Opinião – Nós, os Professores

(Clicar na imagem para aceder ao artigo)

PS:

Faltava o link para o artigo. Já lá está.

Quanto ao José Miguel Júdice citado no artigo e a sua sociedade de advogados PLMJ é só ver o que ele mama nas tetas do Estado: até este momento e com 46 contratos, mama 1.943.600,34€ (fiz o download do Excel e as continhas).

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2017/11/opiniao-nos-os-professores/

3 comentários

    • Lope on 23 de Novembro de 2017 at 19:39
    • Responder

    Eu concordo com João Miguel Tavares que no seu artigo no “Público”, onde foca um aspecto muito importante: Essa ideia dos professores “tudo por junto” não é ideia brilhante. Vai sendo tempo de separar as águas. A quem interessa meter 130 mil professores todos no mesmo cesto? Alguém que saiba fazer uma operação matemática simples acredita que esse “tudo ao molho e fé em Deus” tem futuro? Não, não tem futuro, é tempo de dar uma volta ao cesto e separar o trigo do joio. E é tempo de parar com a hipocrisia de manter no sistema professores com mais de 60 anos. Isso só interessa aos sindicatos por duas razões elementares: dinheiro de quotas e espingardas para a luta. Assim não vamos lá.

    • ai on 24 de Novembro de 2017 at 0:41
    • Responder

    que vergonha… esses intelectuais no seu melhor!!! fico feliz por mostrarem as suas competências de viver à custa do estado e não só… parabéns!!! eu fiquei a conhecer melhor a nossa classe de intelectuais.

    • A on 24 de Novembro de 2017 at 11:44
    • Responder

    Estive a analisar o artigo da PLMJ e estranhei como é que há tanta assessoria a municípios, é estranho. Só falta os municípios irem solicitar pareceres de arquitectura sobre o PDM a privados com uma secção de arquitectura por município a ser paga por todos nós.
    Deviam congelar o pagamento das verbas devidas à PLMJ (porque é dinheiro dos impostos tal e qual o nosso salário, sai da mesma bolsa) daqui a dois anos, quando pedisse juros de mora, alegava-se que o cronometro descongelou agora, não há direito a juros e só lhe pagavam o dinheiro devido por partes, num período de dez anos que custa menos.
    Neste ponto estaremos todos de acordo, privados e públicos, o estado gasta muito e gasta mal.

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