Manifesto 15 de Dezembro

MANIFESTO 15 de DEZEMBRO
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O direito dos professores à recuperação na carreira de todo o tempo congelado durante a época da austeridade é legítimo e é justo.
Saudamos a plataforma sindical pelo empenhamento nesta causa colectiva.
Saudamos a plataforma sindical pela vitória na madrugada de 18 de Novembro: um primeiro compromisso do governo de integrar o tempo congelado na progressão das carreiras.
Saudamos também a plataforma sindical pelo compromisso do governo de reposicionar os professores do 1.º escalão que estão nos quadros por vinculação em 2011 ou nos anos seguintes.
Entendemos que no centro do compromisso devem estar os professores mais fragilizados. É certo que todos os professores fizeram sacrifícios durante a austeridade, pagando a taxa extraordinária de IRS e sofrendo cortes remuneratórios avultados. Mas não foi assim com o congelamento do tempo de trabalho, que atingiu menos os que estavam próximos do fim da carreira – apesar de tudo, parados em lugares confortáveis. Os professores que mais sofreram com o congelamento das carreiras são os que ocupam os escalões intermédios e os primeiros escalões.
Conhecemos as condições de formação do actual 10.º escalão da carreira docente, vazio, até hoje, por efeito da crise e da austeridade. O acesso a este escalão não foi e não é motivo de injustiças ou de frustrações profissionais – é um topo imaginário ou virtual.
Também sabemos as razões dos escalões provisórios de 6 anos. Foram efeitos exclusivos da translação dos escalões da carreira em 2010, e não suscitaram nem dúvidas nem desigualdades.
Os avisos no texto do compromisso sobre a recomposição das progressões na carreira e as declarações públicas de diversos membros do governo – reconhecendo a justeza da reivindicação da contagem integral do tempo de serviço, mas referindo que esta esbarra em constrangimentos financeiros do Estado –, suscitam dúvidas muito sérias aos signatários sobre o resgate futuro dos seus direitos laborais.
Assim, apelando à solidariedade entre os professores, defendemos a suspensão do acesso ao 10.º escalão da carreira até o quadro económico do país permitir a reversão desta decisão, e defendemos a inalteração do regime transitório que dimensiona o 8.º escalão. São cedências equilibradas, com equivalente financeiro volumoso, adequadas a um tempo de lenta recuperação económica e apaziguadoras de tensões sociais desnecessárias e inúteis.
Nestes termos, há efectivas e reais condições para que a plataforma sindical exija ao governo, nas reuniões que se iniciam no próximo dia 15 de Dezembro, a devolução de todo o tempo congelado e o reposicionamento imediato dos professores, aceitando que a diferença salarial entre os escalões de partida e os escalões de chegada seja devolvida em quatro anos, em segmentos equivalentes, com início a 1 de Janeiro de 2019.

 

Póvoa de Lanhoso, 22 de Novembro de 2017.

 

Os signatários,

 

José Queirós (AE de Póvoa de Lanhoso)
Francisco Queirós (ES de Paredes)
Estela Freitas (AE de Alpendorada)
Natália Neves (AE de Sobreira)
Adelino Sousa (AE de Arouca)
Teresa Garcia (AE de Frazão)
Vasco Araújo (AE de Alberto Sampaio)
Estela Póvoas de Abrunhosa (AE António Nobre)
Joaquim Silva (AE Joaquim Araújo)
Rute Cunha Rocha (AE de Pinheiro)

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Subscrição: http://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT87545

Pelo Google: pesquisar “Petição Pública” e depois “Manifesto 15 de Dezembro”

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73 comentários

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    • Rodrigo on 23 de Novembro de 2017 at 20:54
    • Responder

    Excelente texto.
    Equilibrado e promotor de entendimento solidário entre professores com
    posicionamentos nas carreiras muito diferentes.
    A plataforma sindical tem de lhe dar a atenção devida.

      • Francisco Queirós on 23 de Novembro de 2017 at 21:36
      • Responder

      Esperamos que sim, Rodrigo. Mas é fundamental passar a palavra para o Manifesto ser assinado. Em todas as ruas, em todas as aldeias e em todas as cidades, como dizia o poeta Daniel Filipe.
      O ponto mais importante do Manifesto é o reposicionamento imediato de todos os professores com o tempo que andou congelado. É mais importante do que a remuneração. Por isso propomos que nos paguem só em 2019. Mas queremos ir para o nosso lugar de direito na carreira, já!
      Claro que estas reivindicações são compagináveis com o ritmo normal a que se vai desenvolver a carreira a partir de 1 de Janeiro de 2018.
      Posso dar exemplos, se forem suscitadas dúvidas.
      Um manifesto abraço para si,

        • Alexandre on 23 de Novembro de 2017 at 21:52
        • Responder

        Teria sido ótimo que te tivesses sido assim tão reativo quando a tua escola ficou sem 40% do orçamento de funcionamento. Como diretor tinhas essa obrigação.

