Fevereiro 2015 archive

Lista dos Docentes que Entram na Requalificação

Mais de metade são do grupo 240 – Educação Visual e Tecnológica.

 

15-2

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Os Que Escaparam à Requalificação no Cair do Pano

Colocações nos termos do Art 47ºA e seguintes do Decreto-Lei nº 83A-2014 de 23 de Maio

 

Grupo de Recrutamento 100
Grupo de Recrutamento 110
Grupo de Recrutamento 210
Grupo de Recrutamento 220
Grupo de Recrutamento 230
Grupo de Recrutamento 240
Grupo de Recrutamento 250
Grupo de Recrutamento 300
Grupo de Recrutamento 320
Grupo de Recrutamento 430
Grupo de Recrutamento 500
Grupo de Recrutamento 530

Mobilidade 2014-2015 – PIEF-Equipas Multidisciplinares-Fundação Portuguesa “A Comunidade Contra a SIDA”

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15 é um Número Residual?

Sim, eu acho que é.

E acredito que esta tenha sido uma opção destes 15 docentes.

 

15 professores entram na requalificação

 

Dos 90 professores horário zero (sem turma atribuída) que existiam no final da semana passada, o Ministério conseguiu colocar 75, num dia, em horários livres que existiam em outras escolas.

São 15 os professores que entram hoje em requalificação, revela o Ministério da Educação (MEC) que considera o número “residual” depois de o ministro Nuno Crato ter dito que estava a trabalhar para que fossem “zero” os professores a entrar na requalificação.

Tratam-se de professores horários zero (sem turma atribuída) que depois das várias colocações que decorreram entre Setembro e a passada sexta-feira, não conseguiram um horário com mais de seis horas lectivas.

Na passada sexta-feira eram 90 os professores que estavam em risco de entrar na requalificação. No entanto, na sexta-feira o Ministério da Educação adoptou vários procedimentos – colocação em horários livres de outras escolas e ao abrigo de protocolos com o IEFP e a Casa Abrigo, por exemplo – para conseguir colocar estes professores. Procedimentos que eram opcionais para os professores mas através dos quais o MEC conseguiu colocar 75 docentes que assim foram salvos da requalificação, aplicada em toda a Função Pública desde o final de 2013.

Com o elevado número de professores colocados na sexta-feira passada o Ministério sublinha que acabou por não ser aplicada a norma da mobilidade por iniciativa da administração, prevista na Lei Geral da Função Pública. Esta norma prevê que o Estado possa colocar os trabalhadores, sem o seu acordo, até 60 quilómetros da sua residência.

Estes 15 professores vão sofrer um corte salarial de 40% durante o primeiro ano de requalificação, que sobe para 60% a partir do segundo ano. No entanto, o MEC lembra que os professores em requalificação “podem manter-se na lista de não colocados para efeitos de procedimentos concursais destinados à satisfação de necessidades temporárias até ao final do ano lectivo”. Caso entretanto consigam uma colocação de “pelo menos 90 dias úteis consecutivos” é interrompida a contagem do tempo que já tiveram em requalificação.

Além disso, sublinha o Ministério, estes professores vão ter prioridade nos concursos para o próximo ano lectivo.

A tutela de Nuno Crato sublinha ainda que em Dezembro de 2012 estavam sem turma atribuída 758 professores e em Dezembro de 2014 os professores nesta situação eram 175. Uma redução que o MEC diz qu resulta de uma “reorganização dos recursos humanos e de estabilização dos quadros”.

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Lugares de QZP e Vagas de QZP a Extinguir

Dos dados que recuperei da lista de não colocados no concurso interno de 2013 existem 10855 docentes dos quadros de zona pedagógica distribuídos da seguinte forma.

 

Lugares de QZP

 

Existem ainda 2552 docentes colocados nos concursos externos extraordinários de 2013 e 2014 que entraram em lugar de QZP. No entanto, estas vagas não são recuperadas caso os docentes entrem em quadro de agrupamento/escola.

No total existem 13407 docentes dos quadros de zona pedagógica, que representa perto de 20% do total de docentes dos quadros.

Tendo em contas que estas vagas não serão recuperadas o aviso de abertura do concurso terá de, para além das vagas positivas e negativas de QZP fazer identificação destas vagas. Como não será fácil distinguir uma vaga negativa de uma vaga não recuperada presumo que as mesmas possam ser consideradas todas como negativas. Mas claro que não tenho a certeza disto.

O mínimo que se exige do MEC é que pelo menos estas 2552 vagas não recuperadas de QZP se transformem em lugar de QA/QE, como sempre foi referido pelo próprio MEC em que as vagas se consolidavam no concurso interno.

 

QZP extinguir

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Brilhante

Esta madrugada na final do Super Bowl 2015, em especial os efeitos especiais criados.
Um espetáculo a anos luz de tudo o que já viu em finais de jogos olímpicos ou campeonatos do mundo de futebol.
 
 

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Confirmar-se-á?

… a residualidade dos números?

Julgo que sim, mas mais logo confirmaremos.

residuais
Correio da Manhã (01-02-2015)

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Não se Entende

Como se considera uma medida como uma má prática se os resultados e o comportamento melhoram significativamente.

