Tem Sido Diário Este Tipo de Notícias

E é urgente rever rapidamente o Estatuto do Aluno reforçando a autoridade da escola e dos professores em casos deste género, aplicando sanções pecuniárias aos infratores.

 

Pai entra em escola de Viseu e ameaça com faca

 

Diretor confirma que a situação foi reportada às autoridades. Turma em causa acompanhada por serviços de psicologia da Escola João de Barros

 

Um incidente que envolveu um encarregado de educação e uma faca ocorreu esta segunda-feira, 26 de maio, em Viseu, na Escola João de Barros, que pertence ao Agrupamento de Escolas Grão Vasco.

O Jornal do Centro teve conhecimento de que um pai terá entrado no átrio da escola acompanhado por uma faca com a qual teria ameaçado “quem se metesse com a filha”. O diretor do Agrupamento de Escolas Grão Vasco, Luís Nóbrega, confirma o sucedido.

A turma da filha do agressor está a ser acompanhada pelos serviços de psicologia do agrupamento. “A turma em causa, onde a filha e os outros meninos estão, está a ser acompanhada pelos nossos serviços de psicologia”.

Segundo o responsável, a situação ficou “controlada” e “está dentro daquilo que são os parâmetros normais”. Luís Nóbrega sublinha que “como é óbvio é uma situação extraordinária, mas está tudo entregue a quem tem de estar entregue”.

O pai envolvido no incidente foi identificado pelas autoridades. “O senhor já foi identificado. Foram tomadas as medidas que se deviam ter tomado”, afirma o diretor. Luís Nóbrega confirma que o caso foi comunicado às autoridades competentes, nomeadamente à PSP: “O senhor depois já lá foi pedir desculpa e já foi identificado pelas autoridades”.

Segundo o responsável pelo agrupamento, o encarregado de educação permaneceu apenas na zona de entrada do estabelecimento. “O senhor não saiu do átrio e não esteve numa situação em que pudesse ter contacto direto com alunos. Esteve fundamentalmente no átrio, na zona de entrada”, explica.

Apesar do sucedido, o diretor assegura que o ambiente na escola se mantém calmo: “Hoje estive lá na realização de provas do primeiro ciclo e a tranquilidade é total”. Acrescenta ainda que “a nossa preocupação é manter a tranquilidade na escola e a tranquilidade está mantida”.

Sobre a origem do conflito, Luís Nóbrega esclarece que se trata de “situações de crianças do género ‘não fales para aquela’, ou ‘não brinques com aquela’”.

O processo encontra-se agora nas mãos das autoridades que vão proceder à respetiva análise. O caso ocorreu na segunda-feira, na Escola João de Barros, em Viseu.

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4 comentários

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    • Mainada on 29 de Maio de 2025 at 20:08
    • Responder

    Mais um que não cresceu, mas sabe que tem direitos. Cigano ou chegano?

  1. É impressionante como se começa a normalizar e a diminuir a real gravidade de situações deste teor nas escolas…

  2. nos mestrados profissionalizantes devia ser obrigatório aprender pugilismo

    • A jaula que abana o macaco on 29 de Maio de 2025 at 23:12
    • Responder

    Camarada, não sabe que não pode fazer propaganda política subversiva por aqui?
    É de senso comum que tudo está bem e isto é só um caso isolado.
    Claramente isto é apenas mais uma vítima da sociedade num ato gritante de desespero.

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