Trata-se de uma falha do candidato e não da Plataforma dos concursos, logo a candidatura que não está submetida não deve ser considerada. O problema é que muitos candidatos teimam em não ler a documentação de apoio e depois surgem problemas deste género. Está bem explícito no Manual de candidatura os passos a dar e, para além disso, refere claramente que a candidatura só está submetida quando se insere a palavra-passe e se obtém o recibo com a indicação de que a candidatura foi submetida com um código para eventuais situações de reclamação (isto não é novidade, pois todos os anos é assim). Ora, todos aqueles que não obtiveram o recibo não podem reclamar pois não chegaram a concluir todo o processo. Só se aprende com os erros! Para a próxima já sabem! Agora, se a DGAE abrir precedentes terá que o fazer em todas as situações o que seria, na minha opinião, injusto.
Na minha opinião, se a candidatura n foi submetida, então o colega teria q ficar excluído do concurso.O manual e demais documentação estava explícito no que diz respeito a submeter a candidatura. Parece que há casos em que aparecia o recibo aquando da candidatura e os colegas deixavam ficar assim, achando que já tinham concorrido e esqueciam-se de submeter…
Não foi o primeiro nem será o último! Conheço dois casos, colegas minhas, que em anos anteriores esqueceram-se do botão submeter e só puderam concorrer às OE.
É como ganhar o euromilhões com a chave certa sem registar o boletim… Também já me aconteceu…
Claro que não deve ser considerada para efeitos de concurso! No entanto acho que o MEC deve rever a forma como está apresentado o concurso na plataforma. Aquilo é uma bela duma confusão… E há pessoas menos iluminadas do que o MEC. (pelo menos 10 como vemos na notícia)
Não, claro que não.
Na minha opinião, nem sequer se pode falar em exclusão uma vez que o colega não concorreu.
O manual de instruções é extremamente claro. Ao contrário da maior parte dos colegas não achei a plataforma confusa, bastava seguir todos os passos referidos no manual de instruções.
A culpa é do Arlindo que não “obriga” todos os candidatos a ler o que sempre coloca tantas vezes “a candidatura só será submetida quando se insere a palavra-passe” . 🙂
Claro que não. Percebe-se a angústia dos “excluídos” mas é evidente que uma candidatura só pode ser considerada se for submetida, não faria sentido o contrário…
A situação não se passou comigo, felizmente, mas eu acho que devia ser considerada.
Por muito que se tenham presentes todas as informações dos documentos, há coisas que poderiam ser aperfeiçoadas na plataforma, como por exemplo em vez de surgir a palavra “Finalizado”, deveria vir “Por Submeter”. Penso que era mais adequada à fase da candidatura/aperfeiçoamento em questão e, por isso, podia fazer bastante diferença.
É como a expressão “oposição ao concurso”. Para mim não faz sentido nenhum, apesar de já ser utilizada há muito tempo, e por isso já está automatizada. Mas como esta há muitas que deveriam ser revistas…
o·po·si·ção
substantivo feminino
1. Acto ou efeito de opor ou de opor-se.
2. Impedimento.
3. Incompatibilidade.
4. Resistência.
5. Conjunto de partidos que combatem um governo.
6. Concurso (a um lugar ou emprego).
Eu concorri e submeti.
Mas percebo perfeitamente que a péssima aplicação informática induzisse as pessoas em erro e estas pensassem ter concorrido.
Cabe na cabeça de alguém que a plataforma permitisse imprimir um recibo de candidatura sem esta estar efetivada com a password???
Algumas pessoas ao imprimir esse recibo pensavam que tinham terminado …
Não está a confundir o resumo com o recibo?
A plataforma fornece um resumo da candidatura antes da submissão, para ajudar os candidatos a verificar os dados.
O recibo só é fornecido após a submissão.
A aplicação não permitia imprimir recibo nenhum sem se submeter… Apenas após a submissão era possível gerar o recibo e até para isso era necessário aguardar um pouco, até que tal acontecesse. E considero que estes casos não devem ser considerados pelo MEC. Uma coisa é quando a aplicação por qualquer motivo não funciona e se apresenta testemunhas de tal facto. Nos casos em
É falso que em anos anteriores se tenham “remediado” falhas deste género. Eu não submeti a candidatura que já tinha totalmente preenchida no concurso do ano passado, e isso foi irremediável.
