Comparação das Colocações Anuais e Temporárias em Reserva de Recrutamento no 1º Período

Na passada terça feira a Secretária de Estado afirmou que não existe aumento de precariedade na educação e que o aumento das colocações deste ano se deve a um aumento dos atestados médicos dos docentes.

 

Baixa explica 90% das substituições de professores

A secretária de Estado Adjunta e da Educação recusou esta conclusão e defendeu que essa subida revelada pelas estatísticas não corresponde a um aumento das situações de precariedade.

“Estes contratados a termo são porque fizemos as substituições a tempo”, disse Alexandra Leitão, acrescentando tratar-se da resposta às situações de baixa de professores – “90% das substituições são baixas” – ou de mobilidade. Existem “contratos activos que colocámos em reserva de recrutamento. São 8.000 contratos”, referiu a governante. Antes o ministro da Educação tinha explicado que estes contratos são “completos”.

 

No entanto o ano passado mais ou menos por esta altura o Ministério da Educação disse que não tinha noção de quantos professores estavam de baixa médica.

Será que o aumento de contratações deste ano se deve à rápida substituição dos docentes em baixa médica?

O próximo quadro apresenta a diferença das colocações por grupo de recrutamento efectuadas por reserva de recrutamento até ao final do 1º período.

Cada um que tire as conclusões que entender destes números.

Existiu um crescimento de 71% de colocações em horário anual e de 81% em horário temporário.

E curioso.

Existiram muito mais colocações em horário anual do que em horário temporário.

 

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1 comentário

1 ping

    • Marmelo on 19 de Maio de 2017 at 0:59
    • Responder

    No ano passado não existia ainda a BCE? Esses números estão aqui contabilizados?

  1. […] na forma como tentam spinar as coisas e descolar da realidade e dos factos que retorcem a gosto. O Arlindo dá mais um exemplo sobre o modo como, neste caso a secretária de Estado Alexandra Leitão, atira explicações para o […]

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