Comunicado – NEGOCIAÇÕES COM O MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UMA VITÓRIA PARA MUITOS, MAS NÃO PARA TODOS.

 

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25 comentários

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    • Orquidea Selvagem on 20 de Novembro de 2017 at 14:37
    • Responder

    Estou no 3º escalão, antigo 6º, desde 2005. Subo ou fico à espera?

      • Pedro Barata on 20 de Novembro de 2017 at 14:54
      • Responder

      Se tiver os 4 anos, sobe.

        • A on 20 de Novembro de 2017 at 21:14
        • Responder

        Depende, lembre-se que os colegas que transitaram dos antigos escalões para os novos tiveram que ficar mais tempo por escalão porque a legislação dizia que não podiam saltar antes de perfazer o tempo determinado para o mesmo, pelo que a colega podia estar no antigo 6º escalão 3 anos e ser posteriormente colocada no 3º. Como nesse novo escalão tinha que fazer 4 anos perdeu tempo de serviço, ficando 7 anos no 3º escalão antes de subir. Agora como não vinculou depois de 2011, poderá ver colegas suas que eram contratadas e que entraram nas VE subir para o 4º escalão com 15 anos de serviço (sem congelamento), enquanto a colega, mesmo que com 18 anos de serviço terá que esperar mais um ano para subir de escalão, é o que está escrito no memorando.

          • Orquidea Selvagem on 20 de Novembro de 2017 at 21:28

          obrigada pelo esclarecimento. Espero subir, estou farta desta treta toda.

          • Fátima Carvalho on 22 de Novembro de 2017 at 21:50

          Entendi que não haveria ultrapassagens.

      • mario silva on 21 de Novembro de 2017 at 0:49
      • Responder

      se não, só em 2022 (no máximo…se até lá não alterarem as normas…)

    • NP on 20 de Novembro de 2017 at 14:52
    • Responder

    Analisemos linguagem concreta… ou seja, “Muitos” são 7 mil? “Todos” são quantos?…

    • sempre@tento on 20 de Novembro de 2017 at 15:49
    • Responder

    Deixei para hoje o meu comentário, depois de ler o que se escreveu por aqui, nestes últimos dias…coisas sensatas e outras que valha-me Deus…
    Começo por dizer que “em casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão”. Mas este ditado popular está manifestamente errado neste caso pois deveria ser assim: “em casa onde não há pão, alguns ralham e outros ganham o seu quinhão”. Passo a explicar…
    Passou em claro para todos a questão do acordo sobre o ponto 1 do artigo 36 do Orçamento do Estado…Para os curiosos procurem…
    E já agora na vossa procura perguntem ao Nogueira, ao João e a alguns dos outros veteranos que estiveram na dita maratona (a produtividade continua muito baixa…) se por um mero acaso não estão em condições de transitar para o 10º escalão em 2018? O verdadeiro topo da carreira…
    Pode ser que percebam alguma coisa, nomeadamente que muitos anos a fazer a mesma coisa cristaliza e que passar pelas escolas e dar umas aulas, talvez pudesse ajudar a perceber os verdadeiros problemas. Atirar areia aos olhos, só é eficaz para quem não tem tempo de os fechar…

    • maria oliveira on 20 de Novembro de 2017 at 16:21
    • Responder

    Os professores que se encontram no 1º escalão, que entraram nos quadros antes do congelamento, com 17 e mais anos de serviço também irão progredir? Os que entraram nos quadros em 2011 irão ser repostos no escalão devido (acho correto) e estes?

      • Vitor on 20 de Novembro de 2017 at 17:40
      • Responder

      Mas porque é que estamos com estas brincadeiras, ou progridem todos ou não progride ninguém. Mas agora criam-se situações individualizadas, vala-me deus, que republica das bananas, ou ainda pior que isso. Mas afinal quais são os critérios para se basearem para saber quem vai ou não progredir.

