É que já em 2014 se tinha anunciado que o programa de rescisões amigáveis tinha parado para a administração pública.
E isso não era imprevisto para 2015.
E agora culpa-se os professores desse derrape orçamental por uma coisa que até queriam (rescisão amigável) e na qual não existiu qualquer programa em 2015 para isso.
PSD: Meta do défice ameaçada por fraca adesão de professores a programa de rescisões
Segundo explicou o social-democrata Duarte Pacheco, na dotação provisional “estava inicialmente previsto que houvesse um conjunto de professores que poderiam beneficiar do programa de rescisões amigáveis”, o que diminuiria a despesa com pessoal. Porém, “não foram muitos os que recorreram”, o que significa que se mantiveram no activo a ganhar os salários por inteiro, afirmou.
Assim, “essa verba tem de ser reforçada para fazer o pagamento desses salários”, acrescentou Duarte Pacheco.
Anterior Governo gastou em novembro 30% da almofada financeira
Dinheiro foi afeto a “despesas com pessoal do Ministério da Educação e do Ministério da Justiça”
O anterior Governo gastou em novembro pelo menos 278,3 milhões de euros da almofada financeira de 945,4 milhões de euros prevista no Orçamento do Estado para 2015 (OE2015), o equivalente a 30% daquele montante, segundo a UTAO.




3 comentários
Tretas, uns grandes mentirosos, quantos colegas nossos viram as suas pretensões indeferidas.
Mais uma razão para ser aprovada a proposta de aposentação aos 36 anos de serviço independentemente da idade e continuar os descontos para a caixa geral de aposentações, até atingirem a idade legal da reforma.
Tudo para justificar a” vingança ” dos gastos enormes durante o mês de novembro, após o resultado eleitoral!…
É uma claríssima MENTIRA!
Conheço alguma pessoas que pediram e foi-lhes negada. Aliás, alguns desmotivados e outros doentes… Querem tapar os olhos das pessoas chamando de novo os professores burros e ignorantes…
Gostava de chafurdar na cara desse “senhor” o email tipo concurso da TVI que me enviaram em início de Setembro de 2014, a comunicar mais ou menos que o meu pedido não tinha sido deferido, e que terminava com uma graçola: “obrigado pela participação”. Isto depois das férias passadas à frente do computador, à espera de notícias, eu que já tinha feito o pedido na primeira fase (que terminou em Fevereiro de 2014). Mas preferia mesmo partir-lhe as trombas.