Carta Aberta da Pró-Ordem ao Mário Nogueira

… publicada no Jornal Público de hoje.

Obviamente que se houver resposta pública também a publicarei no blog.

Entretanto tudo isto pode desmobilizar os professores para o mês quente de Junho.

 

Carta Aberta ao Mário Nogueira

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27 comentários

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  1. Assim é que se fala! Quem fala assim, não é gago. Mostrem-lhes a realidade!

      • ferpin on 23 de Maio de 2013 at 0:04
      • Responder

      O passos agradece este tipo de coisas. Não sei se o nogueira teve razão, não sei se a avoila fez alguma coisa à FNE para eles andarem a hesitar, o que sei é que este tipo de trampas (é o que se pode chamar a isto) só servem para dividir, permitem aos cobardes e timoratos terem uma desculpa para ficarem escondidos no buraco, impedem a unidade e a eficácia da luta.

  2. Era mesmo o que fazia falta uma guerrinha entre comadres que em nada acrescenta à luta dos professores. De uma vez por todas entendam-se! O mais importante são os professores pelos quais nada têm feito nos últimos anos. É vergonhoso assistir à degradação de tudo ao que à educação diz respeito e ainda por cima aturar estas idiotices. Get a grip!

  3. Assim não vamos lá. É só perder tempo com narcisismos, defender o professor é que “está quieto”!!

    • João pestana on 21 de Maio de 2013 at 17:20
    • Responder

    Uma VERGONHA!

    • professor contratado on 21 de Maio de 2013 at 17:34
    • Responder

    Vão todos xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx.

    • trill on 21 de Maio de 2013 at 18:26
    • Responder

    desde quando é que “não gostar” de um artigo é motivo para excluir? Bem… nesta Albânia ocidental até pode ser… Mas agora seria de esperar alguma “amplitude” de vistas… o ponto 6 da “carta” é bastante pertinente, mesmo que se possa excluir o “bota abaixo”, para não envenenar o ambiente… Mas não andará a pró-ordem na mera busca de protagonismo? (o que de todo não impede que seja integrada nas iniciativas, sublinhe-se)

      • trill on 21 de Maio de 2013 at 18:29
      • Responder

      o que de todo não impede que seja integrada nas iniciativas, sublinhe-se, tendo em conta a sua representatividade “real” (não faço ideia quantos associados terá).

      1. o filipe de paulo 🙂

    • nanda on 21 de Maio de 2013 at 19:21
    • Responder

    Sinceramente.
    Aos professores, só lhe faltava esta.
    Oh meu rico senhor… .Feche a carta se faz o favor…e para o bem de todos!

  4. Concordo. Há algum tempo que deixei de ser sindicalizado pela colagem explicita dos membros dirigentes do sindicato ao Partido Comunista. Mais depressa enviam mails e flayers de propaganda e manifestações, do que informação util, relevante e importante para os professores.. Aqui no blog do Arlindo mais depressa tiramos dúvidas e temos acesso a aspetos que dizem diretamente respeito aos docentes do que nas páginas dos principais sindicatos… Também já vimos que com este tipo e formas de luta não vamos a lado nenhum, já está ultrapassado; a situação tem piorado ano após ano e a imagem/posição dos professores perante a opinião pública é cada vez menso favorável. Para profissionais altamente qualificados precisavamos de outro tipo de representação mais digna e com maior influência e poder de negociação em “secretaria”. Não é por acaso que não se vêm na rua médicos, juizes, oficiais das policias ou de forças armadas, etc nas ruas, pois quem os representa apresenta-se com outro “nível” e tem outro poder de argumentação e negociação… Enfim.. Sindicatos e governo, ambos propagandistas a defender os seus jobs!!!

    • Manuela on 21 de Maio de 2013 at 21:31
    • Responder

    Trill
    A última vez que foi medida a representatividade e de acordo com as notícias que sairam em vários jornais, de entre as pequenas organizações, a Pró-Ordem não era das maiores, mas também não era das mais pequenas.
    Mas,de entre as pequenas, por aquilo que tenho lido no síte deles, parece ser a única que tem “pensamento estratégico” e há muitos professores que são a favor de uma ORDEM DOS PROFESSORES e que “ouvem” o que a Pró-Ordem diz.
    Se o Mário Nogueira não se reconciliar com eles , não os conseguir integrar na unidade e eles não aderirem à greve, muitos colegas também não aderem porque vão dizer que houve organizações excluídas à priori, o que é um facto!

