Se Pagarem Bem

Eu e o Davide Martins tratamos disso em duas penadas. 🙂

dgae concursos
Público (23-04-2015)

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10 comentários

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    • rrrr on 23 de Abril de 2015 at 11:12
    • Responder

    E vocês os dois, se forem pagos por seis, temos um trabalho melhor e sai-nos mais barato do que pagar a doze. Espero que o Francisco Grácio Gonçalves leia o blog e vos requisite para essas funções. Quanto aos colegas que se queixam, na notícia, é normal que regressem ao ponto de origem, se se encontravam em destacamento por mobilidade.

    • infiltrado on 23 de Abril de 2015 at 11:18
    • Responder

    Arlindo
    Esteve distraido e não deu pela substituição.
    O processo de escolha dos professores decorreu durante o mês de março e a nova equipa iniciou funções no dia 1 de abril.

    • Ana Pereira on 23 de Abril de 2015 at 12:13
    • Responder

    Isso é que era Arlindo! Certamente as coisas corriam melhor!

    • soueli on 23 de Abril de 2015 at 12:28
    • Responder

    Eu diria que não se perdeu nada. Se as pessoas conhecessem a lei, saberiam que só os técnicos superiores de pedir a transferência para outra entidade. Se os que são professores a pediram é porque não estavam sarisfeitos e certamente isso refletir-se-ia no seu trabalho. Por isso… Bom regresso à escola!

      • José Caldas on 23 de Abril de 2015 at 21:33
      • Responder

      Não é propriamente uma resposta ao que se acaba de ler, mas é algo que gostaria também de partilhar; é que verificamos que
      infelizmente estamos este ano perante uma ordenação dos professores de Educação
      Especial que não nos reserva um futuro risonho, sobretudo para aqueles que se
      preocupam com o futuro destas crianças em geral, e dos surdos e cegos ou com
      baixa visão em particular. Digo isto porque creio que, pela primeira vez foi
      considerada para efeitos de graduação a nota de especialização. Claro está que
      eu não faria alusão a esta situação se uma certa entidade formadora não
      permitisse que formações tão específicas como a aprendizagem da língua gestual
      e da Grafia Braille fossem feitas por ir
      learning. É que o Braille e a língua gestual, aprendem-se praticando! Se estes
      senhores ou senhoras fossem ensinar Matemática por exemplo e revelassem um
      total desconhecimento do que estavam ali a fazer, o próprio sistema,
      encarregar-se-ia de lhes demonstrar que a escola não era o seu lugar, e, com
      vergonha, ir-se-iam embora. Na Educação Especial, parece que se esqueceram que
      em Portugal, “honra” ainda se escreve com H, e, portanto, como não a tem, lá se
      vão mantendo, mesmo que de Braille ou LGP, não saibam o mínimo.

      Alerta pois pais, Professores e
      Ministério da Educação! O capitalismo é
      selvagem, a ignorância é atrevida e
      nestes casos premiada, mas … atenção! Ainda não vale tudo!

    • Armando Oliveira on 23 de Abril de 2015 at 14:05
    • Responder

    Tacho Arlindo? 😉

    • Júlia on 23 de Abril de 2015 at 15:49
    • Responder

    Bom regresso ás respectivas Escolas. Se, por acaso, já não souberem dar aulas peçam ajuda aos zecos. A mama da DGAE chegou ao fim para estes espertos que queriam ir para outro organismo.

    Nas antigas DREs a situação é idêntica. Anda por lá uma tropa fandanga que não sabe nem faz rigorosamente nada.

    Dar aulas (digo, vender aulas) não é fácil. Preparem-se para a entrada nas Praças de Touros (digo, Escolas).

    • tic0 on 23 de Abril de 2015 at 18:35
    • Responder

    Desengane-se quem pensa que esta malta destacada vai para a escola fazer alguma coisa. Aulas não vão dar, vão fazer o quê? Esperar pelo próximo destacamento! Especialistas do destacamento é o que não falta por aí. Façam umas pesquisas dos nomes das listas do concurso interno e já percebem onde muitas pessoas andaram os últimos anos a contar tempo de serviço: câmaras, direcções, institutos disto e daquilo… FIM à contagem do tempo de serviço a 100%, nos destacamentos em que não se lida com jovens e crianças.

    • ana kletus on 23 de Abril de 2015 at 22:33
    • Responder

    E porque não pensar o contrário? Saíram 12! Dizem que foi o núcleo duro. No entanto, as listas saíram nos prazos previstos. Com muitas injustiças é certo, mas fruto da lei e não do trabalho dos que lá ficaram. 12 fazem estragos. Portanto provavelmente os que saíram eram exactamente aqueles que não mexiam uma palha . Ficaram os quemtrabalham e devem ter trabalhado bastante para estar tudo em ordem a tempo e a horas.

    • Atlas on 24 de Abril de 2015 at 16:22
    • Responder

    Os senhores professores que saíram da DGAE, espero que ainda saibam dar aulas, se é que alguma vez souberam fazer alguma coisa.quanto aos técnicos superiores, uma boa estadia pela DGESte!

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