Agora já são conhecidos todos os programas eleitorais. Todos vão ficar na barra lateral até ao dia 5 de Junho, agora cada um decida por si. A minha decisão acabou de ser tomada com a apresentação do programa do CDS-PP, quero que os dois governem juntos, acho que não existe outra solução e seria difícil a governação do País se não existisse uma maioria destes dois partidos e que obrigasse a formar governo com José Sócrates.
Muito se tem falado nela, a Taxa Social Única (TSU) tem esgotado 50% dos debates na opinião pública.
A dúvida que existe é onde se vai buscar o dinheiro perdido com a redução da TSU em 4%. Actualmente esta taxa tem o valor de 23,75% e é a contribuição das empresas para a Segurança Social que serve para pagar as Aposentações, os Subsídios de Desemprego e as Prestações Sociais.
Uma coisa que nunca percebi é porque razão quando alguém vai para a aposentação, está desempregado ou de baixa médica deixa de pagar a contribuição para a Segurança Social. Não seria lógico que em vez de se falar em aumento de impostos, tributações ou escalões de IRS não fosse pedida antes uma contribuição dos que recebem prestações sociais, superiores a determinado rendimento, em metade do valor de quando estavam no activo?
…quando alguns candidatos tentaram submeter a candidatura no último dia do prazo e não conseguiram e a resposta que veio da dgrhe no dia seguinte para o pedido da submissão da candidatura foi negativo, apesar de terem acesso as inúmeras tentativas que foram feitas para a submeter.
Este sinal deveria ser dado com a apresentação do possível Ministro(a) da Educação. Parece que não, mas vai uma grande diferença entre alguns dos principais candidatos ao lugar.
Inscrição Obrigatória – de 18 a 23 de Maio – exceptuam-se os candidatos que tenham leccionado ou que se encontrem a exercer funções docentes em estabelecimentos de educação/ensino/instituições de educação especial da rede pública, em ambas as situações no período compreendido entre 01/09/2010 até à data de abertura do concurso.
Milhares de pessoas vão estar fora de Roma nos próximos dias com medo que uma profecia que data do século passado se torne realidade. A profecia prevê que a capital italiana seja abalada por um potente sismo hoje mesmo, dia 11 de Maio.
Hoje, o Blog do ALHO publica uma entrevista realizada a José Manuel Canavarro que vem dar resposta a algumas dúvidas que não se encontram no programa do PSD. O bicho papão da anulação dos concursos nacionais desaparece nesta entrevista. É bom que os potenciais candidatos ao lugar a ocupar na 5 de Outubro digam quais as suas ideias e se possível intervenham em debates onde seja abordado o tema da Educação.
Sendo JMC um dos putativos candidatos a ocupar o lugar de Ministro da Educação, em caso de vitória do PSD, é bom reter algumas das ideias para um próximo mandato na 5 de Outubro.
Propostas do PPD/PSD
Com a recente apresentação do programa eleitoral do PSD, foram várias as apreciações que desde logo se viabilizaram. Identificaram-se virtudes, apontaram-se eventuais omissões e criticaram-se algumas orientações.
Formalizado – a todos os partidos políticos com representação parlamentar – o desafio de aqui responderem, esclarecendo, a um conjunto de questões cruciais para o sector da Educação, publico agora a entrevista mantida com José Manuel Canavarro, cabeça de lista, por Coimbra, pelo PSD às próximas legislativas de 5 de Junho.
A par de Nuno Crato e de Joaquim Azevedo, Canavarro é tido como provável num futuro elenco governativo havendo até quem não exclua a hipótese de vir ser o futuro Ministro da Educação num executivo liderado por Pedro Passos Coelho. Trata-se de um importante testemunho, que aborda:
a gestão escolar e a propalada municipalização da sua administração;
a gestão do pessoal docente e a eventual necessidade de abertura de concursos nacionais;
o anunciado reforço da representatividade das autarquias nos Conselhos Gerais;
o modelo de avaliação do desempenho docente proposto pelo PSD (quotas, duração dos ciclos avaliativos, componente externa..);
a fusão e eventual extinção de agrupamentos (em que termos e com que dimensão);
o actual Estatuto da Carreira Docente e eventuais alterações;
a Reforma Curricular no Ensino Superior e no Ensino Básico e Secundário;
a autoridade dos Professores e a possível equiparação a Autoridade Pública, considerada em ponderação com o Estatuto do Aluno;
o Apoio ao Estudo e a Área de Projecto;
o que esperar, afinal, de um Governo PSD para o sector da Educação
Encontra-se aberto o período para validação das candidaturas pelas escolas que decorre até às 18 horas do dia 16 de Maio.