Às tantas é porque é a melhor prática para melhorar o que estava mal.

 

 

em suma: por um lado, o Alto Comissariado não reconhece a constituição da turma de alunos de etnia cigana de Tomar “como uma boa prática”. Por outro, explica que “as crianças abrangidas têm registado bons resultados e têm melhorado o seu comportamento em contexto de sala de aula”. Mais: “Está a ser feita uma aposta na abertura da escola aos encarregados de educação por forma a permitir um trabalho mais sistemático e estruturado.”

 

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Chega Hoje a Requalificação

Quantos professores irão para casa? A resposta chega hoje

 

A maior parte dos professores que estavam sem colocação eram dos grupos de Educação Visual e Tecnológica e Pré-Escolar.

 

O número de professores do ensino básico e secundário que serão mandados para casa, ao abrigo do novo regime de requalificação, vai ser conhecido nesta segunda-feira, confirmou ao PÚBLICO o gabinete de imprensa do Ministério da Educação e Ciência (MEC), que se escusou a avançar com novos dados durante o fim-de-semana.

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Mais Um Momento Único do Blog

Onde se mostra o olho do Pedro Abrunhosa. O esquerdo dele.

Em dois momentos.

Pedro 1

pedro 2

Noite fantástica a de ontem no Coliseu do Porto, com casa lotada.

E com o habitual recado para a classe política.

Talvez… pudesse ser um hino para algum movimento do género do Podemos ou do Cyriza.

 

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Crónica de Daniel Sampaio

O professor e o aluno

 

 

Sonho muitas vezes com uma escola diferente. Uma escola básica e secundária que contribuísse para a descoberta e desenvolvimento de jovens alegres, amáveis e com interesse no mundo à sua volta. Uma escola onde predominasse o respeito recíproco entre alunos e professores (nos dois sentidos), entre pais e docentes e entre os estudantes. Uma escola onde a violência física e psicológica fosse identificada, prevenida e combatida através de programas, sempre com a participação dos mais novos (sobretudo daqueles que assistem sem nada fazer). Uma escola em que o desenvolvimento da inteligência emocional e a melhoria do relacionamento interpessoal fossem parte integrante do projecto educativo. Uma escola em que a Educação para a Saúde tivesse um lugar fundamental e pudesse integrar informação sobre as etapas do desenvolvimento dos alunos, os problemas das famílias de hoje, o consumo, as questões dos media e tantos outros assuntos da vida quotidiana.

Àqueles que me consideram utópico, pergunto: pode-se educar sem sonho? Consegue-se dormir bem “vivendo um dia de cada vez”, como oiço tantas vezes? E respondo: podemos fazer muito melhor. Na diversidade marcada de tantos estabelecimentos de ensino, há experiências positivas que precisam de ser estudadas e replicadas. Cruzar os braços não levará a nada.

Infelizmente, o panorama global é desolador. Os resultados académicos são medíocres, a indisciplina predomina e a desmotivação de professores e alunos aumenta todos os dias.

Àqueles que me consideram utópico, pergunto: pode-se educar sem sonho? Consegue-se dormir bem “vivendo um dia de cada vez”, como oiço tantas vezes? E respondo: podemos fazer muito melhor

Muitos professores parecem esquecer que a sua relação com os alunos tem de compreender respeito para com os mais novos, firmeza e ensino motivador e interessante. Infelizmente, muitos docentes fazem a leitura do manual, falando sem cessar durante 90 minutos. Escasseiam o trabalho de grupo, a pesquisa e o conhecimento pessoal de muitos alunos. Por vezes, há problemas na regulação da distância: alguns docentes falam dos seus filhos, dos animais que têm lá em casa ou das crises pessoais que estão a atravessar. Nas últimas semanas, ouvi relatos de sala de aula onde a professora falou da morte do gato e das travessuras do filho… enquanto os alunos riam ou faziam gestos de enfado.

Os estudantes estão na sala de aula por obrigação, mas sem entusiasmo. Os telemóveis são utilizados sem cessar, na aula e nas pausas, mesmo nas escolas onde até nos intervalos estão totalmente proibidos (uma medida exagerada que é posta em causa todos os dias, com os aparelhos a ser confiscados a um ritmo impressionante, para mais tarde serem devolvidos aos pais, sem que haja qualquer mudança). Estudam para os testes e depressa esquecem tudo: por exemplo, decoram umas frases sobre Gil Vicente e Camões, mas ninguém lhes fala do enquadramento histórico das obras e da vida dos respectivos autores. No pátio, em muitas escolas, a violência interpessoal abunda: estudantes física e

ou psicologicamente mais frágeis são humilhados, sem que a escola organize atendimento para essas situações. Na sala de aula, a desatenção é a regra e a indisciplina é frequente.

É fundamental mudar o clima escolar. Os alunos precisam de limites na sua ânsia de crescimento e afirmação pessoal, mas necessitam de ouvir explicações razoáveis sobre as decisões dos professores. Os docentes não podem continuar sem apoios especializados para os novos dilemas da escola de hoje.

Como sempre, é na construção de uma relação singular entre o professor e o aluno que encontraremos o caminho da renovação.

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