… tudo aponta que arranque o concurso Interno/Externo.
Se a aceitação da colocação do concurso externo extraordinário termina às 18 horas do dia 17, então é muito provável que o dia 18 seja o primeiro dia do concurso.
Também na próxima semana se vai discutir pelo MEC estes assuntos:
1. Auscultação sobre medidas de intervenção nas situações de docentes sem componente letiva;
2. Auscultação sobre as propostas de diplomas: Calendário Escolar 2013-2014 e Organização do ano letivo 2013-2014.
E vou ter de inteirar-me aos poucos do que se passou por cá nos últimos dias.
O quadro com as 72 colocações ao abrigo do Decreto-Lei 29/2001 no concurso externo extraordinário.
Comparando as colocações com a previsão que fiz neste post, acertei em 100% nos lugares que seriam entregues para os docentes que concorreram ao abrigo do Decreto-Lei 29/2001.
De seguida vou comparar os colocados neste concurso com os que chamei de “elegíveis”.
… porque se mantiveram as mesmas que já tinha trabalhado.
Os quadros apresentam o número de Docentes de QZP de 2009 das listas de não colocação ao concurso interno (chamo a atenção que alguns destes docentes concorreram a escolas TEIP e obtiveram lugar de QA a partir do dia 1 de Setembro de 2009 e por conseguinte deixaram de ser QZP), o número de vagas abertas para o concurso externo extraordinário, o número de docentes sem componente letiva a 31 de Agosto de 2012 por tipo de candidato (QZP ou QA/QE), o número de colocações em renovação e contratação inicial mais o número de horários em concurso em contratação de escola de horários pedidos com data limite de concurso o dia 14 de Setembro de 2012.
Por ter algumas dificuldades nos próximos dias em colocar posts fica este no topo para vossa análise.
Se o Ministério pretende sair bem disto e não atrasar mais o concurso interno bem que podia publicar a lista de colocações ao concurso externo extraordinário e abrir novamente o concurso para os candidatos das ilhas.
E se algum desses candidatos das ilhas ocupassem uma das 603 vagas que estiveram a concurso o MEC abria excepcionalmente mais lugares de QZP para esses docentes.
É que tenho quase a certeza que isso não ia acontecer.
O secretário-geral da Federação Nacional de Professores (FENPROF) disse hoje que o Tribunal Administrativo e Fiscal de Ponta Delgada, Açores, condenou o Ministério da Educação a abrir um prazo extraordinário para os docentes açorianos poderem concorrer ao concurso extraordinário.
Mas depois surge a parte que pode antever o futuro deste concurso.
A FENPROF defende que seja aberto o prazo para os professores das regiões autónomas concorrerem se assim o entenderem.
“Se o Ministério da Educação tiver a intenção de aproveitar esta decisão (…) para eventualmente anular o concurso, nós estamos absolutamente contra”, sublinhou.
E como o concurso interno/externo não deve começar sem a saída destes resultados adivinham-se enormes atrasos que podem por em causa o cumprimento dos diferentes prazos do concurso.
“A única coisa que posso dizer com certeza é que as escolas estão à espera de más notícias”, antecipa José Eduardo Lemos, da Associação Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE). O dirigente sublinha que ninguém sabe o impacto que este despacho terá no Ministério da Educação e, consequentemente, nas verbas que são atribuídas às escolas.
O Ministério da Educação e Ciência (MEC) anunciou nesta terça-feira que foram homologadas as metas curriculares de História, Geografia, Ciências Naturais e Físico-Química que estavam em consulta pública para os 2.º e 3.º ciclos.
O ministro, Nuno Crato, homologou na segunda-feira as metas a atingir para História e Geografia de Portugal e Ciências Naturais, do 2.º ciclo, e para História (7.º e 8.º anos), Geografia (7.º e 8.º), Ciências Naturais (7.º e 8.º) e Físico-Química, do 3.º ciclo.
Os documentos foram postos à discussão pública em Março e receberam 264 contributos, “muitos dos quais foram incorporados na versão final”, refere uma nota do ministério.
As novas metas homologadas encontram-se nos seguintes links.
Foi publicado ontem o Despacho Normativo nº 5/2013 que aprova o Regulamento do Júri Nacional de Exames e o Regulamento das Provas e dos Exames do Ensino Básico e do Ensino Secundário e revoga o Despacho Normativo nº 6/2012, de 10 de abril.
Vítor Gaspar assinou um despacho, com a data de ontem, determinando a proibição de realização de despesa sem a sua prévia autorização.
O Governo vai decidir, nos próximos dias, novos tectos de despesa por ministério em função da necessidade de incorporar os 1.320 milhões de euros de impacto orçamental da decisão do TC, para cumprir o défice de 5,5% previstos para este ano.
Que não se sabendo a incidência dos dias de falta por baixa médica vale o que vale.
Porque com estes números também se pode afirmar que a média de baixas médicas dos docentes representa menos do que um dia de atestado por professor por ano. E por a permuta de aula ser uma coisa já quase natural nas escolas se calhar estes números não tiveram nenhuma implicação nos alunos.
E para que fosse reduzido este número bastava que fosse permitida a segunda falta no mês por conta do período de férias evitando-se muitas vezes ser o atestado a única forma de contornar a impossibilidade de haver mais do que uma falta por mês.
Profissão é dominada por mulheres, que se ausentam mais por questões domésticas e familiares. Stress também pode explicar os números.
Cerca de 58 mil professores pediram atestado durante o ano passado, segundo dados fornecidos pelo ministério da Educação ao «Diário de Notícias».
Quase metade dos 120 mil docentes do ensino público colocaram uma baixa por doença em determinada altura de 2012.
Foram registados 84 mil certificados de incapacidade temporária de 47 mil professores, aos quais se juntam mais dez mil que pediram baixa por «doença continuada».
A Federação Nacional da Educação justifica estes números com o stress e sublinha que há muitas faltas de apenas um dia que entram para esta contabilização.
Um sociólogo ouvido pelo DN explica que esta profissão é dominada por mulheres, que se ausentam mais por questões domésticas e familiares.
Fica aqui o quadro com a evolução das aposentações dos docentes com vínculo ao MEC no ano civil 2013.
Se existem largos milhares de docentes a aguardar aposentação não deixa de ser preocupante que nos primeiros 5 meses do ano apenas tenham sido despachadas 1036 aposentações.
Tendo em conta que existe um concurso nacional a começar em breve seria importante que fossem despachadas até Agosto de 2013 todas as aposentações pedidas até 31/12/2012, pelo menos