… que se eliminem estes obstáculos à progressão dos alunos do ensino básico e que se trabalhe, segundo Catarina Martins, para a Felicidade.
Depois os pais que não se queixem das facilidades do sistema de ensino.
Encarregados de Educação pedem eliminação dos exames do 6.º e 9.º anos
A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) defendeu hoje a eliminação dos exames nacionais do 6.º e 9.º ano, tal como já aconteceu com os do 4.º ano.
Começando por sublinhar que concordam com a decisão de eliminar os exames do 4º ano, os órgãos sociais da CNIPE entendem que o mesmo deverá acontecer com as provas nacionais de Matemática e Português do 2.º e 3.º ciclo.
“Promover o sucesso escolar deve ter por base um real investimento na escola pública (condições, número de alunos por turma, número de professores, objetivos, técnicos especializados…) e não a realização de exames que põem em causa a valorização de todo o trabalho e de todas as aprendizagens realizadas ao longo do ano letivo”, lê-se no comunicado divulgado pela presidente da CNIPE no final da reunião dos Órgãos Sociais, que decorreu em Viseu.
No entanto, caso o Ministério da Educação decida manter os exames do 6.º e 9.º anos, os encarregados de educação sugerem que sejam realizados fora do período letivo, para não perturbar o normal funcionamento das aulas.
A CNIPE critica também o Preliminar English Teste (PET), o novo exame de inglês obrigatório para todos os alunos do 9.º ano, considerando que “a escola pública não deve estar ao serviço de uma instituição privada” e que aquela prova “continua a criar desigualdades de acesso à certificação pela Cambridge já que é paga pelos pais”.
“Consideramos, também, que o facto de a certificação ser feita por uma entidade exterior ao Ministério e Educação é um completo desrespeito pela formação dos professores e professoras de Inglês e a todo o sistema público de ensino”, conclui a CNIPE.





10 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Totalmente de acordo com os pais!! Pode ser que assim eu deixe de subsidiar a manutenção de exames com um trabalho de correção não pago, para além de deslocações não pagas…
Viva a folia , cantar , cantar ! Haja alegria neste lugar !
Bastará conhecer as letras que forem do tamanho do comboio, as outras não é preciso.
Seremos um País de cigarras a fornecer mão de obra barata para a Europa.
Dançar, dançar!
Nem mais!
https://wordpress.com/post/oduilio.wordpress.com/11680
A ser verdade, seria uma vergonha – ou mais um escândalo – os sindicatos aceitarem, consentirem ou viabilizarem as provas de aferição para o 4.º ano com os atuais programas e, o mais grave, com estas metas curriculares. Quem se preocupa com o 1º ciclo?
Para que servem estes exames? O ensino ficou melhor? Houve vantagens acrescidas? A avaliação contínua não é mais importante e justa?
Não, não é mais justa. Os exames não estiveram implantados o tempo suficiente para se avaliarem os seus efeitos.
Coitados dos pobres. Não têm que vele por eles. Os exames eram a sua unica oportunidade. Agora nem essa têm.
Como aquele pim pam pum, aquele verborreico que se foi, também eu vou! ISto anda a perder qualidade e interesse.
E agora que não há exames… posso ir em paz. Foquem a discutir se o exame é bom ou não. Para mim, não passa de uma insignificância e felizmente passará a isso.
O que interessa é ensinar, com exame ou não.
Tenho dito, fiquem bem. Até sempre.
Palhaçada! O melhor mesmo é os meninos entrarem diretamente na Universidade e de preferência privada, paga pelo Estado, claro está… Os exames são necessários para nivelar…
Lá estão os arautos da educação eficiente, sempre sentados à direita de qualquer coisa, a espernearem, a fazerem leituras simplistas, enviesadas e distorcidas daquilo que é dito e escrito por aqueles que se sentam à esquerda dessa mesma coisa.
Para muitos, o ensino é de má qualidade, mas os exames são bons, não é? Um ensino pobre só pode gerar exames pobres, dixit.
Todos aqui muito preocupados com os pobrezinhos, com a mão barata, com as cigarras desta vida, com o acesso às universidades… Solução? OS EXAMES, pois claro! Que génios, que crânios!
Que visão paupérrima da educação… Se os exames são a panaceia para os problemas de educação, proponho exames nacionais sempre que possível. Todos os meses, proponho!
Já agora, proponho: uma classificação qualitativa de Apto/Não Apto e a eliminação dos exames no 11ºano e no 12º ano!