Parecer sobre a proposta de despacho que estabelece regras e princípios orientadores a observar, em cada ano lectivo, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente
O Ministério da Educação apresentou para negociação, e no seguimento do memorando de entendimento assinado com a Plataforma de Sindicatos de Professores, um projecto de despacho que pretende estabelecer regras e princípios orientadores a observar no ano lectivo de 2008/2009, na elaboração do horário semanal de trabalho do pessoal docente.
A FNE sempre considerou que ao trabalho de cada docente com o seu grupo de alunos deve ser reservada a maior importância, não aceitando qualquer situação em que este tempo não seja prioritário no desenho do horário de trabalho de cada um.
Aliás, esta é uma orientação que sistematicamente tem sido enunciada pelas mais diversas entidades. A título exemplificativo, transcrevemos do projecto de relatório sobre a melhoria da qualidade de formação dos professores, da Comissão da Cultura e da Educação, do Parlamento Europeu, o seguinte parágrafo: “Sublinha que nada substitui o tempo que o professor passa na sala de aula com os alunos, e manifesta a sua preocupação pelo facto de a crescente carga administrativa a que os professores têm de dar resposta poder ser prejudicial tanto a esse nível, como em termos de tempo necessário para preparar as aulas”.
E para garantir uma adequada preparação desse tempo de trabalho com os alunos, a FNE considera imprescindível o pleno respeito pelo tempo de trabalho individual de cada docente. Qualquer tentativa de limitação forçada do tempo de trabalho individual de cada docente é uma subversão da importância das diferentes funções do professor e é totalmente rejeitada pela FNE.
A FNE regista que, entre as funções dos professores, se enquadram actividades que genericamente podem caber na designação de “apoio educativo”. Ora, a FNE exige que o apoio educativo seja considerado como parte integrante da componente lectiva do horário dos docentes, reiterando assim a oposição manifestada sistematicamente a que um trabalho de índole pedagógica, como é o do apoio educativo, seja incluído na componente não lectiva. Esta é uma concepção que não corresponde à realidade e é fulcral que o Ministério da Educação corrija esta situação. Actividades de outra natureza e que possam também ser incluídas no conceito de “apoio educativo”, embora sem terem um carácter pedagógico-didáctico, a existirem, deverão ser claramente identificadas e negociadas com as organizações sindicais, evitando-se desta forma quaisquer abusos e discricionaridades.
A FNE reivindica ainda a determinação de regras que impossibilitem a marcação de reuniões que obriguem os docentes a excederem o seu horário normal de trabalho.
Por outro lado, a FNE considera claramente insuficientes, nesta proposta, quer o crédito horário atribuído a cada escola para garantir em plenitude o exercício dos diferentes cargos, quer o tempo de trabalho dos professores avaliadores em relação ao processo de avaliação dos professores que lhes ficam atribuídos e que é de apenas quatro horas por ano. É essencial que este crédito horário seja suficiente e adequado à satisfação das necessidades decorrentes do exercício de cargos e às exigências de um processo de avaliação que, não o tendo, possa ter um carácter formativo.
A FNE entende ainda reiterar que é da maior importância a criação de uma bolsa de professores em cada agrupamento de escolas, a determinar no âmbito de um necessário redimensionamento de quadros que se ajustem às necessidades de cada agrupamento, e desenhados no sentido de responderem de uma forma rápida e eficaz a todas as necessidades que surjam para garantir o apoio de que os alunos careçam.
Para além das matérias já referidas, consideramos necessário alertar para o facto de que existem ainda várias questões omissas neste projecto de despacho, e que a FNE entende deverem ser objecto de regulamentação no mesmo:
»Determinação da dimensão da componente não lectiva dos professores contratados, principalmente os de horários incompletos, sobre os quais nada é referido neste projecto de despacho, garantindo-se pleno respeito pelo princípio da proporcionalidade; »Questões relativas aos professores de educação especial, os quais, devido às especificidades das suas funções, também deveriam ter disposições próprias relativas ao exercício das suas funções; e » Questões relativas aos professores portadores de doenças que diminuem a sua capacidade de trabalho.
É essencial que neste projecto de despacho existam disposições que tenham em consideração a situação específica dos professores que se encontram numa das situações acima indicadas, de forma a não existir um vazio que possa levar a uma discricionariedade perigosa e geradora de conflitos e inquietações nas escolas.
