Quem ouvia Sócrates dizer que antes dele a ADD não existia, que tudo subia em progressão automática poderá rir-se das declarações do secretário de estado da educação em resposta a ofício da Fenprof.
Chegaremos ao fim de vida de Sócrates com uma ADD inútil, inconsequente (caso os rumores de novo congelamento de carreira sigam para a frente) e sem exigência.
Não discordando da resposta do secretário de estado, quero ver como estas declarações podem ultrapassar a lei vigente. Pois que em tempo de crise e de vacas magras o ME não deverá querer gastar recursos financeiros para a formação contínua dos seus profissionais.
Neste caso Alexandre Ventura parecia o Ministro das Finanças a publicar despachos, respondendo de imediato, fará parte da acta?




6 comentários
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Da FNE ou FENPROF
De quem afirmou que sem formação não havia progressão e agora por razões económicas já diz o contrário.
O único governante que está no mesmo lugar é José Sócrates.
A coerência é total. Oh! se é! Façam o favor de lerem:
Expliquem-me porque é que o Ministério da Educação, sabendo que muitos Directores escolheram para adjuntos professores de qualificação académica inferior (bachareis), assobiam para o lado e fazem de conta que a Lei não existe. Conveniência do servicinho?!! E depois vêm com a tanga (e talvez o tango) de que a ADD é para discriminar positivamente os melhores? É lindo. Portugal tem futuro…
Ai tem tem em colaboração com os sindicatos!
Isto dito por ti nem parece teu.
Então a ADD é inconsequente?
Não te esqueceste dos efeitos já sentidos na graduação de contratados?
Lembra-te que por esta altura havia sempre aquela dúvida que pairava no ar.