Professores Lesados a 25/08, quantos serão? (a guerra dos números)

Muito se tem especulado sobre o número de professores que foram lesados com a alteração das regras , priorizando, unicamente, os horários completos. O 25 de agosto tem um gosto amargo na boca de muita gente, mas quantos serão na realidade?

O movimento LUTA POR CONCURSOS de professores MAIS JUSTOS! tem tentado aferir esse número através de um questionário online e que até ao momento resultou nos números abaixo:

 

Mais haverá. A lista ainda está em aberto e pode ser preenchida a qualquer momento.

Outra das guerras de números é de quantos destes docentes interpuseram Recurso Hierárquico. Para tentarem aferir. também, esse número o mesmo movimento lançou novo questionário que pode ser preenchido aqui.

 

 

 

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13 comentários

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    • anonimo on 27 de Novembro de 2017 at 14:40
    • Responder

    Eu sou um dos lesados da MI, mas não vou preencher o questionário.
    A que propósito temos de preencher o questionário com os nossos dados pessoais, incluído o Cartão de Cidadão?

      • Anonimo nº2 on 27 de Novembro de 2017 at 19:12
      • Responder

      Exatamente. Eu também estou na mesma situação. É obvio que os penalisados são muitos mais. Importa, pois, repôr a justiça. Abram concurso interno com vagas reais e consequentemente MI para todos com critérios justos e iguais em todas as listas. Também não vou preencher o questionário.

        • Luisa Barbosa on 27 de Novembro de 2017 at 19:34
        • Responder

        Eu sou mais uma lesada. Sou professora com 26 anos de serviço e fui ultrapassada por jovens com menos graduação. Está na hora já algum tempo dos concursos justos.

          • Maria Miguel on 28 de Novembro de 2017 at 17:20

          E eu também estou na mesma situação.

    • a on 27 de Novembro de 2017 at 19:45
    • Responder

    Julgo que o movimento deveria chamar-se «Luta por concursos de professores justos», sem a palavra «mais». Chega de injustiças. Quem não deve não teme e espero que os sindicatos façam ver ao ME que só com a realização obrigatória de um concurso geral em 2018 se poderão corrigir muitas injustiças, muitas mais do que 200: «Sobre as regras especiais do concurso interno antecipado, a Sra. Secretária de Estado afirmou não ter disponibilidade para alterar a sua proposta, porquanto considera legalmente o concurso da mobilidade interna de 2017 foi cumprido, havendo na prática cerca de 200 docentes que não estão satisfeitos com a sua atual colocação e cerca de 13800 satisfeitos.» (http://aspl.webhs.pt/article/22112017-reuni%C3%A3o-me). A falta de disponibilidade do ME não pode deixar de ser confrontada com uma resposta firma dos sindicatos. No site do SINDEP, pode ler-se: «A proposta do SINDEP/FENEI vai no sentido de aceitar o Concurso Interno Antecipado tal como apresentado pelo ME, havendo por parte deste, o compromisso de vir a dar instruções à DGAE para a utilização dos horários completos e incompletos disponibilizados pelas escolas.» (http://www.sindep.pt/Documentos/Negociacoes%20ME_22_11_2017.pdf). Espero que este sindicato, tal como os outros, não concorde que à mobilidade interna apenas concorra quem quiser.

      • Paulo on 27 de Novembro de 2017 at 21:55
      • Responder

      “Cerca de 200 professores não estão satisfeitos com a sua colocação”. Faço uma questão: mas afinal, algum destes professores foi colocado numa escola, para a qual não tenha concorrido? Insatisfeitos como?

        • Haja paciência. on 28 de Novembro de 2017 at 14:27
        • Responder

        Vou responder com a seguinte observação: Para o ano vou colocar apenas uma escola – aquela que eu quero e fico à espera que me coloquem lá!!!!!!!!!!!!!

        O pior cego é o que não quer ver!!!! Se houve uma mudança de critério é natural o descontentamento!!!

        • Maria Martins on 28 de Novembro de 2017 at 17:25
        • Responder

        Sim eu sou um caso desses. Estou numa escola que não coloquei no boletim de concurso. O mais engraçado é que sou a 1.ª da lista graduada e não fiquei em nenhuma das 7 escolas a que concorri e na semana seguinte foram lá colocadas pessoas, inevitavelmente, atrás de mim. Parece-lhe bem?

          • Maria Pereira on 30 de Novembro de 2017 at 22:29

          Mas se é QZP, mesmo que não tenha colocado a escola, aquando da MI, fica sempre vinculada à probabilidade de ficar colocada em qualquer escola do seu QZP.
          Só porque alguns estão insatisfeitos, não é correto obrigar toda a gente a concorrer a um novo concurso. Aliás, houve muitas ultrapassagens no anterior concurso interno quando não se respeitou a graduação profissional, ao separar QE e QZP, e não vi tal alarido. Estes questionários que andam a circular, que credibilidade? Quem me garante que as pessoas que respondem, falam a verdade?

        • anonimo on 28 de Novembro de 2017 at 19:32
        • Responder

        Já não há paciência para essa conversa. Há gente que gosta de parecer burra e fazer dos outros parvos, irra. O Sr Paulo gosta mesmo
        é de gozar com os colegas, não é???? CLARO QUE TODOS FICARAM ONDE CONCORRERAM. VOU REPETIR: O problema está no facto dos mais graduados terem sido ultrapassados pelos menos graduados que ficaram nas vagas que deviam ser dos mais graduados se não tivessem dividido os horários solicitados pelas escolas em 2 concursos (MI e RR) Percebeu ou quer um desenho???

    • Lope on 27 de Novembro de 2017 at 21:43
    • Responder

    Que trapalhada!

      • Paulo Couto on 28 de Novembro de 2017 at 17:55
      • Responder

      Hoje na escola vi uma dessas do movimento a incentivar as pessoas a preencher… “preenche… inventa… o que interessa é fazer número…” Como querem que haja o mínimo de credibilidade nestes questionários às 3 pancadas? Terão que apresentar números mais precisos… Lesados de facto? Cerca de 300!

    • fdoc on 4 de Dezembro de 2017 at 9:31
    • Responder

    Eu gostaria que alguém me explicasse como é que não tendo sido ninguém colocado em horário incompleto no GR100 na MI do ano passado (16/17) podem dizer-se “Lesados” com as alterações das regras??? Parece-me assim um bocado para o ridículo.

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