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Parecer da ESE do Porto

 

Questionamo-nos igualmente acerca da base que suporta a elaboração desta proposta de Decreto-Lei, levando-nos a, uma vez mais, constatar que o discurso de valorização das artes e tecnologias se dissipa na correlativa acção política, caracterizada por uma prática, intencional ou dissimulada, orientada pelo improviso que vota ao abandono as áreas artísticas e tecnológicas.

 

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O Gabinete de Gestão Financeira não descansa

Desta vez foi para lembrar o Processamento de Remunerações para 2011.

Ainda não sei o que irão fazer aos coordenadores de estabelecimento que estão dispensados da componente lectiva por o estebelecimento ter mais de 150 alunos. Irão acumular a dispensa com o suplemento remuneratório de 130 euros?

Pronto! Não se pode brincar? 😀

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Ofertas de Escola – Ponto da Situação

De acordo com informações transmitidas pela DGRHE o site encontra-se em actualização desde a passada 5ª feira. Parece também que a DGRHE já enviou mail as escolas para não fazerem pedidos de contratação por causa deste problema.

Hoje o site parece ter voltado à normalidade. Assim, retirei às 15 horas todas as ofertas de escola que se encontram a concurso.

Para os diversos grupos de recrutamento existem 233 ofertas de emprego, para Técnicos especializados 27 e para desenvolvimento de projectos 14 vagas a concurso.

Fica aqui disponibilizado o ficheiro em pdf e excel das vagas a concurso às 15 horas do dia 10 de Janeiro de 2011.

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Afinal…

… o Professor Marcelo considera que o interesse público deve pesar mais na decisão judicial sobre a redução dos salários.

Marcelo dá no entanto razão ao governo na questão dos cortes salariais da Função Pública, depois de terem sido interpostas providências cautelares nos tribunais administrativos para impedir a aplicação da medida. Sem querer manifestar-se sobre a constitucionalidade da medida, Marcelo deixou escapar: “Eu obviamente daria razão ao governo” dizendo que do ponto de vista do interesse pública “é evidente”.

httpv://www.youtube.com/watch?v=w0TzNncQ5ag

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8 Janeiro de 1935

httpv://www.youtube.com/watch?v=2Ox1Tore9nw

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Pedido de escusa do cargo de relator

Exma. Senhora
Presidente da Comissão Administrativa Provisória
Agrupamento de Escolas da Moita
Dra. Isabel Roma
 
