Category: Arlindovsky

Dia 1 do novo ME

Dia 10 de Novembro de 2009, reunem-se ME e Sindicatos de forma a ultrapassar um impasse político que se arrasta há bastante tempo.

Se a posição dos sindicatos é apoiada por toda a oposição, o governo PS não parece querer dar sinais de cedências, mas não significa que ceda, pois está refém da sua minoria Parlamentar.

FNE e FENPROF apoiam-se nas suas propostas para alterar o ECD e a ADD. As posições públicas para esta primeira reunião estão expressas aqui por parte da FNE e aqui por parte da FENPROF. São em tudo semelhantes e apostam em primeiro lugar na eliminação da divisão da carreira por categorias eliminando todos os procedimentos para o acesso à categoria de Professor Titular. O segundo aspecto é a suspensão de todo o processo de avaliação para o ciclo avaliativo 2009/2011, bem como a anulação dos efeitos decorrentes do último ciclo avaliativo.

Esta reunião servirá em primeiro lugar para verificar que peso político vai ter a nova Ministra da Educação. Aguardo com alguma esperança uma nova forma de condução destas reuniões. Mais do que uma anulação completa e um compromisso para o futuro espero ver como será o comportamento da nova equipa ministerial. Tudo o resto ficará para novas reuniões.

Não tenho esperança alguma numa mudança radical logo na primeira abordagem. Ambos estarão à “mesa” medindo forças.

Quem se sentir mais forte levará a água ao seu moinho.

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Até breve o tanas, até nunca!

MM

 

Segunda feira será anunciado o novo Director Regional,  faço aposta em como será o actual Adjunto, Dr. António Leite.

Muda a “sensíbilidade” da DREN.

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O João Jardim foi a inspiração

Veto de Scharzenegger manda rival “f…-se”

JJScharz

Se a moda pega o Alberto João terá de pedir direitos de autor.

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Ajudantes dos boys e das girls

O Senhor Primeiro-ministro propôs hoje a S. Exa. o Presidente da República a nomeação dos seguintes Secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional:

– Secretário de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro, Dr. José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro

– Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação, Prof. João Titterington Gomes Cravinho

– Secretário de Estado dos Assuntos Europeus, Mestre Pedro Manuel Carqueijeiro Lourtie

– Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Dr. António Fernandes da Silva Braga

– Secretário de Estado Adjunto e do Orçamento, Mestre Emanuel Augusto dos Santos

– Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, Mestre Carlos Manuel Costa Pina

– Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, Prof. Dr. Sérgio Trigo Tavares Vasques

– Secretário de Estado da Administração Pública, Mestre Gonçalo André Castilho dos Santos

– Secretário de Estado da Juventude e do Desporto, Dr. Laurentino José Monteiro Castro Dias

– Secretária de Estado da Modernização Administrativa, Profª. Drª. Maria Manuel Leitão Marques

– Secretário Estado da Administração Local, Dr. José Adelmo Gouveia Bordalo Junqueiro

– Secretária de Estado da Igualdade, Drª. Elza Maria Henriques Deus Pais

– Secretário de Estado da Defesa Nacional e dos Assuntos do Mar, Dr. Marcos da Cunha e Lorena Perestrello de Vasconcellos

– Secretário de Estado Adjunto e da Administração Interna, Dr. José Manuel Vieira Conde Rodrigues

– Secretário de Estado da Administração Interna, Drª. Maria Dalila Correia Araújo Teixeira

– Secretário de Estado da Protecção Civil, Dr. Vasco Seixas Duarte Franco

– Secretário de Estado da Justiça, Dr. João José Garcia Correia

– Secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, Dr. José Manuel Santos de Magalhães

– Secretário de Estado Adjunto, da Indústria e do Desenvolvimento, Mestre Fernando Medina Maciel Almeida Correia

– Secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, Dr. Fernando Pereira Serrasqueiro

– Secretário de Estado do Turismo, Dr. Bernardo Luís Amador Trindade

– Secretário de Estado da Energia e da Inovação, Prof. Doutor José Carlos das Dores Zorrinho

– Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural, Eng. Rui Pedro de Sousa Barreiro

– Secretário de Estado das Pescas e Agricultura, Dr. Luís Medeiros Vieira

– Secretário de Estado Adjunto, das Obras Públicas e das Comunicações, Dr. Paulo Jorge Oliveira Ribeiro de Campos

– Secretário de Estado dos Transportes, Dr. Carlos Henrique Graça Correia da Fonseca

– Secretário de Estado do Ambiente, Prof. Doutor Humberto Delgado Ubach Chaves Rosa

– Secretária de Estado do Ordenamento do Território e das Cidades, Dra. Fernanda Maria Rosa do Carmo Julião

– Secretário de Estado da Segurança Social, Mestre Pedro Manuel Dias de Jesus Marques

– Secretário de Estado do Emprego e da Formação Profissional, Mestre Valter Victorino Lemos

– Secretária de Estado Adjunta e da Reabilitação, Idália Maria Marques Salvador Serrão de Menezes Moniz

– Secretário de Estado Adjunto e da Saúde, Dr. Manuel Francisco Pizarro Sampaio e Castro

– Secretário de Estado da Saúde, Dr. Óscar Manuel de Oliveira Gaspar

– Secretário de Estado Adjunto e da Educação, Prof. Doutor José Alexandre da Rocha Ventura Silva

– Secretário de Estado da Educação, Dr. João José Trocado da Mata

– Secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Prof. Doutor Manuel Frederico Tojal de Valsassina Heitor

– Secretário de Estado da Cultura, Dr. Elísio Costa Santos Summavielle

Lisboa, 28 de Outubro de 2009.
A Assessoria de Imprensa

 

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Igualdades?

Dia 3 do XVIII Governo Constitucional

Pais de alunos com gripe A precisam de atestado médico para justificar faltas por causa dos filhos

É um “paradoxo”: os alunos com síndrome gripal afastados das escolas durante sete dias para evitar contágios foram dispensados de obter uma declaração médica, sendo as faltas justificadas pelos pais no boletim escolar; mas os pais continuam teoricamente a necessitar de atestado médico para poderem ficar em casa a acompanhar os filhos doentes. A crítica é do vice-presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral, Rui Nogueira, que confessa não entender a solução adoptada para dar resposta à necessidade de colocar em quarentena alunos infectados nas escolas.