          • Francisco Queirós on 23 de Novembro de 2017 at 22:06

          Creio que também não andei mal nessa matéria. Terás a possibilidade, amanhã, se quiseres passar por lá, e tomar um café comigo, de tirar essa dúvida.

          • Alexandre on 23 de Novembro de 2017 at 22:14

          Franscisco, não foste o único. Quase ninguém menciona que as escolas públicas estão com orçamentos 30 a 40 % inferiores face a 2010. O silêncio dos diretores neste aspeto irrita-me profundamente. Parece que o grande problema das escolas públicas é unicamente a carreira docente.

          • Francisco Queirós on 23 de Novembro de 2017 at 22:21

          São questões diferentes. Não me queria desviar agora do Manifesto, mas claro que tens razão no que dizes.

      • Afonso on 24 de Novembro de 2017 at 11:11
      • Responder

      .
      a esta proposta tão solidária…mas tão solidária…..apenas digo que pela pela IMBECILIDADE e por impor uma distorção da carreira docente.

      As Leis são para cumprir por todos e aplicam-se a todos.

      Um docente do 9º escalão tem todo o direito de progredir ao 10º escalão assim como um docente do 1º escalão tem todo o direito de progredir ao 2º escalão.

      Esta proposta mostra bem a porcaria que inunda o ensino.
      .

        • Francisco Queirós on 24 de Novembro de 2017 at 12:12
        • Responder

        Antes da imbecilidade, tens uma gralha na preposição. Creio que é possível editar e corrigir. Como subscritor inicial do Manifesto, tomei boa nota da tua opinião. Provavelmente, não deverias assinar o Manifesto.

    • Fernanda on 23 de Novembro de 2017 at 21:33
    • Responder

    “Equilibrado e promotor de entendimento solidário entre professores”?

    Longe disso.

    Muito nivelamento por baixo e muita falta de solidariedade efectiva.

      • Francisco Queirós on 23 de Novembro de 2017 at 21:38
      • Responder

      Por que diz isso, Fernanda? Quer explicar melhor o seu ponto?

        • Fernanda on 24 de Novembro de 2017 at 17:50
        • Responder

        Não tenho paciência nem tempo.
        É um direito que me assiste.

          • Francisco Queirós on 24 de Novembro de 2017 at 17:56

          Um comentário com um bocadinho de nivelamento por baixo, não lhe parece?

          • Fernanda on 24 de Novembro de 2017 at 20:14

          Tem razão.
          Mas é mesmo como lhe disse.
          Desculpe, se o ofendi.
          Mas ele há muitas formas de ofender, nomeadamente, com pézinhos de lã.

      • Rodrigo on 23 de Novembro de 2017 at 22:43
      • Responder

      Passei os olhos pelos comentários daqueles (e ainda são muito poucos) que já assinaram a petição e fiquei muito FELIZ por ver que alguns pertencem ao grupo dos 3000 que vai para o índice que não existia em 2005.
      Não estranhei, por que só na minha escala há 3 que reconhecem que a melhor solução é adiar 1 ou 2 anos a subida ao 10º escalão para poder ajustar com urgência as enormes injustiças que se verificam nos primeiros escalões.
      Eles não renegam esse direito, mas já perceberam que nesta fase o esforço financeiro feito para isso ser possível pode impedir que outros professores de escalões mais baixos (do 1º ao 6º) possam chegar pelo menos ao 7º escalão.
      No passado nunca ninguém chegou ao índice correspondente ao escalão 10 e, se nada for feito, no futuro serão poucos o que vão chegar lá perto.

        • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 0:08
        • Responder

        Rodriguinho, Rodriguinho… tu também és um grande maroto!!!

    • A. Ribeiro on 23 de Novembro de 2017 at 22:39
    • Responder

    Permitir a aposentação aos professores do 9º escalão com 60 anos seria uma boa solução…

    • antonio on 23 de Novembro de 2017 at 22:58
    • Responder

    Espero mesmo que nao só para os que efetivaram em 2011 mas antes porque existe muitos professores como eu efetivamos em 2004 e continuamos no 1º escalão

    • maria gomes on 23 de Novembro de 2017 at 23:48
    • Responder

    Estou incrédula com o que acabo de ler no manifesto. Então que raio de solidariedade é essa?Trabalho há 40 anos, recebo menos 300 euros no 9º escalão comparativamente com o que recebia em 2011 no antigo 10º escalão , onde estava posicionada desde 2004 e vocês acham que devo prescindir da minha progressão?
    Dividir para reinar é essa a política? Em vez de defenderem a progressão para todos, preferem aniquilar outros?
    É esta a classe a que pertencemos, não é verdade ? Por isso temos o que merecemos.