Não foi uma “falha” que pudesse ser corrigida. De quem foi a culpa? Minha, que baralhei os prazos e slots de submissão.
Assim todos os que deixaram passar o prazo também poderiam submeter. E se era possível este ano porque não para o próximo? Se a grande maioria conseguiu o problema não foi da plataforma.
Tenho pena pelos colegas, mas infelizmente acontece todos os anos.
Este ano eu também esqueci-me e fiz o meu concurso e outro na última hora do prazo, sabendo que se conseguia até as 18h estaria tudo ok. Outros colegas também deixaram para o fim e não conseguiram.
O provedor de justiça regista, pede explicações ao MEC e das duas, uma::
1 – Não dá razão e arquiva a queixa:
ou
2 Considera a queixa, emite uma recomendação, pede ao MEC que a acate…e o MEC chuta para canto.
Moral da história, o queixoso está (sempre) lixado!
Com a prepotência deste governo, para que serve o Provedor de Justiça? Para servir de muro de lamentações?
Quem não sabe preencher minimamente uma candidatura a uma concurso docente, não merecer ser professor. Pode concluir-se que será alguém propensa a uma certa iliteracia. Tal como há candidatos que não leem os avisos de abertura, também há professores que não preparam convenientemente a lecionação das suas aulas. Uma realidade confrangedora que se vai avolumando, numa classe propensa a entregar-se aos devaneios do arruaceiro Nogueira. Felizmente, ainda prevalecem nas escolas forças catalisadoras que primam pelo brio e pela excelência académica, numa constante e profícua preparação das suas aulas.
hummm… “profícua preparação das suas aulas”??…conheço alguém numa certa escola que gosta tanto de usar o adjectivo profícuo que o gasta mais que os pneus do meu carro!!
Sim eu sei que se refere ao concurso a uma oferta de emprego, e que esta palavra não é exclusiva da DGAE, mas não concordo com a mesma, pois predominantemente tem um significado (de 1 a 5) e apenas no 6, tem outro, completamente… oposto.
Mas como disse, esta já induz em erro, penso eu, mas como esta há outras e o “Finalizado” é uma delas e que poderia vir “Por submeter”. Fica a dica para quem de direito…
Meus amigos, cada caso é um caso, gostaria de saber em primeiro lugar o motivo da não submissão da candidatura por parte deste colega e só então poderei opinar!
Mas desde já posso adiantar que não desejo o mal de ninguém e que não me faria qualquer confusão se a candidatura deste colega fosse aceite! E até poderia ser do mesmo grupo de recrutamento que eu, estar à minha frente nas listas de graduação que eu continuaria sem me importar!
Muito bem, Coitratado.
A mim também não me faz confusão que estes colegas possam ainda submeter a sua candidatura. Lamento o que por aqui se escreveu. Está visto que os professores adoram espezinhar os que erram (os que são efetivamente humanos). Estes comentários põe a descoberto a mesquinhez e a desonestidade que reina na profissão.
Enfim…
Tal como já tive oportunidade de dizer anteriormente em outro post, esta deve ter sido uma das piores aplicações informáticas de sempre no que diz respeito a concursos, já concorro há largos anos e não me lembro de ter visto em outros concursos uma mixórdia tão grande de avanços e recuos, ora segue, ora atrasa, ora repetem-se os dados uma meia dúzia de vezes, ora submete-se por um lado, ora finaliza-se pelo outro, ora confirma-se o que já está mais do que mli vezes confirmado, enfim, esta candidatura parece-se mais com um jogo estilo labirinto, dá-se mil voltas até chegar ao destino.
E não me venham com a treta dos manuais de candidatura, pois este jogo pode dar direito a algumas surpresas desagradáveis dependendo do caminho que se quer seguir e que não constam nos manuais, até o próprio criador pode ficar surpreso desconhecendo por vezes o que por lá anda…
Então como fariam a aplicação sabendo o seguinte:
– teriam de recolher dados para 2 concursos independentes (extraordinário e contratação)em que poderiam concorrer aos 2 ou apenas a 1 deles;
– podem concorrer a vários grupos, aos 2 concursos ou apenas a 1 deles;
– para cada concurso e, destro ele, para cada grupo (pois os concursos são independentes) teriam de saber se podem ou não concorrer, os vossos dados profissionais;
– para o extraordinário teriam ainda de recolher as preferências.