A justificação das faltas vai ser o factor potenciador da “maior confusão” num futuro próximo, quando os casos de gripe A nas escolas se começarem a multiplicar, antecipa Rui Nogueira. “Já devíamos estar a acertar estes canais, valia a pena simplificar estes processos”, defende o médico, para quem “não faz sentido” que, por um lado, as autoridades aconselhem as pessoas a ficar em casa e, ao mesmo tempo, as obriguem a ir a um centro de saúde obter uma declaração médica. “É um paradoxo. É um problema meramente administrativo, não é ainda um problema médico, mas vai sê-lo”, prevê.

E esta questão é importante porque vai ser sobretudo nas escolas que o sinal de alarme da epidemia vai soar, em primeiro lugar. Mas até agora ainda não se fez ouvir com intensidade: o máximo observado durante uma semana foram nove clusters de infecção pelo vírus da gripe A (H1N1) em estabelecimentos de ensino, adianta Mário Carreira, da Direcção-Geral da Saúde e coordenador deste organismo para a monitorização dos serviços de urgência. “Ainda estamos no início da subida da curva epidémica”, explica o especialista. Os hospitais e centros de saúde não estão assoberbados de trabalho por causa da nova gripe. Pelo contrário. Os serviços só vão começar a sentir os efeitos da epidemia quando for ultrapassada a chamada “linha cinzenta” (30 casos por 100 mil pessoas) e apenas vão senti-los “a sério” quando se passar a barreira dos 90 casos por 100 mil habitantes, concretizou.

Vários casos de quarentena

Seja como for, já há alguns sinais de que a situação pode estar a complicar-se. Ontem, em pelo menos quatro escolas foram detectados vários casos de infecção, que obrigaram as autoridades de saúde a decidir ou a ponderar a colocação de turmas inteiras em quarentena.

Em Aveiro, três casos confirmados numa turma do 11.º ano da Escola Secundária Mário Sacramento levaram a delegação de saúde pública a manter os alunos nas suas casas até segunda-feira. Neste caso, as autoridades sanitárias concluíram que se justificava a suspensão das aulas porque 13 dos 28 alunos apresentavam sintomas de gripe, adiantou a Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro.

Também na região Centro, um surto de gripe que atingiu 19 alunos (três casos confirmados) levou à suspensão das aulas numa turma do 6.º ano do Agrupamento de Escolas de Miranda do Corvo até quinta-feira, segundo confirmou à agência Lusa o director, Fausto Luís. Na Escola Básica do 1.º Ciclo de Miranda do Corvo estava também confirmado um caso de infecção pelo vírus H1N1 no 4.º ano, mas na turma do aluno infectado as aulas decorriam normalmente.

Uma outra situação foi noticiada pela RTP: na Escola Básica de Carvide, concelho de Leiria, terá sido detectado “um número anormal de casos” de alunos com síndrome gripal mas o delegado de saúde achou que não se justificava a suspensão da turma inteira. Não havia ainda nenhum caso confirmado laboratorialmente, esclareceu mais tarde a ARS. Em Almada, na Escola Secundária António Gedeão, com três casos confirmados e vários a aguardar resultados das análises laboratoriais numa turma do 10.º ano, os pais aguardavam a decisão das autoridades de saúde, a comunicar numa reunião marcada para a noite.

Com o conhecimento de casos a que tem tido acesso exclusivamente pela comunicação social, Albino Almeida, da Confederação Nacional das Associações de Pais, acredita que tudo está a funcionar “com normalidade”. “O facto de não haver más notícias é bom sinal”, nota.

Anteontem, apesar do arranque das campanhas de vacinação em vários países, Portugal incluído, a comissária europeia da Saúde, Androulla Vassilou, disse acreditar que um terço da população europeia poderá ser infectada pelo novo vírus. De acordo com o último balanço, na Europa foram até agora registados 63 mil casos de infecção e 261 mortes.

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CDS quer ajudar a resolver a avaliação de professores

O CDS-PP tem esperança de que o seu projecto seja uma peça essencial para encontrar uma solução para esta polémica, embora ainda não tenha havido qualquer negociação formal com o PS.

Nesse sentido, os centristas vão apresentar no Parlamento um projecto-lei que recupera o essencial do diploma discutido na legislatura passada e que teve o voto favorável de todos os partidos, à excepção do PS.

Uma proposta em 5 pontos, explicados pelo dirigente Diogo Feio: “Em primeiro lugar [pretendemos] uma avaliação de base pedagógica e científica e não tanto de funções que têm a ver com a organização da escola”.

 “Em segundo lugar, uma ligação entre quem avalia e a área do avaliado. Em terceiro, a possibilidade de arbitragem, que venha a resolver de forma rápida, possíveis conflitos. Quarto, uma avaliação simples, que seja perceptível e, em quinto lugar, muitíssimo importante, uma avaliação que tenha direcção, direcção de natureza pedagógica na forma como é feita” – explicou o dirigente centrista.

Do lado dos sindicatos, a FNE assume que o projecto do CDS é um bom ponto de partida “para que rapidamente se encontre uma solução transitória”.

“Temos vindo a defender que, tendo em conta que um novo modelo de avaliação consistente e duradouro poderá demorar um pouco mais de tempo, se tenha que estabelecer um processo provisório e esta proposta do CDS-PP pode, rapidamente, criar um consenso na Assembleia” – considerou, em declarações à Renascença, João Dias da Silva, da Federação Nacional da Educação.

Menos aberta à proposta está a FENPROF, que, pela voz do seu secretário-geral, Mário Nogueira, considera que “o modelo do CDS não tem qualquer conexão com a actual estrutura de carreira”.

“Eu não estou a defender a estrutura de carreira que temos. Acho que ela deve ser rapidamente alterada. Agora, não é possível alterar o modelo de avaliação no vazio e à margem de todo o estatuto [da carreira docente]” – explicou Mário Nogueira.

Para já não é conhecida a solução do novo Governo num processo de calendário apertado: até ao final da semana, as escolas têm que definir os seus planos de avaliação para o ano lectivo.

Se a proposta fosse a do PCP que diria MN?

Será que os professores se revêm na proposta do “PCP” para a Avaliação de Desempenho Docente?

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Estado garante até mil milhões ao BPN

Dia 2 do XVIII Governo Constitucional.

 

bpn

 

O Banco Português de Negócios (BPN) vai poder financiar-se até mil milhões de euros com recurso a garantia do Estado.