      • Rodrigo on 24 de Novembro de 2017 at 0:07
      • Responder

      Maria,
      Recebe menos 300 euros em virtude do colossal aumento de impostos.
      Isso é igual para todos os portugueses com rendimentos.
      Se está no 9º escalão é porque está no topo da sua carreira na sua versão inicial, antes da crise. O índice do atual 10º escalão não existia em 2004. Nessa altura, a Maria já estava no máximo. Isto vai além do máximo que a Maria sonhava m 2004.
      Os 10 anos de congelamentos não afetaram aqueles que já tinham subido todos os degraus.
      Alguns destes, agora olham sôfregos para um degrau extra e têm a lata de escrever: ‘É esta a classe a que pertencemos’.

      Eu trabalho há 30 anos e estou no 4º escalão. Não subi os restantes degraus porque foram retirados do nosso caminho.

      Será desnecessário ditar-lhe as contas dos valores que perco mensalmente por causa disso.

        • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2017 at 1:38
        • Responder

        “Os 10 anos de congelamentos não afetaram aqueles que já tinham subido todos os degraus”
        Tenha vergonha!
        Os mais penalizados foram exatamente os do 9.º escalão. Os que ganhavam menos de 1500 €, praticamente, nem notaram a crise.
        Respeite quem suportou as consequências da bancarrota que os seus camaradas provocaram !

          • Rodrigo on 25 de Novembro de 2017 at 9:27

          Parece que a perspectiva de perder o 10º escalão o deixa um
          pouco baralhado.
          Está a falar nas taxas de corte salarial. Eram, de facto, mais altas para quem ganhava mais. Agora acabaram.

          Quanto ao congelamento, não é preciso ser um ás em matemática. Os 10 anos de congelamento retiraram, e ainda retiram, muito mais dinheiro por mês aos escalões mais baixos. E nada retiram a quem está no topo de uma carreira.

          Tem aparecido nos jornais os quadros que mostram os valores comparativos entre os vencimentos reais de hoje e aqueles vencimentos que existiriam se não tivesse havido congelamento.
          Vamos fazer assim, o Agnelo vai à procura dessa informação, consulta-a, analisa-a e depois diz-me qualquer coisa, sim?

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 0:49

          Não insistas nas tuas manhosices, Rodriguinho.
          Tu não és para levar a sério…
          Também podes limpar o dito ao manifesto… . O que achas?

          • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2017 at 16:28

          Um professor do 1.º escalão que, na inexistência de congelamento, tivesse ascendido ao 3.º, ganharia mais, no máximo 25228 €. Um professor do 9.º escalão, impedido de progredir ao 10.º, perdeu, também no máximo, 26656 €.
          Quanto a impostos e cortes, o Rodrigo até já concordou com a enormidade relativa dos do 9.º.
          Portanto, é óbvio que os do 9.º perderam muito mais.
          Então?
          Assume a vergonha ou vai insistir?

          • Rodrigo on 26 de Novembro de 2017 at 0:56

          Agnelo, venham as contas dos outros escalões.
          Se já tem a tabela à sua frente, o esforço vai ser muito menor.

          • Maurício on 26 de Novembro de 2017 at 13:06

          Tem razão Agnelo. E se houvesse um escalão para o Belmiro de Azevedo, então este, em valor absoluto, teria perdido muito mais, logo, havendo falta de dinheiro, é pelo Belmiro que se deve começar!!! Bem pensado.

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 17:06

          E tu Maurício Fala Barato, arma-te em carapau de corrida, tipo clone do Rodriguinho e também levas com alguma artilharia.
          Cá na minha terra diz-se que, a tua comparação, é o mesmo que comparares o olho do dito com a feira de Borba.

          • Agnelo Figueiredo on 26 de Novembro de 2017 at 17:14

          Trazer à discussão o caso do colega professor Belmiro, foi um argumento indesmontável. Parabéns, Maurício. Rendo-me!
          Não obstante, ficam aqui as perdas máximas dos Belmiros colocados até ao 5.º escalão:
          1.º 25 228 €
          2.º 20 146 €
          3.º 18 074 €
          4.º 21 560 €
          5.º 19 208 €

          9.º 26656 €

          • Américo Alves on 26 de Novembro de 2017 at 18:19

          ??

