A Demonstração do Erro da Nova Fórmula

Escrevi este email porque verifiquei que a fórmula utilizada na BCE2 está errada, o que demonstro aqui com um caso simples de 3 candidatos (envio os cálculos em Excel que segue em anexo):

 

Um candidato A é o que tem a maior graduação da lista (30) e avaliação curricular 90.

O candidato B tem graduação 25 e avaliação curricular 75.

O candidato C tem graduação 20 e avaliação curricular 90.

Pelos cálculos do MEC, atribui-se 20 ao candidato A (mais graduado) e efetuando os cálculos para os restantes chegamos à conclusão que o candidato B fica melhor classificado que o C.

No entanto se a graduação do candidato A for de 35 o candidato C estará à frente do B (tal como demonstro no Excel em anexo)

 

Se estas listas estivessem corretas a posição relativa entre candidatos nunca deveria depender da classificação do candidato com maior graduação profissional. A posição relativa entre eles deve ser fixa e não dependente da graduação de outros que, em muitos casos, até já estão colocados!

 

Não se podem corrigir erros com outros erros!

 

Agradeço que publique esta informação no seu blogue, que me parece de extrema relevância.

 

Com os melhores cumprimentos,

 

Emanuel Moreira

 

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25 comentários

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    • fdoc on 5 de Outubro de 2014 at 11:24
    • Responder

    Já me tinha passado pela cabeça que tal aberração poderia acontecer com esta formula.

    Continuo a dizer que a formula mais justa será um candidato que tenha 30 de GP fica com metade disso e depois para ir “buscar” os restantes 50% da GP terá de ter 100% nos subcriterios.

    • JPedro on 5 de Outubro de 2014 at 11:42
    • Responder

    Penso que já foi referido algures no blog, mas a solução passava por definir como valor de referência, a melhor graduação de todos os candidatos para o mesmo grupo de recrutamento.

    Por exemplo. O candidato mais graduado a nível nacional de um determinado grupo, tem uma graduação de 35. Esse valor passaria a ser o de referência, correspondente a 20, para as listas de todas as escolas.

    • Antoniles on 5 de Outubro de 2014 at 11:47
    • Responder

    Teorias da treta… Só para lançar mais confusão no blogue do Sr. Arlindo. Ele adora este caos. Nós a pagarmos um destacamento e ele está aqui a alimentar tudo isto que lhe permite ganhar ainda mais em publicidade. É mais um do sistema

      • raquel on 5 de Outubro de 2014 at 12:10
      • Responder

      Tu é que és mais um do sistema! OPORTUNISTA! Queres o lixo escondido debaixo do tapete porque te deve dar jeito!

        • Antoniles on 5 de Outubro de 2014 at 14:10
        • Responder

        A Raquel é um bocadinho mal educada mas eu respondo-lhe na mesma. Não sou oportunista porque já estou efetivo há mais de 20 anos. Não preciso de nenhuma fórmula que me ajude como a Raquel precisa e só por essa razão ofende quem tem opinião diferente. Sempre me senti mal representado nos sindicatos de profs e sempre achei que o destacamentos para sindicatos (11 páginas) são desonestos e só servem quem os tem. Este blogue é, no geral, mais do mesmo.

          • raquel on 5 de Outubro de 2014 at 14:32

          Ah!!! És do quadro… e como a ti a fórmula não te afecta, porque quando concorres a essas escolas nem precisas de cumprir qualquer subcritério, já não te importas que seja uma qualquer porcaria de fórmula e que fiquem todos calados. Se calhar és também egoísta, não!?
          E que tal te remeteres ao silêncio e deixares que se pronunciem quem se vê afectado pela incompetência imensurável deste ministério, humm?

          • Antoniles on 5 de Outubro de 2014 at 14:49

          Não, não sou porque o que me preocupa verdadeiramente é o desaparecimento de 26mil e não a luta desenfreada por estes mil.

          • JC on 5 de Outubro de 2014 at 22:15

          Qualquer fórmula acarreta injustiças.
          Até mesmo a graduação profissional tem injustiças: por que raio a ordenação alfabética do nome do candidato é factor de desempate se todos os outros critérios forem iguais?
          Já fui o prejudicado 🙁
          O que interessa mesmo é a colocação atempada de todos os docentes, pelo que devíamos estar a lutar por um calendário de candidatura célere a fim de promover nos nossos alunos e filhos as melhores condições de aprendizagem desde o início do ano lectivo, sem descurar as condições laborais que continuam a atolar as funções docentes.

          • Guida on 6 de Outubro de 2014 at 23:16

          A Raquel para além de mal educada, também não está a querer entender o ponto de vista da outra pessoa (que por acaso não deve conhecer este senhor de lado algum para o tratar por ‘tu’) preocupando-se mais em atacar do que argumentar. Calma na alma!

      • MTF on 5 de Outubro de 2014 at 12:53
      • Responder

      Este blog serve mesmo para isso, denunciar todas as situações polémicas, tem sido feito um bom trabalho, quem não gosta do blog não o frequente, pois faz cá tanta falta como a sarna!

