Concordam com um “Ano Zero” nas Renovações?

Fenprof quer travar renovação de contratos a um milhar de docentes

 

 

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Sindicalistas defendem suspensão por um ano das renovações de contrato, para todos irem a concurso. Diretores discordam

Perto de um milhar de professores contratados, que à partida teriam os seus vínculos renovados no próximo ano letivo por decisão dos diretores das escolas onde dão aulas, poderão perder esta possibilidade. Em causa está uma proposta, apresentada ao Ministério da Educação pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), que prevê a suspensão desse mecanismo por um ano.

A possibilidade de renovar até quatro vezes os contratos a termo – desde que estes sejam anuais e com horário completo – está prevista desde os tempos da ex-ministra Maria de Lurdes Rodrigues. A ideia era dar alguma estabilidade, quer a essas escolas quer aos próprios docentes contratados.

A Fenprof – apesar de sempre ter defendido que essa estabilidade deve ser assegurada através do preenchimento de lugares dos quadros, e não de contratações sucessivas – não se tem oposto a essa solução. Mas as coisas mudaram com o fim das Bolsas de Contratação de Escola (BCE) – o controverso sistema de recrutamento das escolas com contrato de autonomia e estatuto prioritário (TEIP).

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46 comentários

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    • Marmelo on 5 de Fevereiro de 2016 at 11:16
    • Responder

    Só quem não percebe nada de justiça na admissão aos concursos públicos é que pode compreender que as renovações possam co-existir com o atual sistema de vinculação automática ao fim de X anos (sejam 3 ou 5 contratos sucessivos)…

    Se as renovações em si já são fator de distorção da lista graduada, com a vinculação automática essa distorção é ainda maior!

      • Hugo on 5 de Fevereiro de 2016 at 15:21
      • Responder

      E está tudo dito. As renovações só servem para manter as ultrapassagens geradas pela BCE, com os efeitos que sabemos em termos da norma travão.
      Caso nada seja feito, centenas de colegas do fim das listas, com pouquíssimo tempo de serviço, vão vincular, quando outros, mais graduados, continuarão à espera.

      • Xanana gevara on 6 de Fevereiro de 2016 at 14:39
      • Responder

      As renovações são um bem precioso para quem tem filhos em idade escolar, desde que respeitem a lista de graduação!

      • lia on 8 de Fevereiro de 2016 at 14:19
      • Responder

      Ano zero das renovações???? Nós queremos é o FIM das renovações. Se elas continuarem, as injustiças jamais acabarão.
      Só deviam ser permitidas, como já aqui foi dito, as renovações nas escolas para onde nenhum professor melhor graduado concorresse. Como acontece com os professores efetivos.
      Caso contrário, o fator sorte e as ultrapassagens determinarão quais os contratados que poderão continuar a trabalhar no ensino.

    • Abel on 5 de Fevereiro de 2016 at 11:37
    • Responder

    Este ano tem ainda mais sentido com o anunciado fim da BCE.

    • Júlio Liz on 5 de Fevereiro de 2016 at 11:38
    • Responder

    SIM CONCORDO com a aplicação do “Ano Zero” nas Renovações!!!
    Sublinho que coexistem renovações de contratos desde a BCE de 2014/2015, ano do erro matemático na aplicação dos subcritérios. Deram continuidade os mesmos docentes com novos subcritérios na BCE 2015/2016. E, agora nova renovação de contrato estando a BCE extinta!?
    Aliás, se houver interesse por parte do docente em ficar na escola aonde lecciona, coloca como primeira preferência essa mesma escola aquando o respetivo concurso. Por conseguinte, a sua graduação profissional lhe atribuirá justiça!
    Sejamos justos e coerentes!
    Obrigado Arlindo por esta publicação!

    • disqus_vyV9g4nfp9 on 5 de Fevereiro de 2016 at 11:40
    • Responder

    Claro que concordo. Dada a extinção da BCE acho que seria o passo mais correto a tomar.

    • Vítor on 5 de Fevereiro de 2016 at 11:45
    • Responder

    Se a BCE acabou por ser injusta, não faz sentido renovar contratos de quem beneficiou dessa injustiça.

    • Paulo on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:01
    • Responder

    Completamente de acordo!!! Todos ao concurso nacional!!!

    • Silvia on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:15
    • Responder

    Claro que estou de acordo e isto mostra COERÊNCIA.

    O “compadrio”, a “cunha”, o “amiguismo”…, isto é, a TRAFULHICE (ou xico-espertismo) DEVE TER UM FIM IMEDIATO.

    Basta deste NOJO que tem sido os critérios que ESCOLAS TEIP e com AUTONOMIA tem utilizado para colocar os “amigos”, “filhos dos amigos”, “sobrinhos dos amigos” ……

    BASTA!

