Olhem Que Sou Capaz de Fazer a Reconstituição das Listas Desde 2013!

… e encontrar muita gente a ser recompensada por não ter feito a PACC ou nela ter reprovado.

 

Em especial das colocações feitas através da Contratação Inicial e das Reservas de Recrutamento desde 2013/2014.

Basta inserir os lesados com a sua graduação de cada ano em algumas das minhas bases de dados e facilmente encontro um lugar onde poderiam ter sido colocados. 🙂

 

 

Governo não compensa professores contratados impedidos de dar aulas por causa da PACC

 

(FOTOS COM EMBARGO ATÉ ÁS 00.00 DO DIA 12 DE DEZEMBRO) Alunos durante uma aula de biologia na Escola Secundária de Campo Maior, um dos estabelecimentos de ensino em destaque devido aos bons resultados conseguidos pelos alunos nos exames nacionais, 09 de dezembro de 2015. (ACOMPANHA TEXTO DE 12 DE DEZEMBRO DE 2015). NUNO VEIGA/LUSA

 

À Renascença, fonte oficial do gabinete do ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues, disse que era impossível reconstituir a situação profissional desses professores para poderem ser compensados.

A mesma fonte explicou que não é possível saber com segurança o resultado hipotético de um concurso em que não participaram. Por isso, não vai haver compensação pelos danos sofridos.

 

 

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24 comentários

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    • RM on 3 de Fevereiro de 2016 at 21:33
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    Não brinquem com o Arlindo!!! Isto, volta o disco e toca o mesmo(((((

    • LC on 3 de Fevereiro de 2016 at 21:47
    • Responder

    Para mim parece-me um processo bem mais complicado do que inserir esses candidatos nas listas tendo apenas por base a graduação profissional na altura do concurso. Se assim fosse, todos nós saberíamos com alguma certeza a nossa colocação. Ora não é isso que acontece. A colocação não depende apenas da graduação profissional. Depende ainda das escolhas dos candidatos em termos de preferências (escolas, concelhos, qzp) e do número de vagas. Se em relação à graduação profissional e ao número de vagas, o problema pode ter uma solução fiável, o mesmo já não acontece com as preferências destes candidatos que não puderam concorrer, logo não há registo das mesmas. São, portanto, inexistentes. É muito bonito o governo prometer algo, mas é preciso saber, averiguar se é exequível.

      • Liliana Ruivo on 3 de Fevereiro de 2016 at 21:53
      • Responder

      Concordo e acho mesmo que isso é impossível de fazer!

        • Maria on 3 de Fevereiro de 2016 at 22:27
        • Responder

        Eu até conheço casos de contratados a quem foi anulado o contrato por se ter descoberto que não teve aprovação… (Após denúncia de colegas com graduação inferior)
        E é a ponta do iceberg…

          • LC on 3 de Fevereiro de 2016 at 23:03

          Esses foram contratados em oferta de escola. Aqui referimo-nos às listas de colocação em CI/RR. Na contratação de escola a história é outra.

      • Previsões on 3 de Fevereiro de 2016 at 22:03
      • Responder

      LC tem razão
      A não ser que o Arlindo seja capaz de adivinhar as preferências que esses colegas não fizeram e assim conseguir reconstituir as eventuais colocações.

    • Atenta on 3 de Fevereiro de 2016 at 22:01
    • Responder

    Não gosto, isto é cinismo, então promete aos professores lesados compensá-los porque sabe de antemão que estes não têm forma de provar que seriam colocados. Era bem feito que o Arlindo conseguisse essa proeza.

      • AC on 4 de Fevereiro de 2016 at 10:13
      • Responder

      1 milhão de indemnização.

        • Atenta on 4 de Fevereiro de 2016 at 11:37
        • Responder

        Em vez de os compensar em dinheiro era dar a possibilidade de terem prioridade nos próximos concursos, ou seja todos aqueles que foram prejudicados tinham prioridade nas listas de ordenação pois seria mais correcto e honesto porque além de ser difícil comprovar, muitos nem para a BCE nem para as ofertas de escola foram admitidos visto não terem tido aprovação na prova.

    • Vanessa on 3 de Fevereiro de 2016 at 22:11
    • Responder

    Se fosse um desses professores não gostaria de estar numa lista em que aparece quem reprovou nessa prova. Foi essa a razão pela qual o mec não publicou a lista…se fosse ao Arlindo teria cuidado ao fazê-la pois está a dar visibilidade a esse chumbo. Quanto a colocação ou não, isso dependeria também das suas escolhas mas quem tinha nessa época menos de 5 anos dificilmente conseguiria boas colocações.

    1. Posso omitir se foi reprovação ou se não fez a PACC

        • aa on 4 de Fevereiro de 2016 at 9:29
        • Responder

        Mas quem não fez a PACC, fica a ver navios…

        • Atenta on 4 de Fevereiro de 2016 at 11:47
        • Responder

        Concordo ou bastava o nº em vez do nome!