    • Manuela on 21 de Maio de 2013 at 21:43
    • Responder

    Trill
    de acordo com as notícias publicadas nos jornais, a última vez que foi medida a representatividade, a Pró-Ordem, de entre as pequenas organizações, não era das maiores mas também não era das mais pequenas.Mas das pequenas parece ser a única que tem pensamento estratégico.
    Se o Mário Nogueira não se reconciliar com eles e não os conseguir convencer a juntarem-se ao plenário sindical eles não aderem á greve e isso é pretexto para muitos indecisos também não aderirem.

      • trill on 21 de Maio de 2013 at 22:07
      • Responder

      ok. então acho que o Nogueira não os deve marginalizar. E a pró-ordem em vez de andar a desancar o pessoal das ESE’s que já se sabe que, regra geral cada vez mais regra, nada sabem (na música ao princípio havia gente que sabia, iludida para ter um diploma de licenciado – agora ninguém com juízo que saiba música para lá vai – ainda teria que andar a ensinar alguns professores…), devia era exigir que se investigasse as habilitações, passo por passo, dos prof’s, sobretudo dos departamentos de ensino de algumas universidade que criam diplomados para a ed de infância…e há profs – verdadeiramente ignorantes c o seu diploma de doutores (à espanhola) – q até dão mestrados em áreas para além daquela que são (não são mas dizem que são e mostram diplomas que “atestam” que são…) “especialistas”… É! É surreal. E mais não digo.

    • trill on 21 de Maio de 2013 at 22:22
    • Responder

    No entanto, apesar de ter sido marginalizada, entendo que a pró-ordem deve participar ativamente e não entrar em guerrilha de argumentações, especialmente neste momento.

    • Independente on 21 de Maio de 2013 at 22:28
    • Responder

    Quantos associados tem a Pró –ordem???

    • "individuo qualificado profissionalmente! on 21 de Maio de 2013 at 22:47
    • Responder

    O costume…”pedrinha para lá pedrinha para cá” e o “mexilhão que se lixe….tenham vergonha e deixem de olhar par o umbigo,,,sejam Professores e comportem-se como tal…com DIGNIDADE….

    • Rui Taveiras on 21 de Maio de 2013 at 23:48
    • Responder

    O militante socialista e dirigente da Pró-Ordem, Filipe do Paulo, prepara-se para fazer um frete ao PS?

    O dirigente da Pró-Ordem, Filipe do Paulo, também militante do PS, admitiu, à saída do Largo do Rato que poderá não fazer greve e pedir negociações suplementares no âmbito da regulamentação da simplificação. A mudança deve-se à “grande abertura ao diálogo” que o dirigente sindical “viu” ontem em José Sócrates.
    Fonte: JN de 30/11/08

    Comentário
    1. A confirmar-se o frete, só mostra o desespero do Governo e do PS que não olham a meios para dividir os professores e quebrar a união da Plataforma Sindical.
    2. Filipe do Paulo é um militante do PS. Tem todo o direito a ser. Não sei há quantos anos está afastado das salas de aulas ou se vai mantendo um horário lectivo reduzido à custa da condição de dirigente de uma associação sindical que conta com escassas centenas de professores filiados com quotas em dia.
    3. A associação Pró-Ordem representa muito poucos professores. É uma micro-associação, sem qualquer actividade regular digna desse nome. Ao longo dos anos, deu sinal de vida com umas acções de formação pagas pelo PRODEP e, esporadicamente, umas conferências. Os sindicatos que integram a Plataforma Sindical fizeram o favor de aceitar a participação da Pró-Ordem, em nome da união dos professores, sabendo, no entanto, que a Pró-Ordem tem uma muita reduzida representatividade. Graças a esse favor, Filipe do Paulo teve direito ao seu tempo de antena nas manifestações de 8 de Março e de 8 de Novembro.
    4. Espero que Filipe do Paulo não se preste a este serviço. Ele sabe, melhor do que ninguém, que preside a uma associação sindical em estado quase comatoso. Atrevo-me a dizer que, das quase duas dezenas de associações e sindicatos de professores, a Pró-Ordem é a que tem menos sócios e menos actividade. Conheço o Filipe do Paulo há muitos anos. Respeito-o como pessoa e como professor. Fomos colegas. Foi sempre gentil e educado para comigo. Tenho quase a certeza de que vai recusar desempenhar o papel que os dirigentes nacionais do PS lhe encomendaram. Antes de ser militante do PS, já era professor.
    5. Eu sei que a tentação é grande e o grupo que dirige o actual PS é generoso para com quem lhe presta favores. Filipe do Paulo! Não queiras ficar na história desta luta como o Judas dos professores! Recusa o beijo de Judas e sairás reforçado e prestigiado pela tua coragem e lealdade aos professores.
    In http://www.profblog.org/2008/12/o-militante-socialista-e-dirigente-da.html