 
ASSUNTO: Pedido de escusa do cargo de relator
 
O artigo 40º do Estatuto da Carreira Docente, intitulado “Caracterização e objectivos da avaliação do desempenho” refere, no ponto 3, alíneas a), b) e h), respectivamente: “contribuir para a melhoria da prática pedagógica do docente”; “contribuir para a valorização do trabalho e da profissão docente” e “promover o trabalho de cooperação entre os docentes, tendo em vista a melhoria do seu desempenho”.
Contudo, a realidade da nossa escola, no decurso do seu labor quotidiano, corre o risco de comprometer esse objectivo. As tarefas burocráticas exigidas ao professor/relator vêm ocupar o tempo destinado à preparação das actividades lectivas, à construção de materiais didácticos que se querem inovadores, ao acompanhamento de projectos diversos. Além disso, a existência de quotas vai perturbar a vida escolar pois suscita a competição entre pares e põe em causa o trabalho colaborativo. Como poderia este modelo de avaliação – em que se é relator de um seu parceiro e em que se concorre com ele por meio de quotas – contribuir para a melhoria da função docente?
A aplicação deste modelo de avaliação tem implicações negativas no funcionamento da escola, nomeadamente a nível das relações interpessoais e da redução das horas de acompanhamento dos alunos.
O modelo envolve, de forma continuada, todos os professores como avaliados e muitos como avaliadores, num processo complexo em que os avaliadores não estão legitimados, pese o questionável critério da senioridade, imposto pela lei.
A avaliação é feita pelos pares. Avaliados e avaliadores concorrem às mesmas quotas sem que estejam garantidos os princípios da isenção e de ausência de conflito de interesses.
A prioridade estabelecida para este processo e o tempo que inevitavelmente consumirá conduzirá à redução das horas de acompanhamento dos alunos.
O tempo necessário para fazer o acompanhamento de todos os professores, tendo em conta padrões de desempenho, definição de instrumentos de avaliação, preenchimento das fichas de avaliação, realização de reuniões da Comissão de Avaliação e Júri de Avaliação, assistências a aulas, entrevistas, etc…, acabará inevitavelmente também por recair sobre a componente de trabalho individual dos professores tão essencial à preparação de aulas, produção de materiais, correcção de trabalhos, etc… 
Apesar de estarmos a poucos meses do fim do ciclo de avaliação em curso e cuja duração foi fixada em dois anos, existem inúmeras dúvidas, lacunas e incongruências legais.
Sendo as quotas (% de Muito Bons e Excelentes) por escola, como se resolve o conflito de interesses existente quando elementos da Comissão de Avaliação e relatores concorrem à mesma quota dos professores a quem atribuem Excelente ou Muito Bom?  
Qual a legitimidade de os coordenadores poderem assistir a aulas dos relatores e o Director dos coordenadores, não avaliando a qualidade científica do trabalho? Faz sentido separar a dimensão pedagógica da científica, quando se observa uma aula? 
A legislação sucessivamente publicada e os esclarecimentos que a DGRHE tem vindo a dar às escolas, por vezes de legalidade duvidosa, não ajudam e confirmam que o modelo não é exequível.
Por exemplo, no que respeita ao tempo, o Decreto Regulamentar nº 2/2010 de 23 de Junho, refere explicitamente no artigo 14º, ponto 3 “Os relatores que não exerçam em exclusividade as funções … beneficiam da redução de um tempo lectivo por cada três docentes a avaliar.” O despacho n.º 11120-A/2010 de organização do ano lectivo, publicado em 6 de Julho de 2010, refere no Artº 8º, ponto 1 “Para efeitos de avaliação do desempenho do pessoal docente deve considerar-se o critério, por relator, de um tempo lectivo semanal para avaliação de três docentes” e a informação da DGRHE – ORGANIZAÇÃO DO ANO ESCOLAR, de 26 de Julho de 2010 – refere “As horas de redução a que os relatores têm direito para o exercício das funções de avaliação de desempenho de outros docentes aplicam‐se em 1º lugar sobre as horas de redução da componente lectiva que o docente beneficia ao abrigo do art.º 79 do ECD e sobre horas da componente não lectiva de estabelecimento e só depois, em caso de insuficiência, na componente lectiva”. A circular B10015847T estabelece que “a função de avaliação dos relatores pelo coordenador de Departamento curricular integra-se nas funções de coordenação deste, não existindo qualquer previsão legal para uma redução específica de componente lectiva em razão desta função”. Ou seja os coordenadores de departamento não têm qualquer tempo destinado ao desempenho das funções de relator, embora possam ter de avaliar vários professores/relatores? Como podem desenvolver, de forma séria, este e todo o trabalho de coordenação previsto na lei e no Regulamento Interno da escola? Afinal há ou não direito a redução da componente lectiva de 1 hora para 3 professores avaliados? 
As recomendações da Comissão de Avaliação podendo, em abstracto, fazer sentido do ponto de vista teórico, não ajudam à concretização da implementação do modelo por não estarem minimamente reunidas condições para a sua aplicação, tornando-se por isso inúteis.
Pelo que foi dito não restam dúvidas que o actual modelo de avaliação é injusto, confuso e não exequível. Em vez de “contribuir para melhorar a prática pedagógica, valorizar o trabalho e a profissão, promover o trabalho de colaboração” fomenta conflitos e, em virtude da sua questionável exequibilidade, tem implicações negativas na prática pedagógica e na qualidade da escola pública.
Parece evidente que o único objectivo atingível é a introdução de quotas para efeitos de progressão na carreira docente. Mas mesmo este objectivo está colocado em causa pelo congelamento anunciado.
De acordo com a alínea d) do nº 2 do Artigo 14.º do Decreto Lei 2/2010, compete ao relator:
“ … Apresentar ao júri de avaliação uma ficha de avaliação global, que inclui uma proposta de classificação final”
Mas como pode ele fazê-lo com imparcialidade, se se insiste na determinação das quotas da ADD por Agrupamento de Escolas não considerando o universo de professores por grupos específicos.
Também no Decreto Lei 75/2010 pode ler-se no número 3 do artigo 46º:
3 — Por despacho conjunto dos membros do Governo responsáveis pelas áreas da educação e da Administração Pública são fixadas as percentagens máximas para a atribuição das classificações de Muito bom e Excelente, por escola não agrupada ou agrupamento de escolas, as quais terão por referência os resultados obtidos na avaliação externa da escola.
A inexistência de quotas por grupos de docentes faz com que a ADD assente num princípio em que o Relator sendo parte interessada na proposta de classificação final discrimina o grupo dos avaliados não relatores.
Avaliadores e avaliados são concorrentes na mesma carreira profissional, o que fere inapelavelmente as garantias de imparcialidade.
As perspectivas de progressão na carreira de cada professor dependem, não apenas da sua própria classificação, como também da que os outros professores da mesma escola/agrupamento tiverem. Ora, avaliados e avaliadores pertencem à mesma escola/agrupamento e são muitas vezes concorrentes aos mesmos escalões da carreira, o que (por si só) constitui um forte motivo de impedimento.
E, mesmo quando pertencem a escalões diferentes, é óbvio que o avaliador tem interesse directo nas classificações atribuídas ao seu avaliado: se estiver posicionado em escalão superior, só terá a perder com a subida de escalão daquele, pois tornar-se-á concorrente directo numa futura transição de carreira, aumentando ainda as hipóteses de o poder vir a substituir como avaliador; se, o que a lei permite em determinados casos, o avaliador pertencer a um escalão de carreira inferior ao do seu avaliado, é-lhe oferecida a possibilidade de, através da classificação que atribuir, o fazer marcar passo na carreira e poder alcançá-lo, conferindo assim solidez ao seu recém-adquirido estatuto de avaliador.
Independentemente dos incontornáveis impedimentos legais, dificilmente se poderia conceber um esquema mais maquiavélico de “avaliação entre pares”, que só poderá ter como resultado a degradação do clima de trabalho na escola. Quanto ao princípio da imparcialidade, foi feito em pedaços.
Assim, de acordo com as alíneas a), c) e d) do artigo 44º do Código do Procedimento Administrativo, declaro o meu impedimento em avaliar os docentes que me foram confiados no processo de ADD, bem como, ao abrigo dos números 1 e 2 do artigo 48º do Código do Procedimento Administrativo, solicito escusa do cargo de relator para o qual fui nomeado.
 