Foi publicado hoje o despacho n.º 16872/2008 que aprova os modelos de impressos das fichas de auto-avaliação e avaliação do desempenho do pessoal docente, bem como as ponderações dos parâmetros classificativos constantes das fichas de avaliação.
13 – O apuramento do número de aulas leccionadas tem em conta o disposto no artigo 103.º do Estatuto da Carreira dos Educadores de Infância e dos Professores dos Ensinos Básico e Secundário.
Este meu sublinhado é para lembrar alguns CE’s e Avaliadores que existe uma lei que impossibilita a diferenciação pelas faltas que são consideradas para todos os efeitos como prestação efectiva de serviço.
Um comentário meu fora do âmbito deste despacho mas incluido na última página do mesmo.
Não havia necessidade de quem organiza a paginação do Diário da República querer afixar em todas as escolas as verbas que a CONFAP recebeu durante 2008 do Gabinete da Ministra. (com datas de decisão a apontar para Outubro e Dezembro de 2008 ?)
Desta vez não é o Paulo que vai ser ameaçado de responder em tribunal, vai ser mesmo esse tal senhor da paginação.
Ireland has voted No to the Lisbon Treaty, plunging the European Union into a new crisis.
With results coming in from across the country, a final result of 52 per cent against and 48 per cent in favour of the treaty was rapidly hardening. A final declaration is not expected until after 4 pm.
The Lisbon Treaty, the reworked successor to the formal constitutional pact dumped by voters in France and the Netherlands in 2005, officially needs the approval of all 27 EU member states. But only in Ireland has it been put to a popular vote, meaning today’s result may have far-reaching consequences for the entire bloc.
Barely two hours after the count began today, the No camp had already started celebrating, while senior Fianna Fail strategists privately and glumly conceded their defeat.
Wed, 11th Jun 2008
Chelsea TV and www.chelseafc.com can exclusively reveal the following statement:
Chelsea Football Club is delighted to confirm that Luiz Felipe Scolari will be the club’s new manager from July 1, 2008.
Felipe has great qualities. He is one of the world’s top coaches with a record of success at country and club level, he gets the best out of a talented squad of players and his ambitions and expectations match ours. He was the outstanding choice.
Out of respect for his current role as Head Coach of the Portuguese national team, and to ensure minimum disruption to this work, there will be no further comment from Chelsea FC nor from Felipe about his new role until his employment with us commences.
“Um país onde as instituições não sejam fiáveis; um país que não cresça e não inove, criando riqueza e oportunidades para todos; um país sem uma escola de onde saiam elites capazes de integrar a sociedade do conhecimento e lidar com as tecnologias mais avançadas, um país que não confia no seu próprio futuro, por muito que possa orgulhar-se do seu passado, dificilmente pode aspirar a uma intervenção relevante no plano externo”, afirmou.
“Temos de começar por ser exigentes e rigorosos connosco se queremos que o imenso património que herdámos e de que justificadamente nos orgulhamos se transforme num verdadeiro instrumento ao serviço do progresso e da prosperidade do nosso povo”, apelou Cavaco Silva, no seu discurso na sessão solene do Dia de Portugal, Camões e Comunidades Portuguesas, em Viana do Castelo.
Um pouco abstracto. O problema destes discursos presidenciais é que cada um interpreta conforme o que lhe dá mais jeito.
A CONFAP, na sequência da audiência que lhe foi concedida por Sua Ex.ª o Senhor Presidente da Assembleia da República, em 24-04-2008, enviou a este Órgão de Soberania, ao abrigo do Direito de Petição, uma exposição com o seguinte teor: 1. Tempo para a Família e a Escola «Promover, através da concertação das várias
políticas sectoriais, a conciliação da actividade
profissional com a vida familiar» – Artigo 67º, h) da CRP
O papel dos pais na educação e na escola tem de ser valorizado através de medidas concretas.
Para se alcançar este desígnio e corresponder aos apelos que são feitos aos pais e famílias para participarem mais activamente na escola e na educação dos filhos, designadamente quanto à aplicação do DL 75/2008, de 22 de Abril– Regime Jurídico de Autonomia, Administração e Gestão de Estabelecimentos Públicos da Educação Pré-Escolar e Ensinos Básico e Secundário,é necessário, fundamental, que sejam criadas condições efectivas.
