Provavelmente por questões deontológicas.
Jul 15 2015
Provavelmente por questões deontológicas.
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27 comentários
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Outra vez?!
Arre…!
Cada cavadela, minhoca!
E para que serviria uma Ordem de Professores?
Fica a pergunta – a quem souber responder.
Precisamente pela questão que deotontologicamente exibiu!!
Pois. É que enquanto não me demonstrarem para que serve a Ordem, não vejo nenhuma vantagem na sua existência. Mas vale a pena fazer o exercício e tentar encontrar UM argumento a seu favor. E eles existem; o pior são os problemas daí decorrentes…
Não inverta a coisa, a não ser que mostre algo.
Quem está a inverter é o Fafe. Se quer uma Ordem, mostre para que ela serve. Não sou eu quem tem de demonstrar para que NÃO serve uma Ordem.
Uma Ordem serve para retirar aos sindicatos o que não lhes pertence por direito e que usurparam de facto; uma Ordem, tal como a entendo, não protege uma agenda ideológica – mas uma deontológica.
Poderia ter respondido antes, mas…
Resposta curta, fafe. Não diz rigorosamente nada: é paleio balofo. “Serve para retirar aos sindicatos o que não lhes pertence”? Que coisa é essa, fafe? O que é que eles usurparam, fafe? E uma ordem não tem uma agenda ideológica, mas deontológica? Bonito é; espremido, o que quer o fafe dizer com isso?
Tanta vacuidade… dói.
Ó Arlindo, que praga nos rogaste?!
Mete este Fava na “ordem”, quando não alguém o mete, e depressa!
Não passa de um monte… (pelos posts de caca que o deixas publicar), armado em intelectual, carregado de “deontontologia” (vem de tonto) profissional… (ou nem tanto, segundo se aventa por aí).
Compare o que se passa com os professores com o que se passa com os engenheiros, médicos, advogados e todas as outras classes profissionais que possuem uma Ordem. Talvez esteja aí a resposta.
O corporativismo vem do fascismo. Exija antes direitos para todos, em vez de os exigir para uma classe profissional. Parece-me que há muita gente ao nosso lado nas salas de professores mais preocupada com a “imagem” e o “prestígio” que tem na sociedade, do que por exemplo em actualizar as porcarias que ensina da mesma maneira há 10 e 20 anos! Tiques elitistas e proto-fascistas. Não contem comigo para isso. Muitos e sobretudo muitas, querem é “limpar” a “classe”, ou seja, livrar as escolas do que elas chamam os “chungas”. Cambada de tios e tias, com manias parolas de elite, ficaram chateadinhos com o que o facho RuiR disse, foi? Cresçam.
1. Eu não exigi nada, não invente.
2. Dizer que o corporativismo vem do fascismo é desconhecer a história.
3. Reduzir uma ordem profissional à defesa da imagem e do prestígio dos seus profissionais é, no mínimo, ignorância; já desprezar a imagem e o prestígio de uma classe profissional é falta de inteligência.
4. Indique-me, com factos que o demonstrem, uma única ordem que não se preocupe com a atualização dos conhecimentos dos seus associados.
5. Quanto à sua afirmação de que o que muito(a)s querem é “limpar” a “classe”, livrando as escolas de elementos “chungas”, se tais elementos “chungas” existirem e se uma ordem profissional pudesse evitar tal existência, mais uma razão para defender a dita ordem.
6. Quanto à cambada de tios e tias, nada sei, pois não conheço a sua família.
7. Finalmente, se alguém há-de crescer, não será o senhor, pois, pelo discurso apresentado, sofre de raquitismo intelectual.
2- Com “vem do fascismo” quero dizer: como é que nos chegou e quando foi aplicado? Foi na 1ª República? Na monarquia constitucional? ou pelo fascista católico Salazar, inspirado pelo fascismo italiano?
“Várias personalidades apoiantes do Estado Novo apresentaram aquele regime político como tendo sido inspirado nas doutrinas corporativas do Integralismo Lusitano. Os integralistas lusitanos, no entanto, cedo se demarcaram daquele regime, considerando-o como um corporativismo de Estado de inspiração fascista e, como tal, uma falsificação grosseira das suas doutrinas corporativas de associação.” (sim, é da Wikipédia!!!)
3- Não anda atento na sala de professores, ou já tinha percebido que essa é a principal razão de muita gente estar no ensino. Quantos professores vê queixarem-se da falta de formação? mas da falta de “prestígio” e da “imagem” todos se queixam! Prioridades.
4- Óptimo! Com a Nova Ordem (até podem usar este termo que tem pinta facho) vai haver formação para todos. A Ordem paga? Se calhar não será preciso: nessa altura seremos “poucos e bons” e portanto ganharemos como médicos. Vivam as elites.