          • Rodrigo on 26 de Novembro de 2017 at 20:14

          Agnelo,
          As contas estão erradas, mas, por agora, vamos ficar com esses números.
          Se forem contados os 10 anos de congelamento, os professores sobem, pelo menos, 2 escalões.
          Todos não. De momento não há o 11º escalão.
          25 000 + 20 000 ….
          20 000 + 18 000 …

          27 000 + 0 ….

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 20:42

          Rodriguinho… és um “às” nas contas…meu bem!
          Se tivesses um restaurante até somavas, aos clientes, a data às parcelas!!!
          Para teu lucro, claro!

          • Américo Alves on 26 de Novembro de 2017 at 21:57

          Rodrigo não responda ao gajo.
          Ele está a levar uma tanga
          Que ridículo

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 22:42

          Américo Alves Marradas, meu querido avestruz tonto…!
          Gajo? Gajo não, senhor professor no 9º escalão e que em janeiro passa para o 10º! Aqui não há comparações…
          Ainda bem que o teu grupelho é reduzido… por aqui resumem-se a três ou quatro anedotas, não é!
          Como não são a maioria, mesmo no décimo escalão, continuarei a fazer as greves que forem necessárias em prol dos que estão a ser roubados!
          Coisa que tu não farias porque não passas de um reles divisionista!
          Ninguém te modelou o caráter?

          • Agnelo Figueiredo on 27 de Novembro de 2017 at 1:09

          O Rodrigo e o sósia Américo nem as próprias contas sabem fazer. Que tristeza. Que tontos!
          Ó meus senhores, eu considerei como perdas potenciais, 4 anos no escalão seguinte e mais 3 no a seguir. Arredondei para 7 anos o período entre 2011 e 2017. Só considerei desde 2011 porque houve progressões em 2009 e 2010.
          Portanto, as contas estão certas.
          Vá, agora ide fazer o TPC

        • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 0:45
        • Responder

        Rodriguinho, Rodriguinho…! Meu grande malandro! Meu espertalhaço!
        Tens uma arquitetura de pensamento que é um prodígio!
        A partir da tua narrativa deduzo que, em criança, tinhas um QI bastante elevado. Com que então, a querer ludibriar os teus pares?
        E achas tu, no teu elaborado pensamento que o que dizes é “solidariedade”?
        Com que então queres uns tostões à conta dos mais velhos?
        Se queres mais algum dentro do sistema faz, à semelhança de alguns autores do manifesto, uma especialização (zita) da treta, em Administração (zeca) ou em Supervisão (zeca). Enches o ego, recebes uns tostões e já podes dizer que és chefe.
        Na privada, claro! Em algumas, é só pagar as propinas (tipo Sócrates), cumprir o tempo e levas com um canudo com uma nota bestial que te vai deixar eufórico e orgulhoso de ti próprio.
        Só que tens um senão…. para seres coerente com as tuas patetices… distribui o subsídio da treta pelos teus pares! OK?
        E se fosses pentear macacos para a tua terra?

      • Francisco Queirós on 24 de Novembro de 2017 at 0:49
      • Responder

      Creio que se recebe menos 300 euros, mesmo com o colossal aumento de impostos de que falava o Rodrigo (já terminaram os cortes), o seu salário estará a ser mal processado.
      Não pude deixar de notar, fazendo as contas, que a Maria Gomes estava no topo da carreira com 26 anos. Na minha escola, e na sua deve ser igual, há professores com mais de 20 anos de serviço que estão no 2.º escalão.
      Ninguém quer tirar-lhe nada, Maria Gomes. Isso era o Passos Coelho. Só achamos que estes professores mais fragilizados deviam ser atendidos antes da Maria Gomes subir mais um degrau na carreira. Ainda por cima um degrau extra que foi criado num toque ilusionista em 2010 por … José Sócrates.

        • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2017 at 16:21
        • Responder

        Pressenti logo que li o “manifesto”.
        Aqui está a prova, escancarada.
        Isto é coisa de socialistas a tentar salvar a face e o “compromisso”, para além da própria pele.
        Então o Sócrates e Costa não cortaram nada, hem? E o Sócrates é que era o “santo”?
        Tenha paciência…

    • Professor Quase na Reforma on 24 de Novembro de 2017 at 11:09
    • Responder

    .
    SOLIDARIEDADE DA TRETA
    .
    Abdicar de progredir ao 10º escalão.

