticaram-no” além do limite.

A desculpa do Crato para que as aulas tivessem início mais tarde, foi para que tudo começasse sem o caos de outros anos. Qual será a justificação do Tiago para que as aulas acabem duas semanas depois? (vamos ter que ser nós a levar os miúdos à praia, as educadoras já o fazem) No Porto os professores já estão a programar a festa de final de ano, arruada de S. João, o Município vai poupar nos ranchos, pois vão ser as escolas a desfilar. A justificação deve ter qualquer coisa a ver com as queixas dos professores sobre os currículos extensos…

Que comecem mais cedo, até se entende. Agora acabar a 23 de junho, não percebo a lógica da “coisa”. A não ser que a crise tenha mesmo acabado e venha a climatização das salas de aulas a caminho. Três meses de 1º Período, três meses de 2º Período (períodos longo, cansativos para todos os intervenientes) e dois meses de 3º Período. As provas de aferição, também são “atiradas” para a frente, só não são depois de terminarem as aulas, porque já se sabe que no Norte, o S. João e o S. Pedro são reis por esta altura e ninguém estaria muito concentrado depois de umas noitadas.tx6hbg0

Há que ver isto pelo lado positivo, sempre podemos escolher um jardim sossegado ou uma praia pouco frequentada e transferir as salas de aula para o exterior…

 Vamos culpar o ministro? Não. Culpemos o Papa, porque a Páscoa este ano é mais tarde, o que causa toda esta disparidade.

Mas há que recordar o Sr. Ministro David Justino em 2002/2003, nesse ano as aulas acabaram a 27 de junho, por isso não nos podemos queixar, podia ser pior…

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As férias da Confap…

O problema persiste. Onde deixar os filhos durante as férias escolares?

Na escola. Não se está a ver. É o sitio indicado. É o armazém ideal… Porque razão lhes chamam “Férias”, é uma coisa que custa a entender. Este período de tempo deveria ter um outro nome, quem sabe… “Escolérias”!

 

Já sobre as férias dos alunos, a Confap acredita que as escolas poderiam ter um papel importante se se mantivessem abertas com atividades lúdicas: “As crianças poderiam ficar na escola, que é o espaço em que os pais mais confiam. Além disso, era uma forma de os alunos verem ali não apenas um sítio de trabalho, mas também de lazer e diversão. Os alunos passam a gostar de estar na escola e, quando isso acontece, acabam por beber os conhecimentos que lhes transmitem”.

in Económico

 

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Calendário escolar. Procura-se…

Por motivos de organização, as escolas e os encarregados de educação, estão em suspenso. O calendário escolar do próximo ano letivo ainda é desconhecido.

Esta situação, a prolongar-se, vai trazer sérios problemas. Para quando a sua divulgação?

Os diretores e encarregados de educação continuam sem saber quando começam as aulas no próximo ano letivo por falta de divulgação do Calendário Escolar, situação que dizem afetar a vida das escolas e famílias.

 

(clicar na imagem) in Económico

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“Escolas vão ter menos horas para apoiar alunos”

Os relatos que nos chegam confirmam que a nova formula de cálculo é desfavorável em relação à antiga. Desde 59 até 200 horas, são os desfalques de que até agora nos foi dado conhecimento por alguns Diretores.

O Arlindo já apresentou a sua teoria sobre este DOAL, e já expôs o que poderá vir a acontecer no caso do 1º Ciclo.

Os diretores escolares dizem que as novas regras de atribuição de crédito horário reduzem as horas para apoiar os alunos, em especial nas escolas situadas nos grandes centros urbanos, e com professores mais velhos.

Ficamos à espera da data…

 

(clicar na imagem) in CM

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Até que ponto a CPCJ atuará?…

Até que ponto as competências da CPCJ poderão ir neste assunto? Não comparecer às refeições na escola não implica que não comam, ou que os pais estejam a ser negligentes com a alimentação dos filhos (em certos casos é precisamente o contrário). Será este o caminho? A CPCJ já não tem meios para resolver de forma célere todos os casos que necessitam da sua intervenção, quanto mais andar a verificar se os meninos comem na escola em casa ou no café da esquina. O ideal é que aos pais seja aplicada uma coima. Pode ser que assim se lembrem de educar os filhos com a responsabilidade cívica que lhes falta.

 

Faltar às refeições pode levar a uma queixa na CPCJ (in JN)

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Publicada a Lei das 35 horas de trabalho

A lei n.º 18/2016, de 20 de junho que restabelece as 35 horas como período normal de trabalho na Função Pública foi hoje publicada em Diário da República, entra em vigor a partir de 01 de julho.

