Este seria um grande feito do novo Ministro da Educação.
Mas para isso vai ser preciso lutar contra o poder de muitas escolas que pretendem manter e até aumentar o seu poder de decisão nas contratações de escola.
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4 comentários
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Espero que o novo Ministro da Educação, Tiago Rodrigues, não se deixe enrolar e tome consciência dos procedimentos efetuados pelo seu antecessor Ministro da Educação e Ciência, nuno crato, o tal que consegui ir-se embora sem publicar os agrupamentos onde os professores da BCE e CE foram colocados, para assim se poder verificar da existência ou não de irregularidades.
Também a Exma. Sra. Diretora-Geral da Administração Escolar, Maria Luísa Oliveira, presumo que ainda a exercer funções neste organismo, na Nota Informativa – Regras de Funcionamento da Bolsa de Contratação de Escola publicada no dia 1 de setembro de 2015 não colocou nenhum ponto relativo à PUBLICAÇÃO DAS COLOCAÇÕES EM BCE, verificando-se esta omissão até à presente data.
Porque será? Porque não se justifica?
No ano letivo transato só existiram duas publicações uma no dia 7/11/2014 e outra no dia 10/12/2014 e depois foi omitida contrariando a própria diretriz da DGAE na sua circular Nº B14024576 de 12/9/2014 no seu ponto 12.3, desrespeitando sua Excelência o Sr. Diretor-Geral, Mário Agostinho Alves Pereira.
Por estes motivos insisto, Dr. Tiago Rodrigues não se deixe enrolar e tome consciência dos procedimentos que tomaram e poderão vir tomar.
Na minha opinião, o mais justo seria um concurso único com a ordenação dos docentes respeitando a sua graduação profissional e, obviamente, a publicação de listas.
Espero que haja bom senso e regresse o concurso único.
A própria lista de graduação está subvertida desde que entraram os mestrados de Bolonha.
Sim que a nota dos últimos 2 anos não é a nota de 5. Ainda para mais quando em Bolonha esses 2 é o projeto. Os de antes Bolonha se a média fosse dos últimos 2 anos, a maioria também teria melhor nota para além de que tinham um estágio, que não se compara com o pseudoestágio de Bolonha.