    Abdicar da aplicação da Lei no caso daqueles que se encontram no 8º esclão.

    Meus amigos que ABDIQUEM os docentes que se encontram no 1º escalão.

    Esta gente é LOUCA…é por isso que os professores nõ vão a lado nenhum.
    .

      • Maurício on 24 de Novembro de 2017 at 13:36
      • Responder

      Pelo que consigo aperceber-me dos comentários que li, apenas alguns (alguns, sublinho) professores do 8.º e 9º escalões não concordam com o Manifesto. Imagino que esses, na sua visão subjectiva – a que têm direito – devam ensinar aos seus alunos o que é a justiça e a solidariedade tal como a vêem. E, lamentavelmente, vêem mal para quem é educador. Ou seja, para que se perceba bem – numa espécie de desenho – se se sentarem primeiro numa mesa com 10 comensais, mas só com 8 bifes, não têm qualquer pudor em servir-se primeiro e de um bife inteiro, nem que seja por que está na lei.

        • E Campos on 24 de Novembro de 2017 at 15:04
        • Responder

        Bem observado: se há 10 comensais e 8 bifes, o justo é dividir 10 por 8.
        Ora, o que se defende no manifesto é dividir 8 por 8, deixando de fora quem os signatários se consideraram habilitados para decidir que passou menos fome, neste caso, quem está no 8.º e 9.º. Pelos vistos, também não consideram os signatários que os 2 bifes em falta se encontram noutras mesas. Abundam, por exemplo, nos pratos da banca, das PPs e dos contratos do estado com seletas firmas de advogados.
        Há propostas que merecem ser abordadas sem panos quentes. Esta é uma delas. Trata.se de uma petição imbecil.
        Declaração de interesses: 31 anos de serviço, 6.º escalão desde 2004.

          • Rodrigo on 24 de Novembro de 2017 at 15:24

          Infelizmente não tenho muito tempo disponível para acompanhar com mais cuidado a opinião, sempre respeitável, de outros professores que se têm pronunciado por aqui.
          Também não tenho Facebook. Porém, consegue-se ler neste blogue os comentários feitos através desse jogo.
          Também é possível ler os comentários individuais feitos na petição.
          Tirando uma mão cheia de pessoas que discordam do adiamento da passagem para o NOVO 10º escalão, parece-me que, no essencial, todos concordam com a proposta sensata prevista no manifesto.
          Isso é bom. Os professores mostram-se unidos e colocam em cima da mesa outras soluções para resolver a questão de fundo: Para uma dotação orçamental escandalosamente baixa neste OE de 2018, quais são as situações profissionais que merecem os cuidados mais urgentes, a dos escalões mais baixos que vivem uma carreira completamente desfeita desde 2005, ou a dos escalões mais altos, que também tendo sofrido cortes inaceitáveis, tiveram, apesar de tudo, um percurso laboral bem mais generoso?
          O que comporta maiores estragos, a estagnação perpétua nos primeiros 6 escalões ou o adiamento da entrada no escalão azurara?

          • E Campos on 24 de Novembro de 2017 at 16:37

          O colega não percebeu. Em contrapartida eu não percebi o que é que o Facebook tem a ver com isto. É coisa que também não tenho.
          A petição não tem nada de sensato. A petição é imbecil. Analise-a tendo em mente a Teoria Geral da Estupidez Humana:
          1- seria inteligente se trouxesse benefícios para todos, do primeiro ao último escalão (não se aplica, infelizmente)
          2 – seria ingénua se prejudicasse os proponentes em favor de outros (não me pronuncio, porque não sei, nem quero saber, em que escalão estão os colegas)
          3 – seria típica de bandidos se beneficiasse os proponentes, prejudicando outras pessoas (aqui temos uma certeza: a proposta prejudica quem está nos escalões mais elevados, mas também não me pronuncio, porque não sei, nem quero saber, em que escalão estão os colegas signatários)
          4 – seria estúpida se prejudicasse os próprios e os outros (I rest my case).

          • Francisco Queirós on 24 de Novembro de 2017 at 17:38

          A colega até escreve bem, o que é uma raridade aqui no colectivo reaccionário. Mas por que razão tanta fúria, tanta azia, tanto adjectivo gongórico? Como disse o Pina, calma, minha senhora, ainda não é o fim nem o princípio do mundo, é apenas um pouco tarde.

          • Rodrigo on 24 de Novembro de 2017 at 20:17

          E. Campos não devia dar encerrado o caso antes de se esforçar por analisar uma quinta via.
          Não sei se pode enquadrar essa Nova Luz na sua Teoria Geral ou Especial da EH, que tão bem parece dominar, mas, vá lá, com um pouco de esforço conseguirá vê-la entre os átomos dos insultos.