    • Ana on 3 de Fevereiro de 2016 at 23:17
    • Responder

    Claro que não se consegue provar com toda a certeza, mas assim percebe-se que houve quem fosse realmente prejudicado, mesmo não sendo realista uma compensação. Eu teria ficado colocada se tivesse feito a prova, considerando as minhas preferências (que até não são muito alargadas: zona da Grande Lisboa, horários anuais, completos e incompletos, grupo 300). Tinha quase os 5 anos e uma classificação alta, por isso a minha graduação não era muito má. São meras suposições, já que não pude sequer fazer manifestação de preferências, mas não é assim tão impensável que algumas pessoas sujeitas à pacc ficassem colocadas.

    1. Se este ano os professores não puderam concorrer e deviam ter concorrido a manifestação de preferências teria por direito de ser feita nesta altura. Nesse caso basta que escolham escolas onde saberiam ter sido colocados. É assim que funciona quando um recurso é deferido de alguém que não pode manifestar preferências. No 120 aconteceu isso.

    • claramatos on 4 de Fevereiro de 2016 at 0:16
    • Responder

    E se fossem pedir indemnizações a quem vos prejudicou? Ou seja, ao Nuno Crato ou ao anterior governo! Ou será que devo ser eu a compensar quem foi prejudicado (quem me compensa a mim que, com nota de final de curso via profissional, só integrei o quadro após 17 anos de contratada?). Deve ser o Estado (ou seja, nós todos!), ou os governantes que nos governaram mal? Democracia? Voltemos à Antiga Grécia, onde quem mal governava, pagava! Senão, era ostracizado! Mas o que acontece a quem lança estas leis? NADA! Passam a fazer parte de uma comissão qualquer onde ganham muito mais. Quem paga? NÓS! O ESTADO SOMOS NÓS, ainda não perceberam?

    • claramatos on 4 de Fevereiro de 2016 at 0:21
    • Responder

    A minha nota final de curso, via de ensino, na faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, foi de 16 valores, convém salientar… Mesmo assim, estive 17 anos a lecionar em escolas públicas, antes de ser integrada nos quadros. Agora vou ficar não sei quantos anos mais à espera de poder sair do 1º escalão (congelamento da progressão de carreiras da função pública). Será que devo reclamar para que o Estado (todos vós) me pague o que me deve?

    • claramatos on 4 de Fevereiro de 2016 at 0:25
    • Responder

    Seguindo o reclamado por tanta gente, há 13 anos que eu devia ter sido integrada nos quadros… tendo em conta que não fui, estão dispostos a pagar a indemnização que eu devo pedir por isso?

    • AC on 4 de Fevereiro de 2016 at 10:11
    • Responder

    O Arlindo não pode garantir que esses candidatos concorrem para todo o país, nem que aceitam todo o tipo de horários.

      • Atenta on 4 de Fevereiro de 2016 at 11:45
      • Responder

      Quem tem menos de 5 anos de tempo de serviço faz sentido que a maioria concorreu a nível nacional para qualquer horário a fim de acumular tempo de serviço “Elementar meu caro”…

        • Telho on 4 de Fevereiro de 2016 at 14:56
        • Responder

        Faz sentido para vós. No meu grupo 620 muitos colegas concorrem para perto de casa pois têm outro “ganha pão”. isto sem contar que muitos candidatos nem um concurso sabem fazer 🙂 .

    • gerimbeco . on 4 de Fevereiro de 2016 at 12:17
    • Responder

    Agora o que está feito, está feito. Nunca defenderei o ministério da educação, mas, se fôssemos a efetuar uma espécie de reposição nas listas dos professores que foram prejudicados pela PACC, então outros teriam que ser recolocados pela roubalheira das ofertas de escola, da BCE e outras vigarices.

      • lia on 4 de Fevereiro de 2016 at 13:18
      • Responder

      Concordo gerimbeco.
      Como é que é possível repor todas as injustiças que se têm cometido com os concursos dos últimos anos? se fosse só a questão da PACC…
      Eu não estou no quadro porque FUI ULTRAPASSADA POR PROFESSORES QUE VIERAM DO PRIVADO! Por causa disso, e de outras situações análogas, eu, e muitos professores, estamos muuuuito mais precários do que há uns anos. As poucas vagas são subsumidas por quem. do meu ponto de vista, não deveriam ter direito a elas. Mais tarde ou mais cedo, NÓS NÃO VAMOS TER TRABALHO.
      QUEM NOS VAI COMPENSAR DESTAS INJUSTIÇAS?????

    • Maria on 4 de Fevereiro de 2016 at 13:44
    • Responder

    Colocar o nome ou o número dos candidatos que reprovaram ou faltaram à prova parece-me indecente. Não concorda, Arlindo? Omitir se chumbou ou faltou? Não há essa necessidade. Se estivesse incluída nestes números, não iria gostar. Se na altura não foi publicada uma lista com o número/nome dos candidatos que chumbaram ou não compareceram, é agora que vai ser publicada? Depois de ter terminado?

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