Não basta que a Constituição e as Leis da República consagrem direitos. É necessário e urgente a sua tradução, adaptação ou integração e regulamentação em sede de Código do Trabalho, por remissão ainda à demais legislação em que as associações de pais e representantes de pais detêm lugares de representação.
2. Regulamentação do Estatuto do Dirigente Associativo Voluntário A actividade associativa dos pais e encarregados de educação baseia-se no trabalho voluntário de muitas centenas de homens e mulheres, que “roubam” horas à sua família para as darem a todas as famílias portuguesas no âmbito do acompanhamento da vida das escolas, em particular, e das questões da educação, em geral.
Este trabalho não está minimamente protegido, quer em questões de eventuais acidentes, quer em crédito de horas para o exercício da actividade.
Neste contexto impõe-se a regulamentação do Estatuto do Dirigente Associativo Voluntário – Lei 20/2004, de 5 de Junho, no sentido de a aplicar aos dirigentes das associações de pais. 3. Fiscalidade das Associações de Pais As Associações de Pais não estão enquadradas nas isenções previstas nos artigos 10.º e 11.º do CIRC, pelo que estão sujeitas a tributação em sede de IRC.
Muito embora numa análise simplista se possa entender que as Associações de Pais não visam a obtenção de lucros e daí a não decorrer o pagamento de imposto sobre os mesmos, será da mais elementar justiça que estejam em pé de igualdade com as demais associações nomeadas nos artigos 10.º e 11.º do CIRC.
Acresce referir, que a maioria das associações conseguem reunir condições para serem enquadradas em culturais, recreativas ou desportivas, pelo que estando as IPSS e outras de solidariedade social abrangidas pela isenção prevista no artigo 10.º do CIRC, restarão quase só ou mesmo só as associação de pais como associações não isentas, ou seja, sujeitas a IRC.
Constata-se, por isso, que no universo associativo nacional, as associações de pais estão deveras prejudicadas relativamente a obrigações fiscais e pagamento de impostos.
Assim, impõe-se que às Associações de Pais sejam atribuídas as isenções previstas nos artigos 10.º ou 11.º do IRC, considerando-se que as actividades desenvolvidas nas cantinas escolares, ATL’s e enquanto promotores das Actividades de Enriquecimento Curricular e outras de carácter educativo, cultural e social, sejam consideradas decorrentes do seu objecto social e isentas de tributação em IRC. O Conselho Executivo da CONFAP
06 de Maio de 2008
Nada de novo quanto aos resultados das “negociações” com as estruturas sindicais.
A Frente Comum não chegou a acordo com o Governo sobre o diploma de carreiras e remunerações e contrato de trabalho em funções públicas, hoje discutido, afirmando-se indignada com o acordo alcançado com os restantes sindicatos.
À saída de uma reunião negocial com o secretário de Estado da Administração Pública, João Figueiredo, o secretário coordenador da FESAP, Nobre dos Santos, explicou ter já chegado a acordo com o Governo relativamente ao regime de carreiras e remunerações “com ganhos para os trabalhadores”.
No final da tarde, o mesmo entendimento, deverá ser alcançado relativamente ao contrato de trabalho em funções públicas, após a discussão de “alguns textos”, acrescentou Nobre dos Santos, adiantando que o despedimento por inadaptação foi afastado do diploma.
“Qualquer acordo com este documento é uma traição para os trabalhadores, porque estes vão perder todos os seus direitos”
“O despedimento por inadaptação mantém-se, a precariedade também e eu, como trabalhadora, vou indignar-me com os sindicatos que assinarem este documento”
“Os trabalhadores vão saber responsabilizar os sindicatos que assinam um documento que lhes vai retirar os direitos adquiridos”
A acta de concordância com a FESAP está aqui, vou ler bem sim senhora, para ver quem vou responsabilizar.
Uma bom ideia que se aproveita do “show business” da actualidade.
Gravado hoje à tarde e que será editado em DVD Musical por 17€.
A ideia é da “Clave de Soft” que está no mercado desde 1999 e que se apresenta com o objectivo de promover o ensino da música em Portugal.
Como diz no prospecto, “O resultado é um DVD Musical com a participação de toda a comunidade escolar, onde são incluídos, além das canções gravadas, o documentário da instituição educativa, os vídeos das gravações e das entrevistas aos alunos e ainda o hino da instituição.”
