Estudo de Eugénio Rosa Sobre a Falta de Professores

A FALTA DE PROFESSORES NO ENSINO BÁSICO E SECUNDÁRIO UMA CRISE HÁ MUITO ANUNCIADA, MAS OS SUCESSIVOS GOVERNOS NADA FIZERAM PARA A EVITAR: entre 2000/2023 o número de alunos inscritos no curso de Educação diminuiu de 51128 para 16805 (-67,8%) e número de licenciados de 11936 para 3497 (-70,7%), um número inferior aos professores que se aposentaram em 2024. E vai levar anos a resolver a falta de professores

 

 

Neste estudo, utilizando dados oficiais, mostro que a crise de falta de professores no ensino básico e secundário , que está a deixar milhares de alunos sem aulas, era previsível que podia ter sido evitado se os sucessivos tivessem dado atenção aos alertas que vinham de vários lados. Eles próprios tinham a obrigação de estar atentos e de tomarem atempadamente medidas para a evitar. Por incompetência ou falta de responsabilidade nada fizeram, e aí está mais uma crise a juntar às muitas que o pais já enfrentava. Mostro também por que razão a profissão de professor deixou de ser atrativa, e o que de importante para os professores contém o OE-2025 aprovado.

 

Aceder ao Estudo Aqui

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6 comentários

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    • Voilá on 21 de Dezembro de 2024 at 18:43
    • Responder

    Voilá🥳
    Mais palavras para quê?.
    Já tinha sido tudo dito por nós aqui nos blogues. Bem escalpelizado. Que não somos parvos. Andamos há muito nisto. Também temos formação analítica. E sabemos fazer contas básicas.

    Agora a revelação deste estudo, do guru Eugénio Rosa, que dá sustentação cientifica às nossas análises, às nossas percepções ( como gostam agora de dizer).
    FORAM UNS INCOMPETENTES! Mais palavras para quê?
    Querem professores portugueses?
    Não nascem de repente!
    Importem nos em massa do Brasil e de África de expressão portuguesa. Dêem lhes equivalências e alguma formação científica se for necessária . Eles agradecem porque as carreiras e os salários lá são bem ruins
    E quando tornarem a carreira atrativa e digna , europeia, talvez tenham jovens portugueses a candidatar se.
    Mas não me parece que seja por aí que querem ir.
    Querem professores proletários. Não querem professores intelectuais que lêem , compram livros e discutem as ordens antes de as cumprir.
    O mundo vai ser bem pior do que o que já vivemos.

    • Estudos on 21 de Dezembro de 2024 at 19:06
    • Responder

    Um estudo para mostrar o que já está demonstrado há muito tempo e que não em qq utilidade para resolver o problema.

    • sapinhoVerde on 22 de Dezembro de 2024 at 9:15
    • Responder

    Concordo plenamente e concordo com Exmo “Estudos”, obviamente que todos sabem disso.
    Apenas afirmo que em 1998/1999 um determinado “professor” (que nessa altura tinha outra ocupação, longe do ensino) foi convidado para lecionar porque não existiam professores para assegurar tal disciplina, sim há mais de uma quarto de século e ou melhor dizendo – do século passado – . Pois é …. naquela altura, quando a falta de docentes (ainda) não era muito acentuada a preocupação foi a de denegrir os professores (são malandros, não fazem nada, têm 3 meses de férias grandes, mais 15 dias pelo Natal e pela Páscoa, a carreira é “mutíssismisssimo” Bem Paga …. ) e causar uma perca bastante grande na sua autoridade e autonomia financeira ….
    O que me admira (pelo supra exposto) é que alguém se candidatasse a ser docente 🙂 …. ou talvez não ….
    Ainda sou do tempo dos 11 blocos de 90 minutos
    Ainda sou do tempo sem o tal “tempo de estabelecimento”
    Ainda sou do tempo que todos os cargos e contactos com EE e outras atividades eram todas lectivas, e artigo 79 era realmente redução da carga letiva.
    Ainda sou do tempo em que financeiramente compensava ser professor mesmo no início da carreira
    AGORA sou do tempo em que não há professores, porque além dos 1100 minutos temos de cumprir e para o bónus cargos dos mais variados tipos… com um salário que se confunde com o SMN, obrigados a concorrer a todo o país, sem autoridade, e toda a sociedade nos julga com uma vida principesca e com ordenado milionário ….
    SE ASSIM É …. porque não existem professores????

    • Amália Rodrigues on 22 de Dezembro de 2024 at 19:31
    • Responder

    Não aconselho a ninguém a ir para o ensino. 30 anos para um ordenado de 1600 euros se tiver sorte e entretanto andou 25 anos a alugar quartos e a pagar o gasóleo para poder ir trabalhar. A instabilidade é outro dos fatores insuportáveis com um ministério da educação sempre a perseguir e a destruir regras e vidas. Não dá mesmo.

    • Anónimo on 22 de Dezembro de 2024 at 22:23
    • Responder

    Acabem com as avaliações.
    Deixem as pessoas progredirem como acontecia antedms de 2005.
    Acabem com cotas.
    Deixem as pessoas aproximarem-se de casa.
    Deixem-nos ter uma vida.

    • RF on 23 de Dezembro de 2024 at 21:08
    • Responder

    Só há dois tipos de pessoas que vão para a Educação.
    Os que andaram a trabalhar em empresas e deram-se mal, porque não prestam. Vão para a Educação com 40 e tal anos ou mais, e querem mamar, tratando os que lá estão mal.
    E os que são tansos e acham que vão fazer alguma coisa de jeito pela sociedade e que, quando chegam aos 40 e tal anos ou mais percebem que foram enganados.
    Os primeiros vão tratar mal todos e mamar.
    Os segundos foram explorados e vão continuar a ser até morrerem, ganharem doenças ou acabarem na miséria.
    Tudo o resto é conversa de chacha.
    Agora venham lá para a Educação.

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