E se, em vez de folclore, fizesse o que lhe compete, ou seja, dar instruções à Direcção Regional de Educação e Reecursos Humanos para que abra imeditamente um concurso para vinculação extraordinária de contratados?
Só pode reclamar igualdade quem a pratica, o que não é o caso da Madeira (e dos Açores, já agora), onde os continentais concorrem numa prioridade atrás dos ilhéus.
Mas esta gente anda boa da cabeça, ou pensa que não se percebe que o verdadeiro problema é a ausência de avaliação necessária para o cvoncurso no continente?
Realmente o que tinham de fazer era um concurso também com o mesmo tipo de condições, ou seja, para todos os que leccionam em escolas da dependência da Secretaria Regional de Educação da Madeira. Mas não! entra-se nestas guerrinhas e quem sai a perder são os professores!! Até porque o pessoal da Madeira podia concorrer e muitos concorreram.
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E se, em vez de folclore, fizesse o que lhe compete, ou seja, dar instruções à Direcção Regional de Educação e Reecursos Humanos para que abra imeditamente um concurso para vinculação extraordinária de contratados?
Só pode reclamar igualdade quem a pratica, o que não é o caso da Madeira (e dos Açores, já agora), onde os continentais concorrem numa prioridade atrás dos ilhéus.
Mas esta gente anda boa da cabeça, ou pensa que não se percebe que o verdadeiro problema é a ausência de avaliação necessária para o cvoncurso no continente?
Realmente o que tinham de fazer era um concurso também com o mesmo tipo de condições, ou seja, para todos os que leccionam em escolas da dependência da Secretaria Regional de Educação da Madeira. Mas não! entra-se nestas guerrinhas e quem sai a perder são os professores!! Até porque o pessoal da Madeira podia concorrer e muitos concorreram.