Segundo o governante, do modelo atual mantém-se apenas o concurso interno, de mobilidade para professores dos quadros que queiram mudar de escola, que será antecipado para que os docentes já saibam, antes do final do ano letivo, onde estarão colocados em setembro.
Colocação de professores continuará a respeitar a lista graduada nacional
Fernando Alexandre garantiu ainda que a colocação de professores continuará a respeitar a lista graduada nacional – com base no tempo de serviço e classificação no curso de habilitação para a docência – e adiantou que não deverão realizar-se novos concursos externos extraordinários, uma vez que os professores com habilitação própria (sem formação pedagógica) também poderão candidatar-se ao novo concurso externo contínuo.
O MECI reconhece que há ainda muitos detalhes por definir, mas espera concluir a discussão até junho, para que as novas regras possam ser implementadas na contratação de professores para o ano letivo 2027/2028.




1 comentário
Duas enormes preocupações:
-Fim da mobilidade interna? (última esperança para muitos de se aproximar da residência)
-O governo quer tornar as vagas para contratação tão atrativas quanto possível garantindo-lhes estabilidade quando estão em causa necessidades permanentes das escolas. Sim? E os atuais QE/QZPs onde ficam no meio disso? Supondo que a vaga é disponibilizada após o concurso interno, um contratado fica com ela em que moldes?
Já agora, onde está a tão prometida valorização da carreira?