Mar 03 2025
Versão final da nova proposta da MPD
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7 comentários
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Finalmente se fez justiça no que respeita aos docentes que têm a seu cargo ascendentes com doenças incapacitantes concedendo-lhes a possibilidade de serem acompanhados no seio familiar durante a fase final das suas vidas. Assim, será reconhecida a dignidade a esses idosos, pois tão desprezados e desrespeitados têm sido pelo ME que só tem reconhecido direitos aos descendentes de quem precisa trabalhar e obrigado a que os ascendentes tenham que ser institucionalizados, ao invés de poderem permanecer no seio familiar.
Completamente de acordo.
E muitos de nós nesta idade têm pais e sogros a necessitar de cuidados e ajuda e não os podíamos prestar. Uma desumanidade.
Fez se justiça.
“O mais crítico foi o Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop), que entende que os avanços da tutela são insuficientes e aponta aspetos em que a proposta torna o regime mais restritivo, por exemplo, ao retirar os professores com sogros com doenças incapacitantes, mantendo apenas os pais que integrem o agregado familiar. ”
Afinal, segundo esta “notícia” o acordo deixa os sogros de fora. Portanto lá vão ficar as famílias de professores separadas novamente .
Concordo com apoio a ascendentes esteja contemplado na MPD mas o ministério vai verificar aqueles que contornam a lei colocando a morada conjunta (ascendente+professor) e que depois os despejam em Lares de idade visitando-os sabe-se lá quando! São muitos os casos! A isso chama-se aldrabice.
Portanto mantêm a possibilidade do srs. professores com pais nos lares podem concorrer à MPD? A palhaçada continua.
A MPD só deveria ser aceita por doença incapacitante atestada a 60% ou mais, do próprio, do(a) cônjuge e filhos. Mais nada.
Como continua a possibilidade de uma simples consulta de medicina no trabalho possa determinar a incapacidade para o exercício de funções! Não tem capacidade para ser professor, é ser requalificado e fica como técnico superior.
Acho engraçado não terem capacidade para exercer mas serem os primeiros a vir perguntar quando mudam de escalão.
São 30 anos disto
Calma… Deves ter um grupo jeitoso de professores na tua escola, ou então não sei… De qualquer modo, perguntar quando mudam de escalão é tão natural que é banal, não vamos exigir que os professores, que são pessoas, não sejam pessoas. E imagino que nos quase últimos 20 anos isso não tenha propriamente acontecido por aí além…
Garanto que é todos os dias, a todas as horas.
Dou um exemplo: antes desta lei que criar lugares específicos para a MPD, eram 100 docente. Repito, 100 docentes em MPD a fazer coisíssima nenhuma e a receber como tal. A maioria vinha com a vontade de não ter componente letiva e os que não manifestavam essa intenção, não havia para eles.
Num agrupamento com cerca de 3.000 alunos.
Em que outras carreiras isso pode acontecer? Que eu saiba nenhuma.
Continua a aceitar a MPD pelo próprio, o(a) cônjuge e filhos desde que com, pelo menos, 60% de incapacidade. Mais nada
São 30 anos disto