Blogosfera – Anabela Magalhães

RGP – EB 2/3 de Amarante

 

Venho do tempo das RGA em que os alunos paravam os liceus para poderem reinvindicar. Participei em várias RGA, no Ano Quente de 75. Pertenço a uma geração reinvindicativa que, espero, não estará à beira da extinção. Ao tempo daquela ministra que agora não nomeio, reeditamos a RG em forma de P, na ESA, que ficou marcada, à época, por um rotundo sucesso em participação de professores descontentes com as políticas educativas levadas a cabo pelos socialistas e que, convém não esquecer, escancararam portas a estas… farinha do mesmo saco, vira o disco e toca o mesmo. A RGP que realizámos ontem na EB 2/3 de Amarante foi decidida em três tempos, ontem mesmo, após o almoço e se melhor a pensámos ainda melhor a passámos à prática. Marcada para depois das 18:20, hora de saída da esmagadora maioria dos professores exauridos da minha escola, pelo menos todas as santas quintas-feiras!, foi realizada e constituiu um espaço de partilha de opiniões para todos os presentes. Foi gratificante sabermos que não, não estamos sós. As decisões daí saídas foram muitas e variadas. A saber:

  • Boicotaremos todos os conselhos de turma com o mínimo de prejuízo para todos.
  • Será constituído um fundo de greve para minorar os prejuízos aos três magníficos que darão o corpo ao manifesto, na minha Escola a partir de 11.
  • Cada um de nós saiu com uma missão importantíssima que é a de informar o máximo de professores que conseguir sobre as formas de luta a encetar proximamente, tentando animar e encorajar os mais desanimados. Todos somos necessários.
  • Com tempo, estámos já a recolher as assinaturas dos bravíssimos que se deslocarão a Lisboa no próximo dia 15 de Junho, cumprindo mais uma jornada de luta.  A manifestação, no meio do calendário de greves, terá de estar à altura da gravidade do ataque do MEC. E estará.
  • Reuniremos mais vezes. Marcaremos as RGP que forem necessárias.
  • A luta continua.
  • Os professores ajudaram a construir a Escola Pública e saberão defendê-la.

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23 comentários

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    • lopes on 31 de Maio de 2013 at 11:37
    • Responder

    Bravo! A iniciativa está excelente! Só faria um reparo: FALTA INCLUIR OS ALUNOS NA DEFEA DA ESCOLA PÚBLICA. Os professores defendem essencialmente o bem da escola pública, que é o mesmo que defender os direitos dos alunos.

    No atual cenário da Educação, o que está em causa são os direitos dos alunos. Estes têm sido constantemente violados. A diminuição do financiamento dos serviços de ação social escolar, a subtração das respostas aos alunos com NEE, a diminuição das horas de apoio individualizado dos alunos, o aumento substancial do preço dos manuais e dos passes de transporte escolar, a obrigatoriedade de frequência de estabelecimentos escolares a quilómetros da residência dos alunos, a diminuição dos funcionários auxiliares e administrativos… todos estes fatores deverão ser metodicamente apresentados à sociedade como uma violação concreta dos direitos dos alunos.

      • I. Cruz on 31 de Maio de 2013 at 12:04
      • Responder

      Acho que tem toda a razão, é muito importante a inclusão dos alunos, são eles os principais interessados na defesa da escola pública; pelo menos, há 30 anos atrás as RGA eram uma forma de luta com muito peso (eu lembro-me).


