Tesourinhos Contratuais

É a nova rúbrica para 2013/2014.

 

Podem fazer-me chegar por mail.

 

Esta série de posts não vão ter comentários, apenas sublinhados. E não vou esconder o nome das escolas, ok?

 

D Sancho I Francisco Holanda

Link permanente para este artigo: https://www.arlindovsky.net/2013/09/tesourinhos-contratuais/

22 comentários

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  1. Isto parece, cada vez mais, um sistema que vive em estado de menoridade mental. Irra!

      • Angelo on 16 de Setembro de 2013 at 20:06
      • Responder

      O caso da escola Francisco de Holanda surgiu pela total responsabilidade do ministério da educação pois nem todos os docentes do grupo referido conseguem dar a disciplina de Geometria Descritiva A. A direção da escola foi muito responsável e revelou estar preocupada no referido caso enquanto que o ministério cegamente colocou um docente sem verificar se o mesmo tinha habilitações para tal. A autonomia da escolas é treta e só recorrendo ao à publicação do horário como técnico especializado é que se resolveu o problema.

      1. Sabe que a denúncia do contrato no período experimental tanto pode ser feito pelo docente como pela entidade patronal?

          • Angelo on 16 de Setembro de 2013 at 21:02

          A docente ficou um mês na escola no ano letivo 2012/2013 depois para verificar que o docente a lecionar a disciplina de GD teria experiência em leccionar a referida disciplina procedeu-se a uma entrevista ao técnico especializado. Este ano parece que estão a utilizar o mesmo procedimento pois o ministério de educação não se preocupou com esta situação apesar de ter sido reportado que a docente titular se encontrava doente.

          • 520 on 17 de Setembro de 2013 at 10:44

          Arlindo tem aqui mais um tesouro das contratações: http://educaraeducacao.blogspot.pt/2013/09/como-e-que-um-professor-alegadamente-do.html

        • claudia on 16 de Setembro de 2013 at 21:52
        • Responder

        Desculpe Ângelo, mas sabe se este horário é para o ano todo?

        • Rebelo on 16 de Setembro de 2013 at 23:07
        • Responder

        O Arlindo respondeu muitíssimo bem…se a pessoa não é competente só têm é de denunciar o contrato…ou ela, por iniciativa própria ou a escola. Quanto a esta situação não me parece que seja legal…e vai ser denunciada! Era só o que faltava que agora colocassem disciplinas que SEMPRE pertenceram a determinado grupo de recrutamento em TE, era o regabofe total para colocarem quem lhes apetecesse!!! Já não basta disciplinas do ensino profissional que muitos docente do 600 estão aptos a leccionar mas mesmo assim vão para TE???!!!! Não há vergonha!!! E mais, quem ficar com esse horário, tal como ele está publicitado, que se prepare pois o tempo de serviço não pode ser contabilizado para o grupo 600!

          • Daniel on 18 de Setembro de 2013 at 17:46

          Claro que pode ser contabilizado.

  2. É lamentável este tipo de situações. Se há uma lista esta deve ser seguida e não devemos utilizar estes critérios manhosos.

    • FarinhaDoMesmoSaco on 16 de Setembro de 2013 at 20:23
    • Responder

    Vergonha!!! O Sr. ministro não vê, não sabe, não comenta, não faz nada?!?!?!

    • Rui on 16 de Setembro de 2013 at 21:37
    • Responder

    O sr. ministro diria que são apenas casos residuais… haha

    • Lilica on 16 de Setembro de 2013 at 21:40
    • Responder

    É esta a autonomia que se pretende????
    QUE VERGONHA!!!!!!!!!!!!

    • FarinhaDoMesmoSaco on 16 de Setembro de 2013 at 21:55
    • Responder

    É para isto que querem acabar com o concurso nacional?!?! Obrigado, Ramiro!

  3. Pela primeira vez tenho que concorrer às ofertas e tenho-me deparado com que na maior parte delas 50% da ponderação é dada por uma entrevista. Eu percebo a questão da autonomia e perceberia também estes critérios se:
    1.º não existisse uma lista de ordenação;
    2.º se após a escolha, as direcções e outros que tais, que determinam estes critérios fosse responsabilizada à posteriori pela escolha, já que esta foi da sua lavra.

    Com a agravante que, caso me “arme em pato bravo” ao concorrer a tudo, tenho que ir a entrevistas desde Lagos a Matosinhos, passando por Freixo de Espada à Cinta.
    Tenho frequentemente a sensação que os iluminados que pastam nos directivos não se lembram dos anos do seu início de carreira o qual para muitos d’hoje já não cabe nos dedos das mãos, das mãos e dos pés…

    PS: para que conste, não me encontro assim tão bem colocado nas ditas listas, tenho 300 pessoas à minha frente e assim o meu primeiro ponto nem me seria benéfico.