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 0:56

          Insultos… mereces mais que isso! Precisas de alguns agrafes metálicos na boca, a sangue frio claro, e os dedos entalados numa porta, para não escreveres durante quinze dias!

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 0:52

          Rodriguinho… . “Todos concordam”? Realmente és um grande Xico Esperto!

    • rui filipe on 24 de Novembro de 2017 at 15:24
    • Responder

    Aproveito o titulo deste texto sugestivo, para criticar o manifesto de 15 de dezembro do colega Arlindo, bem como de outros colegas e passo a explicar.
    Penso que é colocar a carroça à frente dos bois.Por quê? Alguém me sabe dizer, neste momento, como vão ser as regras para a aposentação ou se calhar para a reforma?Pretende-se que seja de 40 anos de serviço e 60 anos de idade.Pretende-se! Vamos agora pensar neste cenário:” o governo diz, que quem tiver essas duas condições reunidas, pode requerer a reforma antecipada, não aposentação, mas com um corte de 4% ao ano”.Então e segundo o manifesto, não haverá nem 9º, nem 10º escalões. O docente irá pedir a reforma,na melhor das hipóteses, colocado no 8º escalão.Agora, vamos a contas:
    – No 8º escalão e como indicam os simuladores, o docente terá uma aposentação e não reforma com cortes de 2.056 euros.Depois, terá de descontar ainda, se aceitar o valor da aposentação, 23% de IRS e 3,5% para a ADSE.se for casado com um(ª) funcionário público ou 11% para IRS mais 3,5% para a ADSE, se não for casado com um(ª) funcionário público.No fim, recebe liquido a partir de janeiro, sem duodécimo, qualquer coisa como 1.602 euros, se for casado(ª) com um funcionária (º) público.Atenção e repito: valor da pensão como aposentado(ª) e não reforma com cortes.
    Agora e por mera hipótese,admita-se a tal reforma, 40 anos de serviço e 60 anos de idade, mas com cortes de 4% ao ano, até aos 66 anos, ou seja cerca de 25% de corte, até ao limite dos 66 anos.Com que reforma ficará o docente(ª)?Ficará com uma reforma de miséria.
    Há que esperar até às conversações de dezembro, entre governo/sindicatos.Pode ser, que muita água, ainda passe debaixo das pontes.Resumindo:mil vezes não, a esse manifesto.É uma ingenuidade, uma ilusão, um super presente envenenado de Natal!Não assinem o manifesto, colegas.Não dêem um tiro, nos vossos próprios pés.

      • Rodrigo on 24 de Novembro de 2017 at 16:33
      • Responder

      O Rui até podia ter razão se a carroça não estivesse em deslize pela encosta abaixo.
      Mas este é a história:
      Nos anos 2000, como agora volta a acontecer, a tribo anti-professor organizou uma campanha ruidosa contra a profissão. O alvo do ataque era o sistema de avaliação e a carreira profissional que classificavam de generosa.
      100 000 professores protestaram na rua.
      Apesar disso, a carreira foi desfeita, mas… (para serenar os protestos) os diferentes ME criaram um escalão extra que funcionava como cenoura a uma distância curta ou mais longa, dependendo da idade dos olhos.
      Uma coisa nunca vista.
      Uma coisa positiva e valia o caminho duro.

      Depois, veio a crise, os congelamentos, o silêncio.

      O que vai ficar depois de 15 de dezembro:

      A carreira profissional vai ser cilindrada. A parte mais numerosa dos trabalhadores vai ficar eternamente retida antes do 6º escalão. As suas reformas serão ainda mais miseráveis.

      A miséria e o esforço dos últimos 15 anos não serão recuperados em tempo útil. Isto é, não serão recuperados até à sua reforma.
      Os pés desses professores nunca estarão nesse patamar para sofrerem o efeito do tiro.

      MAS…

      O escalão extra será uma realidade para 3 000 professores.
      Os que estão agora no 8º escalão já não terão essa sorte, pode-se adivinhar.
      Na história longa da carreira docente, eles serão os únicos a ter esse escalão.

      Acredito no estado de direito e no valor máximo do direito adquirido, mas, neste momento, ainda ninguém adquiriu esse direito.
      Por isso, uma proposta como está é digna de atenção, por que é sensata e não atira contra direitos definitivamente adquiridos.
      Depois de alcançado esse direito, nunca ninguém me vai ouvir dizer que o devem perder novamente.
      Mas, para já, ainda estamos no tempo do debate e da análise de diferentes propostas.
      Quem discorda da proposta deve dizê-lo livremente, mas mal seria se me impedissem de dizer o que acho mais justo.