“O projecto Canções do Mundo tem por objectivo levar alunos, pessoal docente e não docente e encarregados de educação, a participar na experiência de gravação e edição de um trabalho discográfico.”
Estou convidado como EE para um ensaio hoje às 17:30. Ainda não decidi se vou, assusta-me pensar que poderei estragar o sistema de gravação e a qualidade do DVD com a minha elevada sonoridade artística.
Fiquei muito interessado numa ideia destas, acreditem que sim. E pela amostra ainda muito mercado existe para ser explorado.
Com o intuito de valorizar as autarquias com melhores vencimentos e formas de contrato, venho criar este espaço para divulgação das entidades promotoras mais atractivas quanto a condições de trabalho para os professores das Actividades de Enriquecimento Curricular.
Pode ser que esta iniciativa transposta para a blogosfera leve a que exista nivelação por cima e que fiquem desertas as candidaturas de quem tente regatear o preço por cada hora de trabalho.
Agradecia as seguintes respostas para tratamento e divulgação.
Entidade Promotora: Autarquia; AP; Agrupamento; Outra
Concelho:
Pagamento Hora: Reportados a períodos de 45min
Tipo de Contrato: Contrato de Trabalho a Termo Certo; Contrato de Trabalho Individual (Recibos Verdes)
Horas de Trabalho Semanal: Reportadas a tempos de 45min
Flexibilização do Horário Lectivo da Turma? Sim; Não.
Se sim. Quantas horas de flexibilização que a turma tem?
Saiu em pleno Maio o Despacho n.º 14460/2008 de 26 de Maio que regula as Actividades de Enriquecimento Curricular do 1º Ciclo. (Prova de que o despacho para o segundo ciclo só sairá para o ano ou cairá mesmo no esquecimento)
Nada de importante a alterar nem mesmo no que respeita à comparticipação que sobe de 250€ para os 262,5€ quando é oferecido todo o “pacote”.
O índice pela qual os professores recebem quando licenciados mantêm-se no valor mínimo do índice 126, ao menos isso passa a existir um valor mínimo. Não concordo com este índice de vencimento e mesmo em algumas reuniões da CAP o transmiti. Tendo em conta as exigências profissionais dos referidos professores estes deveriam obrigatóriamente ser abonados pelo índice 151.
Novidade mesmo só a introdução do Inglês a partir do 1º ano de escolaridade
What we once thought we had we didn’t, and what we have now will never be that way again
So we call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop)
Our myxomatoid kids spraddle the streets, we’ve shunned them from the greasy-grind
The poor little things, they look so sad and old as they mount us from behind
I ask them to desist and to refrain
And then we call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop)
Rosary clutched in his hand, he died with tubes up his nose
And a cabal of angels with finger cymbals chanted his name in code
We shook our fists at the punishing rain
And we call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop)
He said everything is messed up around here, everything is banal and jejune
There is a planetary conspiracy against the likes of you and me in this idiot constituency of the moon
Well, he knew exactly who to blame
And we call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop)
Prolix! Prolix! Nothing a pair of scissors can’t fix!
Prolix! Prolix! Nothing a pair of scissors can’t fix!
(Doop doop doop doop dooop)
Well, I go guruing down the street, young people gather round my feet
Ask me things, but I don’r know where to start
They ignite the power-trail ssstraight to my father’s heart
And once again I call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop …)
We call upon the author to explain
Who is this great burdensome slavering dog-thing that mediocres my every thought?
I feel like a vacuum cleaner, a complete sucker, it’s fucked up and he is a fucker
But what an enormous and encyclopaedic brain
I call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop …)
Oh rampant discrimination, mass poverty, third world debt, infectious diseease
Global inequality and deepening socio-economic divisions
Well, it does in your brain
And we call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop …)
Now hang on, my friend Doug is tapping on the window (Hey Doug, how you been?)
Brings me back a book on holocaust poetry complete with pictures
Then tells me to get ready for the rain
And we call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop …)
I say prolix! Prolix! Something a pair of scissors can fix
Bukowski was a jerk! Berryman was best!
