FNE – Reconhecer o trabalho extraordinário exige justiça, responsabilidade e uma visão de todo o sistema

 

Mas importa colocar uma questão elementar: o pagamento de horas extraordinárias é um reconhecimento excecional ou é, simplesmente, o cumprimento de uma obrigação decorrente da prestação de trabalho para além do horário normal?

Leia aqui o comunicado FNE completo 

 

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3 comentários

  1. É curioso ver tanta indignação agora por causa da classificação digital e do trabalho extraordinário, quando durante muitos anos os professores transportavam os exames em papel, iam buscá-los e entregá-los pessoalmente, carregando literalmente os testes às costas, enfrentando longas deslocações e assumindo responsabilidades acrescidas. Nessa altura, poucos se mostravam preocupados com a sobrecarga de trabalho dos docentes ou com o tempo que dedicavam para além do horário. É importante reconhecer que existem problemas que devem ser corrigidos, mas também evitar discursos oportunistas que surgem apenas quando há maior exposição mediática. A escola precisa de soluções concretas, de melhor organização e de respeito pelo trabalho de todos os profissionais, e não de polémicas alimentadas por interesses circunstanciais. A Educação não beneficia de forças de bloqueio que transformam qualquer dificuldade numa batalha política ou sindical. O que os professores precisam é de condições para trabalhar com estabilidade, planeamento e confiança, dispensando oportunismos e atitudes que apenas atrasam a resolução dos problemas.

    • Dejá vu on 12 de Julho de 2026 at 11:29
    • Responder

    Há muito tempo que digo que a escolaridade obrigatória de 12 anos não devia terminar com exames. Feito isto, dispensavam esta trapalhada. E o dinheiro que poupavam!

    Para os alunos que querem ir para as universidades estas que elaborem e apliquem as provas no formato que entenderem e corrijam nas no formato que também bem entenderem .
    Querem alunos de graça. Sem esforço.
    O ónus fica em cima dos zecos do secundário, tontos e dedicados, que até pedem para ver provas, como o caso do professor Oliveira que vem hoje no Público. Inaudito!

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