… porque o e-Bio não é utilizado para as contratações de escola nas candidaturas aos grupos de recrutamento.
Agora que existe esta ferramenta porque é que não é possível exportar os dados já validados para as candidaturas?
Será para permitir a liberdade de cada um escolher o tempo de serviço ou a classificação profissional que entender?
É que surgem-me inúmeros relatos, que agora não consigo colocar no blog, de candidatos que têm tempo de serviço e classificação profissional, nas listas ordenadas pelas escolas, muito diferentes daqueles que usaram para o concurso 2013/2014.
Começo a dar razão aos que disseram que o e-Bio tinha outros fins que não a facilitação do processo de concursos.
E custa-me dizer isso porque realmente terá sido uma das melhores ideias do MEC, a construção do e-Bio.
Evitava-se muitas chatices que todos os dados já estivessem previamente validados.




18 comentários
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Concordo. Mas continuo a dizer que o concurso deveria ser igual e já que há escolas que têm de ser TEIP e com autonomia deveriamos poder concorrer para elas na devida altura. seria mais justo todos pela lista.
Não podemos esquecer de que a graduação que aparece nas listas da DGRHE têm a bonificação de um valor devido à avaliação. Caso estas contas não “baterem certo”‘ devem reclamar.
partilho do sentimento do post, especialmente depois de preencher mais de 30 vezes exatamente a mesma coisa para as contratações de escola. eu também achava que o e-bio ia servir simplificar este processo, mas parece que não…
Não era obrigatório preencher a Ebio. Eu não o fiz.
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No meu ponto de vista devia ser obrigatório e isso evitava muitas trafulhices.
Concordo em absoluto consigo Arlindo, estava apenas a responder à questão: gostava de perceber para que serve a E-bio? (que não sendo de preenchimento obrigatório não serve para nada). Eu só não preenchi pois achei que sendo um procedimento voluntário não teria qualquer utilidade.
Bastava canditarmo-nos a uma oferta de escola que, automaticamente, os nosso dados seriam transportados sem erros e trafulhices. Quem não estivesse registado teria de comprovar os dados inseridos na candidatura a cada oferta de escola.
Temos de preencher inúmeras vezes a mesma coisa… coisa que já foi feita para o concurso de quadro e de necessidades residuais/bolsas de recrutamento.
Inadmissível.
Enquanto andamos entretidos com estas parvoíces temos menos tempo e disponibilidade para nos preocuparmos com o que relamente interessa e reclamar/lutar contra tudo o que está errado.
Em Tarouca, numa oferta para uma TEIP no 910, uma Paula Cristina Diniz Ferreira ficou em 1º numa lista ordenada com a graduação de 26,612 quando apresenta na lista nacional a graduação 20,215. Não sei como, mas é assim.
Só tens que denunciar. Como é possível???? Também não compreendo.
O meu e-bio está incorreto. O funcionário da secretaria alterou 2 parâmetros de forma errado. Já pedi para que corrigisse o problema, mas ainda não o fez.
Simples, Arlindo. Fazem as coisas com os pés.
A aplicação das AEC é uma vergonha, comparada com a da contratação de escola (que também contém erros – para que quero pesquisar por tipo de horário “Reserva de recrutamento”/”Contratação de escola”). Limitaram-se a pegar na aplicação destinada às escolas e fizeram um copiar/colar muito foleiro para criarem a aplicação para nós concorrermos.
Na aplicação das AEC, nem conseguimos pesquisar por distrito ou concelho. Perdemos horas à procura de horários.
Concordo com o Arlindo a consulta da bio “deveria obrigatório e isso evitava muitas trafulhices”. Era um procedimento transparente, menos papelada, menos chatices aos directores… só vantagens.
O que realmente não consigo entender é o porquê dos Agrupamentos com Ofertas de Escola ordenarem lista com colegas da 2ª prioridade acima das colegas da 1ª prioridade..Agradeço que alguém me esclareça…tudo bem que têm mais tempo de serviço mas certamente estão ao pé de casa e nunca andaram de mala às costas, certo ? então o porquê da prioridades ??????
Em Resende JOAQUIM RODRIGO MATOS FERREIRA PINTO PEREIRA aparece em primeiro na lista para 0 550, quando na lista graduada surge na 2ª prioridade quase no fim da lista. Parece ser um horário à medida do senhor vereador, que até já está a dar aulas num externato.
Tenho verificado que, em listas de grupo de recrutamento para que tenho concorrido, existem candidatos a concorrer com graduações de grupos disciplinares diferentes daqueles a que se candidatam.
Exemplifico.
Em algumas listas de ordenação do grupo 200, aparecem nos primeiros lugares candidatos que:
– ou não têm qualificação profissional para esse grupo e apresentam a qualificação profissional de outro grupo (300; 400), tal como tempo de serviço;
– mesmo tendo profissionalização no grupo 200, apresentam a graduação de grupo diferente, pois é-lhes mais vantajosa.
Estas situações podem ser facilmente detetadas pelas escolas em fase de entrevista, mas desvirtua um processo que, por si, nem sempre é claro. Se são chamados 5 candidatos para entrevista e 3 estão nessa situação, sendo excluídos, a tranche passa a ser apenas de 2.
O MEC a funcionar no seu esplendor 😛 : o da incompetência! É por estas e por outras que não perdi tempo com o e-bio…Agora percebe-se a utilidade!!!!
O propósito da obrigatoriedade de se repetir a inserção dos dados a cada candidatura que se faça é causar no candidato um stress tal que o vá desmotivando aos poucos.
Não há outra explicação, nem técnica, nem séria.
Fui violentamente (ultra)passado, numa oferta de escola, por um “colega” da 2.ª Prioridade que se encontra muitos lugares abaixo na lista de ordenação. Acrescento que eu sou da 1.ª prioridade. (LIKE!).
Estes “concursos” locais vao fazer sobressair “favoritos do costume” e horários com parâmetros interessantes (leia-se torcidos) à medida de alguns candidatos… coisas do género “deve calçar 39”, “gostar de pepitas de chocolate com molho de berbigão”, “ter experiência de 3 anos, 7 meses e 2 dias em Lambebotismo”. Acredito que a consciência irá pesar, a vários destes sacos de carne, no momento do “Juízo Final”! Assim espero…