Crato acaba com Inglês obrigatório no 1.º ciclo
Há escolas que, este ano letivo, deixaram de oferecer Inglês no 1.º ciclo ou que mantêm a oferta apenas em alguns anos de escolaridade, enquanto outras continuam a ensinar a língua. A variedade de situações é possível já que os estabelecimentos de ensino deixaram de ser obrigados a facultar estas aulas. O fim da obrigatoriedade foi determinado por um despacho de julho, assinado pelo ministro da Educação. Apesar de ter mantido o período de funcionamento das escolas do 1.º ciclo até às 17h30, Nuno Crato mandou reduzir as Atividades de Enriquecimento Curricular (AEC) para metade do tempo. E retirou a obrigatoriedade do ensino de Inglês, introduzida pela primeira vez em 2005, no tempo de José Sócrates.



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É possível que a asneira não tenha um fim à vista? Ninguém trava este extermínio?
extermínio?? temos que deixar de ser modestos… este merdosca filho duma grande batata, não tem mesmo vergonha nenhuma!! Sou de EVT e estou de mãos dadas com o pessoal da Língua da europa. Com os colegas que agora vai meter tb na rua, já era altura de falar com o LELO e mandar este gajo sem direito algum para o INFERNO….dss
As atividades agora dependem da área dos docentes que o agrupamento tiver…daí atividades como o Xadrez, Petiscos Matemáticos, a Hora do Conto, por aí adiante….isto na mesma altura em que introduz o exame de Inglês no 9º ano. Tira com uma mão e dá com a outra…enfim…eu diria que o Inglês no 1º ciclo seria a única coisa decente que o Sócrates fez, mas é só a minha opinião….
Mas o que é engraçado (sem dar vontade de rir) é ao mesmo tempo ter a ideia do exame de Inglês obrigatório no 9º. Não dá mesmo para entender o modo de pensar deste ministro!!!!
Fico a pensar qual será a próxima notícia a ouvir, ou será melhor dizer a próxima asneira deste ministro! Haverá assim alguém tão incompetente ou estão a gozar com o povo?!
O ministro da educação (minúsculas propositadas …), tal como o desgoverno de que é parte, toma decisões como se fosse um doente que está em coma e mexe os dedos apenas para dizer que ainda existe e, assim, justificar o não desligar das máquinas às quais está ainda ligado.
Com efeito, só um doente em coma, ou alguém parido por uma qualquer besta quadrada, é capaz de tornar facultativo o ensino do Inglês no 1º ciclo sem pensar nas consequências de tal acto. Que consequências são essas? Aponto apenas uma, talvez a mais importante, na forma de questão: o ministro comatoso, ou parido por uma qualquer besta quadrada, será capaz de imaginar o que acontece numa turma do 5º ano onde metade dos alunos tiveram inglês no 1º ciclo e a outra metade não teve essa oportunidade?
Lamento profundamente, votaria contra se me fosse possível…
O dinheiro das AECs deve ser para pagar à Universidade de Oxford para fazer o exame!
Cambridge…. É Cambridge!
Mas eles não precisam que lhes pageum. É que se os exames vão ser segundo os seus parâmetros, então os programas e os livros portugueses estão todos desadequados. O nosso programa de Inglês não tem conteúdos temáticos comuns com o de Cambridge. Pode haver coisas em comum, mas são abordadas em níevis diferentes e de forma muito diferente.
Mas qual é o problema? Os livros deles serem mais caros? Então agora não há aquele tal e tão falado cheque?
O mais incrível é ouvi-lo (NC) sistematicamente a justificar-se em “liberdade”…
O meu filho está no 4.º Ano e o Inglês tem 3 horas semanais… Acho um exagero 3×60 mn de Inglês por semana. É mais do que no 2.º e no 3.º ciclos!!!!
Nem sei se o inscreva, ou não. Chego a pensar que pode ser contraproducente… :-((((
“Contraproducente”? Está a falar a sério?
Acho que se a sua postura é essa, e o transmite ao seu filho, mais vale não o inscrever mesmo (“Acho um exagero 3×60 mn de Inglês por semana”)!
Contraproducente…. O Inglês no 1.º Ciclo é contraproducente…
Soon people will realise how important it was to learn English in an early age… But maybe it will be too late! 🙁
*realize
Cristiano,
Pode ser contraproducente se não for bem lecionado.
Pode ser contraproducente se, em vez de servir para criar bases e gosto pelo Inglês, servir para desmotivar e para considerar aquilo uma seca.
Nem sempre os alunos que tiveram Inglês (ou qualquer outra AEC) são os melhores no 5.º Ano.
A vida não é a preto e branco e o Inglês é apenas uma das muitas coisas importantes que eles podem aprender ou praticar depois das 16.30h.
And yes, I do realize how important ir is to learn English at an eraly age. But not at any cost.
Compreendi o que expôs! Não conheço todos os professores de Inglês no 1.º CEB… Sei que há quem tenha muito jeito para o fazer e que há quem o faça porque não tem alternativa…
Cabe-lhe a si tomar a melhor decisão para o seu filho. Mas deixe-me reforçar que, se bem lecionado, é muito importante e pode ser decisivo para uma relação muito mais positiva com a Língua e para uma maior proficiência.
Das centenas de alunos que tive posso dizer-lhe que uma esmagadora maioria não só gosta muito de Inglês como tem tido muito bons resultados (parte destes alunos encontram-se no 3.º CEB e alguns já estão no ensino secundário).
Cumprimentos
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