… sobre a organização do próximo ano lectivo.
Mais um post para identificarem problemas desta vez sobre a organização do ano letivo que este ano funcionou de acordo com o despacho normativo 13-A/2012, de 5 de Junho.
Tendo em conta a existência de um concurso interno a decorrer em breve é importante clarificar os aspectos principais de distribuição de serviço e de funcionamento do próximo ano lectivo para que as surpresas por ausência de componente lectiva não ocorram depois do concurso interno a realizar entre Março e Abril.
FNE reúne com MEC para discutir organização do próximo ano letivo
Está agendada para o próximo dia 13 de fevereiro, em Lisboa, uma reunião entre a Federação Nacional da Educação (FNE) e o Ministério da Educação e Ciência (MEC) para discutir matérias relativas à organização do próximo ano letivo.
É entendimento da FNE que o despacho de organização do ano letivo deve ser alvo de auscultação sindical, já que a organização de qualquer ano letivo é sempre um elemento significativo para a vida profissional de todos quantos trabalham nas escolas públicas, pelo que a intervenção sindical faz todo o sentido.
Tendo em conta os diversos problemas assinalados este ano, os quais foram, oportunamente, identificados e transmitidos pela FNE ao Ministério da Educação e Ciência, em várias ocasiões, torna-se fundamental que se inicie, atempadamente, um processo de auscultação aos sindicatos.
O próximo despacho de organização do ano letivo terá de ser, necessariamente, um documento coerente e capaz de facilitar o funcionamento das escolas. Pretendemos obter da tutela o compromisso de que o diploma que traça as orientações para as escolas não constitua um elemento perturbador do sistema. O respeito pelo tempo de trabalho direto com os alunos é para nós uma prioridade




8 comentários
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Espero que a componente não lectiva, sofra alterações significativas no sentido rentabilizar estes momentos numa clara forma de que haja apoiar alunos com verdadeiras necessidades educativas e deixar-mos de andar aqui a brincar com ajuntamentos de alunos, quando algum professor falta ou está de atestado, não respeitando estes os professores e nada de palpável se retira destas milhares de aulas para bem do ensino.
Acho que vem aí um tsunami para os professores, mas continuamos a pensar que o próximo ano letivo se vai manter no essencial. A bruxa da Lurdinhas, que provocou danos, é uma beata, e não digo santa, comparada com aquilo que nos vai acontecer, não tarda. Os sindicatos não se mexem e nós também não…
O colega acabou de dizer tudo! Andamos que nem uns bois pasmados. E quando a coisa chegar, não há-de ficar pedra sobre pedra. Enfim, cada vez mais acho que esta (pasmados tratando da vidinha enquanto se pode, depois se logo vê) é mesmo a matéria de que somos feitos. Paz às nossas santas e sofridas alminhas.
Cada vez que a FNE reúne com o MEC a coisa piora.
Pode ser que faltem….ou o MEC decida a coisa sem a FNE!
É uma notícia positiva.
Já que a Fenprof apenas aponta baterias para manifestações, é importante que o próximo ano lectivo comece a ser “pensado” com a devida antecedência.
E, é claro que isto está relacionado com o próximo concurso geral, pelo que é crucial que os professores saibam o que aí vem. Acredito que não seja nada de bom, mas é melhor sabermos com o que podemos contar…
E depois de sabermos as intenções do MEC (não as do relatório do FMI) poderemos pensar em formas de luta.
Por onde anda a Frenprof ? alguém sabe ? está a trabalhar em que matéria neste momento ? Temos que exigir que estes sindicatos reagem, façam propostas concretas, participem activamente no debate destas questões.
Para muitos dos professores de EVT, entre outros colegas, o próximo ano e o concurso interno não deverão trazer grandes alternativas. Não compreendo como os sindicatos não fizeram nada relativamente à situação injusta em que os docentes concorrem por ausência da componente letiva. Há muitos professores que concorrem em DACL com habilitações profissionais para lecionar outras áreas, tais como educação especial, 1º ciclo, etc. No entanto, quando vão a DACL apenas podem concorrer ao seu grupo de recrutamento, o que não se compreende pois, não tendo nada contra os contratados, estes, podem concorrer a mais do que um grupo. Acontece que a continuar assim, os que vão a DACL arriscam-se a não ficar colocados e ir parar à mobilidade especial, enquanto que os contratados, que, quer queiram ou não, estão atrás mas passam à frente. Pense que é um assunto pertinente e injusto, pelo qual os sindicatos já deviam ter feito qualquer coisa.
Manuel Carvalho…deixarmos é tudo junto…