Não Tarda Muito

…erguem-se 44 altares.

 

Maria de Lurdes Rodrigues afinal não prevaricou

 
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O Tribunal da Relação de Lisboa absolveu esta terça-feira a ex-ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues do crime de prevaricação, pelo qual tinha sido condenada em primeira instância a três anos e seis meses de pena suspensa.

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6 comentários

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    • Do Contra on 1 de Dezembro de 2015 at 22:21
    • Responder

    O cRATO, esse, é um santo e não prejudicou nada, nem ninguém… Com uma prova inconstitucional (só mais uma inconstitucionalidade do governo anterior), afastou milhares da possibilidade de um emprego. Na República dos Bananas, isso não é nada…

    1. Terá lugar no altar ao lado dos outros, ele e o Casanova.

        • Do Contra on 2 de Dezembro de 2015 at 13:43
        • Responder

        Certo! Mas nunca sentarão o cuzinho num tribunal… Parecendo que não, faz alguma diferença.

    • Marta on 2 de Dezembro de 2015 at 15:34
    • Responder

    O ódio por esta senhora devia ser objeto de estudo. Ao nível da psiquiatria, de preferência. O que o ministério dela fez foi grave e contribuiu para uma tendência transversal a muitos países, em especial os que são intervencionados pelo FMI, e que se relaciona com o ódio da opinião pública em relação aos professores. Enquanto culpamos o vizinho do lado, não nos apercebemos que nos tiraram quatro salários ao ano e que temos 500.000 portugueses exilados económicos.
    No entanto, é com espanto que registo que esta mesma senhora é o saco de boxe da educação portuguesa: foi condenada na semana de abertura do ano letivo (quando a colocação de professores começou a dar problemas sérios e convinha abafar esse tema) e é agora absolvida quando deveríamos repudiar todas as medidas tomadas por Nuno Crato nos últimos “quase 5 anos”. É muito conveniente para as associações ligadas à direita continuar a incentivar o ódio pela “ministra de Sócrates”. Pode ser que assim se consiga fazer uma ponte com este novo governo de PS. Pode ser que o barro cole…
    É triste ver uma classe profissional que exige o título de mestre para lecionar cair nestas estratégias de comunicação. E mais triste é ver professores mais interessados na política e na vingança do que no ensino público. O ensino está hoje (2015) melhor do que estava há 5 anos atrás? É só isto…

      • Virgulino Lampião Cangaceiro on 2 de Dezembro de 2015 at 19:31
      • Responder

      Não, o ódio por esta senhora (ou será bruxa?) não precisa de ser objeto de estudo ao nível da psiquiatria. Pelo contrário, um professor que não odeie esta coisa de aparência vagamente humanóide é que deve consultar urgentemente um psiquiatra.
      Não, não me esqueço das turmas gigantescas, da implementação da famigerada PAAC, da examinite aguda, das metas impossíveis de cumprir e outras cratianas aberrações.
      Mas também não me esqueço de quem começou a fechar escolas do interior com menos de 10 alunos, de quem pariu a figura de director escolar; de quem foi impondo um modelo de gestão pronto a municipalizar para posteriormente privatizar (vide criação da AEC); de quem disse que a Parque Escolar ” foi uma festa para as escolas, para os alunos, para os arquitetos e para a economia”, encobrindo o fartar vilanagem que a festa representou e ainda representa para os empreiteiros amigos do poder; de quem pariu um aborto chamado Professor Titular; de quem tambem pariu um sistema de avaliação hiperburocrático cujo objectivo camuflado mais não era do que impedir progressões na carreira; de quem acabou com o ensino recorrente para adultos e criou uma máquina de fazer diplomas; de quem disse ” Perdi os professores mas ganhei a população.” ; de quem implementou um estatuto do aluno com apoios e provas de recuperação ad nauseam para os que faltam quando lhes apetece; de quem aumentou em cerca de 30% o horário dos professores, por exemplo, com coisas “não letivas” como substituições; de quem queria a toda a força que os os encarregados de educação avaliassem os professores.
      E não, também não me esqueço de quem, numa reunião com dois parlametares do PS, os acusou de darem voz a “professorezecos” .
      E sim, ainda há quem tenha memória, a memória dos factos, a história que é bem presente e bem visível nos abortos que esta besta pariu em regime de barriga de aluguer.

    • ai on 2 de Dezembro de 2015 at 23:40
    • Responder

    Espero que o novo Ministro não sofra deste síndroma de fazer coisas.

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