      1. Ando a dizer isto desde o ano passado. envolver pais e alunos, fazê-los entender que quem perde são os seus filhos. O problema da nossa classe é que vamos para a televisão queixar-nos que ficamos sem emprego, ou que temos muitos alunos, muito trabalho, blá blá blá… não que isto não seja verdade, não que isto não seja um problema, mas este tipo de discurso não convence ninguém. Certa altura, estava num café quando nas notícias deram ênfase ao facto de muitos professores terem ficado no desemprego. Pois sabem qual foi o comentário da mesa do lado? “Esse prof.s são engraçados. Acham que os devemos todos manter na boa vida. Tanta gente a emigrar, novos, velhos, tantas fábricas a fechar, devem-se julgar mais que os outros, esses…”
        Isto só prova que, embora a nossa luta seja válida, os moldes em que ela tem sido feita e explicada é que não são os melhores. A opinião pública não quer saber se 20000 professores foram para o desemprego. querem lá eles saber disso… Com uma taxa de desemprego tão grande em Portugal aceitam-no perfeitamente. O que eles têm que perceber é que quem perde é a escola pública em geral e os seus filhos em particular. O que eles que entender são as consequências práticas para os seus filhos, de um despedimento em massa de professores. Houve em tempos quem tenha percebido a força dos pais. Lembram-se da ministra ter afirmado “posso ter perdido os professores, mas ganhei os pais!!!” Estava na hora de inverter este cenário!

      • FREITAS on 31 de Maio de 2013 at 13:22
      • Responder

      Ora aqui está o cerne de toda a questão. Os docentes estão a manifestar-se pela defesa da escola pública, pelos direitos dos alunos.
      Os sindicatos ainda não se aperceberam que esta tónica muda tudo.

      Os sindicatos precisam de acordar para a realidade e englobar os alunos e os pais na sua luta. Ou será que a defesa da escola pública é o objetivo dos sindicatos? Greves, manifestações sem os alunos e encarregados de educação é perdermos a sociedade.

      Nuno Crato já referiu que o seu maior argumento contra as greves e manifestação dos professores será o facto de os professores estarem a prejudicar os alunos. Temos de envolver os alunos e os seus pais na nossa luta, sob prejuízo de perdermos esta “batalha”.


  1. Sabe, Arlindo, uma lição tiro disto tudo. Os efetivos não se deixam passar a perna como os contratados. Os efetivos sabem fazer valer a sua força, os efetivos sabem colocar o poder que têm a seu favor. Que me desculpem os contratados (só para esclarecer, sou contratada), mas são uma classe mansa, amedrontada, e nada solidária. E sim, quando falo nada solidária não me refiro à solidariedade para com os efetivos, que acusam também de não o ser para com os contratados. (a este respeito pronunciar-me-ei mais à frente). Quando falo solidária, refiro-me a contratados entre si. Solidariedade? Nenhuma. E no fundo até compreendo. Ajudar os outros significa pormos em criso o nosso próprio lugar. Desde que tenham um lugar ao sol, tudo está bem, mesmo que sejam explorados e quase escravizados diariamente. São mansos, sempre à espera que os outros lutem por eles, tomem as medidas, deem a cara… Pois sabem que mais, poderíamos ter a mesma força que os efetivos, aliás unidos, seríamos imbatíveis. E por mais justificações que eu leia daqueles que não pretendem fazer greve, ainda ninguém me convenceu. Já li algures a pergunta: “o que faz esta greve pelos contratados?” O grande problema disto tudo é que os contratados ainda não se apereceberam que tudo o que atinge os efetivos atinge consequentemente os contratados, mas o inverso não acontece. Porque apelam à solidariedade dos efetivos para lutar pelos direitos de contratados, quando nem os próprios (uma maioria) lutam???? coloquem-se uma vez no lugar deles? Se fossem efetivos fariam greve quando estariam em luta direitos apenas de contratados? vocês nem pelos vossos direitos lutam, quanto mais pelos dos outros… Lutar por uma causa que não é sua? em nome da dita solidariedade? Pergunto a esses professores contratados quantas vezes fizeram greve, quando a greve não era de professores mas da função pública em geral????? Não são funcionários públicos também???? Pois pois, é fácil atirar pedra ao vizinho mas esquecemos que todos temos telhados de vidro. Com isto, apenas quero dizer que quando mexem com os efetivos, eles sabem dar resposta, quando mexem com os contratados, dá-se a conhecer uma geração de conformados e amedrontados. Espero que não confundam o meu ponto de vista achando que não defendo uma união entre efetivos e contratados. Isso seria o ideal mas, honestamente, nos tempos difíceis que correm, dificilmente isso acontecerá. Apenas quis dizer que compreendo que efetivos não se unam aos contratados quando a luta é destes últimos, e por isso não aceito como argumentação “não faço greve para ajudar os efetivos porque eles também não são solidários connosco quando lutamos pelos nossos direitos”. Meus amigos, se estas medidas não mexessem também connosco, compreenderia esse argumento. Mas não se esqueçam, não estão em causa direitos de efetivos, estão em causa direitos de todos!