A operação, organizada pela Caixa Geral de Depósitos e que prevê recurso a emissão de papel comercial, foi divulgada esta terça-feira em ‘Diário da República’.

No despacho número 23497/2009 pode ler-se que o objectivo da medida é “assegurar o financiamento de todas as necessidades de tesouraria do BPN decorrentes das responsabilidades pecuniárias assumidas na sequência dos apoios de liquidez prestados pela CGD no contexto da nacionalização”.

O despacho assinado pelo secretário de Estado do Tesouro e das Finanças, Carlos Costa Pina, fixa uma taxa de garantia de 0,2 por cento ao ano.

 

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Primeiro Fax

Dia 1 do XVIII Governo Constitucional

 

Primeiro fax

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Posição Individual

Posição Individual dedicada a todos os que pensavam que eu me tinha submetido a esta ADD.
luar

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Isabel Alçada vista pelo Antero

ia

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A morte de Bunny Munro (Nick Cave)

amortedebunnymunro

Bunny Munro, caixeiro-viajante, casado e com um filho de nove anos. Este é o improvável protagonista de uma história dura e cruel, mas que se entranha na mente do leitor de uma forma indelével. Quando a mulher de Bunny se suicida, e este parte com o seu filho numa viagem pela costa sul de Inglaterra, o seu objectivo é esconder-se na vida boémia e vulgar que sempre levou, a fazer o seu trabalho. À medida que os eventos se sucedem, contudo, o que parece ser apenas mais uma viagem transforma-se numa descida à ruína e à degradação. Este é um livro forte e directo, sem misericórdia. À medida que o autor nos conduz através dos passos de Bunny Munro, não somos poupados às sombras, ao asco, ao horror e à tragédia. E, ao longo das páginas que constituem este livro, Nick Cave mistura, de forma magistral, o sexo, as drogas e a decadência da vida, com um elemento que é, ao mesmo tempo, esperança e mau presságio: um fantasma. Não há floreados neste livro, para tornar a história mais suave. Tudo nesta história é frio e duro e é assim que o autor a apresenta: clara, dura e precisa. E, à medida que o fim se aproxima, também a ligação do leitor ao protagonista vai mudando, desde o nojo inicial até uma compaixão quase inconsciente. Afinal, esta não é só uma história de decadência: é também uma reflexão sobre a redenção. Não será um livro para agradar a todos os leitores. A sua escrita dura e sem subterfúgios, acentuada por um forte cariz sexual e agressivo de alguns momentos, requer uma mente forte e aberta para ser compreendida em pleno. Para quem conseguir apreciar este tipo de livro, contudo, frio e, por vezes, violento, mas devastador na sua realidade, então A Morte de Bunny Munro será um livro inesquecível.

Magnífico.

Nick Cave will be hosting a series of events throughout Europe to coincide with the publication of his new novel The Death of Bunny Munro. Taking place in intimate theatre settings these unique shows will be a mix of readings and live music, with Cave joined by Warren Ellis and Martyn Casey.

Cave will read selected extracts from his new novel accompanied by live music from Ellis and Casey. The trio will also play a selection of songs from Cave’s extensive catalogue and fans will be given a rare opportunity to interact with the shows, as Cave takes questions from the audience. These shows will be nothing like a traditional concert.

“It will be informal, intimate and strange” says Nick Cave.
The score for the novel was composed by Nick Cave & Warren Ellis and features on The Death of Bunny Munro audiobook, which is available now to download from Audible/iTunes and also as a deluxe 7 CD and bonus DVD package. The audiobook was produced and directed by British artists Iain Forsyth & Jane Pollard, who have also created the lighting and visuals for these very special live performances.

October 2009

Sun 11thLondon, UKPalace
Mon 12thDublin, IrelandVicar
Tue 13thEdinburgh, UKPicture HouseSOLD OUT
Wed 14thAmsterdam, The NetherlandsRoyal Theater Carre
Thu 15thAntwerp, Belgium
Sat 17thHamburg, GermanyKampnagel
Mon 19thParis, FranceThéâtre Marigny
Tue 20thStockholm, SwedenChina Theatre
Thu 22ndMilan, ItalyTeatro Dal Verme
Sat 24thBarcelona, SpainCasino Aliança Poble Nou
Sun 25thLondon, UKPalace

Aguarda-me umas horitas no site www.ryanair.com a ver o que encontro de mais vantajoso.

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Todas falharam no terceiro

CDS surpreendeu e só um estudo de opinião deu mais votos aos partidos da Direita juntos.

O terceiro lugar conseguido pelo CDS contrariou as sondagens publicadas nas vésperas das eleições. Não foi o BE o mais votado após o PSD e o PS. Quanto ao último lugar, só uma não acertou na CDU. E apenas uma também deu vantagem à Direita unida.

Dos 36,56% de votação nos socialistas, quatro sondagens estiveram a cerca de 1,5% de distância, uns para menos, outros atribuindo uma maior percentagem do que aquela que viria a verificar-se. Um dos estudos de opinião duplicou essa margem de erro.

A sondagem publicada no Jornal de Notícias foi uma das que deram mais 1,5% ao PS, atribuindo 38% ao vencedor. E a distância em relação ao PSD foi de 8%, semelhante à do escrutínio, que é de 7,47%. Ou seja, o estudo deu 30% ao PSD em vez de 29,09%.

As previsões lançadas pelo Público e TVI foram muito próximas também: 38% para o partido de José Sócrates e 29,9% para o de Ferreira Leite. A distância prevista pelo Correio da Manhã entre os dois era ainda maior, de 9,7%. Mas foi o que esteve mais perto do resultado conseguido pelo PSD.

A distância menor surge na sondagem do Expresso e SIC: apenas 34,9% para o PS contra os 31,6% dos sociais-democratas. Foi nos resultados previstos pelo Diário Económico e TSF que o partido do Governo chegou mais longe, com 40%, ou seja, mais perto da maioria absoluta.

O BE manteve-se, nas sondagens publicadas até dia 25, no terceiro lugar, com uma votação entre os 9% atribuídos no Diário Económico e os 11% publicados no JN e DN. O CDS-PP ficou, em todas, no quarto lugar, com excepção para o Público e TVI. Neste caso, eram atribuídos mais votos à CDU, com 8,4% contra os 7,7% dos democratas-cristãos. Ou seja, só aqui os comunistas não ficaram na última posição, enquanto, no Expresso, surgiu um empate entre CDS e CDU em termos de percentagem. Os resultados de ontem vieram confirmar o pior cenário para Jerónimo de Sousa: apenas 7,88% contra os 9,85% do BE e os 10,46% do CDS-PP.