He wrote like wet papier mache, went the Heming-way weirdly on wings and with maximum pain
We call upon the author to explain
(Doop doop doop doop dooop …)
Down in my bolthole I see they’ve published another volume of unreconstructed rubbish
“The waves, the waves were soldiers moving”. Well, thank you, thank you, thank you
And again I call upon the author to explain
Yeah, we call upon the author to explain
Prolix! Prolix! There’s nothing a pair of scissors can’t fix!
All the towers of ivory are crumbling
And the swallows have sharpened their beaks
This is the time of our great undoing
This is the time that Ill come running
Straight to you
For I am captured
Straight to you
For I am captured
One more time
The light in our window is fading
The candle gutters on the ledge
Well now sorrow, it comes a-stealing
And Ill cry, girl, but Ill come a-running
Straight to you
For I am captured
Straight to you
For I am captured
Once again
Gone are the days of rainbows
Gone are the nights of swinging from the stars
For the sea will swallow up the mountains
And the sky will throw thunder-bolts and sparks
Straight at you
But Ill come a-running
Straight to you
But Ill come a-running
One more time
Heaven has denied us its kingdom
The saints are drunk howling at the moon
The chariots of angels are colliding
Well, Ill run, babe, but Ill come running
Straight to you
For I am captured
Straight to you
For I am captured
One more time
It was back in ’32 when times were hard
He had a Colt .45 and a deck of cards
Stagger Lee
He wore rat-drawn shoes and an old stetson hat
Had a ’28 Ford, had payments on that
Stagger Lee
His woman threw him out in the ice and snow
And told him, “Never ever come back no more”
Stagger Lee
So he walked through the rain and he walked through the mud
Till he came to a place called The Bucket Of Blood
Stagger Lee
He said “Mr Motherfucker, you know who I am”
The barkeeper said, “No, and I don’t give a good goddamn”
To Stagger Lee
He said, “Well bartender, it’s plain to see
I’m that bad motherfucker called Stagger Lee”
Mr. Stagger Lee
Barkeep said, “Yeah, I’ve heard your name down the way
And I kick motherfucking asses like you every day”
Mr Stagger Lee
Well those were the last words that the barkeep said
‘Cause Stag put four holes in his motherfucking head
Just then in came a broad called Nellie Brown
Was known to make more money than any bitch in town
She struts across the bar, hitching up her skirt
Over to Stagger Lee, she starts to flirt
With Stagger Lee
She saw the barkeep, said, “O God, he can’t be dead!”
Stag said, “Well, just count the holes in the motherfucker’s head”
She said, “You ain’t look like you scored in quite a time.
Why not come to my pad? It won’t cost you a dime”
Mr. Stagger Lee
“But there’s something I have to say before you begin
You’ll have to be gone before my man Billy Dilly comes in,
Mr. Stagger Lee”
“I’ll stay here till Billy comes in, till time comes to pass
And furthermore I’ll fuck Billy in his motherfucking ass”
Said Stagger Lee
“I’m a bad motherfucker, don’t you know
And I’ll crawl over fifty good pussies just to get one fat boy’s asshole”
Said Stagger Lee
Just then Billy Dilly rolls in and he says, “You must be
That bad motherfucker called Stagger Lee”
Stagger Lee
“Yeah, I’m Stagger Lee and you better get down on your knees
And suck my dick, because If you don’t you’re gonna be dead”
Said Stagger Lee
Billy dropped down and slobbered on his head
And Stag filled him full of lead
Oh yeah.
Depois da francesinha e de uma noite sublime que irei colocar por aqui algumas imagens e videos, quem sabe se não coloco o concerto todo, fui ao galiza terminar a noite.
Não me acredito que Filipe Menezes tenha tido uma noite tão interessante como a minha, mas por coincidência enquanto eu saia do Galiza ele entrava. Enquanto eu fumava o meu cigarrinho da praxe na saída da cervejaria (maldita Lei de Sócrates) o Menezes falava ao telemóvel antes de entrar. Com quem não sei, mas a confidência que vos quero deixar aqui é que se falava numa segunda volta.
Estará Menezes a montar uma estratégia para derrotar Ferreira Leite?
Vou ler com atenção o regulamento eleitoral do PSD, para assim clarificar esta minha suposição.
Um abraço e segue uma triste imagem do que consegui com o meu telélé.
Night of the Lotus Eaters
Today’s Lession
Red Right Hand
Dig, Lazarus, Dig!!!
