O XXV Governo Constitucional assumiu, no seu Programa, o compromisso de melhorar a aprendizagem dos alunos através de um currículo mais exigente, mais claro, mais coerente e mais preparado para responder aos desafios do presente e do futuro, nomeadamente os relacionados com a digitalização e a Inteligência Artificial. No mesmo sentido, o XXV Governo Constitucional comprometeu-se com a revisão da matriz curricular e com a reestruturação dos ciclos do ensino básico, alinhando-o com as tendências internacionais, com vista a um melhor desenvolvimento integral dos alunos.
A primeira fase do processo promovido pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação culmina com a presente consulta pública da versão preliminar das Aprendizagens Essenciais (AE) revistas. Após a conclusão deste período de consulta pública, esta versão será objeto de consolidação, integrando os contributos recebidos, incorporando as dimensões do digital e da Inteligência Artificial, bem como ajustando-se à revisão da matriz curricular. Desta consolidação resultará uma nova versão, a qual será submetida a nova consulta pública, prevista para o ano de 2027.
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4 comentários
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Até que enfim, gostei do q vi, mas vamos ver…
Gosto de línguagem sem eduquês. “Ensino” e “Aprendizagem”.
Gosto de objetividade no programa a lecionar.
Gosto de objetividade na avaliação, pois quanto mais subjetiva mais injusta.
Qualquer avaliação é subjetiva, sem números ainda mais subjetiva, logo injusta.
A interpretação dos números, avaliação sumativa, deve ter margem curta mas deve sempre existir.
Espero q a grelha de avaliação na minha escola mude.
A avaliação dividida por dominios não faz sentido. Como se pode separar a analise do documento histórico (um dominio) da compreensão histórica (outro domínio).
Como é possível alguém pensar q não estão associados. Para analisar tenho de compreender.
Estou farto e cansado de tanta mudança. Cada cabeça que vai para ministro quer mudar tudo o que os outros fizeram…. vão se catar, como se diz por aqui….
Novas Aprendizagens Essenciais com IA
A inteligência artificial (IA) está a transformar a maneira como aprendemos e trabalhamos. Aqui estão algumas aprendizagens essenciais que podemos tirar da sua integração na educação e em outros campos:
1. Personalização da Aprendizagem
Adaptação ao Estilo de Aprendizagem: A IA pode analisar o desempenho dos alunos e adaptar o conteúdo às suas necessidades específicas.
Feedback Imediato: Ferramentas de IA podem fornecer feedback instantâneo, permitindo que os alunos corrijam erros rapidamente.
2. Acesso a Recursos
Conteúdo Diversificado: A IA pode curar e disponibilizar uma vasta gama de recursos educacionais, desde vídeos a artigos, de forma acessível.
Aprendizagem Inclusiva: A IA pode ajudar a criar materiais educativos adaptados a diferentes níveis de habilidade e estilos de aprendizagem.
3. Desenvolvimento de Competências
Pensamento Crítico: A interação com sistemas de IA pode incentivar os alunos a questionar e analisar informações de forma crítica.
Resolução de Problemas: A IA pode simular cenários complexos que desafiam os alunos a aplicar o conhecimento na prática.
4. Colaboração e Comunicação
Ferramentas Colaborativas: Plataformas de IA facilitam a colaboração entre alunos e professores, promovendo um ambiente de aprendizagem mais interativo.
Comunicação Eficiente: Assistentes virtuais podem ajudar a organizar e comunicar informações de maneira mais eficaz.
5. Preparação para o Futuro
Competências Digitais: Aprender a interagir com IA prepara os alunos para o mercado de trabalho, onde essas tecnologias são cada vez mais relevantes.
Inovação e Criatividade: A IA pode ser uma ferramenta para estimular a criatividade, permitindo que os alunos experimentem e explorem novas ideias.
Conclusão
A integração da IA na aprendizagem não é apenas uma tendência, mas uma necessidade para preparar as futuras gerações. Ao adotarmos essas novas aprendizagens, podemos maximizar o potencial da educação e garantir que todos tenham acesso a oportunidades equitativas.
O excesso de IA vai provocar uma hecatombe do desenvolvimento cognitivo e da autonomia.
Tal como acontece quando nos deixamos enredar e ficar dependentes.
É sempre assim com os excessos. Transformam-se em abcessos.