As ações da MLR, da Alçada, do Crato, do Tiago, do Costa…
Foram elas que levaram à atual e futura falta de professores, e isso será a maior condicionante por muitos e muitos anos.
Podemos começar pela aposentação. A idade não vai diminuir nem coisa que se pareça.
Basta analisar o que tem vindo a público e unir os pontos, já muito nos foi dito e não passará muito além disso.
Mesmo assim, estou curioso, sempre quero ver o que vai começar a sair das reuniões negociais. Que valorização é essa que vai resultar em professores aos pontapés em Lisboa, Setúbal, Algarve e pelo pais fora.




19 comentários
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Infelizmente não é preciso valorizar a carreira, para fazer com que haja mais professores basta facilitar aos estrangeiros a sua possibilidade para lecionar. Como eles venhem de países onde a sua situação é muito má, para eles a vida de professor aqui é muito boa. O problema é sempre o ponto de comparação. O que os sindicatos não podem permitir é que se facilite a entrada de professores no nosso sistema educativo de qualquer forma.
Estrangeiros?!
Está a brincar?!
A porta está aberta a qualquer um. Estrangeiro ou nacional. Nem é preciso ter profissionalização.
E quando chegam às escolas ultrapassam tudo e todos.
Armam-se em bons e desdenham quem anda lá há décadas.
Então os que estão na meia-idade e vêm de empresas, nem se fala. Conheço uns que dão aulas há 6 anos e antes estavam em empresas de onde foram “enxotados”, porque não faziam nada de jeito.
Estiveram no privado e foram corridos.
Aqui armam-se em bons e como ganham mais do que no privado, estão na boa e fazem o que querem, porque a mer da das direções lhes permite tudo.
O sistema educativo em Portugal é uma mer da. A culpa é da Maria de Lurdes Rodrigues, Alexandra Leitão, Costas, Sócrates, Crato e outras mer das nojentas que nos assolaram e assolam.
Esse não são responsabilizados por nada. A Milú de mer da foi condenada por delapidação do erário público, quando deu 1 milhão ao irmão do Pedroso para fazer uma porcaria qualquer que ele não fez. E depois? O que lhe aconteceu? Nada. É a diretora do ISCTE e lá nem aplica a porcaria que legislou porque diz que não se aplica.
Isto é gozar com a nossa cara!
Têm razão!
Primeiro os do Privado ,depois os das novas oportunidades ,seguido de qualquer um.
Como mãe apelo aos encarregados de educação para que não aceitem que pessoas pseudo-formDas .A educacão tem de ser igual para todos .se assim continuarmos,só quem tem muito dinheiro é que poderá pagar bons explicadores e colegios do topo.
Acho ,mesmo,uma falta de respeito ,por exemplo ,colocar um estrangeiro a dar aulas de Português. Em todas as disciplinas é muito mau,mas a Português é cómico e desatroso.
Este tipo de comentários são sempre considerados como xenófobos, fascistas, mais um que é do CHEGA, etc
Concordo consigo mas admira-me que ainda não tenha sido insultado.
O maior insulto é a indiferença, pois a maioria dos colegas são muito educados.
E porque deveria ser insultado?
Não li nada discriminatório nem xenófobo.
Disse a verdade, ou parte dela, já que o comentador seguinte o completou.
Exactamente! Os institutos de Educação que dão a profissionalização estão a ser muito pressionados pelo Brasil para reconhecer as qualificações duvidosas destes milhares de cidadãos! Imaginem só um colosso como o Brasil colocar “docentes” em Portugal! Enchem as escolas num instante
É nelhor que se acabe com as injustifiças e se aposte na sólida formação de professores. Em 4 anos consegue-se!
Os antigos têm de ser recompensados pelo tempo que estiveram congelados e que nunca viram por estarem no 9º escalão, nem que seja para efeitos de reforma. Têm que ser aproveitados já para ensinar os mais jovens que devem ser de qualidade.
Pagar melhor!
Acabar com ADD!
Deixem estar os escalões como estão porque basta de rasteiras!
Há que reformar mais cedo nesta profissão de desgaste. É uma evidência! E não vai há muito que a reforma era aos 32/52 ( serviço/idade) e não era precoce porque a exigência existe!
A opinião pública está a favor dos professores apesar dos envenenamentos sistemáticos dos políticos e dos jornalistas. Mas nunca a opinião pública esteve tão do nosso lado. Portanto, a agenda de acção dos professores tem que ser curta, rápida e grossa!
Cuidado com o que pede. Acabar com a ADD não é o mesmo que não ser avaliada. E pode esquecer a ideia de não ser avaliada. E já existe um modelo de avaliação na FP , que poderá ser aplicado aos professores. Pode ter a certeza que não quer ser avaliada pela avaliação do resto da FP.