Entretanto, se o partido de José Sócrates conseguiu 36,56%, os dois maiores partidos de Direita somam 39,55%.

Voltando às sondagens, aquela que foi publicada pelo Jornal de Notícias dava os mesmos 38% à Direita do que ao PS sozinho. No Público, CDS e PSD somavam 37,6% contra os 38% socialistas. A sondagem do Correio da Manhã previa 37,7% para os dois partidos de Direita e 38,8% para o PS. No Diário Económico, a distância foi mais curta, dos 39,8% totalizados por CDS e PSD até aos 40% do PS.

Apenas no estudo de opinião divulgado pelo Expresso, SIC e Renascença, os dois partidos da Direita conseguiram ultrapassar juntos a percentagem dos socialistas. Neste caso, a soma foi de 40% contra os apenas 34,9% previstos para o PS.

INCOMPETENTES

Até eu acertei.

Para lembrar as minhas previsões de dia 25:

PSD: 31,12

PS: 31,09

CDS/PP: 9,99

BE: 9,98

CDU: 6,50

Pois, eu sei. Errei no vencedor, mas também não conheço ninguém que viva do RSI. 😆

Mas estava a fazer uma sondagem tendenciosa como as outras e pronto, foi no que deu.

Se alguma empresa de sondagens utilizasse os meus dados, quem sabe se não seriam estes os correctos.

E mais, não utilizei aquelas margens de erro que dão para qualquer lado. Foram tiros certeiros, às centésimas.

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Caderno de Encargos do CDS

cds

 

CADERNO DE ENCARGOS

1. Reforço da autonomia das escolas e dos contratos de autonomia.

2. Alargamento do conceito de autonomia das áreas pedagógicas, de contratação de professores, gestão de espaços e património e ligação à comunidade, nomeadamente às empresas, dentro de balizas gerais comuns.

3. Avaliação objectiva das escolas, dos programas e dos manuais.

4. Avaliação dos professores inspirada no modelo em vigor no Ensino Particular e Cooperativo.

5. Revisão do Estatuto da Carreira Docente, com base na proposta por nós já apresentada, terminando com a distinção injusta entre professores e professores titulares.

6. Introdução gradual de exames no final de cada ciclo escolar.

7. Revisão do Estatuto do Aluno baseada numa cultura de assiduidade, disciplina e esforço e mérito.

8. Objectivação, transparência e rigor no sistema de produção dos exames nacionais, que deve basear-se no sistema de “banco de perguntas”, testado com a colaboração das sociedades científicas e profissionais.

9. Aposta nos percursos diferenciados no ensino secundário e na ligação às necessidades do mercado.

10. Alargamento de cobertura de oferta pré-escolar a partir dos 3 anos.

 

Para memória futura.

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Mudanças

resultados

Gostei do resultado.

Toda a análise que o Paulo Guinote fez vai de encontro ao que fui afirmando ontem antes do resultado final. Para mim foi importante que fosse impossibilitada uma aliança PS+BE. Tinha receio dessa união, afirmei que tal seria possível e previsível, agora não vou poder confirmar essa situação. Assim o BE saí um dos maiores vencedores desta eleição. Contínua na oposição com um papel reforçado e não fica com responsabilidade governativa nenhuma. Para isso é bom o BE.

As políticas educativas e não só, vão ter de se virar à direita com o apoio do CDS.

Como membro de uma organização sindical, valorizo o papel de extrema importância que os sindicatos irão ter daqui para a frente. Essa responsabilidade vai cair em cima de todas as organizações sindicais para uma mudança nas políticas de educação. E felizmente mesmo nessa área a conjugação de resultados irá favorecer a mudança.

Um PCP fragilizado (quer queiram ou não) que manterá a FENPROF no seu caminho de luta constante e uma FNE que propõe um modelo de avaliação e de estrutura de carreira na qual o CDS foi beber quase toda a informação.

Está estabelecido um cenário de mudança e em pouco tempo será abolida a divisão da carreira conforme a conhecemos actualmente. Voltaremos ao tempo em que se firmarão os acordos com a FNE, ficando a FENPROF com o papel de duro e do mauzão e daquele que nada assina porque senão perde a classe. A plataforma terminará e cada um seguirá o seu caminho. No meio disto tudo espero que os professores voltem a ganhar muito do que foram perdendo desde o tempo em que o Jorge Sampaio afirmou num seminário da UNICER que os professores finlandeses trabalhavam 50 horas por semana. Não foram apenas 4 anos e meio, acho mesmo que vão em 6 anos de destruição da imagem do professor.

No meio disto tudo fico com o dia 5 de Outubro livre para quem sabe, ir à praia.

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Continuação H1N1

Açores

 

Ora bem, cá estou eu outra vez com mais notícias…
    Já recebi um telefonema em que me perguntaram: “estás bem? Como é ter essa gripe?”. Para já (e espero que por muito tempo mais) não tenho gripe, estou saudável. Mas obrigado pela preocupação.
    Como vos prometi aqui estão novidades…algumas noticias de jornal e o link do telejornal da tvi24. Aviso já que a senhora que fala como presidente do executivo não se chama Claudete Rodrigues. A nossa presidente chama-se Susete Câmara! Estou para perceber onde a jornalista foi desencantar este nome (deve ter sido devido ao sotaque).
    Quando vinha agora para casa ouvi na tsf que uma escola da amadora já tinha 4 casos confirmados. Apenas fiquei supreendido pelo facto de ter tanto destaque. Pelos vistos em Portugal continental as pessoas são mais importantes, pois, aqui já vai em 44 e quase que não se sabe de nada. Quanto a medidas…até`às 14.30h estava tudo igual, ou seja, “ide mas é trabalhar”! Todos os alunos continuam a ir à escola (não fecharam turmas).
    Divirtam-se a ver as novas informações.
 