 

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No concurso de professores só há 13 candidatos com 22 anos de idade

No jornal público de hoje referência ao estudo apresentado ontem no blog sobre a idade dos candidatos ao concurso externo.

 

As contas foram feitas por Arlindo Ferreira, autor do blogue DeAr Lindo, que se especializou em estatísticas da educação. No outro extremo, com 60 ou mais anos, existem 164 candidatos, dos quais quatro concorreram para o pré-escolar e o 1.º ciclo, ou seja, para ensinar os alunos mais novos, e cinco candidataram-se a dar aulas de Educação Física.

 

(clicar na imagem)

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Concurso – África do Sul – recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro

 

Aviso de abertura de procedimento concursal simplificado destinado ao recrutamento local de docentes do ensino português no estrangeiro para os níveis 1.º CEB, 2.º/3.º CEB e secundário, língua inglesa, contratação local

(clicar na imagem)

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O que paga a ADSE?… Será bananas?

 

O aumento da taxa de desconto para 3,5% gerou excedentes, financiados pelos próprios quotizados, que foram e continuam a ser usados para maquilhar as contas públicas.

 

Se a ADSE não é sustentável a longo prazo é porque os dinheiros andam a ser mal gastos. Ou não?

Se, em vez de gastar os excedentes (em bananas) os “pouparem” para o futuro, talvez a sua sustentabilidade esteja assegurada.

 

O Tribunal de Contas entende como riscos para a sustentabilidade da ADSE a diminuição do número de quotizados e o seu envelhecimento, a concorrência do setor segurador e a administração do sistema por parte dos Governos que a têm instrumentalizado para realizarem as suas políticas financeiras e sociais.

 

Constituem ameaças à sustentabilidade/existência da ADSE:

I. O preconceito de que existe um antagonismo essencial entre o Serviço Nacional de Saúde e a ADSE, pode, no limite, levar ao desaparecimento da ADSE, mesmo que a mesma seja financiada pelo rendimento disponível dos trabalhadores e aposentados da função pública, tal como acontece no presente.
II. A permanência da atual Direção-Geral da ADSE no Ministério da Saúde, Ministério que também tutela o Serviço Nacional de Saúde, expõe a ADSE a um potencial conflito de interesses. (§124-145)
III. O entendimento do Ministro da Saúde de que rendimento disponível dos trabalhadores e aposentados da função pública, entregue voluntariamente à ADSE sob a forma de desconto, pode ser utilizado para financiar o Serviço Nacional de Saúde6. (ponto 5)
IV. A administração da ADSE por parte dos Governos/Estado, que a têm vindo a instrumentalizar para realizarem as suas políticas financeiras e sociais, descapitalizando-a, em prejuízo da sua sustentabilidade e à revelia da participação dos quotizados/financiadores/beneficiários nessas decisões. (§ 59-64; 72-75; 76-80; 81-88)
V. A apropriação, pelo Governo da República, de € 29,8 milhões dos excedentes da ADSE, em 2015, para financiar o Serviço Regional de Saúde da Madeira, bem como a retenção ilegal dos descontos de quotizados da ADSE por parte de organismos do Governo Regional da Madeira, e sua utilização indevida para fins de âmbito regional. (§24-45)
VI. A diminuição do número de quotizados da ADSE e o seu envelhecimento.
VII. Os mecanismos de solidariedade atualmente existentes no sistema (v.g., amplitude dos montantes de descontos mensais, que variam entre € 0,37 e € 553,56, para além da existência de 42.186 titulares que não pagam qualquer desconto; existência de um rácio de 1,5 beneficiários não contribuintes por cada quotizado que desconta). (§ 54-71).
VIII. Concorrência do setor segurador, o qual beneficia com o desmantelamento da ADSE ou com a saída por renúncia de quotizados seus.
IX. O adiamento sucessivo da decisão sobre a refundação da ADSE, a ausência de explicação sobre o racional do eventual retorno do financiamento da ADSE através dos impostos, bem como o recurso a formas de descapitalização da ADSE ou ainda a restrição do pacote de benefícios sem a participação dos quotizados/financiadores da ADSE, podem resultar no eventual desmantelamento faseado da ADSE.
Saliente-se que o alargamento da base de quotizados a novos quotizados líquidos é condição sine qua non para a sobrevivência, a prazo, da ADSE

 

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