      • anonimo on 20 de Novembro de 2017 at 18:43
      • Responder

      Minha cara, sra. O tempo que foi congelado para si, também foi para os que nessa altura ainda eram contratados, percebeu?. Só lhes conta o tempo, depois da vinculação, que não foi congelado. Exatamente como a si.
      Os que vincularam depois de 2011 só podem contar com o tempo anterior descongelado e é mediante esse tempo (descongelado) que vão ser reposicionados. A MENINA SE VINCULOU ANTES DE 2011 JÁ FOI REPOSICIONADA. QUER VOLTAR A SER????

        • NP on 20 de Novembro de 2017 at 19:17
        • Responder

        Isto é impressionante! Dão a resposta sem dar a conhecer as cartas em cima da mesa. Ó criatura de deus, não percebe que nessa altura o índice era o 151, tal como refere aqui o Arlindo

        “A primeira situação de injustiça decorre da alteração da carreira docente que aconteceu em 2007, com Maria de Lurdes Rodrigues, que alterou apenas para futuro a entrada na carreira sem ter em conta quem já se encontrava nela. No meu caso passei 4 anos pelo índice 151 e quem entra de novo na carreira pode passar-me à frente por não ter de passar por um escalão indiciário que já não existe. Mas é o que determina a nova estrutura da carreira docente.
        O mesmo acontece a quem está ainda no 1.º escalão e teve de permanecer os 4 anos no índice 151 ou 3 anos se apanhou a transição da carreira do ECD de 2007”.

        Basicamente, com OS MESMOS ANOS DE SERVIÇO, AMBOS PROFESSORES DE QUADRO, FICARÃO EM ÍNDICES DIFERENTES! O professor que entra em 2011, vê automaticamente o tempo contado (exceto o congelamento) e passa para o 188. O outro fica no 167 a marcar passo.

        Para além disso, os contratados também “descongelam” (ver abaixo o link do Rui Cardoso”, ou seja passam para o 188.

        Estou há dezasseis anos no ensino e há dez no quadro no 167. Só poderei progredir daqui a um ano.

        Acha justo? Ou está à espera que ninguém reclame? Porque não nos ajudam e dizem que devemos progredir TODOS? Só se escudam na “inveja” e afins… que paciência!

          • maria oliveira on 20 de Novembro de 2017 at 19:31

          Apoiado!!! Obrigada pelo esclarecimento.

        • António on 20 de Novembro de 2017 at 21:17
        • Responder

        Os sindicatos foram tão justos e profissionais que se esqueceram no entendimento dos colegas que estão no 1º escalão porque efetivaram antes de 2011 pela via normal e que não subiram devido à alteração de legislação com a entrada da MLR. Nessa altura não foi permitido saltar escalões, tivemos que fazer os quatro anos no 1º e pronto, ainda lá estamos. Como passei do 4º escalão (antigo modelo) para o 1º escalão (novo modelo) tenho sete anos de serviço sem congelamento (16 anos e 10 meses com o congelamento) e não está prevista a minha integração no escalão correspondente a 7 anos de serviço, dos quais 1 com exelente pelo que deveria passar já para o 3º, tudo porque efetivei pela via normal (sem recurso a VE).
        A coisa é estranha e tresanda, os sindicatos foram para negociação a pensar em resolver a situação dos que entraram pela porta do cavalo com as VE, em conseguir mais uma VE (que deveria mudar de nome par a VO – O de ordinária-, pois apesar de ser ilegal já é o mais normal de todos os concursos) e saíram com um osso na boca, a possibilidade de negociar a CNL… ou seja a possibilidade que sempre existiu e está farta de ser negociada.
        Claro que ao igual do que se passou após a última grande manifestação todos ficámos desiludidos e pasmados com o entendimento que não é nada, pois só será alguma coisa após 15 de dezembro, altura em que a força de pressão da aprovação do orçamento já morreu.
        Parabéns, vou fazer como o outro e recuperar o dinheiro da greve saindo do sindicato e só voltando (se voltar) quando repuser o dinheiro que perdi para o Natal.

