Não há acordo algum

… e tudo o que se promete (apenas 7 anos de carreira) só teria efeitos para lá de 2020.

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2 comentários

    • Maria Pereira on 16 de Novembro de 2017 at 20:38
    • Responder

    O que se pretenderá é acomodar os cortes e impedir o acesso aos 4 últimos escalões.
    2000 euros, mais ou menos o índice do actual 6º escalão, deverá ser, na nova carreira, o escalão máximo a atingir, lá pelos 38 anos de serviço. A fragmentação sindical, a sua politização e a desunião da classe docente, incapaz de lutar em bloco, são o caldo ideal para esta nova ordem, que se vem impondo desde 2005, iniciada por Sócrates. Infelizmente, julgo que a carreira docente só voltará a ser atractiva quando a procura superar a oferta. Tudo isto vem sendo preparado nas costas dos docentes por todos os intervenientes políticos há muito tempo. Os sucessivos congelamentos eram afinal um corte definitivo, muitos alertaram para essa intenção, mas foram ignorados. Maria de Lurdes Rodrigues perdeu os docentes e o mal que lhes infligiu deixou-os entorpecidos, medrosos, resignados, incapazes de lutar e de acreditar, como um “esparguete”, vaticinou!

    • Alabastro on 16 de Novembro de 2017 at 22:20
    • Responder

    É tudo uma “encenação política” e os professores devem ter cuidado com este jogo malicioso que o governo está a fazer.Vejam por favor o que Manuela Ferreira Leite disse na TVi 24 (21ahora) hoje (16) depas 21h45.

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