Em termos informáticos, seria melhor se pudéssemos fazer tudo no mesmo quadro e ir clicando em “Gravar dados” e “seguinte” para passarmos ao passo seguinte da candidatura. O facto de termos de ir ao menu do lado esquerdo e, a partir daí, ir para as opções seguintes torna-se confuso.
Em termos de expressões linguísticas, foi o que eu já referi com o “Finalizado” que passava a ser “Por submeter”.
Está aplicação era burocrática…….E já agora colegas sejam humildes. Este governo PSD-CDS É UM CAOS.Não suporto colegas com o vírus da perfeição e afins..por detrás disso está sempre uma grande angústia…falta de Humanidade.
Respeite os eleitores. Se estão no governo foi porque os portugueses não quiseram o governo (Super competente) anterior. Espere pelas próximas eleições.
Este “THIS MORTAL COIL” apresenta um comentário caótico, não estando isento de erros ortográficos. Reforça ainda no seu comentário patético o discurso do “coitadinho” que tem sempre razão. Patenteado um anémico discurso de nervo precoce, a personagem desculpabilizadora e defensora dos irresponsáveis não se coíbe de caracterizar a governação actual do país como um “caos”. Um governo que vive no caos e promove o caos, segundo o seu patético comentário, conseguiu estancar a bancarrota promovida pelos xuxas. Imagine se tivesse professado a perfeição governativa…
Esta esquerdalha de trazer por casa sente-se moralmente acima de toda a gente, numa dissimulação de fedor patológico gritante…
Pois… ..eu ´´entrego ´´o meu IRS online mas nao submeto a declaraçao…logo nao recebo o reembolso a que teria direito mas a culpa e do site da AT…haja paciencia!!! Socorro!!
Claro que não!!! As pessoas têm de ser responsáveis e se detectou erro na aplicação só tinha de contactar o seu sindicato ou a DGAE.
Por vezes estes erros não se entendem…. ajudei a fazer centenas de concursos e a aplicação funcionou bem!!!
Penso que os dados preenchidos, à data/hora de fecho da aplicação/plataforma ficariam submetidos automaticamente, tal e qual como estava! Não teria obrigatoriamente de submeter com senha.
Logo, se tivesse todos os dados preenchidos não teria problemas.
Por motivos de segurança, isso não é recomendável.
Não vamos inventar desculpas. Não existiram problemas técnicos que impediram a submissão.
Tenha sido por esquecimento, distração ou negligência, não submeteram.
Só devem aprender e não repetir.
Bla, bla, bla… e a injustiça de ser contratado e não poder concorrer ao concurso??? Onde está a solidariedade de ver um colega em apuros e de pensar “podia ser eu”? É só verem a oportunidade de sair mais um da frente que se afiam as facas e…
Incrível a falta de solidariedade desta classe… Se um acontecesse com algum daqueles que quase chaou o colega de “ignorante”, até gostava de ver! Sejam humildes e, acima de tudo, mais humanos e mais unidos! Enfim…
Também ajudei colegas a preencher a candidatura e nem por isso me ponho a apregoar a minha “suprema inteligência”!!
Se tivesse sido um aluno, este só tinha de acarretar com as consequências. Acho inacreditável que se desculpe sempre tudo! Penso que iria dizer “coitadinho” não anexou o trabalho! Quem manda entregar à última hora! Enfim, é por essas e por outras opiniões idênticas que o país anda assim! Concordo com a maioria. Não deve contar. Também me pode acontecer?! Sim, mas assumo as consequências. Há dezassete anos que sou docente/contratada, nunca me enganei num concurso, nem nunca me vi “perdida” para preencher o concurso! Realmente somos iletrados, nem concursos/impressos sabemos preencher. Tenho pena do colega, mas é a vida. Temos de estar mais atentos e exigir mais de nós! Aliás, nem me passava pela cabeça que uma situação destas pudesse ocorrer. Fiquei estufectada! Mais ainda reclamarem pelo sucedido…
Boa sorte para todos. O Ultraliberal… muitas vezes tem razão!