A carreira docente tem um estatuto próprio e muito bem porque é muito específica. Não somos meros funcionários que funcionam. A nossa obrigação vai para além disso e a nossa responsabilidade é bem maior. É a vida futura de um país que está na nossa posse. A política chegou a este caos porque os professores deixaram-se amestrar e amesquinhar. Hoje temos incompetentes, comodistas e corruptos à frente das instituições a banalizar e a branquear a própria corrupção. Se queremos travar populismos que a nada conduzem senão à violência e à obediência cega, temos de ganhar respeito pelas obrigações da profissão, temos de as impor e de as fazer respeitar. Um professor é um continuo aprendiz. A avaliação dele passa pela formação não formatada, isenta mas obrigatória em contexto económico. Todo o profesdor é alguém com quem se aprende. É essa a sua avaliação!
contexto académico
e gratuita porque o tempo é dinheiro
E nas reivindicações, à cabeça, tem que surgir o fim da municipalização encapotada e o fim do atual modelo de gestão escolar!
Nenhum dos dois assuntos faz parte do ECD.
Qto á “municipalização” encapotada, não existe nenhuma. Poderá dizer que se trata de uma regionalização encapotada. Mostra que não sabe a diferença entre regionalização e municipalização. Acha mesmo que este governo vai negociar o fim de uma medida que acabou de aplicar!!!!
Acho! Regionalizar é o mesmo que municipalizar.Para que servem as CIM, sr. Iluminado?
Os trabalhadores deste país não estão a dormir, nem embalados em conversas se Chega, ou de Esquerda. Estão é fartos de ganhar mal e de serem os eternos sacrificados em nome de boys , de corruptos e de interesses idiotas da globalização, por isso ninguém os vai parar! Nem cá nem lá fora. Já deram um salto quântico que os coloca moralmente acima de guerras e guerrilhas de gente ambiciosa e sem escrúpulos!
Ainda bem que admite que não sabe a diferença entre regionalização e municipalização!
E tb não sabe que as competências não foram transferidas para as CIM mas sim para as CCDR .
Sabe qual é a diferença entre as CIM e as CCDR?
O sr. Ilustrado parece não saber o que são forças de pressão nas CCDR! Ou então finge que não sabe.
O modelo da administração pública (SIADAP) é outro nojo!
Mais uma criação do governo de Sócrates, o ladrão e pulha nojento!
Enquanto estes tipos e tipas não levarem no focinho, nada muda!
Essa história de haver falta de professores é uma falácia. Eu próprio ainda não consegui colocação. Ou o ministro condiciona o acesso ao sighre àqueles que realmente validam a sua formação (o que não acontece hoje em dia) ou isto vira o caos. De qualquer forma aconselho-vos a entrar num site de um qualquer agrupamento e analisar em detalhe as listas de contratação de escola. Além de não haver concursos desertos, há de tudo…inclusive terapeutas sexuais a querer entrar. Tenho a certeza que este ministro saberá levar a educação a bom porto!
Já começaram os elogios à UGT. Olho vivo…
Não vá acontecer a mesma ascensão rápida dos dirigentes atuais dos sindicatos da educação na carreira sindical e partidária como aconteceu com aqueles que negociaram com o EPC e ofereceram a alguns colégios a possibilidade dos 1320 minutos de componente letiva por troca da componente não letiva. Pode ser que também cheguem a Presidente da UGT e a vice presidente do PSD. No tempo em que Montenegro era presidente do grupo Parlamentar resultou, agora que é PM deve ser melhor ainda. Alguns colégios pouparam 20% de horas letivas nos salários dos docentes a custo zero. E no EPC nunca houve redução da componente letiva. Agora, em algumas dessas escolas onde o Estado paga pouco (o valor por turma foi apurado considerando 24 alunos x o custo de um aluno no ensino publico nunca mais avaliado e os que alunos que estão acima de 24 valem zero para o estado) e essas escolas aceitam tudo para ver se crescem, o trabalho não letivo passou a ser ocupado nos intervalos entre aulas. Para parecer que está tudo bem preparam-se papeis para inspecção ver e restringe-se o acesso público às matrizes curriculares desenhadas à medida dos rankings. Corta-se nos apoios aos alunos com dificuldades, porque o DL 54/2018 manda tudo para as salas e as medidas estão escritas no papel. Como é chique estar num colégio onde não se paga, e muito pais pouco sabem do assunto e dos seus direitos de participar nestas decisões, aceita-se e cala-se tudo. Há turmas a abarrotar com 30 alunos, muitas com alunos com direito a turmas reduzidas. Como isto fica mais barato ao Ministério, e ninguém se queixa, nunca vai ser visto pela Inspeção, ainda mais se for algum inspetor católico que até tem medo de perder o seu lugar no Céu. E tantas maravilhas de gestão ficam por contar… quando tentarem aplicar algo parecido no publico talvez se dê por isso…. ou quando se perceber que não há dinheiro para as reformas se perceba que os colégios pagos pelo Estado e que rebentaram com a Saúde dos seus professores ainda ganhavam com isso porque o dinheiro recebido do Estado fica lá quando o professor está de baixa. Mas não digo mais porque enquanto escrevia isto apareceu-me duas vezes o anúncio da Solverde, dos tais que também têm um colégio privado e pagavam qualquer coisinha à tal empresa de um agora PM que diz que os sindicatos estão instrumentalizados pelos outros partidos.