Ministério dá orientações às escolas para assegurarem consultas de medicina do trabalho
No inicio do ano passado, a Associação Jurídica Pelos Direitos Fundamentais (AJDF) avançou com uma ação popular contra o Ministério da Educação para exigir que os professores tivessem acesso a consultas de medicina do trabalho.
Na altura, a AJDF alertava que a falta de acesso a serviços adequados de medicina do trabalho “não só afeta adversamente a saúde e o bem-estar dos professores, mas também tem implicações diretas na qualidade da educação oferecida aos alunos”.
“A AJDF vê nesta nota informativa o reflexo direto do trabalho sério, honesto, afincado, determinado e persistente que tem vindo a desenvolver desde o início de 2024”, sublinha agora a associação em comunicado, confiante que os constrangimentos vividos nas escolas, “com professores deixados à margem da proteção devido à sua condição de saúde”, vão terminar.




5 comentários
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Dou as minhas felicitações e expresso a minha admiração pelo excelente trabalho, ao qual agradeço.
Pela primeira vez na vida, vi uma entidade a ser reconhecida pelo estado.
A ver vamos se vai ser cumprido.
Vai ser uma comédia.
Não deixa de ser irónico que dois elementos dessa referida Associação, sejam professores da D. Sancho I, Vila Nova de Famalicão, e nessa escola há um professor após ser submetido a consulta de medicina do trabalho, ficar sem componente letiva na FAT a direção o mantivesse com a componente letiva até ao final do ano letivo.
O que relata , independentemente da referência a uma qualquer escola, é grave.!
Agradecia que enviasse um relato dessa situação para o email da AJDF:
[email protected]
Ficamos a aguardar.
É preciso gente assim. O mundo deve ser mais humano. A medicina do trabalho é obrigatória para os privados e para o Estado, por isso tem que ser dado o exemplo! Se todas as empresas mandam anualmente os seus trabalhadores às consultas de medicina do trabalho, tal como previsto na lei, porque razão o Estado foge?
Não vamos para novos e há gente que sofre muito de forma silenciosa e que ainda tem de aguentar o bulluing de colegas e diretores.
Bem haja AJDF! Mas ainda há que ir mais longe porque infelizmente há muita ilegalidade e compadrio.