    • Fernanda on 24 de Novembro de 2017 at 17:49
    • Responder

    Eu reafirmo: Vergonha de manifesto!

    Mas que grande demagogia!

    E, à medida que os seus signatários vão respondendo, tudo fica ainda mais claro.
    Continuem a responder e a andar às voltas sobre o assunto numa de metalinguagem pseudo solidária.

    • As Koisas Keu Sei on 24 de Novembro de 2017 at 18:32
    • Responder

    Pois eu, em nome da solidariedade dos meus colegas para comigo, que estou no 8º escalão há “praí” um século, defendo que não se faça,pra já, a contagem do tempo de serviço para os mais novos pois têm muito tempo para progredir. Eu sim é que estou necessitado, …em nome da solidariedade, é claro.

      • rui filipe on 24 de Novembro de 2017 at 21:53
      • Responder

      E necessita mesmo colega.Se vem uma reforma antecipada com uns retoques e não uma aposentação, tem duas alternativas: ou espera até ao 10% escalão, visto que o valor da reforma ou pensão, depende do valor ilíquido, ou então não espera e vem embora, com uma pensão degradante.
      Vamos a ter bom senso e esperar por dezembro, para ver como as coisas se desenrolam.

      • Rodrigo on 24 de Novembro de 2017 at 22:21
      • Responder

      Parece-me que os senhores de Lisboa que fazem as contas das reformas alteraram as regras.
      O que irá receber na reforma é resultado de toda a carreira contributiva.
      Estar 1 ou 2 anos no 10º escalão dá um aumento residual no valor final da reforma, mesmo sem haver antecipação.
      Isto está duro.

        • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 1:04
        • Responder

        Então o teu amigo Queirós desapareceu? Ou Queirós e Rodriguinho são a mesma personagem?
        E se bazasses daqui com os teus palpites de caca?

    • Fernanda on 24 de Novembro de 2017 at 22:44
    • Responder

    Gostaria que me informassem sobre se os signatários deste manifesto são directores / adjuntos/vices, etc.

      • Francisco Queirós on 25 de Novembro de 2017 at 0:36
      • Responder

      Parece-lhe relevante, Fernanda?

        • Fernanda on 25 de Novembro de 2017 at 12:19
        • Responder

        Pensando melhor, não.
        Saiu.

    • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2017 at 1:58
    • Responder

    Isto, além de ser uma imbecilidade, é uma inconstitucionalidade.

    Tenham vergonha!

      • Francisco Queirós on 25 de Novembro de 2017 at 10:44
      • Responder

      Não devias ter escrito isto, Agnelo. Corre a teu favor assinares com o nome e não te esconderes debaixo de pseudónimos. Mas, pelo cargo que ocupas, sabes bem que a questão é complexa de mais para ser reduzida a um par de insultos e a uma declaração de inconstitucionalidade.
      Faltaste à verdade factual diversas vezes ontem à noite. Por razões minhas, não farei o contraditório aqui, em público. Mas lamento profundamente teres contribuído para baixar o nível da discussão.
      Tens o direito de não concordar com o texto do Manifesto. De o criticar e até apelar a que não o assinem. O que não podes é dizer que somos todos imbecis. Um professor com responsabilidades acrescidas como tu não pode escrever publicamente o que acabei de ler em cima.

        • Agnelo Figueiredo on 25 de Novembro de 2017 at 16:32
        • Responder

        Que arrogância! Apre!

    • Maurício Queirós on 25 de Novembro de 2017 at 12:39
    • Responder

    Só agora percebi que “Azurara Arcoiris” é um homem, um homem que se auto-denomina de “Arcoiris”. Se não é senhora já posso escrever: para além de não concordar ainda é grosseiro. Talvez dedicar-se mesmo só ao transporte de palha.

      • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 1:36
      • Responder

      Um passe de magia e aparece mais um Queirós! Ena tantos…!
      Mas qual “comunicação social”?
      Vocês não passam de um grupelho de professores mesquinhos que abastardam o sentido de classe!
      Sabes tocar violino? Toca aí um pouco para me adormeceres!

    • Rodrigo on 26 de Novembro de 2017 at 0:44
    • Responder

    Tinha colocado aqui um comentário a contar a história do aparecimento do 10º escalão da carreira atual.
    Era longo, é verdade, mas totalmente correto nos termos utilizados.
    Esteve no ar durante 1 dia, mas agora foi apagado.
    Como vejo que neste blogue se mantêm comentários ordinários e sem siso, calculo que tenha sido um erro do sistema que, por lapso, o apagou.

      • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 1:07
      • Responder

      Erro do sistema és tu, meu grande macacão!
      A queres ludibriar os teus colegas! Não tens vergonha?

    • Dulce Pinheiro on 26 de Novembro de 2017 at 1:36
    • Responder

    Estou no 9 escalão e acho que fizeram muitas coisa erradas na carreira, mas acho que mereço o 10 escalão porque não subo desde 2005.
    Também me apagaram 1 comenta´rio. Dantes não era aasim. Acho que este blog está a ficar mal frequentado. Vejo aqui um colega nosso que só insulta e o Arlindo devia fazer alguma coisa

      • Maurício on 26 de Novembro de 2017 at 13:09
      • Responder

      Discordando, aceito democrática e pacificamente a sua opinião. Agradeço, ainda, que também tenha verificado e escrito que isto anda mal frequentado: insultos e grosserias que só qualificam quem os escreve é que não.

      • Rodrigo on 26 de Novembro de 2017 at 15:33
      • Responder

      Dulce, discordamos na análise que fazemos deste assunto.
      Mas não escrevo por causa disso.
      Na verdade, também discordo de si em relação ao seu pedido de retirada dos comentários grosseiros feitos por uma pessoa que se meteu descontrolada a debate.
      O Arlindo que os deixe ficar.
      Além de serem reles, vazios de ideias, terem um vocabulário pobre e adolescente e serem mal estruturados, revelam uma mente abandonada e em continuo e inexplicável estado raivoso.
      Tenho pena por ele e por que, certamente por causa dele, outros deixaram de expor as suas ideias.
      Claro, ninguém lhe responde.
      Enfim, ele vinha solitário e abandonado e solitário e desprezado vai.
      Enfim, uma pena.

        • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 16:55
        • Responder

        Rodrigo, Rodriguinho, claro que me estás a responder… !
        E só escrevo para ti e para os da tua igualha.
        Não passas de um charlatão! Não te envergonhas de andar por aqui a contar o Conto do Vigário aos teus colegas?
        Enquanto andares por aqui a querer ludibriar os que são iguais a ti… vais levar comigo.
        Meu grande macacão!

    • Américo Alves on 26 de Novembro de 2017 at 17:19
    • Responder

    O Manifesto está bestial.
    Na minha escola já vimos esta injustiça.
    Uns vão ficar no 10º escalão e os outros não vão passar do 2º por causa dos cotas.
    Amanhã já vou por o pessoal a trabalhar nisto.

      • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 17:30
      • Responder

      Outro…

        • Américo Alves on 26 de Novembro de 2017 at 17:34
        • Responder

        Já li o que escreves. está mas é calado, meu malcriadão.
        Se não fosses um velho e um doente mental levavas uma cabeçada.
        Podes responder igual ao que fazes porque não vais ter resposta.

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 17:40

          Ena pá… estes gajos do manifesto são um bocado violentos!
          Temos de ter cuidado com eles!
          Este até resolve assuntos à cabeçada… ou melhor à marrada!

          • Maurício on 26 de Novembro de 2017 at 18:06

          Ainda bem que já viu o que se vai passar. Foi exactamente para isso, é só para isso – para a informação passar – que tenho vindo aqui ao blog. E a divulgação tem contado com ajudas preciosas – com que não contava – daqueles que por aqui estão contra. É preciso chegar a todos a verdade do “entendimento “.

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 18:25

          Também podes esperar sentado…!

          • azurara.arcoiris on 26 de Novembro de 2017 at 18:39

          Este professor Américo Alves, além de violento também é preconceituoso.
          Tem um piquinho de preconceito relativamente a idosos e doentes mentais!
          Já pensaste se tens o perfil adequado para profissão?
          Deves pertencer ao grupo restrito que, quando têm alunos com deficiência mental na sala, os metem na última fila e os trabalhos que preparas para eles são zero!
          E nem sequer te dás ao trabalho de ler o PEI, para quê?
          E já não falo nos velhos…!
          Pelo que deduzo falta-te formação em algo relacionado com educação e cidadania.
          Para que não faças, por aí, muitos estragos na tua escola, até porque o teu carácter violento pode ser um perigo para os alunos, vou contactar o teu diretor no sentido de te obrigar a frequentar uma ação de formação de 100 horas sobre educação cívica.
          Sim, 100 horas. Não 50 nem 25.
          Aos sábados e domingos, claro! Como castigo!

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