      • I. Cruz on 31 de Maio de 2013 at 14:12
      • Responder

      Em completo ao que a Ana diz lembro-me de uma greve (a qual fiz), há muitos anos, em que se apelava à efetivação dos contratados com 3 anos de contrato e o comentário que ouvi dos efetivos foi: eles que penem como nós já penámos, de terra em terra; isto foi mesmo há muitos anos mas nunca mais esqueci pois isto revelou-me a grande “união” desta classe!

        • ProfContratado on 31 de Maio de 2013 at 16:24
        • Responder

        Infelizmente é bem verdade, também já ouvi esse comentário infeliz…mais, já estive numa escola em que saiu uma circular em que fazia referencia “aos professores de quadro e aos outros”
        Eu devo/quero fazer greve, mas apenas leio/vejo os sindicatos a fazer referencia à mobilidade…e defender a abertura de cursos CEF e Profissionais? É que cada vez mais, se impede a abertura destes cursos, inviabilizando lugares para os professores de quadro e a contratação de professores…isto sim, é que devia ser o tema principal e a principal assunto a discutir pelos sindicatos… como contratado fico triste pela defesa dos sindicatos

    • Manuel Carvalho Trofa on 31 de Maio de 2013 at 17:19
    • Responder

    Que este belo exemplo de organização e planeamento, seja seguido por todos, no sentido de todos salvaguardamos a nossa profissão, honra e profissionalismo e acima de tudo a Escola Pública. que estes professores sejam a semente que germinará dando os melhores frutos, para bem dos jovens deste País.

    • António Luís on 31 de Maio de 2013 at 19:38
    • Responder

    O que têm feito os sindicatos de professores pelos docentes contratados, nomeadamente, nos últimos anos? Sim, especificamente pelos professores contratados? Que ideias veiculam sobre a precariedade destes profissionais, que propostas apresentam para a resolução dos seus problemas e o que defendem sobre o seu futuro na escola pública portuguesa?

    Apesar de inicialmente os professores contratados serem considerados o elo mais fraco de todo o sistema educativo, a sua continuidade laboral é crucial para a qualidade do mesmo, para a dinâmica do mesmo, e para a própria imagem refrescada do mesmo. Ostracizar os professores contratados é ostracizar a escola pública e os portugueses. Ao não desenvolverem ações de luta específicas em prol dos problemas dos professores contratados, os sindicatos e federações de educação estarão a promover a sua morte lenta, em banho-maria. Deixar cair ações de luta transversais a todos os professores portugueses, quando apenas interesses de parte da classe poderão vir a ser negociados, seria uma machadada final na legitimação e dignificação das estruturas sindicais junto dos professores contratados …

    http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=D3F0F7F72ECB671BE0400A0AB8005E7C&opsel=2&channelid=0

    • luisa on 31 de Maio de 2013 at 19:48
    • Responder

    Infelizmente o que têm dito sobre a falta de apoio por parte dos sindicatos para com os professores contratados é bem verdade. Estes sempre foram uma moeda de troca para salvaguardar as mordomias aos professores de carreira. Apenas algumas estruturas sindicais estão a despertar para esta realidade, somente pelo facto de perderem as quotas dos associados. Os sindicatos engordaram à custa do dinheiro dos contratados e agora estão a perder esse apoio financeiro.

    Os professores contratados já deveriam saber que ninguém os defende. Estão por cota própria. A erudição e falácia inerente aos sindicatos até podem engendrar argumentos a tentar enganar, uma vez mais, estes docentes, mas a realidade está bem à vista. Se analisarmos o percurso que os acordos celebrados entre a tutela e as estruturas sindicais, não veremos um único passo a defender os direitos dos prof. contratados.
    As ações das suas estruturas sindicais, que na negociação dos últimos normativos legais “suspenderam” o modelo de equidade na classe (nomeadamente nos pontos normativos do concurso interno, decorrentes do concurso de vinculação extraordinária, remetendo este grupo de docentes para uma última prioridade concursal). Tudo é feito em função dos professores do quadro.