    Um Abraço…Pedro Teixeira

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Notícias da Gripe de quem a vive por dentro

h1n1

 

Como sabem a minha escola é muito à frente.
Em Junho disse-vos que estavamos à frente no acordo ortográfico, lembram-se?
Agora tenho uma nova…GRIPE A. Mais uma vez, e como o slogam da rtp “somos os primeiros”…
Pois é, já temos 40 casos confirmados e mais de 100 alunos a faltar. O mais caricato é que o delegado de saúde ainda nada fez. Em Agosto a ministra dizia que nestes casos as escolas iam fechar total ou parcialmente, mas este delegado de saúde deve pensar como o outro dos contemporâneos “vai mas é trabalhar”.
Deixo aqui uns links para provar a minha história.
 
http://ww1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=1505&e_id=&c_id=3&dif=tv&dataP=2009-09-23     (colocar o cursor aos
17:50 min);
 
http://ww1.rtp.pt/acores/?article=10570&visual=3&layout=10&tm=7     (colocar cursor aos 2min).
 
 
 
P.S. (que raio de abreviatura) _
 
Não se preocupem que estou bem. Mas não me convidem para jantar durante o Natal, sou um homem perigoso !!!

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Barómetro de uma Bola de Cristal

bola-de-cristal

O meu barómetro até às centésimas.

Muito mais fiável que o que tem passado por ai.

Foi uma bola de cristal que me contou.

PSD: 31,12

PS: 31,09

CDS/PP: 9,99

BE: 9,98

CDU: 6,50

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Incomodado, eu?

Por estas e por outras do género cairam Ministros da Educação.

Fico a aguardar o desenvolvimento de novos acontecimentos.

 

Dia 16 Setembro, cerca das 20:00

Cand. n/ xxxxxxxxx coloc. CN, no grupo xxx, horário completo, xxxxxx – Agrupamento de Escolas xxxxxxxx

Dia 17 Setembro, cerca das 04:00

Foi-lhe enviado um SMS, que não lhe era destinado. Pedimos desculpa pelo incomodo. DGRHE

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Promessas

Em post que coloquei no Blog do Paulo Guinote sugeri uma peregrinação a Fátima no dia 5 de Outubro (Dia Internacional do Professor) caso o PS perca as eleições de dia 27 de Setembro.

A carga simbólica de uma concentração de professores no fim de semana seguinte a uma derrota do PS seria a forma de a escola portuguesa (não apenas pública) ter uma esperança de mudança e de salvação.

A força de todos servirá para marcar um novo rumo e uma nova vida.

Dia 5 de Outubro espero estar em Fátima.

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O Zé Faz falta?

Por isso estavas mansinho. Essas amizades são assim tão intensas, ou estás à espera de um lugarzinho?

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Qual o mecanismo de colocação pelas DACL?

Depois de publicado o manual para candidatura ao DACL este não esclarece qual o mecanismo de colocação e que poderá colocar em risco as opções dos candidatos a este concurso. Se o QZP de origem e o do anexo VII entram em pé de igualdade junto das preferências manifestadas ou não.

Pelo que me apercebo existem candidatos que querendo sair do seu QZP optam por colocar nas preferências o seu QZP de origem no final das opções. Mesmo indicando outro QZP do anexo VII estão a demonstrar que querem ficar no QZP do qual pretendem sair.

Se as colocações obedecerem a um critério de colocações por fases:

  1. Manifestações de preferências;
  2. QZP de origem;
  3. QZP(s) do anexo VII

os candidatos estão a fazer uma tremenda asneira:

O mecanismo obedecendo a esta lógica de colocação, a DGRHE deverá primeiro esgotar as preferências manifestadas por todos os docentes, só depois o QZP de origem e apenas no caso de todas as opções estarem esgotadas o(s) QZP(s) do anexo VII.

A exemplificação prática poderá ficar para mais logo, mas agora é necessária alguma cautela na escolha de preferências.

 

Exemplificação prática 1:

  • Um candidato do QZP X concorre a 20 escolas do seu QZP
  • Um candidato do QZP Y concorre às mesmas 20 escolas e a mais uma (escola Z) do QZP X
  • Não existem mais candidatos a terem concorrido à escola Z

Existindo uma vaga na escola Z, quem fica?

O candidato do QZP X que é desse QZP, ou o candidato do QZP Y que manifestou preferências pela escola Z?

De acordo com o número 3 do artº 58-A, aplicação electrónica selecciona o candidato respeitando a ordenação do artigo 38º-A e as preferências manifestadas

Ou seja, embora o candidato do QZP X seja desse QZP quem fica nessa escola é o candidato do QZP Y porque manifestou preferência pela escola Z.

Exemplificação prática 2:

  1. Ninguém manifestou preferências pela escola Z do QZP X

Quem fica?

O mais graduado de DACL que ainda não tenha tido colocação e que seja do QZP X.

Exemplificação prática 3:

  • Ninguém manifestou preferências pela escola Z do QZP X
  • Não há candidatos por colocar em DACL do QZP X

Quem fica?

O mais graduado que no anexo VII tenha colocado o QZP X

 

Se não estiver contemplado esse QZP no anexo VII, ou se já não existir nenhum candidato que tenha manifestado interesse nesse QZP através do anexo VII, entra um…

um…

um…

…. CONTRATADO

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Concurso de DACL – A minha previsão

Muito se tem especulado nos últimos dias em como se irá processar este concurso. Não sou vidente, mas já conheço bem o pensamento que está subjacente ao mecanismo dos concursos por parte da DGRHE.

  • Racionalização, racionalização e mais racionalização.

Como se poderá conjugar esse objectivo com:

  • a existência de QZP’s com DACL’s em excesso;
  • a não obrigatoriedade de os docentes manifestarem preferências por outros QZP’s
  • as necessidades que existem depois de apuradas as vagas reais de outros QZP’s;
  • a LEI.

Acredito que neste pensamento gostassem de distribuir os QZP’s em DACL das zonas com excesso para outras com maiores necessidades com a criação de mecanismos ilegais, impedindo a entrada de professores contratados logo no dia 31 de Agosto. 

Passemos à análise da lei do Dec. Lei 51/2009 e do aviso 5432-A/2009 nas passagens sobre os DACL.

A lei de facto dá a possibilidade de os DACL concorrerem de acordo com o artigo 12º, ou seja, a 100 Agrupamentos, 50 Concelhos e 23 QZP’s  e são ordenados na 2ª prioridade na ordenação às necessidades transitórias, logo atrás dos docentes dos quadros de agrupamentos de escolas ou escolas não agrupadas objecto de extinção, fusão, suspensão ou restruturação não colocados no concurso interno.

