Pelo andar dos últimos tempos também seria uma boa ideia.
Reconstrução de escolas assentará em modelo que suporte ventos ciclónicos, diz ministro
Fernando Alexandre garante que as escolas reconstruídas terão de resistir a sismos, incêndios e ventos extremos — e poderão funcionar como abrigos em caso de calamidade.
O Governo revelou esta sexta-feira, em Leiria, que a reconstrução das escolas assentará num modelo comum de construção, sustentado no exemplo de países expostos a ventos de 200 quilómetros, garantindo a sua resistência.




5 comentários
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Concordo inteiramente!
Até que enfim que se fez luz nestes cérebros cinzentos dos portugueses.
enganei me. este comentário não é para aqui. é para o 2o ciclo.
Mas concordo com as escolas à prova de bala. Digo, à prova de vento.
E que sirvam de bunkers . À prova de mísseis. Não deve faltar muito para se criar essa necessidade.
Após a Depressão Kristine, a minha escola esteve meses sem condições: telhado por reparar, aulas no refeitório e biblioteca, e ainda hoje sem luz em algumas salas.Em situação de calamidade, a recuperação das escolas devia ser prioridade absoluta.Antes de grandes obras e projetos de visibilidade, é urgente garantir o básico: condições dignas para ensinar e aprender.
Vivi a tempestade Kristin. Se fosse durante o dia, teriam morrido milhares de alunos.
Creio que as promessas do ministro vão voar com o vento. Assim como considero que esse título é de quem não tem o mínimo de sensibilidade para uma situação que não vivênciou.