Afinal São 603 Vagas

… e por muitas voltas que dê a tentar ver onde tenho o erro não o encontro.

Começo a duvidar da boa sanidade mental do nosso MEC.

Se descobrirem que afinal eu é que estou errado digam-me, porque começo a perder a paciência para tudo isto.

 

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    • Zélia on 23 de Janeiro de 2013 at 21:57
    • Responder

    estas serão supostamente as vagas que irão aparecer no concurso extraordinário????

    • Maria on 23 de Janeiro de 2013 at 22:05
    • Responder

    No DR eu contei 607.

    • João on 23 de Janeiro de 2013 at 22:42
    • Responder

    Os “amigos” que sairam do privado lá se safaram. Poucas e todas para eles.

      • contratada on 23 de Janeiro de 2013 at 23:47
      • Responder

      Imaginar é uma coisa mas ver é outra… Estou por terra… Ao fim de 17 anos e 20 contratos na escola pública o que vou fazer?… Se ao menos estas 600 vagas fossem para quem serviu a escola pública, ano após ano, sem cunhas, padrinhos ou tios, eu até sossegava, mas como não é o caso, mais uma vez a frustração toma conta de mim. É terrível, é desolador… Injustiças irreparáveis na vida de seres humanos, não números, seres humanos que têm como obrigação transmitir aos seus alunos que lutar vale a pena… Pois parece que não. Caí…


  1. Sou de Braga. Estou efetiva desde 2003 no QZP de Castelo Branco, nunca consegui aproximar. Agora vejo vagas em vários QZP mais próximos… Não seria justo que eu e os professores na minha situação, podessem concorrer a estes lugares?!

      • O T on 24 de Janeiro de 2013 at 13:33
      • Responder

      Estou numa situação semelhante. Toda esta situação é da mais absoluta e elementar injustiça.

        • Prof.ª (Des)empregada on 25 de Janeiro de 2013 at 21:55
        • Responder

        Colegas não serão ultrapassados(as). Os colegas que entrarem pela vinculação extraordinária estarão no concurso normal atrás dos colegas. Os colegas dos quadros (atualmente) concorrerão na pior das hipóteses em 3.ª prioridade e os colegas que irão vincular recentemente, apenas concorrerão em 4.ª prioridade. Assim sendo, os colegas já dos quadros poderão efetivar mais próximo da sua área de residência.

          • Ricardo on 1 de Fevereiro de 2013 at 0:33

          Mais uma vez o concurso de professores está a começar mal. Sou de QZP e sinto-me injustiçado, porque para melhorar a minha prioridade nos concursos e efetivar mais rapidamente perto de casa, decidi deixar de ser contratado, sacrificar a vida e concorrer a QZP longe de casa (onde estou á vários anos, longe de casa). Agora quando surgem estas vagas no QZP que eu anseio e noutros QZP próximos, sou impedido de me candidatar a elas, porque são só para professores contratados (que muitas vezes não se têm ausentado do conforto do seu lar para concorrerem para uma vaga num quadro longe de casa). Porquê esta inversão de prioridades/ graduação? Porque não deixaram estas vagas para a próxima fase do concurso? O lógico não seria permitir aos professores dos quadros aproximarem-se das suas residências, libertando os seus lugares de quadro para posteriormente serem preenchidos por professores contratados?
          OK, este ano vou concorrer para QE/ QA á frente dos colegas que agora vão ocupar estas 600 vagas, MAS onde estão as vagas para QE/ QA na zona que eu pretendo se agora já estão a concurso e se falam num corte de milhares de professores na Educação? Conclusão: não vou entrar em nenhum QE/QA na zona que pretendo, nem próximo e mantenho-me no meu QZP longe de casa, ao passo que alguns contratados vão agora vincular no QZP a que eu desejava pertencer. E num próximo concurso, como somos ambos de QZP, e eu tenho menos graduação, serei ultrapassado….
          O que posso fazer?
          Gastam milhares de euros num concurso com estas injustiças…

    • Otília on 23 de Janeiro de 2013 at 23:40
    • Responder

    O/A colega vai ter prioridade no Concurso Nacional deste ano.