Em lado nenhum os DACL’s estão impedidos de concorrerem em primeiro lugar para um agrupamento de outro QZP, contudo têm surgido rumores de que primeiramente ficarão no seu QZP, e só no caso de não terem lugar poderão sair para outros agrupamentos fora do seu QZP, acredito que essa seja a vontade da DGRHE, mas é contraditória com a legislação actual.

Existe ainda o dever do Decreto Lei ou o poder do Aviso de abertura de manifestarem preferências pelos (e não por) Agrupamentos ou escolas não agrupadas do âmbito geográfico de um outro quadro de zona pedagógica de entre os identificados no anexo VII do aviso de abertura para o respectivo grupo de recrutamento para não integrarem a lista nominativa a partir de 1 de Janeiro e manterem-se na Bolsa de recrutamento para colocação. Caso não optem por esta via serão colocados administrativamente em funções docentes lectivas ou não lectivas no âmbito do seu QZP.

Assim, poderão os docentes QZP’s em DACL seguir o mesmo procedimento que os Quadros de Escola que concorrem de igual forma a DACL manifestar preferências pelo indicado no artigo 12º e em caso de não colocação entram na bolsa de recrutamento do seu QZP e em outro identificado no anexo VII do aviso de abertura para o seu grupo de docência, caso tenham optado por concorrer pelos agrupamentos  de outro QZP (presumo que seja a todo um QZP).

Tenho algumas dúvidas se todas as preferências manifestadas em concurso entrarão para a bolsa de recrutamento ou se apenas entram os agrupamentos do QZP de origem e outro que possam ter optado estando o docente sujeito as novas regras de colocações pela bolsa de recrutamento (colocações automáticas).

Mas prevejo que só poderão entrar para bolsa os agrupamentos do QZP de origem e do outro opcional que é restritivo.

 Aguardemos.

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Os problemas dos concursos voltaram, ou não

Hoje, dias 22 a FNE e a FENPROF alertam para os problemas que estão a surgir na aplicação elecrónica dos concursos de Contratação, DCE e DAR.

Vou centrar-me no maior problema e naquele que está a afectar a maioria dos professores contratados:

FENPROF

Para efeitos de contratação não se conseguem introduzir códigos da mesma escola quando as candidaturas se destinam a fins diferentes (horários anuais / horários temporários);

FNE

Inúmeros problemas na aplicação electrónica da página da DGRHE (Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação) têm impedido que os docentes manifestem as suas preferências tal como nos anos anteriores, em que poderiam repetir as referidas preferências quer para contratos a celebrar durante o primeiro período do ano lectivo com termo a 31 de Agosto, quer para contratos a celebrar durante o primeiro período com termo a 31 de Agosto e contratos de duração temporária.

Vou tentar explicar a razão desta impossibilidade. (mas que dia 20 e 21 foi possível)

Quem opta por concorrer a horários temporários concorre igualmente a anuais.

Até 31 de Agosto só são atribuídos apenas horários anuais.

Para a bolsa de recrutamento é indiferente a colocação primeiro do horário anual para depois colocar o horário anual e temporário, visto o mecanismo de colocações já não ser de forma cíclica, mas sim imediata.

Quem coloca uma temporária, independentemente de a seguir ter uma opção apenas de anual será colocado automaticamente na escola que pedir o tipo de horário e a duração previsível do mesmo pela graduação do candidato e pela ordem de preferências do candidato que tenha optado por esse horário.

Ou seja, já pouca diferença faz em deixar as opções  temporárias para o fim da lista tendo colocado antes as anuais.

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incongruências

Solicito a ajuda de quem souber resposta para a seguinte dúvida.

  • Um professor de QZP não obteve colocação em Quadro de Agrupamento e vai concorrer a DACL.
  • Esse professor por força das circunstâncias também concorre a DCE.

Segundo a legislação e a nota informativa da DGRHE de 13 de Julho os candidatos da alínea b) e c) devem instruir o processo com uma declaração de Impossibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho de colocação; bem como de uma declaração de Possibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho para onde pretende concorrer; e apresenta na nota final o seguinte: 

 

os docentes dos Quadros de Zona Pedagógica que não obtiveram colocação em quadro de agrupamento de escolas ou escola não agrupada, na Declaração de Impossibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho de colocação, devem ter por referência o concelho do agrupamento de escolas/escola não agrupada de afectação.

Questão:

Esse professor que vai a DACL e DCE está afecto no concelho para onde existe esse tratamento. Como soluciona a questão da declaração de impossibilidade de o tratamento a prestar ser efectuado no concelho de colocação se é incompatível com a outra declaração?

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Fico giro, não fico?

“SOU O 3º MINISTRO DA ECONOMIA MAIS ANTIGO DA UNIÃO EUROPEIA”

Manuel Pinho, Sic Notícias 1/07/2009

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Pedro Duarte na Conferência FNE

Parte 1

Parte 2

 Parte 3

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Ana Drago na conferência FNE

Parte 1

Parte 2

Parte 3

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Professores Unidos – Tantos e tão poucos…

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Também lá estou!

30 MAIO

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Listas provisórias?

Foi publicado hoje dia 19 de Maio o aviso n. 9730/2009 que anuncia a publicação das listas provisórias no site da www.dgrhe.min-edu.pt, para não variar, o ME não é muito dado a compromissos foi assim no concurso para as escolas TEIP é assim para o concurso de professores e educadores de forma geral.

Fico a aguardar esta publicação da lista para tentar analisar os dados que ainda não são reais, mas que servem de auxílio precioso a quem concorreu e ansiosamente espera por uma luz muito ao fundo do tunel.

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Está ferido de morte o concurso TEIP mesmo à nascença

Pois é, começa hoje dia 21 de Abril o concurso para o Agrupamento de Escolas de Darque.

Como se pode ver no aviso de abertura o concurso tem início dia 21 às 10 horas com o preenchimento de um formulário electrónico na página do agrupamento, bem como no sítio da DGRHE.

Bem sei que podemos dar a desculpa que os atrasos são devidos a problemas informáticos, a erros de software, ao servidor que está para reparação, eu sei lá que mais desculpas se podem admitir, mas o que prevejo é tão só um encapotamento destes concursos para permitir que só alguns dele tenham conhecimento.

É o futuro meus caros. Esta é, como diz a ministra, uma experiência para os próximos concursos.