Tupelo
Moonland
Deanna
The Ship Song
Jesus of the Moon
Lie Down Here (& Be My Girl)
I Let Love In
Papa Won’t Leave You, Henry
Midnight Man
More News From Nowhere
Get Ready For Love
Stagger Lee
Primeiro encore
The Lyre of Orpheus
Wanted Man
Your Funeral My Trial
Straight To You
Into My Arms
Segundo encore
We Call Upon The Author
Albert Goes West
Nobody’s Baby Now
Nick Cave no Coliseu: Um brilhante fucking disaster Um Coliseu esgotado recebeu, acarinhou e rejubilou com o regresso de uma das figuras mais queridas e míticas do rock. Nick Cave e os Bad Seeds deram o pontapé de saída da nova digressão em ambiente de grande descontracção, com o vocalista bem disposto e motivado para um concerto de 2 horas e meia de duração, e um desfile de mais de duas dezenas de canções.
A meio do concerto recebo uma mensagem de uma amiga perdida no meio da enchente do Coliseu que dizia «este psicopata é brilhante». Partilho esta intimidade porque foi uma frase que me acompanhou no resto do concerto. A figura de Cave inspira mesmo a comentários destes, toda aquela sua teatralidade expressa em gestos com os braços, curvando o corpo em danças descoordenadas, os diálogos irónicos com a plateia, os recados, e dedicatórias para os camarotes ao lado do palco, tudo somado faz dele uma enorme figura rock n`roll da velha escola.Nick Cave enche o palco com a sua presença, até aquele bigode lhe assenta bem, embora o espaço esteja bem preenchido com os músicos Bad Seeds os olhares centram-se nos movimentos do homem, às vezes Warren Ellis com a sua imponente barba também brilha, e quando tudo arrancou ao som «Night of the Lotus Eaters» deu logo para ver que íamos ter mais uma noite de celebração.As duas horas e meia foram naturalmente preenchidas na sua maioria pelos temas do novo disco «Dig, Lazarus, Dig!!!» já bem assimilados pelos fãs, com um aparato luminoso e visual bem ao estilo do grafismo do álbum. Apesar da adesão às novas canções é claro que foi quando Nick Cave fez incursões pelo seu passado discográfico que as emoções andaram mais á solta pelo Coliseu. Foi ver o povo a cantar clássicos como «Papa Won`t Leave You», «Tupelo», «Deanna», «The Ship Song», «Henry», ou «Stagger Lee», em comunhão com o seu líder, e a marcarem com emoção mais este regresso a Portugal.
Há que dizer que a entrega da banda foi irrepreensível, e por ser a noite de estreia desta digressão desculpam-se as várias falhas, e alguma descoordenação entre as músicas, e nos seus arranques. Aliás, Cave foi o primeiro a reconhecer que nem tudo estava a correr bem chegando a apelidar a prestação como um fucking disaster. E mais à frente com mais uma falso arranque da banda ainda atirou aos companheiros um «you fucking idiots». Exageros à parte o carisma do homem tudo resolve, e depois de um alinhamento de dezasseis canções houve tempo, e vontade, para um encore de cinco temas, e um outro final com mais três. Destaque nesta parte final para a versão de uma canção que Bob Dylan fez para Johnny Cash, para o intimo «Into My Arms», «Albert Goes West» que Cave estava na dúvida se teria sido escrita por Bobby Gillespie dos Primal Scream, ou Jarvis Cocker, e a noite encerrou com «Nobody`s Baby Now».
Mais de que um concerto, a celebração ao vivo com uma enorme figura. Hoje é a vez do Porto.
22-04-2008
LOGO À NOITE ESTOU LÁ NEM QUE CHOVAM JACARÉS, CROCODILOS OU MILU’S.
Com conhecimento a: Plataforma Sindical dos Professores, E.A.E de Barcelos, D.R.E.N. do Norte, Ministério da Educação, Primeiro Ministro, Presidente da Conferência Episcopal, Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Vereadora da Educação e da Cultura da Câmara Municipal de Esposende, Governador Civil de Braga, Gabinete da Presidência da República, Associação de Pais do Agrupamento, Provedor da Justiça, Procurador Geral da República, Todos os Agrupamentos do Concelho de Esposende.
