Uma Notícia Mais Explicativa Sobre as Vagas Negativas

…que foge aos títulos bombásticos da desgraça desses números negativos.

porque também muitos desses horários negativos são apenas para necessidades permanentes que têm sempre regras bastante apertadas, não sendo consideradas as reduções de horário ao abrigo do artigo 79° e tendo como base o número máximo de alunos por turma.

 

9500 publico
Público (04-03-2015)

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5 comentários

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    • Pois on 4 de Março de 2015 at 11:02
    • Responder

    E não é uma desgraça esta situação?!?

    Se não é desgraça, é o que?

    Lá porque já foram mais as vagas negativas em anos anteriores não quer dizer que estejamos num panorama positivo, antes pelo contrário. Os contratados já sofreram um grande ataque e neste momento a razia entrará nos professores do quadro.

    O problema disto é pessoas como o Arlindo e os sindicatos acharem que passar de 14000 para 9000 vagas negativas é positivo. E até percebo porquê. Não chega a vocês a razia!!! Queria ver se não houvesse colocação de professores de EV no 1º ciclo e fosse para a requalificação acharia piada a este número.

    Isto é vergonhoso. Aumentam o nº de alunos por turma, diminuem as reduções, aumenta a carga horária e depois dizem que estes números vêm da diminuição de crianças. MENTIRA! Pode ter diminuído o nº de alunos mas isso apenas poderia servir de desculpa para ter turmas mais pequenas e melhoria na qualidade de ensino.

    Para terminar, quero dizer que até tenho o meu lugar garantido mas chateia-me imenso ver a classe atacada e gente a assobiar para o lado!

      • Pois on 4 de Março de 2015 at 11:06
      • Responder

      “muitos desses horários negativos são apenas para necessidades permanentes que têm sempre regras bastante apertadas”

      Esta observação é de rir… Isso justifica o que?!? Uma vaga negativa é uma vaga negativa! Se o professor de uma vaga negativa sair da escola, ninguém entra e no máximo, mais um lugar para a contratação ou mobilidade interna, que implica poupança para o governo com a colocação de mais um trabalhador precário. E é ponto final…

      Até parece que vem dum sindicato do PSD!!! Xiça.

        • Dor de c... on 4 de Março de 2015 at 12:05
        • Responder

        A dor de c… é mesmo lixada
        A desgraça anunciada é o discurso que tem tido, anunciando milhares de colegas que vão para a requalificação. Discurso esse que acaba de desmenti!!!.

          • Pois on 4 de Março de 2015 at 13:57

          Acabo de desmentir onde?!? O que digo é que esta medida só vai provocar 2 coisas, menos professores nos quadros por causa das vagas negativas e mais requalificação porque há menos vagas reais. Está a procura de cornos nos outros quando devia olhar para os seus estúpido!

    • Imprensa tem razão: 9500 negas on 4 de Março de 2015 at 11:37
    • Responder

    O facto de ter havido uma diminuição de vagas negativas para o interno de 2014, só prova a injustiça propositada que foi o concurso de 2013. As listas da MI e contratação desse ano e o CEE de 2014 provam a falácia PREMEDITADA que foi esse concurso, portanto, não venha dizer “entre linhas” que afinal este nº não é assim tão negativo.

    O facto de não ter sido considerado o artº 79, nem que fosse na sua pior interpretação (na qual o MEC insiste) faz toda a diferença. Existem escolas em que o corpo docente tem uma idade mais avançada e obviamente os seus horários considerados completos têm uma componente reduzida. Se essa redução não for considerada vai originar vagas negativas que são “mentira” na realidade. Mas, se um desses docentes por qualquer motivo da sua vida concorrer para outra escola lixa a vaga que poderia ser para outro.

    Outra armadilha são as vagas negativas dos CEE´s, então se não se recuperam é porque esses docentes não são considerados necessários. A vaga abriu só para eles e se a conseguirem largar ocupando uma positiva já mais ninguém entra nela.

    Portanto, isto é um panorama mau.

    Outra questão a ver é a MI, este sim um concurso que coloca verdadeiramente docentes. Ou seja, o que deveria ser resolvido pelo concurso interno é transferido para a MI em colocações temporárias (que na melhor das hipóteses é por 4 anos). Se somarmos os anos de contratação, mais os de vinculação e depois os de destacamento, estamos quase à beira da reforma sem nunca conseguirmos pertencer a uma escola próxima da residência. É uma vida inteira sempre a concorrer sem certezas nenhumas dada a constante E INJUSTA ALTERAÇÃO DE LEGISLAÇÃO.

    Coloca-se agora a seguinte questão: o que é melhor para mim: Um Qa ou um QZP? o que será que o próximo MEC (sim porque espero que este vá embora) pensa fazer???????

    E assim se lixam uns e se safam outros!

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