António Costa disse.
O tempo, insistiu António Costa, “não volta para trás”, razão pela qual “não é possível refazer o que foi feito” no período de congelamento de carreiras na administração pública.
“Estamos disponíveis para falar com todos, mas é preciso que todos tenham a noção de que é impossível refazer a história. Portanto, vamos falar, vamos seguramente ter em conta na medida das capacidades do país aquilo que são as preocupações das pessoas, mas tem de haver a compreensão de que é possível repor o relógio a andar para a frente, só que não é possível repor o relógio a andar para trás”, referiu.




7 comentários
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Bem… Costa hoje caiu na realidade e assumiu que não há mesmo dinheiro. Amanhã saberemos como acaba a telenovela.
(…) passada a crise, ida a troika e virada a “página da austeridade”, as pessoas (ou pelo menos algumas) têm o “direito” de recuperar o que perderam. Acha que isso faz sentido? Ao que tudo indica, o Presidente da República acha que não. Numa conferência sobre educação, Marcelo Rebelo de Sousa deixou vir ao de cima uma opinião que se aplica como uma luva às reivindicações dos professores: “A crise deixou marcas profundas, é uma ilusão achar que é possível voltar ao ponto em que nos encontrávamos antes da crise – isso não há!”.
Quando os professores tentam recuperar o que perderam na crise, mantendo o resto na mesma, e depois de assinado um acordo, propositadamente vago, adiando para dezembro o regresso às negociações, fica clara a oposição do PR em relação ao princípio e ao método.
A secretária de Estado da Administração Pública já tentou ligar a recuperação de rendimentos à revisão da carreira, que o próprio Governo considera incomportável: “Não nos furtamos a qualquer tipo de discussão. Esperamos que os nossos parceiros também não o façam.” Expresso
Resumindo, A CONTAGEM DO TEMPO DE SERVIÇO PARA EFEITOS DE
COLOCAÇÃO NO ESCALÃO DEVIDO, NÃO SERÁ FEITA!
Exemplificando com um exemplo de docentes colocados no 3º/4º
escalões, com 20-25 anos de tempo de serviço, deviam estar colocados nos
6º/7ºescalões; o que se esperava da mais ELEMENTAR JUSTIÇA, era que quando
ocorresse o descongelamento, esses professores que progredissem iriam para o
6º/7º escalão, bastando os milhares de euros que perderam por não terem
progredido, corte salarial e sobretaxa fiscal. Mas o que é dito tanto pelo PR
como pelo PM (um diz mata e o outro diz esfola) é que quando descongelarem
subirão para o 4º/5º escalões!…
Além disso, este conflito trouxe o pretexto para proceder a nova alteração da carreira e do ECD, dificultando artificialmente (ainda mais) a progressão.
Não é por falta de dinheiro mas tão somente que esse dinheiro já tem destino para os sugadores milionários do OE: bancos, PPP, swaps, ajustes diretos, corrupção, contratos públicos…
pelos vistos na madeira e Açores ira ser contabilizado, lá vou eu novamente para a madeira trabalhar , porque se este governo pensa que irei ficar para trás , quando os nossos colegas das ilhas vão progredir engana se
Quem paga são os do continente. Os estatutos não são iguais para todos?
eu tb pago afinal trabalho e faço descontos, que eu saiba toda gente que trabalha e é serio faz descontos do seu vencimento!
A madeira e açores têm autonomia e podem fazer o que quiser .
Pizzas, pizzas fresquinhas (sim fresquinhas do tipo congeladas e não quentinhas)…
Vamos mas é ter respeitinho por quem vos ensinou a ler e a escrever, cambada de incompetentes.