Depois do processo de matrículas concluído verificou-se de imediato que havia alunos dentro da escolaridade obrigatória dados como sem colocação.
Antes da restruturação do MECI existiam equipas nas direções regionais que a bem ou a mal conseguiam colocações administrativas dos alunos sem colocação, ainda durante o mês de julho. Agora por incapacidade de quem gere a AGSE nada disto foi feito e foi tudo empurrado para o arranque do ano letivo.
Mas este é um problema estrutural que não se consegue mudar se não houver intrelocutores com as escolas.
Mas também existem Incapacidades Técnicas nesta processo.
Se no ano passado havia quem nas direções regionais pudesse mudar as opções de matrícula dos alunos, agora nada disso existe, São 5 escolas e ponto final. Se no ano passado havia que pudesse abrir a matrícula dos alunos para colocar novas opções de matrícula agora não existe quem faça isso.
E mais, se um aluno está sem colocação no Portal das Matrículas e esse aluno não colocou a escola onde estudou no ano passado, essa vaga deve manter-se do aluno até conseguir vaga numa das suas 5 opções. Mas não havendo lugar para este aluno nas suas 5 opções a Plataforma das Matrículas vai continuar a dizer que o aluno está sem colocação, quando não está.
Da AGSE colocaram-me administrativamente alunos nestas condições e pedem-me para dar vaga ao aluno no Portal das Matrículas, contudo não vou fazer isso, porque não tenho como opção colocar o aluno na escola onde ele está porque não escolheu essa escola nas suas opções e nas que escolheu não tenho qualquer vaga.
E quantos alunos estão colocados, mas por INCAPACIDADE da AGSE que não consegue fazer o raio de uma plataforma em condições, estão dados como não colocados? Não gastaram milhões em plataformas?
Até eu era capaz de fazer uma coisinha (plataforma) melhor sem tanta despesa.
O Melhor é o MECI falar com quem sabe resolver estes problemas em vez de andar a enterrar-se a cada dia que passa com gente INCAPAZ.





2 comentários
Isso mesmo. Afastar os incompetentes irritantes. Já vai muito tarde.
O processo de reapreciação de classificações de exames é alucinado: 2 plataformas, preencher cabeçalhos com 9 campos, em 2 fichas, por reapreciação. Em pdfs, aos saltos sempre que se insere um caracter, que não gravam automaticamente (impensável atualmente), inserir 3 fichas por reapreciação, abrir as respostas num campo, as alegações noutro, escrever as classificações resultantes em 3 fichas …..
Fora o trabalho de análise e argumentação face às alegações. E reclassificar toda a prova.
A classificação digital da 2.ª fase correu de forma excepcional, quando comparada com a reapreciação, dirigida pelo JNE.
Mas é assim tão difícil, ao Sr. Ministro ( e acólitos), que esta centralização na AGSE é um autentico flop?
– Não há atendimento telefónico;
– Não há comunicação com as escolas;
– Notas informativas e/ou circulares? Isso é do tempo passado;
– Apoio às escolas: zero;
A única coisa que “evoluiu” foi a confusão.