Peço deferimento,
 
João António Cavaco Medeiros
 
 
(Professor de Economia do Grupo 430)

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O CNE também recomendou

… sobre a Avaliação Externa das Escolas.

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Passei a vida com a casa às costas

Porque não deve ser difícil encontrar quem se enquadre na situação em apreço:

Exmos. Senhores;
 
O meu nome é Catherine Fraga, sou jornalista do programa “A Tarde é Sua” (ex- “As Tardes da Júlia”), apresentado diariamente, por Fátima Lopes, na TVI. Estamos a preparar um programa para dia 19 de Janeiro de 2011 (Quarta-feira), com o tema: “Passei a vida com a casa às costas”. Gostaríamos de enaltecer, na referida emissão, algumas profissões, sobre as quais apenas se tem uma vaga ideia, de ouvir falar, mas que implicam, não só grandes sacrifícios a nível familiar e pessoal, mas sobretudo, um grande amor e dedicação. Este é o caso dos professores, que vivem durante anos, “com a casa às costas”, de um lado para o outro, deixando a família para trás, até que se efectivem.
 
Estamos a contactá-los, para saber se estariam disponíveis, para auscultarem alguns dos vossos membros (podem estar reformados) e saber se gostariam de participar nesta temática. As despesas de deslocação são suportadas pelo programa.
 
 
Agradeço desde já a vossa disponibilidade e aguardo com expectativa, uma resposta positiva ao nosso pedido,
 
Com os melhores cumprimentos,
 
Catherine Fraga
214340421 / 910019509

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Faz hoje um mês

… que iniciei a divulgação de um documento sobre as alterações curriculares do ensino básico. Curiosamente nesse dia foi também apresentado com pompa e circunstância o relatório do Pisa 2009. Na véspera foram publicadas as famosas instruções de 10 páginas da DGRHE.

Apesar da publicação das instruções da DGRHE, ainda hoje as escolas têm actuações diferentes perante os casos de progressão que têm pela frente. Existem situações de docentes a quem foram pedidos inesperadamente relatórios de apreciação intercalar em plena época natalícia de forma a progredirem antes do congelamento de 1 de Janeiro de 2011.  E outros que efectivamente teriam o direito à sua progressão, desde o dia 1 de Julho de 2010, terão apenas os seus rectroactivos no mês de Fevereiro e esse vencimento fica já sujeito aos cortes aplicados a partir de 1 de Janeiro de 2011.

O regabofe chegou há muito tempo às escolas portuguesas, vivemos uma época de desânimo e desinteresse perante as posições obtusas dos governantes políticos. Nem mesmo a Avaliação de Desempenho (inútil, despendiosa e burocrata) consegue ser a alavanca para dar o murro na mesa que é necessário para mandar esta gente embora.

“Percebi” desde há um mês que um órgão consultivo é para isso mesmo, para ser consultado e dar um parecer, percebi também, de um momento para o outro, que existe uma Associação de Professores de EVT que tenta fazer pela vida.

A FENPROF prepara-se para marchar nas ruas durante o mês de Março, a FNE para promover seminários em torno das alterações curriculares.

Apesar de tanta mudança prevista, sinto-me sem força alguma para fazer um esforço contra a mudança.

É INÚTIL lutar contra a inutilidade, não existe a força da razão para lutar contra a irracionalidade.

Este post do Paulo retrata bem o que me apetece fazer.