Já agora, aqui ficam as vagas do concurso para as escolas TEIP.

O tempo dir-me-á razão.

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Quadro com a análise mais favorável

Lamento muito sr. Secretario de estado, mas as vagas não são 2600 para os contratados. Na melhor das hipótes apenas 2429 contratados obteriam um lugar em quadro de agrupamento, contudo, com as mudanças de grupo de docência de muitos professores do 1º ciclo para grupos disciplinares do 2º ciclo, as vagas desses grupos vão ser ocupadas na totalidade por professores dos quadros de zona pedagógica e automáticamente essas vagas não serão recuperadas.

 

Estimativas para novos vínculos de professores contratados?

Penso que apenas nos grupos 290, 350, 530, 540, 550,  910, 920 e 930 poderão ter esperança alguns contratados, pois em todos os outros essas vagas serão absorvidas pelo insuficiente número de vagas criadas em quadro de agrupamento. Contudo para os grupos do Ensino Especial, apesar do saldo positivo de vagas, estas poderão ser absorvidas pelos docentes dos quadros na transição de grupo disciplinar.

Quadro 1 (rectificado)

Este quadro utiliza apenas as vagas positivas criadas no aviso de abertura e subtrai o número de QZP’s existentes por grupo disciplinar em cada quadro de zona. Já tenho os restantes quadros feitos, mas o panorama é bastante negativo e receio que se assustem com os resultados.

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VAGAS 2009 EXCEL

Saldo de vagas por grupo de disciplinar:

100 110
987 9082
200 210 220 230 240 250 260 290
267 26 281 700 313 73 181 6
300 310 320 330 340 350 400 410 420 430 500
297 0 -17 115 -4 212 270 191 118 -61 759
510 520 530 540 550 560 600 610 620
429 555 -278 22 543 -78 41 8 703
910 920 930
787 7 36

 Soma Total de Vagas Positivas: 19217

Soma Total de Vagas Negativas: 2646

 

Tabela em Excel com VAGAS

 

VAGAS POR QZP

 

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Há Vikings na foz do Ave

 

Basebol. Num cenário idêntico ao de milhares de cidades norte-americanas, quem passa pela zona desportiva de Vila do Conde pode dar de caras com uma partida de basebol, com jogadores equipados a rigor, a decorrer paredes meias com um jogo de futebol da equipa local. O clube Villas Vikings ‘importou’ este invulgar desporto para o nosso país e tem-no promovido junto de dezenas de jovens da região

A equipa vila-condense tem um campo próprio onde joga semanalmente

Home runs, strikes ou pitchers são apenas alguns dos termos do léxico do basebol que se podem ouvir na Arena dos Villas Vikings, mesmo atrás do Estádio do Rio Ave, em Vila do Conde, naquela que é a casa do mais emblemático clube desta emergente modalidade no Norte do País.

Apaixonados pelos desportos norte-americanos, os responsáveis dos Vikings “importaram” o jogo para a cidade do foz do Ave em 2004, tendo neste período chamado a atenção de algumas dezenas de atletas – seniores e juvenis – que uma ou duas vezes por semana se trajam a rigor para praticar uma modalidade que, um pouco por todo o País, tem vindo a ganhar adeptos.

À frente da estrutura dos Villas Vikings está Hugo Almeida, o principal impulsionador do projecto, que tenta gerir com profissionalismo o clube amador e sem grandes fontes de receita. A Câmara Municipal vila–condense é, por isso, o parceiro principal nesta aventura dos Vikings, tendo providenciado um terreno, e a requalificação do mesmo, para instalar o campo de jogo – Arena – e comparticipando nas despesas de deslocação da equipa.

“Não é fácil promover este desporto, que em Portugal tem pouco mediatismo. Ainda assim, localmente, já somos bastante conhecidos e temos conseguido cativar alguns jovens para o basebol”, explicou Hugo Almeida ao DN sport, sublinhando as acções de divulgação que têm sido desenvolvidas pelo clube: “Fazemos exibições na escolas e em colónias de férias que têm tido grande sucesso entre os mais jovens. Depois de experimentarem, adoram a envolvência que o jogo proporciona.”

Uma das “batalhas” que o responsável pelos Villas Vikings trava é o desmistificar de que o basebol é um desporto apenas praticado no continente americano, e, por isso, sem margem de progressão para os atletas. “É uma modalidade olímpica, que para tal tem de ser praticada, de forma organizada, em três continentes e 75 países. Noutros países da Europa, por exemplo, em Espanha, já se pratica basebol com um nível competitivo bastante elevado. Em Portugal estão já criadas boas bases para se desenvolver”, esclareceu Hugo Almeida.

Como forma de encorajar os praticantes a manterem-se activos na modalidade e a evoluírem as suas capacidades, a Internet e os canais televisivos norte-americanos têm ajudado na promoção deste desporto, existindo também alguns torneios e ligas disputados com a equipas portuguesa e da região espanhola da Galiza, que ajudam os Vikings a melhorar as suas performances.

O próximo sonho do clube é melhorar as características da Arena, “conquistada” ao mato que crescia no terreno cedido pela autarquia, dotando o espaço com um terreno relvado, em vez da actual gravilha, e de instalações de apoio.

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08/08/08 08:58 Naceu o Salvador

Depois de uma longa ausência, justificada pelo último período de gravidez da minha mulher, nasceu hoje o meu 2º filho, o SALVADOR, às 8:58 com 2.888kg e 48 cm na CLIPÓVOA.

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Organização do Ano Lectivo 2008/2009 – versão 2

Versão 2 do documento em discussão entre o Ministério da Educação e os Sindicatos relativo à organização do Ano Lectivo 2008/2009.

Parecer da FNE sobre a 1ª versão

Parecer sobre a proposta de despacho que estabelece regras e princípios orientadores a observar, em cada ano lectivo, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente

 

O Ministério da Educação apresentou para negociação, e no seguimento do memorando de entendimento assinado com a Plataforma de Sindicatos de Professores, um projecto de despacho que pretende estabelecer regras e princípios orientadores a observar no ano lectivo de 2008/2009, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente.

A FNE sempre considerou que ao trabalho de cada docente com o seu grupo de alunos deve ser reservada a maior importância, não aceitando qualquer situação em que este tempo não seja prioritário no desenho do horário de trabalho de cada um.