    Bem Haja a lucidez da FENPROF.

      • Julio on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:20
      • Responder

      Eu acrescentaria que muitas DIRETORAS E DIRETORES deviam ser levados à Barra do Tribunal.

      O CRIME DE FAVORECIMENTO PESSOAL faz parte das leis vigentes.

    • jonas on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:22
    • Responder

    Concordo mas não falem mal só das teip, as renovações só fazem parte do universo teip há pouco tempo, dantes eram as ditas escolas “normais”. Já agora, nem todas as teip faziam concursos “à medida”, ainda existe gente séria.

      • Julio on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:28
      • Responder

      Amigo JONAS

      Não diga asneiras! Leciono numa Escola TEIP onde os CONTRATADOS são maioria deles da “terrinha” da sinhora diretorazinha que fica a 30 Km da escolinhaaaaaaaaaaaaaaaa

      Não diga asneiras! Não tente tapar o sol com a peneira!

      AS TEIP são um CANCRO

        • António Costa on 5 de Fevereiro de 2016 at 22:17
        • Responder

        és um héroi. Trabalhas numa TEIP não és contratado e concerteza que já denunciaste essa injustiça várias vezes…

        • EBASICUM on 10 de Fevereiro de 2016 at 1:22
        • Responder

        Você é que não devia falar do que não sabe!

    • E300 on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:30
    • Responder

    Fala-se de tudo por aqui, mas e a contagem do tempo por doença,
    ficou esquecida? A Fenprof tem ido buscar todas as injustiças e esta
    não é suficientemente mediática?

    • Júlio Liz on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:33
    • Responder

    (…)
    Acrescento que NÃO DEVE HAVER RENOVAÇÕES NOS OUTROS AGRUPAMENTOS DE ESCOLAS. “Ano Zero” aqui também!!!
    É uma sorte acertar numa escola que haja a possibilidade de renovar. Sublinho que se houver interesse por parte do docente em ficar na escola aonde lecciona, coloca como primeira preferência essa mesma escola aquando o respetivo concurso. Por conseguinte, a sua graduação profissional lhe atribuirá justiça!

    • PL on 5 de Fevereiro de 2016 at 12:36
    • Responder

    Claro que concordo.

    Novo ciclo: legislativo (concursos pela graduação profissional), de correção de injustiças -fim da BCE e da PACC, (possível) reordenação da estrutura das disciplinas e cargas horárias, …

    “Ano zero”: obviamente que SIM!

    • benvinda branquinho on 5 de Fevereiro de 2016 at 13:20
    • Responder

    Claro que os Senhores Diretores discordam! Podia lá ser de outra maneira.
    Eles são os donos e senhores da escola pública. Foi uma herança que os Pais deles lhes deixaram :). A GRANDE MAIORIA DELES continua a não respeitar nada nem ninguém 🙁 nas colocações de escola. Continuam a colocar fantasmas que nem sequer constam nas listas de graduação nacional dos respetivos grupos onde são colocados nas escolas . Ganham tempo de serviço indevidamente 🙁 e MAIS …. agora, os DOMS pedem envio de documentos e dados por pelo correio eletrónico ! Isto para acontecer como no ano passado no Agrupamento de Escolas da Rainha Santa Isabel que os DADOS PESSOAIS dos PROFESSORES foram todos parar em rede aberta e eu tive de avisar o Senhor Diretor para tomar as devidas providencias e sua Ex ª disse que a culpa era do GOOGLE e não sei de quantos mais …. mas a verdade é que estavam lá os dados das pessoas todas, todinhos escarrapachados. EU VI- OS.

    • benvinda branquinho on 5 de Fevereiro de 2016 at 13:24
    • Responder

    Concordo , plenamente com a FENPROF . Porque quem ganha tempo de serviço indevidamente passa à frente dos outros indevidamente e isso é uma injustiça gravíssima.

    • AC on 5 de Fevereiro de 2016 at 14:03
    • Responder

    Desde que antes ocorra um concurso nacional, englobando todas as escolas (TEIP…) e a colocação seja por graduação profissional. Assim, no ano seguinte não há problemas em renovar. Agora…. se as colocações forem em OE, BCE… assim não concordo com as renovações.

    • Joana on 5 de Fevereiro de 2016 at 14:51
    • Responder

    As diretoras e diretores o que querem é mama…..

    DIRETORA = NÃO DAR AULAS + NÃO ATURAR ALUNOS + FALTAR QUANDO DESEJAR SEM QUE LHE SEJA MARCADA FALTA + SUPLEMENTO REMUNERATÓRIO + COLOCAR OS AMIGOS E AMIGAS ATRAVÉS DA BCE + FAZER HORÁRIOS PARA OS COMPARSAS DO CONSELHO GERAL QUE A ELEGERAM…..