“Toda a gente é pessoa”. Esta frase serve de título a um programa de rádio [RDP-Antena1] (…) que enaltece o ser humano como o centro da História e da vida em sociedade (…)
Infelizmente, de há uns tempos para cá temos a sensação que todos deixámos de ser considerados como gente, como pessoas, e passámos a ser entendidos enquanto números. A fria lógica matemática dos números impera. (…) Hoje somos apenas olhados como números, números esses que se somam, dividem, multiplicam, subtraem e se apagam quando se quer ou não quer.”
Eu não submeti por não conseguir… não foi por não ter lido, por não saber que tinha que introduzir a palavra-passe, blablabla blablabla… estou farto de comentários desse género. Liguei para a DGAE e não obtive resposta. Estarei excluído do concurso? R: Parece que sim… Finalizei todo o processo, mas não tive o “botão” submeter ao lado do botão MODIFICAR como me explicaram na DGAE. Não sou burro e não é a primeira vez que concorro… Enfim…
christine reyntjens on 21 de Junho de 2014 at 13:56
Ai Bruno… então? Ligou e não obteve resposta…. mas depois explicaram que o botão submeter estava ao lado do modificar???tamanha confusão nessa cabecinha…..
Terra do NIM, nem do Não nem do Sim... on 27 de Junho de 2014 at 14:36
Os colegas fizeram relembrar-me a estórias dos cegos a descrever o elefante…
Talvez tenha ocorrido algo que ainda não obteve uma resposta adequada.
Vamos aos factos, no meu caso pessoal (aguardo resposta da DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA ):
1-Foi submetido de acordo com os prazos e procedimentos referidos no manual.
1a-Por lapso o botão de submissão foi clicado sem a senha, o que originou uma mensagem de erro. Até aqui tudo a funcionar de acordo com o esperado.
1b-Foi colocada senha e depois clicou-se no botão de submissão. Não se obteve qualquer mensagem de erro.
1c-Foi confirmada na caixa que surgiu. Também não se obteve qualquer mensagem de erro.
2-Apareceram todos os botões supostos de aparecer com a excepção de um: o botão de impressão do recibo.
3-Foi clicado o botão de responder ao inquérito, que foi preenchido e submetido. Foi confirmado que estava a funcionar, aparentemente bem, ao ser novamente clicado originou uma mensagem de erro com a indicação de que já tinha sido preenchido/submetido.
4-Em nenhum outro momento foi obtido qualquer mensagem de erro durante o procedimento para além das apresentadas.
Dada a informação aparece lógico questionar e requero uma explicação:
A-Se eu não estou no sistema, por que não apareceu no espaço tempo que restava, sensivelmente 24H, novamente as condições para formular a submissão?
Isto por ter ido verificar várias vezes e em computadores diferentes a situação, a partir do power-off, que se manteve inalterada até ao término do timing de submissão ao concurso, em que depois desapareceu o botão de resposta ao inquérito. O botão do recibo nunca chegou aparecer. Mantém-se apenas o botão de impressão de oposição ao concurso.
B-Atendendo aos pontos 2 e 3 não tem de haver um registo no sistema, visto que o botão do questionário só ocorre após a submissão?
Estas duas questões levam a um questionamento do sistema sobre o funcionamento anómalo supra referido.
54 comentários
Passar directamente para o formulário dos comentários,
Não.
Trata-se de uma falha do candidato e não da Plataforma dos concursos, logo a candidatura que não está submetida não deve ser considerada. O problema é que muitos candidatos teimam em não ler a documentação de apoio e depois surgem problemas deste género. Está bem explícito no Manual de candidatura os passos a dar e, para além disso, refere claramente que a candidatura só está submetida quando se insere a palavra-passe e se obtém o recibo com a indicação de que a candidatura foi submetida com um código para eventuais situações de reclamação (isto não é novidade, pois todos os anos é assim). Ora, todos aqueles que não obtiveram o recibo não podem reclamar pois não chegaram a concluir todo o processo. Só se aprende com os erros! Para a próxima já sabem! Agora, se a DGAE abrir precedentes terá que o fazer em todas as situações o que seria, na minha opinião, injusto.
