… ao Correio da Manhã de hoje, apenas na edição em papel.
Set 06 2013
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16 comentários
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Sinal de exigência, diz ele!
Se a parvoíce pagasse imposta, estavas tramado!
Tanta ignorância junta, não acerta uma e ainda consegue ser altivo e ousado, típico de gays não assumidos.
Não se sente odiado pelos professores??Bom, como ele é de risinhos e fala calmamente faz-me lembrar certas chefias que também são assim e são as piores porque são dissimuladas…CUIDADO com este (R)crato!!!
Menos 40 mil alunos nos próximos 5 anos????Este tipo é mesmo PARVO…
Então quantos alunos vão ser a menos?
“Vamos também rever em breve o diploma das habilitações para a docência, no sentido de uma maior exigência” diz ele!
Preparem-se colegas, este homem é a personificação do diabo! Ainda não está satisfeito. Quer afunilar ainda mais para acabar de vez com os contratados!
SONSO!…..
Não devemos ter medo…, não se trata de medo Sr ministro, mas desrespeito pelos contratados, nós não temos medo, chega de tanta humilhação.
Maior exigência! poupem-me, então se um proefessor de quadro, sem horário, pode dar outra disciplina, para a qual não tem habilitação, onde está a exigência??? esses professores é que devem fazer prova, ou melhor tirar outra licenciatura!
Também é verdade sim sra.
Crato também precisa de fazer um exame…De consciência!
Pois…
Maior exigência significa para este gajo que todos possam leccionar tudo e mais alguma coisa…
…é a exigência à relvas!
Acredito mesmo que ele não sinta hostilidade. Enquanto as suas táticas de dividir esta classe derem resultado, mas depressa veremos em blogs como este os professores a discutirem/atacarem os próprios colegas que veremos um grupo de professores direcionar a a sua raiva contra este ministério.
É preciso ser mesmo arrogante, o jornalista devia era ter perguntado: “Senhor inistro e se a natalidade inverter as previsões, como acha que será a colocação de professores daqui a uns 10 anos”? Mas claro que não perguntou….esta entrevista só revela que este ordinário quer como os amigos reduzir o país a PÓ!!!
Com excepção da França, que conseguiu meter as mulheres muçulmanas a ter muito mais filhos, nenhum país europeu inverteu a curva de natalidade.
O seu comentário é para rir, certo?
Não ficaria nada mal se se informasse, antes de escrever!
Então esclareça-me lá, se faz favor.