No dia 17 e 18 de Maio podem ser efectuados pelos professores aperfeiçoamentos de campos que sejam passíveis de alteração e que tenham sido invalidados.
“… que não tem ponta por onde se lhes pegue e é o desvirtuar de uma escola/educação “assente no princípio da humanidade e no princípio da proximidade“, é a destruição dos valores que vamos construindo ao longo dos anos.”
Gostei especialmente da referência às mulheres finlandesas. Ok, pronto. Respondam agora à versão 2 de Sócrates. Aposto que não têm argumentos para isso. 😀
Encontram-se disponíveis, para consulta, os enunciados das Provas de Aferição dos 1.º e 2.º ciclos do ensino básico e os respectivos critérios de codificação
Também acho que não era preciso fazer esta triste figura em elaborar “planos B” que tem esta passagem bestial:
«O nosso plano B passa pela possibilidade de os professores terem a chave da escola e, no dia especifico das provas de aferição, eles próprios assumirem a responsabilidade de abrir a escola, acompanhar os alunos das provas da aferição» e ainda levá-los a casa, disse Manuel Pereira.
O jornal Público afirma após a análise do documento da Troika que a Educação irá perder em 2012, 195 milhões de euros e em 2013 mais 175 milhões de euros, somando até final de 2013 uma redução de 1270 milhões de euros à custa da “racionalização da rede escolar com a criação de agrupamentos de escolas, abaixamento das necessidades de pessoal, centralização das compras; e redução e racionalização das transferências para as escolas privadas com acordos de associação”
Até aqui nada de mais tendo em conta o esforço que está pedido pelo o empréstimo dos 78 mil milhões de euros. O problema reside nos números apresentados para o ano de 2011 com uma perda de 800 milhões de euros.
Se o maior volume na redução dos orçamento do Ministério da Educação passou pela redução de vencimentos também não me esqueço que fazia parte desse pacote de redução a eliminação da área de projecto, do estudo acompanhado e do par-pedagógico na disciplina de EVT.
Se a Troika de 3 em 3 meses irá controlar a despesa pública tenho algum receio que voltem à carga, logo após a tomada de posse do novo governo, as medidas que possam colocar em rota as contas previstas pelo OE2011.
A única dúvida passa por saber se qualquer alteração ao currículo pode ainda entrar em vigor no dia 1 de Setembro de 2011, ou se será adiada por mais um ano. Pior seria, mas já não me espantava, que a meio de um ano lectivo fosse feita uma alteração curricular.
Sobre a notícia em destaque no Jornal acho que o Joaquim Azevedo, o David Justino e o Roberto Carneiro devem ter escrito alguma carta aberta à Troika tal a semelhança com posições que ouvi recentemente da boca deles.
Foi publicado hoje o Despacho nº 6916/2011 que determina o número de créditos de tempos lectivos a atribuir para o programa de desporto escolar e define a regulamentação dos grupos-equipa com actividade externa.
Depois de Sócrates anunciar o que não se ia fazer ficou a comunicação social com o ónus do anúncio daquilo que se vai aplicar até 2013. Assim, a comunicação que Sócrates e o “homem de Pedra” fizeram ontem ao País mais não serviu do tempo de antena para a campanha eleitoral.
A paralisação foi marcada pela Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública e que abrange o pessoal auxiliar das escolas.
Fonte do gabinete da ministra Isabel Alçada diz à Renascença que as escolas têm autonomia para gerir a situação, de modo a assegurar que as provas se realizem com normalidade.
Os testes destinam-se aos alunos do quarto e sexto anos do ensino básico.
Tendo em conta que toda a distribuição de serviço para o dia 6 e 11 de Maio compete aos docentes (secretariado de exames e aplicadores) que não estão abrangidos pelo pré-aviso de greve é natural que não seja preciso muita imaginação para perceber qual a autonomia que as escolas têm para gerir essa situação, apesar de existir um intervalo entre as duas partes da prova de aferição.
The Portuguese bailout package has divided Finns in two, according to a survey published by national daily Helsingin Sanomat on Tuesday.
Some 38 per cent of Finns told that they supported the bailout package, while some 36 per cent responded that they oppose propping up Portugal. A quarter did not state an opinion either way.
True Finns supporters were the most keen to reject the EU’s aid package, with almost four in five responding that they were opposed to it.
National Coalition supporters were much more permissive with close to two in three supporting the bailout. Centre supporters were similarly pro the aid package.
Polling company Taylor Nelson Sofres (TNS) carried out the survey by interviewing some 1,200 Finns. The margin of error was stated at just under three percentage points in either direction.