Relatório Estado da Educação 2023 mostra que o maior problema ainda é no ensino secundário, onde um em cada dez alunos ainda fica para trás
Jan 08 2025
Relatório Estado da Educação 2023 mostra que o maior problema ainda é no ensino secundário, onde um em cada dez alunos ainda fica para trás
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17 comentários
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Enquanto não se aceitar que aprender não é divertido, para aprender é necessário perseverança e muito trabalho vamos continuar a enganar os nossos alunos.
E a quem compete tornar o ensino e a aprendizagem, divertido?
O governo não criou nenhuma estratégia especifica para os alunos estrangeiros e imigrantes…. Coloca-os por nível etário, no ano correspondente…Deviam ter um curso de Português para poderem acompanhar as aulas em geral, mas não são despejados nas turmas normais …Uma vergonha, não há milagres … Há isso sim incompetentes a governar… Já os nacionais deixaram de aprender ao ritmo de há dez anos devido ás políticas facilitístas dos Costas e do PS que este governo parece continuar…A indisciplina, a desvalorização da aprendizagem e dos professores faz o resto… Maus governos más escolas…
Junta a confusão legislativa, as tarefas burocráticas que se pedem aos professores, as avaliações de professores absurdas e que inteferem decisivamente com a vida dos professores e a sua progressão, os congelamentos que colocaram toda uma geração de professores na miséria e os condenará a reformas de merda, etc.
Querem um sistema educativo credível?
A sérioq ue continuamos a fingir que está tudo bem?
Acham que vamos a algum lado assim?!
Acordem de uma vez, cretinos! O sistema como está é um nojo!
E de quem é a culpa? Quem tem o dever de ensinar? Ah claro que não são os srs. professores. Aposto que a culpa é dos imigrantes do Industão.
Eu queria ver o colega com uma turma de nono, por exemplo, onde no final de novembro entram dois alunos do Bangladesh e em dezembro outro, que não dizem nem entendem uma única palavra de português e com um péssimo ou nulo inglês! A culpa não é deles, a culpa não é dos professores, a culpa realmente é de um sistema educativo que aprendeu há muitos anos a palavra inclusão e acredita que inclusão para estes alunos é colocá-los numa turma! Errado, inclusão seria um ano só com aulas de português e depois sim, incluir esses alunos numa turma! Aqui não se trata de quem tem ou não o dever de ensinar, como diz mas sim de os fazer entender primeiro o que se passa numa sala de aula! Colocar alunos nestas condições numa aula de história, por exemplo, é muito educativo …. Não deve realmente conhecer o que se passa nas escolas de acolhimento a alunos migrantes!
Talvez fizesse melhor não opinar!
Muito bem dito!
Tem razão.
Mas não posso de referir que há muitos colegas que são uma nulidade e andam a brincar.
Claro que não são a maior parte. Mas que os há, há. e principalmente andam a gozar com os colegas que trabalham.
Eles e as direções que andam a prejudicar o trabalho docente para se safarem na vida.
São os chamados “parasitas” do sistema.
Há é um sistema e uns teóricos pedabobos que são uma nulidade! Olha o Maia e Ariana!
Depois temos ditaduras escolares que perseguem os professores que não passam tudo!
E o pior é que há pais que não o sabem ser!
Portanto, na sua opinião, a culpa é mesmo dos naturais do Industão. Já os outros alunos ( os filhos dos portugueses de bem) esses, não aprendem por culpa desse aluno do Bangladesh, não é? Ou há um desculpa qualquer na manga?
E porque não é a falta de qualidade de certos professores, muito deles desmotivados mas também muitos deles a viver à conta do sistema de atestados médicos, MPD e , agora, com as celebres consultas de Medicina no Trabalho?
Já vi de tudo, carissimo/a, em 30 anos ao serviço dos Sôs Dotôres. Não é concerteza o/a Sô Professor/a que me vai ensinar o que é o ensino em Portugal.
Quanto ao opinar, lamento desiludi-lo/a mas o lápis azul acabou há 50 anos
O maior problema está no 1,2,3 ciclos onde não reprova ninguém!
Criminosos são os promotores do facilitismo e dos meios digitais, os Confaps, os ministros, os maiatos, os centros fornadeiros e os direteiros!
Reprovar?
Os pais interpõem recursos ao pedagógico e ao conselho geral, e depois são obriugados a passá-los.
Mandam processos para o ministério que chamam os professores e direções à pedra e toca a passá-los.
Isto é um absurdo. Não sempre, mas em muitos casos.
Assim este país só vai mergulhar cada vez mais no lamaçal.
Não aprendem ou não estudam…?
E precisaram de fazer um estudo para descobrir uma realidade que qualquer profissional de educação conhece?
Passando ao lado de debates esterilizantes sobre questões estéreis e laterais ao ato de ensinar e aprender, os professores, geralmente, ensinam e avaliam (o melhor que conseguem, nesta tragicomédia em que se transformou a escola pública).
Do outro lado, os alunos não aprendem, não estudam, não têm interesse em nada e acreditam na mitologia do “sucesso escolar” e da “inclusão” que lhes foi vendida por políticos aldraboes e diretores acríticos e submissos, que só estão a defender o seu posto através da perversidade dos rankings.
Os pais adoram, desde que o menino “progrida”.
A imbecilizacao geral (e instrumental) avança galopantemente; já ninguém sabe ler, escrever, pensar, analisar, resolver problemas; e todos acreditam que com mais digital e mais escravização dos docentes a tarefas inúteis e absurdas, haverá mais e melhores aprendizagens.
O problema é outro e é simples. Não se consegue ensinar a quem não quer aprender, a quem recusa o esforço de aprender, a quem acha que lhe devem tudo só porque nasceu e está cá, a quem só importa o que é lúdico.
Muitos tiros no próprio pé, mas a culpa é dos professores, obviamente!!
A maior parte dos alunos já não consegue fazer o currículo escolar. Nem no básico nem no secundário.
O currículo têm que mudar. Ou vamos continuar teimosamente com um currículo que raros conseguem fazer com aproveitamento?
Este currículo é o mesmo há 40 anos. Só acrescentaram recentemente a educação para a cidadania no básico.
“Há cada vez mais alunos nas escolas mas muitos não aprendem” …é claro pois é a consequência, de turmas grandes, impossível haver verdadeira aprendizagem!! As turmas não deveriam ter mais que 14 alunos!