      • O T on 24 de Janeiro de 2013 at 13:36
      • Responder

      Como se houvesse vagas!! O que vai acontecer é que vamos todos concorrer à mobilidade interna e aí, quem não quis efetivar ou ganhou o tempo no privado, vai concorrer em melhor situação.

      • Anónimo on 4 de Fevereiro de 2013 at 12:20
      • Responder

      Como já foi dito várias vezes, Onde estão as vagas para QA\QE? quando se fala em cortar em milhares de professores… O que se está a fazer neste concurso é uma injustiça de todo tamanho.

    • Rui Santos on 24 de Janeiro de 2013 at 0:12
    • Responder

    O que vai acontecer é que os professores do quadro de outros grupos, vão concorrer ao 910… assim ficam 0 vagas para os contratados.

      • Ana on 24 de Janeiro de 2013 at 10:01
      • Responder

      Se aplicarem os “esclarecimentos” sobre a ordenação na Educação Especial,quem tiver mais tempo de serviço prestado na Ed. ESpecial fica à frente! 🙂


      1. Wrong! Não é “mais tempo de serviço prestado na educação especial”, é mais tempo de serviço prestado após a obtenção da qualificação profissional no grupo em causa. É muito diferente.

      • Hugo on 24 de Janeiro de 2013 at 10:46
      • Responder

      Mas o concurso não é só para contratados? Ou quem é do quadro também pode concorrer?

    • Ricardo on 24 de Janeiro de 2013 at 0:55
    • Responder

    As falhas estão nos QZPs 11 – Cidade Lisboa e Zona Norte Lisboa, 22 – Tâmega, 23 – Lisboa Ocidental falhando uma vaga em cada um deles…

    • Alberto on 24 de Janeiro de 2013 at 9:04
    • Responder

    Penso que foi aplicada uma distribuição estatística…
    Primeiro, escreveram em papelinhos o nome de 1000 “esquemados” a efectivar; uma amostra já significativa.
    Segundo, aproximaram-se da cama.
    Terceiro, largaram os papelinhos a 1,5 +- 0,1 metros da dita cama.
    Quarto, recolheram os que caíram em cima da cama.
    Quarto, pela recolha obtiveram 601 “esquemados”.
    Cinco, juntaram mais 2, 1 para cada um dos extremos da distribuição; não haja algum esquecido a não esquecer, só porque bateram na cabeceira da cama.
    E pronto, modelo estatístico justifica os 603.
    (O C-rato não é das matemáticas?…)

    • Alberto on 24 de Janeiro de 2013 at 9:05
    • Responder

    CORRECÇÃO:
    Penso que foi aplicada uma distribuição estatística…
    Primeiro, escreveram em papelinhos o nome de 1000 “esquemados” a efectivar; uma amostra já significativa.
    Segundo, aproximaram-se da cama.
    Terceiro, largaram os papelinhos a 1,5 +- 0,1 metros da dita cama.
    Quarto, recolheram os que caíram em cima da cama.
    Quinto, pela recolha obtiveram 601 “esquemados”.
    Sexto, juntaram mais 2, 1 para cada um dos extremos da distribuição; não haja algum esquecido a não esquecer, só porque bateram na cabeceira da cama.
    E pronto, modelo estatístico justifica os 603.
    (O C-rato não é das matemáticas?…)

    • oleg on 24 de Janeiro de 2013 at 10:51
    • Responder

    Cá para mim eles contaram os contratos que se prolongaram por 4 anos consecutivos e depois retiram os horários zero dos vários qzp.

    • mar on 24 de Janeiro de 2013 at 12:45
    • Responder

    não pode ser….as ciências continuam com muitas vagas principalmente a matemática (estranho)…..


  1. […] E aqui o quadro do post, “Afinal são 603 vagas“. […]

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