O BE vai propor que os anos de congelamento sejam descontados no tempo de aposentação, em alguns casos. Caso haja abertura do governo, esta seria uma EXCELENTE medida para os professores mais “velhos” e até pouparia alguns euros na progressão da carreira, pois estes docentes com 40 ou mais anos de serviço aceitariam a medida mesmo que já não progredissem. Para os mais novos, o tempo seria recuperado para a progressão. Repito, uma EXCELENTE medida que os sindicatos devem aceitar.
O BE que proponha já para o próximo orçamento subida de índices em todos os escalões (a subida para o indice acima fica abaixo dos 100 euros líquidos, muito menos que o negociado com os enfermeiros). O índice do 9ª e 10ª escalão seria o mesmo. Ficaríamos com uma carreira mais igualitária, tal como em outros países da europa. Depois negociava-se mais qualquer coisa faseada.
A secretária de Estado reafirmou o descongelamento dos anos do tempo de serviço de forma faseada, acrescentando que “a correção do tempo de serviço congelado é matéria cujos termos, limites, condições e faseamentos concretos serão objeto de negociação sindical com os sindicatos”.
“Se ouvirem os sindicatos é isto que eles pretendem, não há nenhum sindicato que até agora tenha exigido que todo o valor esteja na lei do OE. Não está neste orçamento nem tinha que estar. O que fica aqui como garantia é uma garantia de negociação sindical das condições, limites, termos e faseamento em que essa correção se fará”, sublinhou.
Mas afinal, o que esta senhora quer dizer com “limites e termos ? Será que está a querer inventar? Isto não me está a cheirar nada bem. Seja transparente por favor, Srª Secretária de Estado.
Colegas, esta não é uma questão partidária, é uma luta (justa) da nossa classe profissional, espezinhada por quase todos. O principal obstáculo é a enorme despesa que acarreta a integração dos colegas no índice adequado após 10 anos de não progressão.
Mas quem foram os signatários do congelamento? Os sucessivos governos desde 2005. Não façam de nós parvos. (Este PM dá dó, o Ministro da Educação não existe, teve uma única medida correta a de terminar com os contratos de associção, o resto é igual a Crato menos exames para o 4º e 2 ciclo.
Sou QZP , fiz greve, mas a próxima terá de ser a avaliações ou exames, tem que doer.
Outra sugestão era a de restringir o trabalho docente apenas, e repito apenas, à componente letiva e avaliações. Projetos, visitas de estudo, clubes, boa vontade, etc teriam de cessar. A educação perderia muito concerteza.
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O BE vai propor que os anos de congelamento sejam descontados no tempo de aposentação, em alguns casos. Caso haja abertura do governo, esta seria uma EXCELENTE medida para os professores mais “velhos” e até pouparia alguns euros na progressão da carreira, pois estes docentes com 40 ou mais anos de serviço aceitariam a medida mesmo que já não progredissem. Para os mais novos, o tempo seria recuperado para a progressão. Repito, uma EXCELENTE medida que os sindicatos devem aceitar.
O BE que proponha já para o próximo orçamento subida de índices em todos os escalões (a subida para o indice acima fica abaixo dos 100 euros líquidos, muito menos que o negociado com os enfermeiros). O índice do 9ª e 10ª escalão seria o mesmo. Ficaríamos com uma carreira mais igualitária, tal como em outros países da europa. Depois negociava-se mais qualquer coisa faseada.
A secretária de Estado reafirmou o descongelamento dos anos do tempo de serviço de forma faseada, acrescentando que “a correção do tempo de serviço congelado é matéria cujos termos, limites, condições e faseamentos concretos serão objeto de negociação sindical com os sindicatos”.
“Se ouvirem os sindicatos é isto que eles pretendem, não há nenhum sindicato que até agora tenha exigido que todo o valor esteja na lei do OE. Não está neste orçamento nem tinha que estar. O que fica aqui como garantia é uma garantia de negociação sindical das condições, limites, termos e faseamento em que essa correção se fará”, sublinhou.
Mas afinal, o que esta senhora quer dizer com “limites e termos ? Será que está a querer inventar? Isto não me está a cheirar nada bem. Seja transparente por favor, Srª Secretária de Estado.
Colegas, esta não é uma questão partidária, é uma luta (justa) da nossa classe profissional, espezinhada por quase todos. O principal obstáculo é a enorme despesa que acarreta a integração dos colegas no índice adequado após 10 anos de não progressão.
Mas quem foram os signatários do congelamento? Os sucessivos governos desde 2005. Não façam de nós parvos. (Este PM dá dó, o Ministro da Educação não existe, teve uma única medida correta a de terminar com os contratos de associção, o resto é igual a Crato menos exames para o 4º e 2 ciclo.
Sou QZP , fiz greve, mas a próxima terá de ser a avaliações ou exames, tem que doer.
Outra sugestão era a de restringir o trabalho docente apenas, e repito apenas, à componente letiva e avaliações. Projetos, visitas de estudo, clubes, boa vontade, etc teriam de cessar. A educação perderia muito concerteza.
A luta continua!