… há sempre alguém que goste de ser uma Maria de Lurdes Rodrigues a título gracioso.
Decisão infeliz e contraproducente
O problema da greve aos exames resolve-se com a definição de serviços mínimos e/ou a requisição civil dos professores.
Por outro lado, a greve ao serviço de avaliação só dificilmente produzirá resultados. De facto, no atual quadro legislativo, uma reunião do Conselho de Turma apenas é adiada caso se verifique a falta de algum membro por motivo imprevisto.
Ora, estando convocada greve, o motivo da falta não é imprevisto.
Daí, o Conselho de Turma funcionará desde que exista quórum – 50% + 1.
Nestes termos, se o diretor assumir as suas responsabilidades de garantir o funcionamento da escola e de salvaguardar os direitos dos alunos – a razão de ser da Escola – providenciará para que as propostas de classificação sejam entregues nos Serviços Administrativos até 24 horas antes da reunião, para o que bastará uma simples Ordem de Serviço.
No final, o resultado será os professores saírem ainda mais fragilizados. Infelizmente.



26 comentários
1 ping
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Mesmo!
Quem é o autor deste pequeno texto?
Ahhhhhhhhhhhhhhhh…pois é!!!!
se justiça houvesse a MLR estaria a responder pelas trafulhices da Parque Escolar em vez de continuar bem instalada na flad, onde deve ter recompensado bem os súbditos… Quanto à greve a Plataforma Sindical saberá cautelar judicialmente a situação dos professores.
acautelar
só espero é que quando sair da flad essa sra não vá ocupar um lugar neste momento ocupado por alguém competente e dedicado que a estará a substituir. Pois… é que estes catedráticos da tanga (leiam a tese de doutoramento da sra, ex-regente escolar, com o 5º ano, se vos deixarem…) ocupam postos vitalícios nas universidades tugas, sem avaliação, sem provas públicas regulares para demonstrarem que se mantêm actualizadas/os (se alguma vez estiveram…), nada de nada (muitos, felizmente, mantêm grande actualidade, mas por vontade e capacidade próprias, não porque o sistema os obrigue). Por isso as coisas estão como estão: mediocres e apodrecidas de corrupção…
Ora, também gostava de saber quem foi a besta que escreveu isto. Acho o cúmulo, se bem que é à tuga. Há sempre uma maneira de dar a volta ao texto. A ver vamos então. >:(
será? não pode acontecer eu “pensar” numa classificação mas ter algumas dúvidas e durante a reunião decidir?
se as notas forem entregues dias antes será que alguém se vai responsabilizar por elas? e “aqueles” casos complicados que são discutidos em conselho de turma?
ou será que vão alterar notas conforme a conveniência sem a presença do professor? se for possível nem sei porque fazemos reuniões…
Author
Gostava de saber o que um diretor destes fazia se todos os professores entregassem previamente o nível 2 a todos os alunos.
eu também…
Que boa ideia!… 🙂
Copião.
Já faço isso sempre que me solicitam muito “antecipadamente”.
Precisamente!
Viva Arlindo
Na situação que relata, o diretor seria obrigado a instaurar procedimento disciplinar aos professores que o fizessem. É que estaria em causa, até, o crime de falsas declarações.
Sabe, as escolas têm critérios de avaliação tendencialmente rigorosos. A “nota” já não é atribuída pela simples vontade do professor. Nada disso. Os alunos sabem que os testes valem x%, as fichas y%, a participação z% e por aí fora. Há escolas – a nossa é uma delas – em que os alunos já sabem a nota que vão ter, Raras vezes a ficha de autoavaliação não coincide com a classificação correta.
Agora imagine o que seria um professor propor uma negativa a um aluno com positiva em todos os instrumentos de avaliação.
Está a ver o tamanho da bronca, não é verdade?
Recursos de vários alunos -> Inquérito -> Processo disciplinar.
Cumprimentos e continue o bom trabalho que aqui tem feito.
Oh…cá está o autor do “famoso Texto”!!!
Eis o autor do “dito texto”!
parece-me que este texto faz parte de uma resposta a um post noutro blog- era a suposta resposta de um diretor num cenário de greve às avaliações
Pois é… Agora toca aos dos quadros… Nao me lembro de medidas tao dramaticas (para quem achar que é) para os contratados…..
Trata-se de um texto de um director de um agrupamento .
http://terrasdeazurara.wordpress.com/2013/05/21/decisao-infeliz-e-contraproducente/
No fundo a fazer a sua campanha anti greve
Totalmente de acordo com a intenção “de fundo” desse post”!
Infelizmente haverá sempre um diretor a compactuar com as políticas miseráveis do governo.
Estes tipos acham que conseguem sozinhos fazer a Escola.
Os partidos do centrão e da governação (PS e PSD) recrutaram um bom número de diretores ao nomea-los. Agora são que nem cães que obedecem às ordens do dono. São especialistas em lamberem botas. Quero ver como ficarão quando esta política de emagrecimento de professores também chegar a eles.
Eles que também são professores deveriam estar do lado da classe docente que pugna pela saúde da Educação em Portugal.
Na minha escola estão a marcar as reuniões de avaliação de 6º ano para dia 5 e 6 de Junho.
Na minha escola as avaliações do 6º e 9º são nos dias 6 e 7 de Junho. Não há avaliações entre os dias 11 e 14 de Junho.
Não pode ser!
As reuniões de avaliação sumativa realizam-se após o termo das Atividades letivas – alínea b) do 2.5 do Despacho nº 8771-A/2012.
Sou Diretor e cumpro a lei. Em vez de falarem contra o que os Diretores fazem, neste e noutros blogues, devem denunciar estas situações à DGEstE ou IGEC, pois as Atividades letivas só terminam, para 6º, 9º, 11º e 12º anos, no dia 7 de junho, pelo que só a partir dessa data (11 de junho, que é o 1º dia útil, não podendo os professores ser obrigados a ir a reuniões ao sábado) poderá haver reuniões de avaliação.
O contrário é ilegal!
Está visto que legalmente não será possível enveredar pela opção de absentismo aos conselhos de turma como forma de pressão. Desta forma perderemos os pais e toda a sociedade, que já não vê os professores com bons olhos.
As estruturas sindicais deverão ser mais criativas sem terem de pôr em causa os professores individualmente em cada escola, perante os diretores.
Quem não se apercebeu, já se legislou um conjunto de leis que vedam aos professores esta opção, podendo mesmo ser passível de um processo disciplinar.
Há que ser mais criativos. No atual cenário da Educação, o que está em causa são os direitos dos alunos. Estes têm sido constantemente postos em causa. Esta deverá ser a linha condutora de futuras ações. Com os alunos estarão os seus pais e toda a sociedade portuguesa.
Se os SINDICATOS desejam realmente fazer algo de bom pelos professores, devem agir rapidamente e de forma mais pragmática.
Deixem-se de barulho; defendam os professores.
Requisição civil de professores…não parece que aconteça
O que o autor desse blogue apresenta é falso e mais o é no post que colocou aqui às 13 e qualquer coisa.
Desculpe, Arlindo, mas, no meu entendimento, dar a “palavra” a este tipo de pessoas que “jogam” com o possível desconhecimento das leis por parte dos professores é dar-lhes a visibilidade que não merecem!
[…] Ao contrário do que afirmou Agnelo Figueiredo aqui. […]