5- “Chunga” está entre aspas porque ninguém é alguém para julgar os outros, para fazer o “perfil” dos outros! É nestas pequenas coisas que se vê os tiques de “classe”, de “elite” dirigente, que separa os “limpos” dos “outros”. Não me admira nada esta sua opinião. Devia preocupá-lo se esses “chungas” são bons dentro da sala de aula – é que se calhar até são melhores que o senhor!!! No entanto, pela lógica da Nova Ordem, o senhor (incompetente “não chunga”) ficava lá a ensinar parvoíces.
6- Está bem, tio.
Talvez para por ordem nesta coisa que é ser professor… talvez, quem sabe, para haver deontologia…. talvez para se dignificar a profissão… epá, talvez para dar sentido a uma classe desunida, egoísta, mesquinha e de muita conversa e pouca ação.
Porque violaria a ordem natural deste país – que é a desordem!
Sem desordem, tudo funcionaria melhor, de forma mais simples, mais eficaz e mais eficiente!
Se assim fosse, como vingariam os inúteis, os burocratas, os medíocres, os ignorantes e os oportunistas????
A desordem, os vários níveis de desordem nos mais diversos sectores, as várias hierarquias da desordem e, acima de tudo, a própria organização densa e tentacular da desordem, humilham e matam a resistência e a dignidade propiciam o caos, o saque continuado e a miséria e indigência que grassam no país.
A tua “ordem” é tipo a de 28 de Maio de 1926, não é? Vocês demoram a sair da toca, mas saem.
E esse argumento de que os medíocres querem a desordem, não colhe: no teu “regime”, a mediocridade é endémica.
Não a/o conheço de lado algum – o que me apraz! Sou elitista nos conhecimentos que tenho e que promovo.
Quanto ao “colhe” ou não “colhe”, é-me perfeitamente indiferente mas o facto é que colheu e se foi da “toca” que saiu para morder…do seu habitat lá saberá.
O conhecimento é aberto. Só tem medo de partilhar o conhecimento quem deseja mandar nos outros. Elitista ou não, vai parar a um buraco debaixo da terra; portanto quem acha que é para se achar mais que os outros? E já agora, se é elitista, vá para um colégio.
Problemas evidentes de projecção!
1- Não é uma questão de partilha, é mesmo de SELECTIVIDADE!
2- “Mandar nos outros”… Não basta conhecimento – é, sobretudo, necessário saber utilizá-lo. A visão de que para “mandar nos outros” carece de sonegação de conhecimento é arcaica, insustentável e néscia!
3- “buracos debaixo da terra”… condicionalismo talvez decorrente da visão de “toca”.
4- Se quisesse estar num colégio estaria – nas escolas públicas existem muitas pessoas com classe e elegância e, tal como nos colégios, também existem aqui, infelizmente, aqueles que nem com muita lapidação terão, alguma vez, lisura e brilhantismo.
Maçonaria, vaticano, opus dei…ok! venha mais uma mini fresca!
Não sei por que razão damos tempo de antena a este coiso, o fafe. O indivíduo não se identifica, ao contrário de outros interlocutores; não sabemos quem é, qual o seu nome verdadeiro, se é ou não professor; sabemos apenas que é o alter ego de alguém, provavelmente um blogger, que assume através do fafe a sua vertente mais odiosa. Logo, não vejo razão para continuar a alimentar debates com nicks.
O Fafe é o Fava dos Santos, é professor sim. Ganhou um prémio que salvo erro não chegou a receber porque ia com uma bandeira preta, em sinal de protesto no tempo da Lurdes. Quem seguia o Umbigo conhece-o bem. Tem um sentido de humor peculiar, digamos, que não aprecio mas respeito. E gosta de provocar, o que consegue facilmente, como se vê. Repare que quase só responde a quem o “pica”.
Deixa-o, o petiz estava numa crise de dispersão de concentrados quando leccionei a matéria!
Acho bem ! Desde que não seja liderada por um qualquer Grancho desta vida…. nem por um Nogueira.. nem por um Dias da Silva…
Qualquer profissão tem direito a uma Ordem e a um Sindicato. No caso dos professores há dezenas de sindicatos e nenhuma Ordem. A principal finalidade de uma Ordem é a organização e gestão da profissão, enquanto que o sindicato defende apenas os direitos laborais perante a entidade patronal. O papel da Ordem é muito mais vasto e inclui a atualização constante do Estatuto da profissão. Para mim, não faz qualquer sentido ser o Estado a definir esse Estatuto! Devem ser os professores, que conhecem a realidade. Aqui surge algo muito importante, que é o diálogo com as Universidades e a investigação realizada. Só assim poderemos melhorar a qualidade da educação… Espero ter sido claro.