      • Rui Taveiras on 21 de Maio de 2013 at 23:55
      • Responder

      Agora prepara-se para fazer um frete ao CRATO… Este palhaço quer uma ordem para ir pro gabinete viver à conta das quotas dos professores que serão obrigados a pagar!
      Vai mas é dar aulas, ó Filipe de Paulo!
      Os enfermeiros, nutricionistas, engenheiros, … têm ordem e nem por isso deixam de ser explorados a 4 e 5 euros por hora… mais uma treta para fazer crescer o meu salário… vai mamar a outra vaquinha!

      • MARIA on 22 de Maio de 2013 at 20:03
      • Responder

      Dizem que a Pró-Ordem e o Filipe do Paulo pouco representam, então por que tanto o atacam?
      por que não mandam também dar aulas ás dezenas de “destacados” de que a Fenprof ainda beneficia?
      E os Profs que estão “destacados” na CGTP? E os Profs que eles têm “destacados” em Bruxelas e noutras organizações sindicais internacionai?
      Será porque a Fenprof é contra a constituição de uma Ordem de Professores? …

      • MARIA on 22 de Maio de 2013 at 20:14
      • Responder

      O da Pró-Ordem fez, antes, aquilo que a Fenprof fez de seguida: depois do PSD/CDS e ramírílios se terem aproveitado da luta dos Profs, quando o Sócrates/MLR já estavam em queda livre, mostrar abertura às negociações.Não foi a Fenprof que assinou o memorando de Entendimento? segundo instruções de um doutorado pelo ISCTE que tinha sido aluno do ministro PS Vieira da Silva?Não leram a 1ª pág. do Expresso que explicava os telefonemas entre eles e MLR?

    • Mariazinha on 22 de Maio de 2013 at 0:08
    • Responder

    A “convergência e a união” entre professores ficou agora mais forte do que nunca e, garantidamente, a luta de professores fortalecida, com este mimo do senhor presidente da pró-ordem!! Desta “carta” ressalta apenas a necessidade de protagonismo.
    Se a preocupação deste “grande lutador” fosse efetivamente representar os professores e lutar pela classe, a última coisa que faria seria exatamente vir a público lavar roupa suja e consequentemente criar divisões que em nada servem a causa.
    Por outro lado, e paradoxalmente, ao querer mostrar que foi ignorado, revela igualmente a sua fraqueza. Faz o papel de “coitadinho” sem se aperceber que está a ser profundamente egoista: põe à frente das necessidades dos professores a sua arrogância pessoal, como se fosse mais importante a ignorância a que foi votado do que os problemas da classe!
    A luta pelos interesses e direitos de classe merece mais e melhor, e talvez seja essa uma das razões que levou a que fosse dispensado da dita reunião. Num momento em que, mais do que nunca, a união é imprescindível, dar-se ao luxo de criar clivagens desta natureza é no mínino irresponsável. Um pouco de bom senso não ficaria mal nestas circunstãncias, mormente tratando-se de pessoas com responsabilidades acrescidas.

    • José Loureiro on 22 de Maio de 2013 at 9:13
    • Responder

    a ordem que vá para o raio que parta (se o raio lhe conseguir acertar…)!

    • Ângelo Costa on 22 de Maio de 2013 at 15:05
    • Responder

    Por estas e por outras entreguei já, há muito tempo, o cartão de associado. As políticas defendidas por esses, os sindicalistas, de pouco nos servem (somente servem os interesses políticos alheios às verdadeiras necessidades da educação).

      • Mariazinha on 22 de Maio de 2013 at 23:55
      • Responder

      Pois, entregar o cartão é sempre uma solução. Especialmente quando se tem a garantia que, quando houver problemas sérios que são resolvidos pelos sindicatos (porque acreditar que sem estes a situação seria bem pior é querer tapar o sol com a peneira!!), cá estão os trouxas que continuam a pagar cotas para aguentar as despesas de todos…incluindo os que não pagam porque entregaram o cartão….

    • Titanic on 22 de Maio de 2013 at 22:20
    • Responder

    Quando é que a pro-ordem se torna uma ordem?

    1. A criação de novas ORDENS é da competência dos órgãos de soberania, mas como (ao contrário do que aconteceu com outras profissões) a Fenprof (ainda) não quer…

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