Ago 15 2011
Paulo Guinote e João Dias da Silva no TVI24
Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2011/08/paulo-guinote-e-joao-dias-da-silva-no-tvi24/
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2 comentários
Aquilo que eu penso desta isenção da avaliação é o seguinte: doe a quem doer mas professores com trinta anos de serviço não são obrigatoriamente «melhores» que alguns professores com menos anos de serviço!!! Pela experiência que tenho (SÒ 15 ANOS!!!!) já me deparei com muitos colegas com mais tempo de serviço e muito desatualizados. Deve haver sim avaliação mas ou no início da carreira e quando falo em início é nos primeiros anos (até 4 ou 5 anos) ou então igual para todos. Sim devem estar a pensar que estou a falar porque estou a olhar para o meu umbigo, mas NÃO! Estou a falar por milhares de professores. Um docente que já trabalha há 10 anos pode ter tanta ou mais experiência cientifico pedagógica que um docente em fim de carreira. Por isso espero que os sindicatos pensem bem nesta proposta do ME, porque não é a melhor, na minha opinião. Eu sempre fui da opinião que deve haver seleção de professores (para evitar este excesso de professores desempregados) mas logo no início, porque se um professor é «mau» profissional não deve andar anos a ser avaliado e coitadas das crianças!! (agora falando como mãe). Daí ser no início da carrreira.
Em 1º lugar: que bom respirar-se paz neste blogue
Concordo com a opinião da colega Cristina. Penso apenas que na conclusão do secundário já existem algumas características que permitem selecionar quem pode ou não seguir a via ensino.
Neste ano, dada uma intervenção cirúrgica que realizei, no meu regresso tive uma experiência muito agradável: a de codocência . Ambos aprendemos e os alunos foram beneficiados. Penso que uma das grandes vantagens deve-se a ambos termos estudado na mesma instituição (ESE de Viseu). Claro que em muitas situações esta experiência pode ser traumatizante.
Pessoalmente não aprecio ouvir falar mal dos colegas mais velhos, na generalidade. Um dia também o seremos. Seja com pc ou não, o que importa é que o aluno aprenda (experimentem algumas turmas pca em escolas TEIP…). A própria relação “tu” para com aqueles que podiam ser nossos pais parece-me incorreta.
Da mesma forma, embora nos últimos anos tenha estado, na generalidade, a constatar o contrário, nem todos os colegas mais novos contratados têm falta de conhecimentos ou boas práticas pedagógicas.
Temos que nos ajudar!
A juventude/pujança/força não é eterna!