Na minha opinião, se a candidatura n foi submetida, então o colega teria q ficar excluído do concurso.O manual e demais documentação estava explícito no que diz respeito a submeter a candidatura. Parece que há casos em que aparecia o recibo aquando da candidatura e os colegas deixavam ficar assim, achando que já tinham concorrido e esqueciam-se de submeter…
Não foi o primeiro nem será o último! Conheço dois casos, colegas minhas, que em anos anteriores esqueceram-se do botão submeter e só puderam concorrer às OE.
É como ganhar o euromilhões com a chave certa sem registar o boletim… Também já me aconteceu…
Claro que não deve ser considerada para efeitos de concurso! No entanto acho que o MEC deve rever a forma como está apresentado o concurso na plataforma. Aquilo é uma bela duma confusão… E há pessoas menos iluminadas do que o MEC. (pelo menos 10 como vemos na notícia)
Não
O manual é bem claro.
Não, claro que não.
Na minha opinião, nem sequer se pode falar em exclusão uma vez que o colega não concorreu.
O manual de instruções é extremamente claro. Ao contrário da maior parte dos colegas não achei a plataforma confusa, bastava seguir todos os passos referidos no manual de instruções.
A culpa é do Arlindo que não “obriga” todos os candidatos a ler o que sempre coloca tantas vezes “a candidatura só será submetida quando se insere a palavra-passe” . 🙂
Claro que não. Percebe-se a angústia dos “excluídos” mas é evidente que uma candidatura só pode ser considerada se for submetida, não faria sentido o contrário…
A situação não se passou comigo, felizmente, mas eu acho que devia ser considerada.
Por muito que se tenham presentes todas as informações dos documentos, há coisas que poderiam ser aperfeiçoadas na plataforma, como por exemplo em vez de surgir a palavra “Finalizado”, deveria vir “Por Submeter”. Penso que era mais adequada à fase da candidatura/aperfeiçoamento em questão e, por isso, podia fazer bastante diferença.
É como a expressão “oposição ao concurso”. Para mim não faz sentido nenhum, apesar de já ser utilizada há muito tempo, e por isso já está automatizada. Mas como esta há muitas que deveriam ser revistas…
o·po·si·ção
substantivo feminino
1. Acto ou efeito de opor ou de opor-se.
2. Impedimento.
3. Incompatibilidade.
4. Resistência.
5. Conjunto de partidos que combatem um governo.
6. Concurso (a um lugar ou emprego).
“oposição”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/oposi%C3%A7%C3%A3o [consultado em 19-06-2014].
Eu concorri e submeti.
Mas percebo perfeitamente que a péssima aplicação informática induzisse as pessoas em erro e estas pensassem ter concorrido.
Cabe na cabeça de alguém que a plataforma permitisse imprimir um recibo de candidatura sem esta estar efetivada com a password???
Algumas pessoas ao imprimir esse recibo pensavam que tinham terminado …
Não está a confundir o resumo com o recibo?
A plataforma fornece um resumo da candidatura antes da submissão, para ajudar os candidatos a verificar os dados.
O recibo só é fornecido após a submissão.
A aplicação não permitia imprimir recibo nenhum sem se submeter… Apenas após a submissão era possível gerar o recibo e até para isso era necessário aguardar um pouco, até que tal acontecesse. E considero que estes casos não devem ser considerados pelo MEC. Uma coisa é quando a aplicação por qualquer motivo não funciona e se apresenta testemunhas de tal facto. Nos casos em
É falso que em anos anteriores se tenham “remediado” falhas deste género. Eu não submeti a candidatura que já tinha totalmente preenchida no concurso do ano passado, e isso foi irremediável.
Não foi uma “falha” que pudesse ser corrigida. De quem foi a culpa? Minha, que baralhei os prazos e slots de submissão.
Assim todos os que deixaram passar o prazo também poderiam submeter. E se era possível este ano porque não para o próximo? Se a grande maioria conseguiu o problema não foi da plataforma.