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Eu também tenho interesse público

Não são apenas eles.

O meu interesse público passa por sustentar a minha família com a qualidade que todos eles merecem. Assim, as minhas obrigações para com o estado ficarão para segundo plano.

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Comprovadamente

… em vez da redução de 3,5% no meu salário acresci esse valor no final do mês. Isto porque aderi ao cigarro electrónico.

As contas são faceis de fazer: 5 euros diários x 31 dias= 155 €

O cigarro electrónico está isento de impostos absurdos para o estado e a nicotina líquida compra-se em frascos de 30 ml por 10 a 20 € que dão para um mês inteiro.

Todas as minhas reduções em 2011 terão apenas em conta o valor elevado de impostos para o estado. A minha próxima aquisição será o GPL em substituíção da gasolina.

Não optarei em caso algum pela redução de gastos que afectem o comércio e as pequenas empresas.

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A DGRHE foi pirateada?

Desde ontem que alguns sites foram atacados e outros fechados tendo já as malas aviadas para paises com legislação mais favorável para a partilha de ficheiros.

Por curiosidade o site da DGRHE desde hoje de manhã que não funciona e esta situação impede que os professores possam concorrer aos horários de contratação de escola. Sabendo das contenções orçamentais para 2011 não deixa de ser curioso que uma falha informática possa impedir o acesso a um concurso público.

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E não cabia tudo numa Pen?

Munidos de t-shirts alusivas, com mensagens como “a pirataria é ilegal” e “1000 queixas por mês. Vai continuar a arriscar?”, os representantes entregaram os caixotes com “matéria probatória” recolhida por conta própria, naquela que afirmam tratar-se da acção “que junta o maior número de queixas-crime, apresentadas em simultâneo, da história da Justiça portuguesa”.

Depois ficam assim com o site:

Chamem o Assenge!!!

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As Alterações Curriculares e as Implicações no Emprego

Seminário a realizar pela FNE no próximo dia 15 de Janeiro pelas 14 horas na sede so SPZN no Porto com a presença do Relator do Parecer do Conselho Nacional de Educação sobre Reorganização Curricular do Ensino Básico, José Augusto Pacheco.

Cartaz

Ficha de Inscrição

Tentarei conciliar o encontro da APEVT com o Seminário da FNE.

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Malangatana

Porque os Homens nascidos a 6 de Junho são sempre GRANDES HOMENS

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Se estavam à espera dos rectroactivos em Janeiro…

… não os vão receber.

Isto porque o Gabinete de Gestão Financeira esqueceu-se de instruir as empresas que processam o software informático das alterações relativas aos pagamentos de anos anteriores.

4. Deste modo, no corrente mês de Janeiro de 2011 não devem ser processadas “despesas de anos anteriores”, excepto as que se refiram a abonos das classificações económicas relativas a prestações sociais.

E conforme já foi referido aqui os rectroactivos de anos anteriores terão em conta os novos valores de 2011.

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O Parecer do CNE sobre o Ensino Secundário

Foi publicado hoje em Diário da República.

Parecer nº 3/2011 – Parecer sobre Reorganização Curricular do Ensino Secundário

Já me mete alguma impressão procurar alguma legislação sobre Educação no site do Diário da República. Não é possível agruparem as “carradas” de promoções diárias do Ministério da Defesa num único documento?

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Os Pareceres do CNE

… foram publicados hoje em Diário da República.

Parecer nº 1/2011 – Parecer sobre Reorganização Curricular do Ensino Básico

Parecer nº 2/2011 – Parecer sobre Metas de Aprendizagem

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Sindicatos da educação da Galiza exigem o Português

Oito sindicatos da educação da Galiza, Espanha, exigiram ao Governo regional a inclusão do Português como segunda língua estrangeira opcional no ensino secundário e a abertura de vagas para professores especialistas em língua portuguesa. A exigência, expressa numa carta dirigida ao director-geral de Educação, Formação Profissional e Inovação Educativa da Junta da Galiza, é partilhada pela Associação de Docentes de Português na Galiza (ADPG).

Xoan Montero, da ADPG, disse anteontem à Lusa que “faz todo o sentido” o Português ser incluído nas opções para segunda língua estrangeira no ensino secundário, lado a lado com o Francês e o Alemão, face “à proximidade e às históricas relações” entre a Galiza e Portugal. “Além disso, nós defendemos que o Português deve ser leccionado por especialistas em língua portuguesa e não por especialistas em galego, como acontece actualmente”, acrescentou.

A ADPG exige, assim, que o Governo da Galiza abra vagas para professores de língua portuguesa e crie também uma lista de substituição com docentes especialistas na mesma disciplina. Segundo Xoan Montero, neste momento haverá cerca de 800 alunos a estudar Português na Galiza, distribuídos por 27 liceus.