Na reunião do dia 15, os Docentes do Agrupamento Vertical das Escolas das Marinhas, após análise do Memorando de Entendimento entre o Ministério da Educação e a Plataforma Sindical dos Professores, e o Projecto de Moção para o dia D, tomaram as seguintes posições:
1-Rejeitaram liminarmente o Memorando de Entendimento.
2-De todos os docentes presentes (num total de 77), na reunião, votaram a favor do Projecto de Moção 69 docentes, abstiveram-se 5 e votaram contra 3.
O projecto de Moção foi maioritariamente votado a favor, apesar de ter sido considerado insuficiente na defesa dos interesses e direitos dos docentes. Como tal, 86 docentes deste Agrupamento (num total de 134)subscreveram a Tomada de Posição, esta sim vinculativa da sua opinião, a qual deverá ser levada em linha de conta nas futuras posições da Plataforma.
Segue em anexo o documento elaborado pelos docentes deste Agrupamento.
O dia 26 de Março, data em que se completaram 1055 anos sobre a mais antiga referência documental conhecida de Vila do Conde, foi aproveitado para homenagear os melhores na Educação no município.
O Auditório Municipal acolheu um sarau cultural em que foi entregue o Prémio Escolar Municipal aos melhores alunos do ano lectivo 2006/2007.
Realizou-se também um espectáculo musical elaborado por professores em representação de todos os Agrupamentos e Escolas Secundárias do Concelho.
Serve para guardar e colocar no Portfólio, pois, que isto de fazer trabalho de estabelecimento na componente não lectiva em horas de trabalho nocturno e nas interrupções lectivas tem muitos pontos a dar.
Helton; Bosingwa, Pedro Emanuel, Bruno Alves e Fucile; Paulo Assunção, Lucho González e Raul Meireles; Tarik Sektioui, Lisandro López e Ricardo Quaresma.
20.47 – INÍCIO DA PARTIDA. Grande entusiamo no Dragão, com os adeptos portistas a manifestarem-se ruidosamente. 3′ – Primeiro canto da partida favorável aos anfitriões. Defesa do Estrela afasta o perigo. 7′ – Estrela consegue sacudir a pressão incial do FC Porto e aproxima-se da área dos dragões com algum perigo.
9′ – Golo do FC Porto. Lisandro “ganha” a linha do lado esquerdo e centra atrasado para Lucho, que finaliza com calma e classe.
11′ – Golo do FC Porto. Cruzamento em trivela de Quaresma bem aproveitado por Tarik com um remate oportuno ao segundo poste.
15′ – SUBSTITUIÇÃO NO ESTRELA. WAGNÃO rende Moreno, que sai lesionado.
18′ – Estrela não consegue reagir, face à pressão asfixiante dos dragões logo na primeira fase de construção.
19′ – Tarik coloca a bola no fundo das redes à guarda de Nélson, mas o golo não é sancionado pois o marroquino estava fora de jogo.
20′ – Remate de fora de área de Quaresma. A bola bate em Maurício e sai pela linha final.
23′ – Execelente remate de Fucile, com a bola a sair pouco por cima da barra. O FC Porto não levanta o pé.
26′ – Bom cruzamento de Tarik, mas Lisandro cabeceou ao lado.
30′ – Livre de Quaresma sobre a esquerda do ataque portista com a bola a perder-se pela linha final. O extremo tentou o remate directo.
35′ – Cruzamento de Bosingwa, mas Nélson sai e antecipa-se a Tarik.
38′ – Tiago Gomes tenta a sorte de fora da área. Sem êxito. A bola sai por cima da baliza de Helton.
44′ – Um minuto de compensação.
21.33 – FINAL DA PRIMEIRA PARTE.
21.48 – REINÍCIO DA PARTIDA.
49′ – Quaresma tenta o remate de longe. A bola bate em Wagnão e sai pela linha final. O FC Porto recomeçou como começou… dominador.
56′ – SUBSTITUIÇÃO NO ESTRELA DA AMADORA. NUNO VIVEIROS rende Celestino.
58′ – CARTÃO AMARELO A MAURÍCIO, por protestos.
63′ – Bomba de Maurício na marcação de um livre directo. A bola sai um pouco ao lado do poste esquerdo da baliza de Helton.
65′ – Golo do FC Porto. Excelente jogada de Raul Meireles pela direita culminada com um cruzamento para Quaresma, que “fuzila” Nélson.