Tenho pena pelos colegas, mas infelizmente acontece todos os anos.
Este ano eu também esqueci-me e fiz o meu concurso e outro na última hora do prazo, sabendo que se conseguia até as 18h estaria tudo ok. Outros colegas também deixaram para o fim e não conseguiram.
O provedor de justiça regista, pede explicações ao MEC e das duas, uma::
1 – Não dá razão e arquiva a queixa:
ou
2 Considera a queixa, emite uma recomendação, pede ao MEC que a acate…e o MEC chuta para canto.
Moral da história, o queixoso está (sempre) lixado!
Com a prepotência deste governo, para que serve o Provedor de Justiça? Para servir de muro de lamentações?
O queixoso se tivesse dois dedos de testa, não o era!
Concordo. Estes “aspirantes” a candidatos dão má imagem os profs. Aconselho a ir ao Bário Mugueira a pedir ajuda.
Será que queria que algum ministro se candidatasse por ele?
O cadidato de ser exluído. A plataforma é simples, funcional e clara. Será que sabe ler o manual?
Quem não sabe preencher minimamente uma candidatura a uma concurso docente, não merecer ser professor. Pode concluir-se que será alguém propensa a uma certa iliteracia. Tal como há candidatos que não leem os avisos de abertura, também há professores que não preparam convenientemente a lecionação das suas aulas. Uma realidade confrangedora que se vai avolumando, numa classe propensa a entregar-se aos devaneios do arruaceiro Nogueira. Felizmente, ainda prevalecem nas escolas forças catalisadoras que primam pelo brio e pela excelência académica, numa constante e profícua preparação das suas aulas.
hummm… “profícua preparação das suas aulas”??…conheço alguém numa certa escola que gosta tanto de usar o adjectivo profícuo que o gasta mais que os pneus do meu carro!!
Sim eu sei que se refere ao concurso a uma oferta de emprego, e que esta palavra não é exclusiva da DGAE, mas não concordo com a mesma, pois predominantemente tem um significado (de 1 a 5) e apenas no 6, tem outro, completamente… oposto.
Mas como disse, esta já induz em erro, penso eu, mas como esta há outras e o “Finalizado” é uma delas e que poderia vir “Por submeter”. Fica a dica para quem de direito…
* esta já não induz em erro
É o termo legal, É usado em qq concurso público.
Meus amigos, cada caso é um caso, gostaria de saber em primeiro lugar o motivo da não submissão da candidatura por parte deste colega e só então poderei opinar!
Mas desde já posso adiantar que não desejo o mal de ninguém e que não me faria qualquer confusão se a candidatura deste colega fosse aceite! E até poderia ser do mesmo grupo de recrutamento que eu, estar à minha frente nas listas de graduação que eu continuaria sem me importar!
Muito bem, Coitratado.
A mim também não me faz confusão que estes colegas possam ainda submeter a sua candidatura. Lamento o que por aqui se escreveu. Está visto que os professores adoram espezinhar os que erram (os que são efetivamente humanos). Estes comentários põe a descoberto a mesquinhez e a desonestidade que reina na profissão.
Enfim…
Tal como já tive oportunidade de dizer anteriormente em outro post, esta deve ter sido uma das piores aplicações informáticas de sempre no que diz respeito a concursos, já concorro há largos anos e não me lembro de ter visto em outros concursos uma mixórdia tão grande de avanços e recuos, ora segue, ora atrasa, ora repetem-se os dados uma meia dúzia de vezes, ora submete-se por um lado, ora finaliza-se pelo outro, ora confirma-se o que já está mais do que mli vezes confirmado, enfim, esta candidatura parece-se mais com um jogo estilo labirinto, dá-se mil voltas até chegar ao destino.