    Os dirigentes e delegados sindicais são uns tristes! A situação atual a que chegou a classe docente é fundamentalmente culpa dos sindicatos. Deveriam ter defendido melhor a classe.

    • novais on 31 de Maio de 2013 at 20:01
    • Responder

    Fantástica participação.

    Façam o favor de ler: http://educar.wordpress.com/2013/05/31/opinioes-antonio-duarte-9/

    • Sindicatos Independentes on 31 de Maio de 2013 at 20:22
    • Responder

    Os sindicatos dos professores são uma vergonha. Não defendem ninguém, anão ser eles próprios. Estão agarrados a ideologias político partidárias e aos partidos políticos que têm provocado a atual situação de crise e precariedade na Educação.

    Os sindicatos deveriam ser estruturas absolutamente independentes dos partidos políticos. Vejam os acordos ruinosos que a FNE tem efetuado com a tutela. Agora o João Dias da Silva vem outra vez tentar enganar os professores, como se não estivesse comprometido com o PSD e PS.

    • Caçador De Bestas Quadradas on 31 de Maio de 2013 at 20:50
    • Responder

    Adaptando as palavras de John F. Kennedy, não perguntem o que os os outros podem fazer por vocês: perguntem o que vocês podem fazer pelos outros …


    1. E eu acrescento, “…e por vocês mesmos…”

      Já cansei dessa conversa “o que fazem os sindicatos pelos professores contratados, ….”. Deixem lá isso. Ninguém vos pede que lutem pelos outros, ninguém vos pede que lutem pelos sindicatos, mas ao menos lutem por vocês próprios.

      E só um à parte: se os atuais “contratados” desempregados como eu estão a receber subsídio de desemprego, podem agradecê-lo à FENPROF. E que eu saiba, direito a subsídio nunca foi preocupação dos efetivos.


      1. O que os sindicatos não fazem é milagres. E claro, lutam por aqueles que pagam mais quotas. Pergunto eu, quando o ano passado foi agendada uma manifestação no início do ano, a respeito do despedimento massivo de professores, entre outros, (e na altura atingiu os contratados, não os efetivos, pois ainda não se falava de mobilidade), quantos dos contratados apareceram? fomos poucos milhares…portanto não me venham com histórias porque os sindicatos não podem fazer tudo sozinhos, eles têm necessariamente que ter a força do que os representam. Mas nessa altura, a maior parte não se quis dar ao trabalho, portanto não cuspam para o ar… A conversa é sempre a mesma. Se não fazem nada, é porque não ligam aos pobres contratados que são umas vítimas, se fazem, não têm o apoio deles. Ora…não há paciência!!!!!

      • Sindicatos Independentes on 31 de Maio de 2013 at 21:28
      • Responder

      Os professores recebem subsídio de desemprego porque também beneficia os sindicatos. Se realmente quisessem defender os professores então já teriam reivindicado o direito às seguintes conduções:
      1 – Indemnização por caducidade de contrato;
      2 – Seguro de trabalho;
      3 – Transparência nas ofertas de escola.

      Os sindicatos nunca tiveram nas suas agendas a defesa dos direitos dos professores contratados. Esta é uma realidade que se vê e se sente.

        • Caçador De Bestas Quadradas on 31 de Maio de 2013 at 21:32
        • Responder

        olha lá ó caramelo: em vez de te lamentares, por que não crias um sindicato? anda lá, avança!

          • Sindicatos Independentes on 31 de Maio de 2013 at 21:37

          Agora reconheces que estes tipos só fazem o que realmente lhes beneficia.
          As mordomias estão a acabar para os sindicatos. O dinheirinho dos professores agora não cai nas vossas contas. Os professores abriram os olhos e ainda abrirão mais.
          Também deves estar agarrado a uma destas estruturas sindicais e tens os pés a tremer de medo.