Na carta enviada ao Governo regional, os sindicatos referem que há um “aumento constante” do número de alunos que deseja estudar Português, pelo que “é necessário incrementar a oferta” para poder responder às novas exigências educativas. Lembram que a língua portuguesa é falada no mundo por mais de 200 milhões de pessoas e sublinham que a Galiza” tem uma vantagem competitiva nesta área em relação às restantes autonomias”, face à “vinculação histórica e institucional a nível europeu” que tem com Portugal.

Na falta de novas oportunidades de trabalho em Portugal podem-se abrir novas portas no exterior, ainda por cima perto e com um ambiente profissional bastante familiar já que na região existem pelo menos 8 Sindicatos de Professores.

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Os números de 2010

Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog: 

Healthy blog! 

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Uau. 

Números apetitosos

Imagem de destaque 

O Museu do Louvre é visitado por 8,5 milhões de pessoas todos os anos. Este blog foi visitado cerca de 300,000 vezes em 2010, o que quer dizer que se fosse uma exposição no Louvre, eram precisos 13 dias para que as mesmas pessoas a vissem. 

Em 2010, escreveu 435 novo artigo, aumentando o arquivo total do seu blog para 574 artigos. Fez upload de 529 imagens, ocupando um total de 183mb. Isso equivale a cerca de 1 imagens por dia. 

O seu dia mais activo do ano foi 7 de Dezembro com 9 visitas. O artigo mais popular desse dia foi Nem sei que diga. 

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram profslusos.blogspot.com, educar.wordpress.com, profblog.org, adduo.blogspot.com e google.pt 

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por arlindovsky, blog dear lindo, ecd, dear lindo e blog de ar lindo 

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010. 

1

Nem sei que diga Dezembro, 2010
19 comentários 

2

BR3 Listas Setembro, 2010
55 comentários 

3

(ECD) Decreto Lei 75/2010 Junho, 2010 

4

Despacho Calendário Escolar 2010/2011 Junho, 2010 

5

1ª Bolsa de Recrutamento Setembro, 2010
35 comentários

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Lei nº 55-A/2010

Ou seja, o Orçamento de Estado para 2011 publicado hoje em Diário da República sem direito a resumo em linguagem clara.

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Saiu a BR24

Darei conta de algumas listas ao longo da noite.

Parabéns a quem ficou colocado. Para consultar a colocação/não colocação na página da DGRHE seguir este link.

COLOCADOS:

BR24 100 CN

BR24 100 DACL

BR24 CN 110

BR24 DACL 110

BR24 CN 240

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É 8 ou 80

O Paulo apresentou aqui o Projecto de Despacho para a Organização do Ano Lectivo 2011/2012.

Parece estranho que se conheça este projecto ainda durante o ano 2010. Geralmente o projecto de despacho não chega a ser conhecido antes de ser publicado ou quando é conhecido é apenas durante o mês de Junho ou Julho.

Estará o Ministério da Educação a despachar o trabalho para o próximo ano lectivo para se ir embora em breve?

Há quem diga que não, embora eu tenha uma opinião contrária. A minha previsão era que Isabel Alçada fosse substituída já em Janeiro de 2011. A ver vamos.

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O ensino diurno

…termina às 22 horas a partir do dia 3 de Janeiro de 2011.

A circular conjunta da DGRHE com o GGF clarifica as razões para o desaparecimento do termo “ensino nocturno” no Decreto-Regulamentar 5/2010.

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Os 10 melhores golos do ano

Messi

httpv://www.youtube.com/watch?v=iQlm0FQgivI

Neymar

httpv://www.youtube.com/watch?v=iYFXIE9MvoA

Robben

httpv://www.youtube.com/watch?v=W-t6YwBabLs

Altıntop

httpv://www.youtube.com/watch?v=zPSpAY42-Bk

Matthew Burrows

httpv://www.youtube.com/watch?v=KzAZTdyOXcA

Samir Nasri

httpv://www.youtube.com/watch?v=I25t9Tss4IE

Giovanni Van Bronckhorst

httpv://www.youtube.com/watch?v=MbwA9i-OdkU

Siphiwe Tshabalala

httpv://www.youtube.com/watch?v=39mnxkk9Lk8

Linus Hellenius

httpv://www.youtube.com/watch?v=R8YRgPnGg5M

Kumi Yokohama

httpv://www.youtube.com/watch?v=J690BFfZR-0

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Comunicado da Presidência da República

… sobre a promulgação do diploma que regula o apoio do Estado aos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo.

A propósito do diploma que regula o apoio do Estado aos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo, a Presidência da República divulga o seguinte comunicado:

1. A Presidência da República manifestou ao Governo, em devido tempo, reservas quanto a algumas soluções contidas no diploma, remetido para promulgação, regulando o apoio do Estado aos estabelecimentos do ensino particular e cooperativo.