    (este é apenas um resumo do conteúdo funcional de Diretor)

    Seria muito bom pensar em alterar o Modelo de Gestão e Administração das Escolas Publicas, acabando de imediato com Suplementos Remuneratórios….

      • João on 5 de Fevereiro de 2016 at 14:58
      • Responder

      Concordo com a mudança deste modelo de gestão. O anterior modelo não contemplava qualquer Suplemento Remuneratório. Uma enorme poupança para os contribuintes e continuam a não faltar candidatos à gestão das Escolas.

        • Susana on 5 de Fevereiro de 2016 at 15:55
        • Responder

        Estas caramelas e caramelos (DIRETORAS E DIRETORES), além do descrito ainda usam TELEMÓVEIS da Escola para uso pessoal e vão fazendo umas negociatas a nível da adjudicação de serviços a empresas privadas de amigos.

        No anterior modelo de Gestão nenhum elemento dos Conselhos Direttivos obtinha qualquer suplemento remuneratório.

        Porque não acabar de vez com este CUSTO PARA OS CONTRIBUINTES?

        Podem estar descansados que não faltam candidatas e candidatos à Gestão das Escolas/Agrupamentos

        POUPANÇA PARA OS CONTRIBUINTES.

    • Teresa Marques on 5 de Fevereiro de 2016 at 15:33
    • Responder

    Concordo em absoluto, com o ano zero. É uma maneira de “desviciar” o sistema de colocações. Concurso para todos e colocações em conformidade com a graduação profissional. Principalmente nas escolas de TEIP, onde as direções nada fazem (nem sabem), a não ser preocuparem-se com o estatuto TEIP, por motivos óbvios. :/

    • Virgulino Lampião Cangaceiro on 5 de Fevereiro de 2016 at 15:37
    • Responder

    É claro que as ditas renovações são um fator de injustiça, na medida que ignoram a graduação profissional e contribuem para fomentar o compadrio nas escolas.
    Sobre o facto de muitos diretores e diretoras defenderem as renovações, não é de estranhar pois, neste pobre país, a cunha e o compadrio sempre foram uma maneira de os mandantes terem os mandados no bolso.

    • This Mortal Coil on 5 de Fevereiro de 2016 at 16:12
    • Responder

    É ALTURA DE TERMINAR COM AS RENOVAÇÕES QUE EM SI SEMPRE FORAM INJUSTAS E SUJAS. FIM ÁS RENOVAÇÕES.

      • inovação on 6 de Fevereiro de 2016 at 17:30
      • Responder

      Os renovados e renovadores vão achar algum chavão lamechas para poderem continuar.Aliás há sindicatos que querem este mecanismo como no privado…Renovações pois as graduações não convém respeitar, porque sempre renovar serve para a trafulhice

    • Marmelo on 5 de Fevereiro de 2016 at 18:14
    • Responder

    Olha os bandoleiros da Frenprof a fingirem de boas almas.Estes porcos que fizeram surgir a associação de professores contratados, agora a sacudirem água do capote…Filhos de uma senhora pouco séria a norma travão foi para enfiar o amigo judeu.O despacho nº866 que prejudicou milhares de professores da educação especial foi um ardil destes gajos.Para quem não sabe as signatárias da petição para os anos antes da especialização passarem a valer 0,5 valores foi obra de umas delegadas sindicais destes gajos que andaram ás cambalhotas com parlamentares dessa altura/(desde o Cds ao BE).Elas fazem-se passar por bi mas fazem o que for preciso.Essas porcas ainda estão no ativo.

      • Xanax on 5 de Fevereiro de 2016 at 19:27
      • Responder

      “Bandoleiros”, “porcos”, “filhos de…”, etc….
      Nem um papagaio amestrado diria melhor…
      A verborreia, a injúria, as acusações sem qualquer fundamento, são apanágio dos pobres de espírito… que seja deles o reinos dos céus. Amén.

      • Limpeza on 6 de Fevereiro de 2016 at 14:45
      • Responder

      Fim urgente do despacho 866! Mas sem palavras feias!

    • António Teixeira on 5 de Fevereiro de 2016 at 19:41
    • Responder

    A Fenprof defende todos os professores. Só com o fim das reconduções no próximo ano letivo e com a colocação de todos os professores pela graduação profissional se poderá repor alguma justiça.