        • Antoniles on 5 de Outubro de 2014 at 14:22
        • Responder

        O MTF confunde o verbo denunciar com os verbos promover e incentivar, na minha opinião. Vou-me então associar à sua causa 😉 para denunciar alguém destacado a 100% num sindicato para dinamizar um blogue pessoal. Não seria mais honesto uma licença se vencimento?

          • ss on 5 de Outubro de 2014 at 14:31

          NÃO! Não seria mais honesto! Falando de honestidade e vindo de quem vem até tem a sua piada…. e é melhor ficar por aqui….

          • Antoniles on 5 de Outubro de 2014 at 14:42

          Pois ss, é melhor ficar por aí porque não te forma de explica-lo. Não seria mais útil a todos preocuparem-se com a ‘formula’ que tirou 26mil professores das escolas? Essa sim parece-me uma fórmula a merecer mais atenção. Por que andam aqui a falar de 1milhar quando o verdadeiro problema está nos 26milhares? A quem interessa dispersar atenções com questões pequenas e esconde o que realmente está a destruir as escolas púbicas?

          • anonimo idem on 5 de Outubro de 2014 at 16:21

          O Antoniles faz parte do grupo dos que preferem lançar para a discussão um assunto x para tentar argumentar a não discussão do assunto y, por norma porque não lhes dá jeito.

          Isto tem um nome, que me escuso de mencionar para não ferir susceptibilidades.

          • Célia on 5 de Outubro de 2014 at 17:28

          Moço,

          O Arlindo está a trabalhar… viu-se obrigado a mudar de grupo, mas trabalha no 1º ciclo.
          Percebo a inveja (provavelmente com esses 20 anos de quadro será tão lembrado como um seixo na margem do rio), escusava era de ser tão óbvia 😉

          • nita on 5 de Outubro de 2014 at 23:16

          Eh eh eh

      • Elisabete on 6 de Outubro de 2014 at 12:16
      • Responder

      Dor de cotovelo é tão feio…

    • gui_caetano on 5 de Outubro de 2014 at 15:19
    • Responder

    Esta é a única fórmula possível: GP/2 + GP/2 x CE


  1. Estas diferenças dentro do mesmo grupo de recrutamento não tem impacto nenhum, pois a graduação máxima escolhida para referência de 20val é igual para todos os candidatos, ninguém ultrapassa ninguém. Só poderão existir diferenças quando um grande grupo de docentes concorre a dois grupos de recrutamento (EX: 300 e 330), em que num a graduação máxima de referância é muito maior que a do outro, aí os mesmos professores poderão ter ligeiras diferenças de um grupo para outro.

    Na minha opinião essas diferenças são mínimas.

    Outra conclusão que tiro é que, num grupo de recrutamento em que a graduação máxima de referência é muito elevada, isso faz com que o peso da Graduação Profissional no conjunto da fórmula, tenha um peso menor para os restantes docentes com graduação inferior, comparado com o peso dos critérios, que, em termos relativos, é sempre fixo.

      • anonimo idem on 5 de Outubro de 2014 at 16:22
      • Responder

      Answered before.


      1. És uma nulidade. Devias fazer uma PACC.

    • pedro on 5 de Outubro de 2014 at 18:04
    • Responder

    Esta fórmula da BCE tem um grave erro. Para a GP ser numa escala de 0 a 20, têm-se de considerar o mais graduado 20 e o menos graduado 0. Os intermédios tem de ser pela proporcionalidade. Ao considerar apenas o mais graduado 20, quanto mais graduação um candidato tiver mais prejudicado fica em relação aos menos graduados!


  2. Chega de desculpas…

    Impugnação da NovaBCE!

    A fórmula mais simples:
    alteração da Lei + colocação dos professores pela lista de Graduação!

    • azurara on 6 de Outubro de 2014 at 0:50
    • Responder

    Está errada?
    Só está errada para quem pensa que só conta a graduação profissional. Mas a Lei não diz isso…

    • SapinhoVerde on 6 de Outubro de 2014 at 9:39
    • Responder

    Infelizmente e por mais que se “rebusque” nunca se encontrará a formula correta. Esta fórmula, infelizmente é a utilizada nos concursos públicos, apesar de eu não concordar com ela é (infelizmente) a única que se encontra regulamentada no CPA (ou noutro sítio qualquer).
    Continuo a defender:
    LISTA ÚNICA NACIONAL por GRADUAÇÂO
    ESCOLAS TEIP AUTONOMIA por concurso NACIONAL
    FIM aos técnicos especializados, criação dos GR no 530 (Mecânica Eletrotecnia Civil Madeiras …. Saúde Agropecuária
    Os que “indevidamente” foram colocados integração administrativa nas escolas até final de ano letivo!


  1. […] Mas, pronto, eu não matemático, só que alguém enviou a demonstração para o Arlindo. […]

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