          Os professores deviam exigir sindicatos independentes para melhor lutarem pelos direitos dos professores.

          • Sindicatos Independentes on 31 de Maio de 2013 at 21:54

          A proposta da AEEP (Associação dos Estabelecimentos de Ensino Particular e Cooperativo) para as escolas privadas é um prelúdio para a privatização do ensino em Portugal. Os grandes grupos económicos interessados na privatização do ensino (GPS, Didáxis, Ribadouro, etc.) só aceitam tomarem conta das escolas públicas se este contrato for aprovado.

          As mesmas condições que estão a ser negociadas à socapa para os privados serão inevitavelmente aplicadas no setor público. Haverá convergência de tabelas salariais e aplicação das demais condições.
          Desengane-se quem pensa que este problema é somente dos privados. Se esta medida for aprovada, rapidamente será aplicada igualmente no ensino público, não só por força das escolas e agrupamentos privatizados, mas também como medida economicista.

          Os sindicatos têm feito alguma coisa para que esta nova proposta não seja assinada? Nada, nada! Têm estado entretidos com as greves e as manifestações, que só terão como consequência uma maior divórcio entre os docentes e a sociedade.


      1. Indemnização? eu tenho a minha no bolso, graças ao sindicato. Seguro de trabalho? Até um caso caríssimo já manchei com marcadores na escola e a escola pagou! Como? Não sei, mas se quiser, pergunto ao meu sindicato! Uma colega magoou-se na escola…não pagou um tostão…seguro de trabalho também…Onde tem trabalhado??? E já agora, se acha que os sindicatos nada fazem por si, com certeza não paga quotas nem é sindicalizado…de que reclama então? Sabe, eu não me queixo da Deco, que não me defendeu quando lhe solitcitei ajuda, nem uma dúvida me esclareceu, alegando que eu não era sócia… e eu percebi perfeitamente. Não ando aí a gritar aos 7 ventos que a Deco só defende os interesses de alguns. Enfim… Sabe que mais, centrar esta greve neste tipo de discussão é para quem mais uma vez quer arranjar uma desculpa esfarrapada para ser o menino obediente do diretor e do mec, não se prejudicar em nada e esperar que sejam os outros a dar o corpo ao manifesto. Que triste!!!

          • Sindicatos Independentes on 31 de Maio de 2013 at 21:59

          Quantos professores que fazem dezenas de quilómetros por dia, infelizmente tiveram acidentes rodoviários no trajeto casa-escola-casa e nunca viram um só tostão do seguro? Este tipo de seguro é reconhecido a qualquer cidadão, excepto aos professores.

          Tenho uma grande amiga que teve um grande acidente de carro, os seguros não se entenderam e ela teve de pagar as contas da fisioterapia e todos os demais tratamentos, para não falar da reparação do carro.

    • Caçador De Bestas Quadradas on 1 de Junho de 2013 at 16:44
    • Responder

    Este caramelo farta-se de dizer bacoradas sobre o que os sindicatos não fazem e deveriam fazer. Mas o que ele não diz é o que já fez, faz ou pretende fazer …

      • Sindicatos Independentes on 1 de Junho de 2013 at 21:17
      • Responder

      O que os sindicatos já fizeram, não foi mais do que cumprir a Constituição da República Portuguesa, como no artigo 12ª, ponto 1: “Todos os cidadãos gozam dos direitos e estão sujeitos aos deveres consignados na Constituição.”

      O que pretende fazer são só intenções e remete para o campo das suposições e isso é tão certo como os políticos serem todos sérios e bons rapazes.

      Os sindicatos pretendem efetuar um braço de ferro com o MEC, para marcar posições de força,o que não é obrigatoriamente favorável para os professores. Os sindicatos deveriam unir-se todos num único objetivo, sem qualquer tipo de separatismo (a CGTP deveria juntar-se na mobilização e na concretização das greves e manifestações).

      Os sindicatos fizerem uma má preparação e planeamento das greves e manifestações que convocaram. Há imensa questões que não sabem responder e poderão ser suficientes para prejudicar os docentes grevistas.

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