    • Profa farta de medíocres on 16 de Setembro de 2013 at 23:06
    • Responder

    Depois dizem que não há directores imbecis. O ministro é que paga sempre.

    • Nuno on 16 de Setembro de 2013 at 23:17
    • Responder

    Houve alguma alteração nas OE relativamente ao critério “experiência TEIP”? É que não são poucas as escolas que continuam a apresentar este critério.

    • JCP on 16 de Setembro de 2013 at 23:48
    • Responder

    Estão aqui estão a pedir técnicos especializados para Português, Inglês, Matemática, Desenho, Educação Física e por aí fora, com o argumento de que os professores, “na maioria dos casos não saberem lecionar a disciplina” (sic). Mesmo que se tente perceber a ideia….não havia necessidade……

    • Daniel on 17 de Setembro de 2013 at 1:34
    • Responder

    ´É mesmo verdade,são vários os professores do grupo 600 que não sabem leccionar Geometria Descritiva A.

    É assustador, mas é verdade.

      • Paula on 17 de Setembro de 2013 at 13:42
      • Responder

      É tão giro quando disciplinas que pertencem a um grupo aparecem como técnico especializado! Então e os colegas do grupo 600 que não souberam dar a disciplina foram avaliados no fim do ano com que menção, Excelente, Muito Bom ou Bom?
      Como deve haver falta de exigência para uns, prejudica-se um grupo inteiro de professores? Realmente vale a pena o esforço!
      Eu sou do grupo 600 e realmente a panóplia de disciplinas que temos de dar deixaria outros grupos a perguntar-se como é que isso é possível (Desenho, Oficina de Artes, História e Cultura da Artes, Geometria Descritiva, Design (Equipamento, Gráfico, Multimédia, Interiores/Exteriores…), Educação Visual, Comunicação Visual… e podia continuar, tudo isto de vários níveis, desde o 3º ciclo ao Secundário, Ensino Profissional… (com programas sempre a mudar). No entanto como o Ministério nunca tentou distinguir a especialização de cada área das artes (Arquitectura, Design (de que tipo), Pintura, Escultura…, tive sempre que me sujeitar a dar as disciplinas todas. Só não percebo é porque é que numas escolas se protegem uns colegas em detrimento dos outros, e atenção não excluo pessoas do quadro que se recusam a dar certas disciplinas, sobrando as mais “complicadas” de anos terminais e sujeitas a exame nacional, por vezes, a colegas sem nenhuma experiência, quando deviam ser maioritariamente asseguradas pelos quadros das escolas! No fim os colegas que tiveram as disciplinas mais fáceis tem uma avaliação de excelente e obviamente que quem ficou com o trabalho recusado do outro terá de se sujeitar a uma menção inferior, até porque os contratados não podem ser avaliados com certas menções mais altas…
      Assim nunca chegaremos a lado nenhum.

    • MP on 17 de Setembro de 2013 at 12:54
    • Responder

    Este problema só acaba quando a geometria for um grupo em separado. Nem passa pela cabeça das pessoas o que se passa na disciplina. Profs que só sabem o ponto, linha e plano (e mal!). A bem da disciplina deveria ser separada das artes visuais. Deixaria de ser encarada como um bicho papão…

    • Lurdes Santos on 17 de Setembro de 2013 at 19:06
    • Responder

    Eu não estranho nada, na Escola da Ponte aparecem horários de poucas horas. pelo que me informam em Santo Tirso todos sabem das ilegalidades praticadas por esta escola. Querem deixar os horários anuais para como dizem os pais ” quem queremos”.

    Na página principal deles apresentam 2 horários de 10 horas a concurso…

    nada me estranha, pois conseguem meter lá contratados com pouco anos de trabalho, pelo fator C e nós com mais de 15 andamos aqui a penar de escola em escola.

    Gostava de saber como ainda existe um escola assim….só para amigos

  1. […] notícias de turmas com um número elevado de alunos, horários “inventados” e pequenos Tesourinhos contratuais” como lhes chamou o Arlindo; as notícias não são muito animadoras, mas a esperança é a última […]

  2. […] que começou num tesourinho e passou a um problema […]

  3. […] Espero que as escolas que acham melhor contratar um Técnico Especializado para a prestação de funções docentes tenham bem consciência do que andaram a fazer. Lembro-me especialmente de uma escola que para suprir as necessidades de um professor de geometria de 12º ano, em vez de pedir alguém do gru…. […]

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