2. Na sequência de um diálogo estabelecido entre a Presidência da República e o Governo, foi possível encontrar um texto que, sem pôr em causa as opções políticas da exclusiva competência do Governo, acolhe com razoabilidade os princípios de estabilidade contratual e de confiança que devem estar presentes numa matéria de tão grande relevância.

3. Assim, o novo texto confere maior densificação aos critérios relativos à celebração e renovação dos contratos, consagra o carácter plurianual e renovável dos mesmos por acordo das partes e salvaguarda as condições de transição dos contratos actualmente em execução.

4. Além disso, o novo quadro legal não contém matéria que afecte as negociações em curso para determinação do financiamento destes estabelecimentos de ensino, pelo que não está em causa a introdução de imprevisibilidade nas relações contratuais vigentes.

5. Tendo em conta a evolução verificada, que contempla de modo satisfatório as principais dúvidas que a versão inicial suscitara, entendeu o Presidente da República promulgar o diploma.

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Decreto Regulamentar n.º 5/2010

O Paulo deu conta aqui da prenda de Natal que o Ministério da Educação colocou no sapatinho dos Directores, Sub-Directores, Adjuntos do Director, Coordenadores de Estabelecimento e Directores dos Centros de Formação de Associação de Escolas é a que consta no Decreto Regulamentar 5/2010 de 24 de Dezembro.

Existe um novo suplemento que poderá ser para a substituição dos cargos de directores de agrupamento de escolas que passarão a ser integrados num mega-agrupamento com Escola Secundária. A olhar para o cargo da tabela do anexo II, presumo que numa EB2/3, integrada num mega-agrupamento com Ensino Secundário, fique alguém responsável pela escola com o título de Coordenador de Estabelecimento. Enquanto uns vão lutar pelo pão, outos vão ficar-se pelas migalhas.
Escola integrada em agrupamento com 3.º ciclo do ensino básico ou ensino secundário

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Hänsel e Gretel renderam-se à casa da Educação

João Hänsel e Maria Gretel são dois sindicalistas desesperados na floresta. Pensaram que nunca mais iam encontrar o caminho de regresso a casa quando, de súbito, descobriram uma cabana de chocolate. Lá dentro vivia uma senhora simpática que logo os convidou a entrar e começou a empanturrá-los com guloseimas.
Os sindicalistas, felizes, foram-se deixando ficar lá por casa, enfeitiçados pela doçura de tão delicada e sorridente senhora, cujos trejeitos tinham vagas semelhanças com personagens dos livros “Uma Aventura”.
Um dia essa mesma senhora arregalou-lhes os olhos e zás catrapás: os sindicalistas ficaram prisioneiros! De mãos atadas e enfiados no quarto, viram-se privados de trocar sms com os camaradas.
O tempo foi passando e eles nem se aperceberam de que os professores estavam cada vez mais zangados porque os seus enviados se deixaram iludir com doces e sorrisos.
Os sindicalistas bem queriam lutar, mas as suas bocas, antes habituadas aos megafones, estavam agora viciadas nos chocolates que todos os dias a bruxa deixava nos seus quartos. Estão gordos que nem uns texugos, têm a boca a precisar de intervenção do doutor Maló, mas ainda tentam libertar-se das amarras: põem acções nos tribunais, convocam grandes manifestações de rua e estão quase, quase a pôr a bruxa no forno.
O que aconteceu depois não se sabe. Os irmãos Grimm tentaram contactar o gabinete da bruxa má, mas não foi possível obter esclarecimentos até ao fecho desta aventura.

Conto do Jornal i

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E agora o Natal real

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Feliz Natal para as meninas

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Feliz Natal para os meninos

… e não se distraiam com as amêndoas.

Este ano prometo que não envio mensagens a ninguém.

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O Parecer Final

…com a prestação de contas no Blog do Paulo.

Uma parte também é meu que com todo o gosto contribuí para ele.

Parece-me que os saldos ainda estão um “cadito” negativos, pode ser que o Pai Natal traga mais qualquer coisita na noite de amanhã.

O Parecer Final de Garcia Pereira em versão pdf

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O Cavaco falou, a Ministra recuou

Ministra assegura que escolas com alunos em início de ciclo terão contratos renovados

“No próximo ano, todas as escolas [com contrato de associação] que tenham alunos no 5.º, 7.º ou 10.º anos terão os seus contratos renovados”, afirmou Isabel Alçada aos jornalistas, no final de uma reunião com a Associação de Estabelecimentos de Ensino Particular.