66′ – SUBSTITUIÇÃO NO FC PORTO. MARIANO rende Tarik.
70′ – Golo do FC Porto. Bosingwa cruza, Nélson intercepta a bola bate ao Maurício e entra na baliza.
73′ – SUBSTITUIÇÃO NO FC PORTO. BOLATTI rende Bosingwa.
73′ – SUBSTITUIÇÃO NO ESTRELA. MARCO PAULO entra para o lugar de Mateus.
77′ – CARTÃO AMARELO A HUGO CARREIRA.
78′ – Golo do FC Porto. Mais uma assistência de Raul Meireles: desta feita, o feliz contemplado foi Bruno Alves, que cabeceou para o 5.º golo.
81′ – JESUALDO FERREIRA ESGOTA AS SUBSTITUIÇÕES. FARÍAS rende Paulo Assunção.
87′ – Golo do FC Porto. Quaresma assiste Lisandro, que faz o 6.º para os dragões.
Jogadores do FC Porto vão trocando a bola enquanto aguradam o final do encontro. Os adeptos entoam: campeões, campeões…
22.36 – FINAL DA PARTIDA. FC PORTO É TRICAMPEÃO NACIONAL.
…que por destino teve um filho portista e lhe resolveu prestar homenagem neste tópico.
Pensavam que quê?
Ainda tenho esperanças que levem este campeonato aos tribunais e atribuam a vitória ao Boavista FC 😆
a) Não declarar a inconstitucionalidade nem a ilegalidade da norma constante do artigo 46.º, n.º 3, do Estatuto da carreira dos educadores de infância e dos professores dos ensinos básico e secundário, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 139-A/90, de 28 de Abril, na redacção dada pelo artigo 2.º do Decreto-Lei n.º 15/2007, de 19 de Janeiro;
b) Não declarar a inconstitucionalidade da norma contida no artigo 10.º, n.º 8 do Decreto-Lei nº 15/2007;
c) Declarar a inconstitucionalidade, com força obrigatória geral, da norma contida no artigo, 15.º n.º 5, alínea c) do referido Decreto-Lei n.º 15/2007, por violação do nº 2 do artigo 47.º da Constituição.
O que diz o referido artigo
Artigo 15.º
Recrutamento transitório para professor titular
(…)
5 – Apenas podem ser opositores aos concursos referidos no n.º 1 os docentes integrados na carreira que preencham, cumulativamente, os seguintes requisitos:
(…)
c) Não estejam na situação de dispensa total ou parcial da componente lectiva.
Mais um imbróglio para o Ministério de Educação que será obrigado à criação de mais vagas artificiais para Professor Titular, resta saber se estas vagas serão daquelas que não contarão para a dotação de 1/3 dos lugares.
Qualquer dia teremos as escolas cheias de PT’s (estas siglas não soam muito bem) à custa das colocações extraordinárias sem ocupação de vaga.
Caro candidato, A DGRHE tem o prazer de o informar que o concurso de contratação para o ano escolar 2008/2009, decorrerá de 8 a 21 de Abril. A partir de amanhã, dia 4 de Abril, deve consultar a página da DGRHE www.dgrhe.min-edu.pt, onde estará disponível:
1 – Uma aplicação informática – “CONCURSÁRIO” para aferir a sua situação concursal para o ano escolar 2008/2009.
O «Concursário» reflecte os dados pessoais dos candidatos, bem como, a situação dos candidatos admitidos às diferentes fases dos concursos, nos anos escolares 2006/2007 e/ou 2007/2008, e poderá conter informação para o concurso de 2008/2009.
2 – Nota informativa – Concursário – para esclarecimentos necessários sobre o acesso a esta aplicação e como contactar a DGRHE, em caso de necessidade (anexo).
3 – Manual Interactivo de Candidatura, o qual lhe permitirá um prévio conhecimento da aplicação informática, Candidatura de Contratação, bem como formas de preenchimento dos respectivos campos, de modo a facilitar a realização da candidatura com sucesso.
4 – Aviso de Abertura dos concursos que será publicado em Diário da República, no dia 7 de Abril (anexo).
Também se anexa para sua informação esclarecimentos sobre renovação de colocações em regime de contratação, ver NOTA.
DGRHE – Direcção Geral dos Recursos Humanos da Educação
DSRPD – Direcção de Serviços de Recrutamento de Pessoal Docente