Aliás, esta é uma orientação que sistematicamente tem sido enunciada pelas mais diversas entidades. A título exemplificativo, transcrevemos do projecto de relatório sobre a melhoria da qualidade de formação dos professores, da Comissão da Cultura e da Educação, do Parlamento Europeu, o seguinte parágrafo: “Sublinha que nada substitui o tempo que o professor passa na sala de aula com os alunos, e manifesta a sua preocupação pelo facto de a crescente carga administrativa a que os professores têm de dar resposta poder ser prejudicial tanto a esse nível, como em termos de tempo necessário para preparar as aulas”.

E para garantir uma adequada preparação desse tempo de trabalho com os alunos, a FNE considera imprescindível o pleno respeito pelo tempo de trabalho individual de cada docente. Qualquer tentativa de limitação forçada do tempo de trabalho individual de cada docente é uma subversão da importância das diferentes funções do professor e é totalmente rejeitada pela FNE.
A FNE regista que, entre as funções dos professores, se enquadram actividades que genericamente podem caber na designação de “apoio educativo”. Ora, a FNE exige que o apoio educativo seja considerado como parte integrante da componente lectiva do horário dos docentes, reiterando assim a oposição manifestada sistematicamente a que um trabalho de índole pedagógica, como é o do apoio educativo, seja incluído na componente não lectiva. Esta é uma concepção que não corresponde à realidade e é fulcral que o Ministério da Educação corrija esta situação. Actividades de outra natureza e que possam também ser incluídas no conceito de “apoio educativo”, embora sem terem um carácter pedagógico-didáctico, a existirem, deverão ser claramente identificadas e negociadas com as organizações sindicais, evitando-se desta forma quaisquer abusos e discricionaridades. 

A FNE reivindica ainda a determinação de regras que impossibilitem a marcação de reuniões que obriguem os docentes a excederem o seu horário normal de trabalho.

Por outro lado, a FNE considera claramente insuficientes, nesta proposta, quer o crédito horário atribuído a cada escola para garantir em plenitude o exercício dos diferentes cargos, quer o tempo de trabalho dos professores avaliadores em relação ao processo de avaliação dos professores que lhes ficam atribuídos e que é de apenas quatro horas por ano. É essencial que este crédito horário seja suficiente e adequado à satisfação das necessidades decorrentes do exercício de cargos e às exigências de um processo de avaliação que, não o tendo, possa ter um carácter formativo.

A FNE entende ainda reiterar que é da maior importância a criação de uma bolsa de professores em cada agrupamento de escolas, a determinar no âmbito de um necessário redimensionamento de quadros que se ajustem às necessidades de cada agrupamento, e desenhados no sentido de responderem de uma forma rápida e eficaz a todas as necessidades que surjam para garantir o apoio de que os alunos careçam.

Para além das matérias já referidas, consideramos necessário alertar para o facto de que existem ainda várias questões omissas neste projecto de despacho, e que a FNE entende deverem ser objecto de regulamentação no mesmo:

» Determinação da dimensão da componente não lectiva dos professores contratados, principalmente os de horários incompletos, sobre os quais nada é referido neste projecto de despacho, garantindo-se pleno respeito pelo princípio da proporcionalidade;
» Questões relativas aos professores de educação especial, os quais, devido às especificidades das suas funções, também deveriam ter disposições próprias relativas ao exercício das suas funções; e
» Questões relativas aos professores portadores de doenças que diminuem a sua capacidade de trabalho.

É essencial que neste projecto de despacho existam disposições que tenham em consideração a situação específica dos professores que se encontram numa das situações acima indicadas, de forma a não existir um vazio que possa levar a uma discricionariedade perigosa e geradora de conflitos e inquietações nas escolas.

FNE | Junho 2008

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Despachadas as fichas de avaliação

Foi publicado hoje o despacho n.º 16872/2008 que aprova os modelos de impressos das fichas de auto-avaliação e avaliação do desempenho do pessoal docente, bem como as ponderações dos parâmetros classificativos constantes das fichas de avaliação.

13 – O apuramento do número de aulas leccionadas tem em conta o disposto no artigo 103.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.

Este meu sublinhado é para lembrar alguns CE’s e Avaliadores que existe uma lei que impossibilita a diferenciação pelas faltas que são consideradas para todos os efeitos como prestação efectiva de serviço.

Um comentário meu fora do âmbito deste despacho mas incluido na última página do mesmo.

Não havia necessidade de quem organiza a paginação do Diário da República querer afixar em todas as escolas as verbas que a CONFAP recebeu durante 2008 do Gabinete da Ministra. (com datas de decisão a apontar para Outubro e Dezembro de 2008 ?)

Desta vez não é o Paulo que vai ser ameaçado de responder em tribunal, vai ser mesmo esse tal senhor da paginação.

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Lá se vai uma carreira

Ireland votes No to Europe

Ireland has voted No to the Lisbon Treaty, plunging the European Union into a new crisis.

With results coming in from across the country, a final result of 52 per cent against and 48 per cent in favour of the treaty was rapidly hardening. A final declaration is not expected until after 4 pm.

The Lisbon Treaty, the reworked successor to the formal constitutional pact dumped by voters in France and the Netherlands in 2005, officially needs the approval of all 27 EU member states. But only in Ireland has it been put to a popular vote, meaning today’s result may have far-reaching consequences for the entire bloc.

Barely two hours after the count began today, the No camp had already started celebrating, while senior Fianna Fail strategists privately and glumly conceded their defeat.

Contínua aqui

Isto no dia seguinte ao Primeiro Ministro José Sócrates ter dito que o tratado era fundamental para a sua carreira política.

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Na hora certa, certamente.

Wed, 11th Jun 2008
Chelsea TV and www.chelseafc.com can exclusively reveal the following statement:

Chelsea Football Club is delighted to confirm that Luiz Felipe Scolari will be the club’s new manager from July 1, 2008.

Felipe has great qualities. He is one of the world’s top coaches with a record of success at country and club level, he gets the best out of a talented squad of players and his ambitions and expectations match ours. He was the outstanding choice.

Out of respect for his current role as Head Coach of the Portuguese national team, and to ensure minimum disruption to this work, there will be no further comment from Chelsea FC nor from Felipe about his new role until his employment with us commences.

 

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130! ouviram, 130!

É o número de licenças sabáticas despachadas pelo Valter Lemos para o ano de 2008/2009.

 

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