    • SapinhoVerde on 5 de Fevereiro de 2016 at 19:54
    • Responder

    Em vez de estarmos preocupados com as renovações, importa redefinir os grupos de recrutamento, e acabar com os “técnicos cunha”. –>Tudo pela lista graduada. Quem entrou em concurso nacional e se tiver condições para renovar deve fazê-lo, caso se prove que não houve “chico espertismo” por parte do docente e/ou diretor. Os docentes da BCE não devem renovar, visto que a BCE deixa de existir.
    Se a FENPROF em ver de FFF os docentes contratados eu gabava-lhes a acção de acabar com os horários incompletos, cada docente que seja colocado será SEMPRE COM HORARIO COMPLETO.
    Sindicalistas têm CORAGEM para isso?

    • xxx on 5 de Fevereiro de 2016 at 20:00
    • Responder

    Sim é fundamental que não haja renovações, pois só assim não se perpetuam as injustiças das TEIP, no próximo ano letivo.

    • fatima on 5 de Fevereiro de 2016 at 20:01
    • Responder

    concordo plenamente. Só assim se fará justiça e a verdadeira lista de graduação poderá ser reposta

    • João on 5 de Fevereiro de 2016 at 21:57
    • Responder

    Se não renovar vou para tribunal. O que o DL 132 diz é que posso renovar, celebrei contrato ao abrigo desse decreto lei, por isso, se não se comprir o que lá vem, sigo para tribunal.

      • xxx on 5 de Fevereiro de 2016 at 22:24
      • Responder

      Já ouviu falar em mudança no DL? Caso não renove é porque terá havido alteração do DL e o DL está a ser revisto.

      • Joana on 6 de Fevereiro de 2016 at 21:26
      • Responder

      Em que Escola TEIP estás colocado meu passarinho?

      Quem foi a Diretora que fez o jeitinho de te dar lá emprego através da BCE?

      Diz lá! Assim a malta pode rir-se um bocado…

      • on 6 de Fevereiro de 2016 at 23:57
      • Responder

      E era de um professor do quadro querer mesmo a sua escola e ficar sem lugar!!! Que tal João, também ia para tribunal????

    • António Costa on 5 de Fevereiro de 2016 at 22:19
    • Responder

    E acabar já com o facto do pessoal do privado poder concorrer ao público na 1º prioridade… tendo como única condição, a oposição ao concurso… concorrem para escolas onde não ficam e depois passam a frente do pessoal do público.

    • António Costa on 5 de Fevereiro de 2016 at 22:22
    • Responder

    Acabar também com as contagens de tempo de serviço pela metade para efeitos de concurso para quem muda de grupo de recrutamento. Se nunca deu aulas tem 0 dias de serviço, quanto muito a única coisa que conhece é o funcionamento de uma escola. Tempo 0 para quem muda de grupo independentemente do número de anos que esteve em outro grupo. Acabem com esta injustiça, das formações sempre com notas de 18 ou +. Até os sindicatos oferecem destas formações…

      • Gonorreia on 6 de Fevereiro de 2016 at 14:49
      • Responder

      Sei quem tenha uma especialização com19+ com trabalhos plagiados…

        • andorinha on 6 de Fevereiro de 2016 at 22:00
        • Responder

        Amigo não deve ter olhado para a famigerada lista do grupo 910, quem tem mais de 10 anos de serviço no 910 tem notas entre o 10 e o 20 lá na tal especialização.Nos últimos 5 anos é notas de 18 a 20.

    • lia on 6 de Fevereiro de 2016 at 18:43
    • Responder

    Claro que os diretores estão contra. O poder de renovar dava-lhes muita importância e gerir a “coisa pública” como sendo particular, faz bem ao ego de muitos diretores “pequeninos”.
    Eu acho que este modelo de gestão tem feito muito mal às escolas e ao ensino em Portugal. Na minha opinião devia ser revisto e alterado.

    • andorinha on 6 de Fevereiro de 2016 at 22:03
    • Responder

    Claro que os que sofreram na pele a injustiça das renovações são contra.Os sindicatos que são os maiores burlões dos trabalhadores, se conseguirem deixar passar mais esta ilegalidadezinha injusta …não faz mal.São contra a BCE da boca para fora.

    • Vitor on 6 de Fevereiro de 2016 at 22:18
    • Responder

    As renovações deveriam simplesmente acabar de vez ou, então, serem sujeitas a outras regras que não provoquem as injustiças que têm sido criadas ao longo de todos estes anos.
    Poderia aplicar-se, como no caso de um docente do quadro que ocuparia esse lugar se para ele concorresse, a mesma situação para outro docente contratado mais graduado que concorresse para essa escola.
    Evitavam-se as injustiças de os docentes mais graduados que tenham o azar de ficar sem horário (e isto não depende do professor ou da sua competência) ficarem no desemprego enquanto outros menos graduados que tenham a sorte de continuar a ter horário ficarem colocados e serem desta forma injustamente beneficiados.

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