E não me venham com a treta dos manuais de candidatura, pois este jogo pode dar direito a algumas surpresas desagradáveis dependendo do caminho que se quer seguir e que não constam nos manuais, até o próprio criador pode ficar surpreso desconhecendo por vezes o que por lá anda…
Concordo plenamente com o Coitratado
Apoio a 100%, Coitratado
Então como fariam a aplicação sabendo o seguinte:
– teriam de recolher dados para 2 concursos independentes (extraordinário e contratação)em que poderiam concorrer aos 2 ou apenas a 1 deles;
– podem concorrer a vários grupos, aos 2 concursos ou apenas a 1 deles;
– para cada concurso e, destro ele, para cada grupo (pois os concursos são independentes) teriam de saber se podem ou não concorrer, os vossos dados profissionais;
– para o extraordinário teriam ainda de recolher as preferências.
Em termos informáticos, seria melhor se pudéssemos fazer tudo no mesmo quadro e ir clicando em “Gravar dados” e “seguinte” para passarmos ao passo seguinte da candidatura. O facto de termos de ir ao menu do lado esquerdo e, a partir daí, ir para as opções seguintes torna-se confuso.
Em termos de expressões linguísticas, foi o que eu já referi com o “Finalizado” que passava a ser “Por submeter”.
Está aplicação era burocrática…….E já agora colegas sejam humildes. Este governo PSD-CDS É UM CAOS.Não suporto colegas com o vírus da perfeição e afins..por detrás disso está sempre uma grande angústia…falta de Humanidade.
Respeite os eleitores. Se estão no governo foi porque os portugueses não quiseram o governo (Super competente) anterior. Espere pelas próximas eleições.
Este “THIS MORTAL COIL” apresenta um comentário caótico, não estando isento de erros ortográficos. Reforça ainda no seu comentário patético o discurso do “coitadinho” que tem sempre razão. Patenteado um anémico discurso de nervo precoce, a personagem desculpabilizadora e defensora dos irresponsáveis não se coíbe de caracterizar a governação actual do país como um “caos”. Um governo que vive no caos e promove o caos, segundo o seu patético comentário, conseguiu estancar a bancarrota promovida pelos xuxas. Imagine se tivesse professado a perfeição governativa…
Esta esquerdalha de trazer por casa sente-se moralmente acima de toda a gente, numa dissimulação de fedor patológico gritante…
!porque no te callas, coño?!
Pois… ..eu ´´entrego ´´o meu IRS online mas nao submeto a declaraçao…logo nao recebo o reembolso a que teria direito mas a culpa e do site da AT…haja paciencia!!! Socorro!!
Claro que não!!! As pessoas têm de ser responsáveis e se detectou erro na aplicação só tinha de contactar o seu sindicato ou a DGAE.
Por vezes estes erros não se entendem…. ajudei a fazer centenas de concursos e a aplicação funcionou bem!!!
Penso que os dados preenchidos, à data/hora de fecho da aplicação/plataforma ficariam submetidos automaticamente, tal e qual como estava! Não teria obrigatoriamente de submeter com senha.
Logo, se tivesse todos os dados preenchidos não teria problemas.
Por motivos de segurança, isso não é recomendável.
Não vamos inventar desculpas. Não existiram problemas técnicos que impediram a submissão.
Tenha sido por esquecimento, distração ou negligência, não submeteram.
Só devem aprender e não repetir.
Bla, bla, bla… e a injustiça de ser contratado e não poder concorrer ao concurso??? Onde está a solidariedade de ver um colega em apuros e de pensar “podia ser eu”? É só verem a oportunidade de sair mais um da frente que se afiam as facas e…
Nem mais!
Incrível a falta de solidariedade desta classe… Se um acontecesse com algum daqueles que quase chaou o colega de “ignorante”, até gostava de ver! Sejam humildes e, acima de tudo, mais humanos e mais unidos! Enfim…
Também ajudei colegas a preencher a candidatura e nem por isso me ponho a apregoar a minha “suprema inteligência”!!
Desculpem algumas falhas de letras em certas palavras…(teclinhas de telemóvel)
Não. É burrice não submeter a candidatura.
E se tivesse sido um ALUNO? Fez o trabalho, enviou o e-mail ao professor, mas esqueceu-se do anexo?