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POSIÇÃO da CONFAP sobre AVALIAÇÃO dos ALUNOS do ENSINO SECUNDÁRIO

Concordo com algumas das posições assumidas pela CONFAP, inclusivé sobre a nota de Educação Física ter uma ponderação diferente para o acesso ao ensino superior, mas não concordo que ela não conte. Também considero que as notas que existem são para atribuir em qualquer período. Os meus níveis de cinco foram entregues a quem os mereceu.

 

 

 

Considerando a divulgação dos resultados do estudo PISA 2006/2009.

 

Considerando que começam a ser conhecidos os resultados da avaliação do 1º período do ano escolar de 2010/2011.
 
Considerando que há alunos que, independentemente, dos resultados que venham a alcançar, foram muito prejudicados pelas ausências prolongadas dos docentes e que, por isso, é necessário e urgente encontrar uma fórmula célere de compensar estes alunos.
 
Considerando que há bons e excelentes alunos cujos Pais e Encarregados de Educação fazem chegar à CONFAP preocupações/reclamações relacionadas com a avaliação que é atribuída aos seus filhos e educandos.
                              
Considerando que os alunos vêem, frequentemente, o seu 9,4 ser transformado em 9,5 e este em 10, mas o mesmo não acontece com os 17,4; 18,4 e 19,4.
                               
Considerando que há alunos que não têm 18, 19 ou 20, no 1º Período, porque “o professor não os conhece”.

Considerando que os alunos não têm 20 no 1º Período porque “o professor não dá 20 no 1º Período”.
 
Considerando que há alunos que, no acesso ao ensino superior, não entram no curso pretendido por falta de uma décima.
O Conselho Executivo da CONFAP:

 

  • Alerta para a ilegitimidade de os professores e os conselhos de docentes reterem, com as ‘justificações’ acima descritas e outras, as classificações a que os alunos têm direito, fruto, nomeadamente,  dos resultados de excelência,  sucessiva e confirmadamente alcançados nas provas prestadas ao longo do período relativamente aos conteúdos avaliados, recordando aos Pais/Encarregados de Educação que a lei lhes faculta o direito de recurso sobre a avaliação que for atribuída aos seus filhos/educandos.
  • Muito embora a Educação física seja benéfica para os jovens nesta faixa etária, a verdade é que muitos dos alunos do Ensino Secundário não têm grande destreza física. Há bons alunos, de excelência, até, os quais,  apesar do seu empenho, não conseguem obter boas classificações a Educação Física, acabando tal facto por lhes descer a media geral de acesso ao Ensino Superior.

Assim, pelas razões atrás descritas, e tendo em atenção as condições actuais de acesso ao Ensino Superior, propõe-se que as classificações obtidas em  E.F., ou não contem para a media final, ou que se estabeleçam mecanismos claros e transparentes,  que permitam o nivelamento da média de E.F. relativamente às médias das demais disciplinas. Ponderar o peso dos parâmetros de avaliação prática e teórica para não empurrar bons alunos para cursos superiores que nada lhes dizem, por terem insuficiência de média, em consequência dos resultados alcançados numa só disciplina.
 

  • É necessário e urgente que o Governo e o Ministério da Ciência e do Ensino Superior encontrem soluções, já para 2011/2012, no sentido de se acabar com as injustiças que se verificam no acesso ao Ensino Superior, nomeadamente, as diferentes exigências nas universidades públicas e privadas, garantindo, com transparência e equidade uma efectiva possibilidade de frequência das Universidades Públicas a todos os alunos e não só aos oriundos das famílias com maior capital económico, social e cultural.
  • O CE da CONFAP concorda que é a partir da frequência do Ensino Secundário, avaliado com rigor e justiça, sem escamotear as avaliações dos alunos que, como disse recentemente, o ministro Prof. Dr. Mariano Gago,  iremos ‘conseguir libertar o País da tutela das ordens profissionais na entrada das profissões é um elemento fundamental, sobretudo em período de crise económica’. Vimos, ouvimos e lemos e aqui transcrevemos, por com tal concordar: ‘o que se está a passar é uma canibalização do mercado de trabalho em torno das profissões qualificadas, em que os que estão instalados criam uma fronteira para ninguém mais entrar. Ou melhor, talvez entrem alguns privilegiados’.
  • Em relação aos alunos com resultados insuficientes e insatisfatórios, continuamos a defender que é necessário perceber as verdadeiras razões do desinteresse de alguns por aquele que é o seu trabalho – estudar. Mas, porque esses estudantes não podem, jamais, ser dispensados do seu ofício de estudante, com exigência, esforço e rigor, a CONFAP, em sede do CONSELHO NACIONAL de EDUCAÇÂO, votou contra a proposta do governo de extinguir o Estudo Acompanhado para todos os alunos e disciplinas, sem prejuízo de maior focagem do trabalho na Língua Portuguesa, Matemática e Ciências, algo que já tinha transmitido ao ME e ao Governo, por entender que essa é uma área curricular não disciplinar que melhor permite realizar aquele objectivo.