    • Carlos Jorge on 20 de Novembro de 2017 at 16:40
    • Responder

    Compromisso da burla. Usaram o meu (nosso) esforço para conseguirem benefícios para eles (sindicalistas e contratados). Para a esmagadora maioria, entre o 4 e o 7, nada. Sim, a maioria dos sindicalistas está no 8 e 9, andam por lá há 20 os 30 anos!!!!!, progridem. Os contratados progridem, os outros …já foram!

      • Pedro Barata on 20 de Novembro de 2017 at 16:52
      • Responder

      Os contratados já ingressaram na carreira para poderem progredir?

        • Francisco Marques on 20 de Novembro de 2017 at 17:27
        • Responder

        Ex contratados

          • anonimo on 20 de Novembro de 2017 at 18:35

          TODOS SOMOS EX CONTRATADOS.

        • Cj on 20 de Novembro de 2017 at 17:37
        • Responder

        Pela pergunta nota-se que percebeu…e até reconhece que tenho razão.
        Ah! Também perderemos falar dos extraordinários, que até pqe/ pqa ultrapassaram, com o alto patrocínio dos sindicatos.

        • Rui Cardoso on 20 de Novembro de 2017 at 18:35
        • Responder

        Ver aqui http://www.arlindovsky.net/2017/11/os-professores-contratados-tambem-descongelam/

      • anonimo on 20 de Novembro de 2017 at 18:34
      • Responder

      Vejam só. Ora cá está o verdadeiro pensamento da classe:
      Para este indivíduo os recém vinculados AINDA SÃO CONTRATADOS e VÃO PROGREDIR, lolololol. Este é mais um dos ” é contratado ou é professor?” Dos que diz: “somos todos professores” no que toca ao trabalho, claro.
      Este comentário é muito elucidativo da mentalidade do professorado instalado. É assim que ele pensa e não só. Portanto, meus amigos: NUNCA HAVERÁ UNIÃO, porque não há sentimento de classe – SÓ HÁ UMBIGUISMO. Lamentável.

        • A on 20 de Novembro de 2017 at 20:50
        • Responder

        Lamentável é ver-se este atropelo às regras de vinculação em funções públicas, onde foram colocados ilegalmente milhares de professores sem recurso a Concurso de Mobilidade Interna para as vaga disponíveis (como obriga a Lei vigente). Não concordo que quem entrou num concurso ilegal, com normas ilegais, que beneficiou de subsídios de caducidades de contrato nos anos da Troica, quando os outros parvos da classe ficaram sem subsídio de férias e de natal, para depois vincularem como se nunca tivesse caducado o contrato, venhama agora ultrapassar os docentes que estão à 19 anos a auferir pelo índice 151 e 166 quando estes estão desde sempre em grande desvantagem com os Vinculados Extraordinariamente, até quando eram contratados, é bom lembrar que poucos são os docentes que com 20 anos de serviço não ram dos quadros por opção, tomaram a opção de não concorrer a todas as vaga disponíveis, enquanto outros eram o corpo ao manifesto. A paga dos sindicatos e do MEC é evidente. É uma vergonha a lavagem cerebral que alguns blogues e sindicatos querem fazer relativamente a estas verdades, não assumem posição clara para não ferir susceptibilidades. Vergonhoso.

          • anonimo on 20 de Novembro de 2017 at 22:05

          Vira o disco e toca o mesmo, chiça!!!
          Erros? são uns atrás dos outros e ainda quer progredir… É disto que temos de aguentar nas escolas.
          Vai “masé”para a escola aprender, ó A !
          Olha, vê se não mordes a língua, com tanto fel ainda morres envenena.

    • mario silva on 21 de Novembro de 2017 at 0:52
    • Responder

    a secretária de estado da administração pública numa entrevista na RTP3 informou que a recomposição não significa recuperar tempo de serviço.

    portanto, tal como no concurso extraordinário, vão fazer um remendo que vai beneficiar uns e prejudicar outros.

    • José Bernardo on 21 de Novembro de 2017 at 18:41
    • Responder

    …os sindicatos não defendem as minorias… sempre trabalharam para as parangonas dos jornais que é o que lhes dá de comer!

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