Não faltam professores que não aceitam trabalhos após as 23.59h do dia X…
Se tivesse sido um aluno, este só tinha de acarretar com as consequências. Acho inacreditável que se desculpe sempre tudo! Penso que iria dizer “coitadinho” não anexou o trabalho! Quem manda entregar à última hora! Enfim, é por essas e por outras opiniões idênticas que o país anda assim! Concordo com a maioria. Não deve contar. Também me pode acontecer?! Sim, mas assumo as consequências. Há dezassete anos que sou docente/contratada, nunca me enganei num concurso, nem nunca me vi “perdida” para preencher o concurso! Realmente somos iletrados, nem concursos/impressos sabemos preencher. Tenho pena do colega, mas é a vida. Temos de estar mais atentos e exigir mais de nós! Aliás, nem me passava pela cabeça que uma situação destas pudesse ocorrer. Fiquei estufectada! Mais ainda reclamarem pelo sucedido…
Boa sorte para todos. O Ultraliberal… muitas vezes tem razão!
“Toda a gente é pessoa”. Esta frase serve de título a um programa de rádio [RDP-Antena1] (…) que enaltece o ser humano como o centro da História e da vida em sociedade (…)
Infelizmente, de há uns tempos para cá temos a sensação que todos deixámos de ser considerados como gente, como pessoas, e passámos a ser entendidos enquanto números. A fria lógica matemática dos números impera. (…) Hoje somos apenas olhados como números, números esses que se somam, dividem, multiplicam, subtraem e se apagam quando se quer ou não quer.”
Fernando Miguel Silva
Eu não submeti por não conseguir… não foi por não ter lido, por não saber que tinha que introduzir a palavra-passe, blablabla blablabla… estou farto de comentários desse género. Liguei para a DGAE e não obtive resposta. Estarei excluído do concurso? R: Parece que sim… Finalizei todo o processo, mas não tive o “botão” submeter ao lado do botão MODIFICAR como me explicaram na DGAE. Não sou burro e não é a primeira vez que concorro… Enfim…
Claro que sim…um futuro em termos profissionais não pode depender de um simples “clique”…é muito injusto e pode acontecer a qualquer um de nós.
Ai Bruno… então? Ligou e não obteve resposta…. mas depois explicaram que o botão submeter estava ao lado do modificar???tamanha confusão nessa cabecinha…..
Os colegas fizeram relembrar-me a estórias dos cegos a descrever o elefante…
Talvez tenha ocorrido algo que ainda não obteve uma resposta adequada.
Vamos aos factos, no meu caso pessoal (aguardo resposta da DSCI – DIREÇÃO SERVIÇOS CONCURSOS E INFORMÁTICA ):
1-Foi submetido de acordo com os prazos e procedimentos referidos no manual.
1a-Por lapso o botão de submissão foi clicado sem a senha, o que originou uma mensagem de erro. Até aqui tudo a funcionar de acordo com o esperado.
1b-Foi colocada senha e depois clicou-se no botão de submissão. Não se obteve qualquer mensagem de erro.
1c-Foi confirmada na caixa que surgiu. Também não se obteve qualquer mensagem de erro.
2-Apareceram todos os botões supostos de aparecer com a excepção de um: o botão de impressão do recibo.
3-Foi clicado o botão de responder ao inquérito, que foi preenchido e submetido. Foi confirmado que estava a funcionar, aparentemente bem, ao ser novamente clicado originou uma mensagem de erro com a indicação de que já tinha sido preenchido/submetido.
4-Em nenhum outro momento foi obtido qualquer mensagem de erro durante o procedimento para além das apresentadas.
Dada a informação aparece lógico questionar e requero uma explicação:
A-Se eu não estou no sistema, por que não apareceu no espaço tempo que restava, sensivelmente 24H, novamente as condições para formular a submissão?
Isto por ter ido verificar várias vezes e em computadores diferentes a situação, a partir do power-off, que se manteve inalterada até ao término do timing de submissão ao concurso, em que depois desapareceu o botão de resposta ao inquérito. O botão do recibo nunca chegou aparecer. Mantém-se apenas o botão de impressão de oposição ao concurso.
B-Atendendo aos pontos 2 e 3 não tem de haver um registo no sistema, visto que o botão do questionário só ocorre após a submissão?
Estas duas questões levam a um questionamento do sistema sobre o funcionamento anómalo supra referido.
O que se deve ponderar perante esta situação?