O Conselho Executivo da Confap aproveita, nesta quadra, para saudar todas as Comunidades Escolares e Educativas em geral, e os Alunos, as Mães, os Pais e Encarregados de Educação em especial. 


       
Lisboa, 22 de Dezembro de 2010

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Os pareceres do CNE

 

Trazem alguma esperança, especialmente na época natalícia…

Parecer sobre a Reorganização Curricular do Ensino Básico

Parecer sobre a Reorganização Curricular do Ensino Secundário

… mas desde há muito tempo que o Ministério da Educação está a ser chefiado por Teixeira dos Santos.

E por fim o Parecer sobre as Metas da Aprendizagem.

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Encontro Nacional APEVT

Já está marcado o Encontro Nacional APEVT. É já dia 15 de Janeiro de 2011, em Aveiro. Contamos com a forte presença de todos os colegas de EVT. A participação é gratuita mas a inscrição obrigatória. Para se inscreverem, carreguem AQUI.

O Programa será divulgado brevemente mas contamos com a participação dos professores de EVT, de alguns especialistas nesta área científica e educativa, dos Sindicatos, dos diversos Grupos Parlamentares, das Escolas Superiores de Educação e outras pessoas e entidades.

Carregue no Cartaz  para o descarregar em formato PDF e o possa divulgar

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Vem ai…

…  “O novo ciclo da Iniciativa Novas Oportunidades: 2011-2015”

Aqui

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O chumbo do CNE à eliminação do par-pedagógico de EVT

O conselho chumbou também a proposta de suprimir um dos dois professores da disciplina de Educação Visual e Tecnológica, considerando que a medida pode até pôr em causa a segurança dos alunos, uma vez que necessitam de vigilância permanente quando estão a usar utensílios, ferramentas e materiais diversos. Em conclusão, os membros do CNE alertam o governo que as políticas de educação não devem ser consequência de restrições orçamentais, sobretudo após os resultados dos alunos portugueses no PISA 2009: “Um desinvestimento, nesta fase, poderá significar, a prazo, um retrocesso”, pode ler-se no parecer ontem divulgado.

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O Parecer do CNE anda por ai

O Conselho Nacional de Educação (CNE) manifesta-se «contra as alterações pontuais» que o Governo pretende introduzir na organização curricular do ensino básico, criticando medidas em «sequência directa de restrições orçamentais». 

«As medidas de alteração do decreto-lei nº6/2001, de 18 de Janeiro, não deveriam ser uma sequência directa de restrições orçamentais, já que o investimento em Educação torna-se prioritário, sobretudo quando é reconhecida a melhoria dos resultados escolares», afirma o CNE, num parecer a que a agência Lusa teve acesso.

E acrescenta: «Trata-se de uma alteração curricular que, na sua essência, é determinada por critérios económicos e não por questões educativas e pedagógicas».

O Conselho Nacional de Educação (CNE) defende a manutenção da Área de Projeto no 12.º ano de escolaridade e considera insuficiente um tempo de 45 minutos para a Formação Cívica no ensino secundário.Num parecer sobre uma proposta do Governo de reorganização curricular do ensino secundário, este órgão defende que «deve ser mantida» a Área de Projeto no 12.º ano dos Cursos Científico-Humanísticos, recomendando um investimento «na divulgação de experiências positivas e na formação de professores». 

«Avançar com medidas nessa ótica economicista, sem atender às exigências atuais da formasção dos jovens, terá consequências muito negativas para a Educação em Portugal», lê-se no documento. 

Conselho Nacional de Educação critica alterações curriculares determinadas por “restrições orçamentais”

Quanto à redução de dois para um do número de professores a lecionar Educação Visual e Tecnológica, o Conselho Nacional de Educação defende a reformulação do programa, já que com apenas um docente há a possibilidade de incumprimento do mesmo, temendo ainda que as aulas teóricas predominem sobre as práticas.

O que quer o CNE? Quer voltar ao tempo em que existia a disciplina de Educação Visual e de Trabalhos Manuais? será que também pretende voltar ao tempo que existiam áreas de trabalho diferenciadas para as meninas e para os meninos?

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Chamaram a isto…

…”Iniciativa para a Competitividade e o Emprego” 

c) Tornar mais eficaz a legislação relativa à redução temporária dos períodos normais de trabalho e à suspensão dos contratos de trabalho em situação de crise empresarial, como alternativa às cessações de contratos de trabalho, através das seguintes medidas:

i) Agilizar o regime legal de redução ou suspensão do contrato de trabalho em situação de crise empresarial, de forma a evitar o recurso aos procedimentos tendentes à cessação dos contratos de trabalho;

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